Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
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Reclamações recentes
Reclamação contra Mitsubishi por falta de reparação em prazo legal
Em julho de 2024, adquiri um veículo Mitsubishi ASX PHEV 2024 na Carby, em Portimão, Faro. Trata-se de um veículo excelente, até ao momento em que apresentou uma avaria grave. No dia 28/03/2026, o veículo apresentou uma falha generalizada: todos os alertas dispararam no painel de instrumentos. Uma vez que o funcionamento do carro depende de sensores e, aparentemente, deixou de haver comunicação com estes, o veículo passou a funcionar apenas em modo elétrico e praticamente sem funcionalidades. No dia 30/03/2026, entrei em contacto com a Carby de Portimão, onde adquiri o veículo. No entanto, recusaram-se a aceitar o carro, alegando que deixariam de prestar assistência à Mitsubishi a partir de 31/03/2026. Tentei também contactar outras oficinas no Algarve, mas sem sucesso. No dia 31/03/2026, entrei em contacto com o serviço Mitsubishi Assistência de Viagem, que prontamente providenciou o transporte do veículo. A oficina mais próxima que prestava assistência à Mitsubishi era em Évora. Assim, o carro foi encaminhado para a oficina São Cristóvão, em Évora, onde deu entrada no dia 02/04/2026. O dia 03/04/2026 foi feriado. O veículo permaneceu nessa oficina até ao dia 13/04/2026, data em que me foi devolvido, com a indicação de que não tinha sido detetada qualquer avaria. No entanto, ao receber o carro nesse mesmo dia, era visível que o defeito se mantinha, antes mesmo de ligar o veículo: todos os alertas de falha dos sensores continuavam acesos no painel. Entrei novamente em contacto com a Mitsubishi Assistência de Viagem, que transportou o veículo, mais uma vez, para a mesma oficina São Cristóvão, em Évora. Posteriormente, em contacto telefónico, foi-me indicado que os avisos no painel seriam consequência da falta de revisão. Tal justificação é inaceitável, pois a revisão do veículo foi realizada antes da data recomendada e encontrava-se devidamente em dia. Voltei a explicar qual era o problema apresentado pelo veículo. Desde então, têm-me informado apenas que continuam à procura da origem da avaria, sem que tenha sido apresentado qualquer diagnóstico concreto. Foi-me ainda dito que o veículo está a ser analisado pelo melhor técnico da oficina, com 15 anos de experiência. Entretanto, já passaram mais de 30 dias desde a segunda entrada do veículo na oficina. No total, encontro-me há 50 dias sem o carro. Esta situação tem causado prejuízos significativos. Tenho suportado custos diários de transporte para levar a minha filha à escola, no valor de 14 euros por dia, de segunda a sexta-feira, sendo que à quinta-feira o custo é de 28 euros. Além disso, perdi as férias da Páscoa e outros compromissos e eventos da empresa. O prazo legal de 30 dias de permanência do veículo em oficina já foi ultrapassado, sem que tenha sido apresentada uma solução. Mesmo que a avaria venha agora a ser identificada, ainda será necessário aguardar eventual encomenda e substituição de peças, o que prolongará ainda mais esta situação. A Mitsubishi disponibiliza viatura de substituição apenas por dois dias, o que é claramente insuficiente face ao tempo em que estou privado do meu veículo. Também enviei um e-mail para o serviço de Relacionamento com o Cliente da Mitsubishi, mas até ao momento não obtive qualquer resposta. Perante esta situação, solicito a intervenção da DECO Proteste, uma vez que estou privado do meu veículo há 50 dias, sem diagnóstico, sem previsão de reparação e sem uma solução adequada por parte da marca ou da oficina autorizada. Considero que os meus direitos enquanto consumidor não estão a ser respeitados e pretendo obter uma solução urgente, nomeadamente a reparação efetiva do veículo, a disponibilização de uma viatura de substituição pelo período necessário, ou outra solução legalmente adequada.
Viatura dentro da garantia
Em janeiro de 2023 adquiri um Mitsubishi Space Star, num concessionário oficial Mitsubishi. A abertura das portas e a ligação da ignição são efetuadas através de um botão, não utilizando a chave que deverá ser mantida a uma determinada distância de modo a permitir a utilização da viatura. Aquando da aquisição da mesma tomei conhecimento e ao longo destes 2,5 anos tive a confirmação, de que na eventualidade da chave ficar dentro da viatura não se consegue trancar a mesma e é emitido um sinal sonoro quando se carrega no botão da porta. Na passada segunda-feira, 1 de setembro, parei a viatura na via pública, afastei-me uns metros, apenas para recolher um animal errante em apuros, deixando todos os meus pertences no interior (mala com a carteira, telemóvel e chaves da viatura e de casa). Para meu total espanto, quando me aproximei 2/3 minutos depois, a viatura tinha bloqueado automaticamente com a chave no interior e todos os meus pertences que me dariam alguma autonomia para efetuar contactos, ou dirigir-me a casa. A situação só foi resolvida quando tive acesso à chave suplente. Enviei um email à Mitsubishi, muito simples apresentando a situação, uma vez que nunca tinha acontecido e a viatura está dentro da garantia, só pretendendo que me esclareçam como é possível isto acontecer. Ora, o esclarecimento, conforme documento que anexo, não acrescenta nada de novo, parece que me estão a passar um atestado de estupidez, referindo: "caso a chave se encontre no interior da viatura esta não tranca, contudo, se ao sair, carregar no interruptor de tranca interior e fechar a porta, esta ficará trancada". Ora, isto não acrescenta nada de novo ao que eu já sabia, a viatura não devia trancar e claro que ao sair não carreguei no interruptor de tranca interior. A tecnologia não é infalível, a viatura está dentro da garantia, consequentemente, a Mitsubishi deveria de imediato responder para a viatura ser observada por uma oficina da marca, ao invés de me explicarem o que eu já sabia.
