No dia 8 de fevereiro de 2026 adquiri um esquentador, tendo o mesmo sido entregue na minha residência no dia 11 de fevereiro de 2026.
Após a instalação, verificou-se que o equipamento se encontrava defeituoso, uma vez que não aquecia a água. Nessa sequência, abri um pedido de reparação ao abrigo da garantia.
Contudo, após várias semanas de espera e diversas deslocações à loja para obter informações sobre a intervenção técnica, sem que me fosse apresentada uma solução efetiva ou uma previsão concreta para a reparação, fui forçada a desistir do processo de reparação e a optar pela substituição do equipamento.
Fui obrigada a adquirir um segundo esquentador, suportando integralmente o respetivo custo, ficando assim com o valor de dois equipamentos pagos.
No dia 2 de abril de 2026, um técnico deslocou-se finalmente à minha residência, procedeu à desinstalação do esquentador defeituoso, instalou o novo equipamento e levou consigo o esquentador avariado.
Desde essa data, e apesar de já terem decorrido mais de dois meses, a devolução do valor correspondente ao equipamento defeituoso nunca foi efetuada.
No dia 2 de junho de 2026 desloquei-me novamente à loja Worten da Arroja, onde fui informada pelo gerente que o técnico responsável pela intervenção não registou no sistema a recolha/devolução do equipamento defeituoso, motivo pelo qual a Worten não avançou com o respetivo reembolso.
Considero inadmissível que uma falha interna entre a assistência técnica e a Worten esteja a impedir a devolução de um valor que me é devido há vários meses, obrigando-me a suportar um prejuízo financeiro que não me é imputável.