Exmos. Senhores,
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a um processo de sinistro automóvel junto da seguradora Tranquilidade, referente à viatura matrícula 97-TD-99.
O acidente ocorreu no dia 29/10/2025.
Posteriormente, foi agendada peritagem para o dia 07/11/2025, apenas com indicação de “período da tarde”, sem hora concreta definida.
Nesse dia, devido a um acidente na A5 que condicionou a deslocação, cheguei à oficina por volta das 16h00, ainda dentro do período indicado. No entanto, fui informado de que o perito já havia abandonado o local pelas 15h30.
Contactei imediatamente a seguradora para explicar a situação e solicitar remarcação da peritagem. Contudo, foi-me transmitido telefonicamente que:
o veículo seria dado como ausente;
não seria possível remarcar nova peritagem;
e que a seguradora não assumiria responsabilidade pelo acidente.
No próprio dia 07/11/2025 enviei email formal a reclamar da situação.
Após vários meses sem resposta, voltei a contactar a seguradora a 21/02/2026 para solicitar informações sobre o processo.
A 24/02/2026 recebi finalmente resposta da seguradora a indicar que “estão reunidos os pressupostos” para assumir responsabilidade pelo sinistro, condicionando apenas a regularização à avaliação dos danos.
Respondi no próprio dia, disponibilizando novamente o veículo e solicitando agendamento de nova peritagem.
Apesar disso, o processo continuou sem evolução, tendo sido necessário insistir novamente em março de 2026.
Posteriormente:
enviei prints das SMS de agendamento da peritagem;
esclareci toda a situação;
enviei orçamento de reparação e fotografias dos danos conforme solicitado pela seguradora;
disponibilizei datas concretas e oficina para nova peritagem.
Contudo, apesar de todas as tentativas de colaboração e resolução amigável da minha parte, continuo sem qualquer resolução concreta do processo.
Considero existir:
demora excessiva;
falta de acompanhamento;
informações contraditórias;
e falhas claras na gestão do processo por parte da seguradora.
Sempre procurei resolver esta situação de boa-fé, de forma colaborativa e sem conflito, mas após vários meses sem evolução vejo-me obrigado a solicitar intervenção externa.