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Abordagem inadequada e acusação infundada de furto na cafetaria(Continente Modelo-Lumiar)

Em curso Pública

Problema identificado:

Outro

Reclamação

L. S.

Para: Continente

14/08/2026

No dia 13 de agosto de 2026, por volta das 19h45, desloquei-me ao supermercado Continente Modelo-Lumiar, localizado na Avenida David Mourão-Ferreira, em Lisboa, e vivi uma situação de grande desconforto e humilhação. Encontrei-me na cafetaria do recinto, localizada além das barreiras de segurança, mas ainda dentro do espaço do supermercado, enquanto consumia um galão e uma fatia de bolo, ambos já pagos. Tinha comigo o cesto oficial da loja, com os artigos que pretendia comprar, visível o tempo todo e sem qualquer aviso ou sinalização que proibisse a sua presença naquele local. Importa referir que, nesta zona além das barreiras, também existem produtos do supermercado expostos para venda. Subitamente, fui abordada por dois seguranças que me acusaram de tentativa de furto, alegando que eu tinha passado com o cesto pelas barreiras de segurança. Esclareci de imediato que não tinha saído do recinto nem levado qualquer produto para o exterior, nem tão pouco para a via pública. Cooperei em todo o momento e dirigi-me com os seguranças a um terminal de pagamento específico, onde me foi recusado o pagamento porque as bananas incluídas no cesto não estavam pesadas. Posteriormente, fui encaminhada para a linha de caixas regular. Durante todo o percurso, fui tratada de forma muito constrangedora pelos seguranças e por um dos polícias presentes, que insistiram na acusação de furto, o que considero uma abordagem excessiva e humilhante. Perante este ambiente hostil, decidi exercer o meu direito de consumidora e desistir da compra, deixando todos os artigos na caixa. Ainda assim, tentaram forçar-me a concluir a compra, algo que recusei, pois não faz qualquer sentido ser coagida desta forma. Mesmo mostrando total transparência e prontidão para colaborar (cheguei a autorizar a verificação da minha mochila), continuaram a insistir numa acusação sem fundamento. A situação tornou-se tão embaraçosa que outros clientes intervieram em minha defesa, sem sucesso. A abordagem pública e a insistência na acusação foram para mim profundamente humilhantes, ao ponto de desatar em lágrimas. Sempre fui uma cliente honesta e nunca levei nada sem pagar. Senti que fui alvo de uma injustiça grave e de uma postura abusiva por parte da equipa presente nesse dia, inclusive de um dos políciais presentes, que se recusaram a me dar qualquer informação, dizendo que era trabalho deles e que iam escrever nos altos o que realmente aconteceu, mas que eu não me preocupasse que o Continente não ia fazer queixa contra mim e que também meu Registo Criminal continuaria "limpo". Disse também que ali era uma zona má, tentando justificar a abordagem, porém afirmo que não tenho culpa de "ser uma zona má ".


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