back

Alojamento em mas condições

Não resolvida Pública

Traço Limpo - Estudos, Projetos e Comercialização, Lda

Reclamar

Problema identificado:

Cancelamento

Reclamação

J. N.

Para: Traço Limpo - Estudos, Projetos e Comercialização, Lda

25/08/2026

Boa tarde, Esta segunda-feira dia 17/08/26 estive hospedado na Casinha Montoito, um alojamento local. Quando cheguei, o que encontrei não correspondia em nada às fotografias nem à descrição apresentada no site. As cadeiras do jardim estavam danificadas, a piscina não estava a funcionar e era necessário mudar a água constantemente para não ficar verde. No interior da casa havia um cheiro muito estranho e a casa de banho, na zona da banheira, tinha o estuque a cair. Passei apenas uma noite, mas na terça-feira decidi ir embora, apesar de ter feito a reserva para 10 dias. Comuniquei ao responsável que me alugou a casa, mas não mostrou qualquer interesse em resolver a situação e pediu-me que saísse da casa, algo que fiz sem problemas. Quero ser reembolsado pelo valor da reserva, até porque só não perdi mais dinheiro porque não transferi o valor total. Irei anexar algumas fotografias para comprovativo. Escrevo também para alertar outras pessoas a não serem enganadas pela mesma situação.

Mensagens (1)

Traço Limpo - Estudos, Projetos e Comercialização, Lda

Para: J. N.

