Exmos. Senhores da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor,
Venho por este meio solicitar, com carácter de urgência, o vosso apoio relativamente a uma situação que considero injusta e extremamente prejudicial para o meu agregado familiar.
No dia 11/03/2026 recebi uma comunicação da seguradora N Seguros confirmando a anulação da apólice referente ao meu veículo Toyota Yaris (matrícula 23-28-SV), com efeitos a partir de 23/03/2026.
Apesar desta confirmação formal de cessação do contrato, foi posteriormente efetuado um débito na minha conta bancária no valor de 225,81€, o qual considero totalmente indevido, uma vez que o contrato já se encontrava cancelado por indicação expressa da própria seguradora.
Importa referir que junto a este email segue em anexo o documento emitido pela própria seguradora que comprova a anulação da apólice e a yindo fundamento para a cobrança desse valor.
Acresce ainda que o meu banco não recebeu qualquer aviso prévio relativamente a este débito direto.
Esta situação está neste momento a causar um impacto extremamente grave no orçamento do meu agregado familiar. Tenho três filhos a cargo e este valor representa uma parte essencial do orçamento destinado às despesas básicas da família.
Neste momento encontro-me sem disponibilidade financeira devido a este débito indevido, o que compromete inclusivamente a possibilidade de assegurar necessidades básicas durante o fim de semana.
Já solicitei diretamente à seguradora o estorno imediato do valor, mas até ao momento não obtive resolução.
Assim, venho solicitar a vossa orientação e, se possível, a vossa intervenção urgente para que esta situação seja rapidamente corrigida e o montante indevidamente debitado me seja devolvido com a maior brevidade possível.
Agradeço muito a vossa atenção e peço, se possível, que este caso possa ser analisado com prioridade dada a urgência da situação.
Com os melhores cumprimentos,