No dia 4 de maio, depois de perder o telemóvel, contactei a UZO para pedir o bloqueio do cartão SIM e o envio de uma 2.ª via.
Nessa chamada, foi-me dito que o cartão seria expedido no prazo de 48 horas e que a entrega ocorreria entre 3 a 5 dias úteis.
No dia 8 de maio, como ainda não tinha recebido o cartão, voltei a ligar para a UZO. Foi-me então dito que, afinal, o cartão ainda não tinha sido expedido. Depois de a pessoa que me atendeu falar com o departamento responsável, informaram-me de que tinha sido pedido um envio de emergência.
No dia 11 de maio, receando que o envio continuasse sem ser feito, voltei a contactar a UZO. Nessa chamada, foi-me inicialmente dito que o cartão tinha sido expedido no dia 6 de maio. De imediato, a pessoa corrigiu essa informação e disse que, afinal, o cartão ainda não tinha sido expedido. Após mais um período de espera, foi-me assegurado que o departamento responsável tinha sido novamente contactado e que o cartão seria expedido.
No dia 13 de maio, continuando sem receber o cartão, voltei a ligar para a UZO. Desta vez, foi-me novamente dito que o cartão tinha sido expedido no dia 6 de maio, contrariando a informação dada dois dias antes. Foi-me ainda indicado que o envio poderia demorar até 15 dias, prazo que nunca tinha sido referido no primeiro contacto.
Nesse mesmo dia, perante a ausência de solução através da linha de apoio, dirigi-me a uma loja MEO, onde o problema acabou por ser resolvido na hora através da ativação de um eSIM. A pessoa que me atendeu em loja não teve qualquer responsabilidade pelo sucedido e foi, até ao momento, a única pessoa que conseguiu apresentar uma solução eficaz.
Hoje, dia 15 de maio, 11 dias depois do pedido inicial, o cartão físico continua sem chegar à minha caixa de correio.
Durante todo este processo, recebi informações contraditórias, prazos que não foram cumpridos e nenhuma solução efetiva por parte da linha de apoio da UZO. Primeiro, disseram-me que o cartão seria expedido em 48 horas. Depois, que ainda não tinha sido expedido. Depois, que tinha sido expedido no dia 6. Depois, que essa informação estava errada. E, por fim, novamente que afinal tinha sido expedido no dia 6.
O resultado foi simples: fiquei vários dias sem acesso normal ao meu número, tive de ligar várias vezes para tentar perceber o estado do processo e acabei por resolver presencialmente uma situação que, segundo a informação inicial da própria UZO, deveria ter ficado resolvida em poucos dias.
Na primeira chamada, fui ainda informada de que seria cobrado o valor de 10 euros pela emissão da 2.ª via do cartão. Tendo em conta a forma como todo o processo foi gerido, com prazos incumpridos, informações contraditórias e ausência de acompanhamento, considero essa cobrança inaceitável.
Enquanto cliente, cumpro com os pagamentos dos serviços que contrato. Da mesma forma, espero que uma operadora cumpra os prazos e as condições que comunica. Neste caso, isso não aconteceu.
As chamadas dos dias 4, 8, 11 e 13 de maio deverão estar gravadas para efeitos de qualidade, pelo que existe forma de confirmar tudo o que foi transmitido ao longo deste processo.
Partilho esta situação para deixar registada a minha experiência e para que outros consumidores saibam o que aconteceu: um pedido simples de 2.ª via de cartão SIM transformou-se em 11 dias de informações contraditórias, falta de resolução e necessidade de recorrer presencialmente a uma loja para conseguir recuperar o acesso ao meu número.