peça não recebida, mas paga
Exmos Senhores MITSUBISHI OUTLANDER 2013 No dia 30-12-2024 a marca tem o descaramento depois de dois meses a fazer-nos esperar pela peça, atenção dois meses, dia 30 de dezembro à tarde ligam e dizem que a peça que supostamente estava em Espanha afinal não existia estava descontinuada e tínhamos de comprar o motor inteiro. Até ao momento nem se dignaram a devolver o valor dessa mesma peça que se não pagássemos não a mandavam vir. Essa mesma peça que estava no Japão e depois na Holanda e teve tanto tempo em Espanha que quase estive para dizer que a ia lá buscar. Houve uma sexta feira que garantiram que chegava sem falta na segunda, com todas as certezas segunda. Acho de uma falta de brio ético e profissional. Nós somos vossos clientes, compramos um produto vosso, não é o último grito, já foi em 2013, mas não estamos propriamente à procura de uma peça para um chasso de 30 anos, talvez se tivessemos tinhamos mais sorte. Falta de apoio ao cliente inadmissível, falta de respeito sempre e peço desculpa, mas não encontro outra palavra ,a mentir, ao cliente , pois se a peça está descontinuada , nunca pode vir do Japão para a Holanda e dai para a Espanha. Vocês não tem a culpa de nós sermos uma família que tem apenas uma viatura. Tem alguma noção do transtorno que está a ser para nós esta vossa falta de profissionalismo ?
Valor de Bateria autonomia 30Km inaceitavel
Exmos. Senhores, Adquiri um Mitsubishi Outlander PHEV 30 Dez 2013 (apenas 10 anos) em segunda mão. Acendeu luz RBS, a Mitsubishi Portugal (através da UNIVEX) apresentou um orçamento de reparação 10 mil euros para substituição da bateria de tração autonomia de apenas 30KMs. Valor considerado inaceitável até porque equivale a um valor superior ao valor de mercado . Foram feitos várias insistências para uma solução á Mitsubishi Portugal , foi pedido bom senso, inclusive pedido para contactassem a Mitsubishi internacional para apresentarem uma solução. A Mitsubishi Portugal não aceitou qualquer dos pedidos e não apresentou qualquer solução . Cumprimentos.
Diferendo em revisão automóvel
Levei o meu veiculo Mitsubishi Outlander para revisão na SGS Almada, onde vai sempre, desde que foi comprado em 2014. Por volta de 2016/ 2017 informei a empresa que o ralenti era por vezes irregular. Sempre me foi dito estar tudo normal. Em 2018 durante uma viagem, saltou a proteção inferior do motor. Falei com a SGS Car que disseram ter de encomendar a peça à Mistsubishi e que na próxima revisão seria efectuada a substituição. Novamente frisei haver problemas com o ralenti irregular. Novamente fui informado não terem detectado nada de irregular. Durante a pandemia não consegui efetuar a revisão de 2020. Agendei revisão dos 80.000km para abril de 2021. Novamente falei do problema do ralenti e da proteção do motor. Após a revisão efetuada e na altura da entrega do veículo foi-me comunicado que havia um problema com o turbo intercooler, a escova traseira, escovas da frente e pastilhas traseiras e que já tinham descoberto o problema do ralenti irregular. Este problema era assumido pela Mitsubishi sem custos para mim. O que seria justo, um vez que sempre tenho alertado para a situação. Fui informado que era um problema de algumas viaturas da marca e estava havia ordem para a substituição, ao abrigo da garantia de peças Mitsubishi. Mandei avançar todos os trabalhos, e foi-me dado o orçamento para tudo à excepção do problema do ralenti, que era a cargo da Mitsubishi. Feitos os trabalhos orçamentados no valor de 702 euros, extra revisão, fui informado que a proteção inferior do motor ainda não tinha vindo. De referir que antes de deixar a viatura, deram-me um prazo de três semanas para encomenda de peças, tendo-me eu disponibilizado a deixar a viatura uma semana completa, para que os trabalhos fossem efectuados com calma e rigor. Levantado o veículo verifiquei que o motor não desenvolvia.Contactada a SGS e depois de deixar mensagem com esta informação, fui contactado passados 2 dias, sendo informado que tinha havido lapso e que o problema do ralenti já não era assumido pela Mitsubishi. Solicitei à SGS que me desse o contacto da Mitsubishi para eu resolver a questão, tendo de seguida enviado um pedido de contacto até hoje sem resposta. Neste momento tenho a viatura parada na garagem desde 7/05/2021 à espera de uma resolução do problema com a Mitsubishi, que nunca se preocupou em sequer responder ao pedido efectuado. Tenho um carro que não o posso utilizar, com todos os prejuízos que daí me advêm, e o problema sem resolução até ao momento. Foi frisado à SGS Car não entender o porquê da não assunção por parte da Mitsubishi quando se têm substituído as mesmas peças, em veículos com o triplo ou o quádruplo da quilometragem e o meu, com apenas 80.000km, não é abrangido. Não consigo entender que garantia de peças é esta, que trata de carros com muito mais quilómetros e o meu fica por tratar, depois de tantos avisos sobre o problema em questão, em todas as revisões, desde 2016.Aguardo resposta sobre este assunto.AtenciosamenteAbílio Martins
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