03/09/2026

Exmos. Senhores Recebemos a reclamação apresentada na V. plataforma por José Nogueira, na qual, o mesmo, vem alegar que “o que encontrei não correspondia em nada às fotografias nem à descrição apresentada no site” e, reclama o reembolso do valor da reserva. Antes de mais, cabe referir que a reclamação apresentada assenta em factos falsos, que não correspondem, de todo à verdade, tendo como único objectivo procurar justificar e sanar o não pagamento relativamente à reserva efectuada. Senão vejamos: - em abril do corrente ano, o Reclamante efectuou uma reserva da “Casinha de Montoito” para o período compreendido entre 17 e 27 de agosto; - com essa reserva, foi efectuado o pagamento do sinal no montante de Eur. 260,00; - tendo sido acordado que o remanescente – Eur. 1.040,00 – seria pago até à entrada na “Casinha de Montoito”, ou seja 17 de agosto; - no dia 17 de agosto, pelas 16:30 horas, eu próprio, diligenciei a recepção do Reclamante, o qual ia acompanhado pela mulher e dois filhos, na “Casinha de Montoito”, onde fiz a demonstração do alojamento e respectivas explicações adicionais; - aquando da recepção, expressamente, foi transmitido ao Reclamante que só tinha uma cadeira espreguiçadeira, isto para além das cadeiras juntas à mesa de exterior, porquanto recentes hóspedes tinham partido a outra, e ainda não se tinha conseguido comprar outra igual; - foi igualmente transmitido ao Reclamante que o aparelho da piscina não estava a funcionar, embora não tivesse maneira de controlar, pois está em local fechado, mas que a água estava tratada com cloro, que, assim, a piscina se manteria limpa, pelo que solicitámos que não retirassem o flutuador, que tinha a respectiva pastilha, dentro da piscina; - o Reclamante, acompanhado pela mulher e filhos fez a visita no interior e exterior da “Casinha de Montoito”, não tendo feito qualquer reparo, tendo acedido ao referido e, inclusivamente, se mostrado bastante agradado com o espaço; - contrariamente ao acordado, aquando da entrada no alojamento, o Reclamante não efectuou o pagamento, no todo ou em parte, do remanescente em dívida, como se disse €ur. 1.040,00, com a justificação que não tinha trazido o computador para efectuar a transferência e que, de imediato, se deslocaria a uma caixa multibanco para efectuar a transferência; - ao que acedemos, porquanto confiámos no que o Reclamante estava a dizer e que iria, de imediato, efectuar o respectivo pagamento; - porém, tal não ocorreu; - surpreendentemente, no dia seguinte, 18 de agosto, pelas 09:03 horas, fomos contactados, telefonicamente pelo Reclamante, o qual nos transmitiu que iria deixar de imediato o alojamento, porquanto considerava que o mesmo não tinha condições e que, inclusivamente, já tinham a bagagem no veículo automóvel; - facto que foi, posteriormente, atestado por um vizinho, que, para além de ter ouvido a conversa telefónica – já que o Reclamante se encontrava dentro do seu veículo automóvel em alta voz – também confirmou que, previamente, tinha visto carregar o veículo automóvel com malas; - pelo que, não corresponde à verdade que pelo Reclamante nos tenha sido pedido o que quer que seja, e muito menos que o tivéssemos instado para sair do alojamento; - aliás, questionado o Reclamante sobre as razões pelas quais estava a invocar a falta de condições do alojamento, foi-nos dito que considerava que a espreguiçadeira existente não oferecia segurança, que a bomba filtradora da piscina não estava a funcionar, que não podia tomar banho, porque a parede do chuveiro se estava a desfazer; - acusações que, logo nesse contacto telefónico, não aceitámos e refutámos; - note-se que, inclusivamente, aquando da recepção, tínhamos feito referência à situação da espreguiçadeira e da piscina, relativamente às quais o Reclamante não levantou qualquer objecção; - assim, contrariamente ao que o Reclamante refere, é falso, por não corresponder à verdade, que as cadeiras do jardim estivessem danificadas, apenas faltava uma espreguiçadeira como, conforme referido, inclusivamente se transmitiu ao Reclamante aquando da entrada no alojamento; - a água da piscina, contrariamente ao constante da reclamação, estava e está perfeitamente tratada e limpa, sem necessidade de substituição, com a solução das pastilhas de cloro no flutuador, isto enquanto se aguardava que o técnico (o qual, à data, se aguardava a sua deslocação ao alojamento) procedesse à reparação do sistema danificado; - depois, na banheira, não existe efectivamente, estuque a saltar, por cima dos azulejos, mas tinta a separar-se da cal da parede o que numa reparação recente foi mal aplicada, mas que não impede de todo o uso da banheira, pois, apenas havia poeira no canto da banheira; e - é totalmente falso que no interior do alojamento exista qualquer cheiro estranho. Aliás, se fosse como o Reclamante, falsamente, alega, os comentários ao alojamento não seriam excelentes, como tem ocorrido. Refira-se que, já após o Reclamante ter “saído” do alojamento, e terem sido desbloqueados os dias que entretanto lhe estavam reservados, a “Casinha de Montoito” foi objecto de nova reserva, através do Booking, tendo sido objecto de comentários de 10 em 10. O que seria, de todo, impossível se o constante da reclamação a que ora se responde correspondesse à verdade. Posto isto, desconhecemos, por completo, as razões pelas quais o Reclamante decidiu sair, antecipadamente, do nosso alojamento, as quais não foram as invocadas pelo mesmo, porquanto a “Casinha de Montoito” encontra-se em perfeitas condições. O certo é que o Reclamante, aquando da sua chegada, viu todo o alojamento, não suscitou qualquer questão, até se mostrou agradado e, contrariamente ao devido não pagou a quantia que lhe era devida. Assim, só se compreende, mas não se aceita, de todo o exposto, como uma desculpa/justificação encontrada pelo mesmo para evitar o pagamento que lhe era devido pela reserva efectuada, porque certamente alterou a sua pretensão quanto à estadia reservada. Por último, a reclamação infundada apresentada pelo Reclamante é causa de prejuízos, os quais não poderemos deixar de reclamar. Assim, e como forma de evitar outros procedimentos, deverá o Reclamante retratar-se da reclamação apresentada. Caso contrário, reservamo-nos o direito de reagir em conformidade. Os melhores cumprimentos, Nuno Santos Pereira Traço Limpo, Lda escreveu (terça, 25/08/2026 à(s) 17:30):

Assistência solicitada 18 setembro 2026

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.