Exmos. Senhores,
Venho apresentar uma reclamação contra a Moeve, na sequência de uma situação ocorrida no dia 6 de outubro de 2026, cerca das 14h, no posto de abastecimento Moeve da Portela-Moscavide, em Lisboa.
Durante o abastecimento na bomba 1, a pistola não interrompeu automaticamente o fornecimento de combustível quando o depósito atingiu a sua capacidade máxima, continuando a debitar combustível e provocando um derrame de quantidade considerável.
Após a ocorrência, falei com o responsável do posto e solicitei que o valor correspondente ao combustível derramado fosse retirado da fatura, uma vez que se tratava de combustível que não tinha sido efetivamente aproveitado. No entanto, o responsável recusou o pedido, afirmando que a responsabilidade era minha e que deveria ter estado atento.
Perante esta situação, solicitei o Livro de Reclamações e apresentei uma reclamação formal.
Posteriormente, entrei em contacto telefónico com a Moeve, tendo sido aconselhado a expor novamente a situação por email, acompanhado dos elementos comprovativos. Cumpri essas instruções e enviei o email no dia 6 de outubro de 2026.
Até à presente data, 30 de outubro, não obtive qualquer resposta.
Hoje voltei a contactar telefonicamente a empresa para obter esclarecimentos sobre a ausência de resposta. Na primeira chamada, após uma breve explicação da situação, fui colocado em espera durante aproximadamente cinco minutos, tendo a chamada sido posteriormente desligada pelo colaborador da Moeve. Voltei a ligar e permaneci mais de dez minutos em espera, sem que ninguém atendesse, acabando por desistir.
Considero inaceitável a forma como esta situação está a ser tratada. Para além de ter sido obrigado a pagar combustível que acabou derramado na sequência da falha de interrupção do abastecimento, vejo agora a minha reclamação ignorada, apesar das várias tentativas de contacto e de ter seguido as instruções dadas pela própria empresa.
O que pretendo:
A análise da ocorrência e o esclarecimento das circunstâncias em que aconteceu o derrame;
A averiguação do funcionamento da pistola de abastecimento da bomba em questão;
A devolução do valor correspondente ao combustível derramado e que fui obrigado a pagar;
Uma resposta formal e fundamentada por parte da Moeve.
Recorro agora à DECO Proteste porque considero que esgotei as tentativas razoáveis de resolução direta com a empresa, sem obter qualquer resposta ou solução.
Aguardo a vossa análise e apoio na resolução desta situação.
Com os melhores cumprimentos,