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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Assunto: Reclamação formal – encomendas não recebidas e crédito insuficiente – TEMU
Exmo(a). Senhor(a), Venho formalizar uma reclamação relativamente a 4 encomendas adquiridas no site TEMU Portugal, que nunca foram entregues, embora tenham sido despachadas pela transportadora Ecoscooting e alegadamente entregues pelo mesmo estafeta de forma conjunta. Números das encomendas: PO-163-21647680067191640 PO-163-21647763766391640 PO-163-05155014764151640 PO-163-21647746499191640 Situação: O valor total das 4 encomendas é €136,76, mas até ao momento apenas €9,46 foi creditado, embora todas tenham sido processadas pelo mesmo estafeta de forma conjunta. Existe uma incoerência evidente no tratamento das encomendas: a TEMU aceitou reconhecer a não entrega e creditou apenas uma delas, mas recusa aceitar a não entrega das restantes três, apesar de todas terem sido despachadas e tratadas sob as mesmas condições. A transportadora Ecoscooting confirmou por escrito o extravio das encomendas, demonstrando que a alegada “prova de entrega” apresentada pela TEMU não tem valor, consistindo apenas em fotografias dos pacotes, sem qualquer elemento que comprove efetivamente a receção por mim. Foram criados bilhetes de suporte e chats com a TEMU (ticket nº 1771021983163176), mas a TEMU tem fornecido respostas genéricas e evasivas, sem ação concreta sobre o crédito total e sem correção adequada do bilhete, que inicialmente apenas referia uma das encomendas. Documentação anexada: Emails da transportadora Ecoscooting confirmando extravio Capturas de ecrã dos bilhetes e chats com a TEMU Prova de crédito parcial recebido (€9,46) Contrassenso das “provas de entrega” apresentadas pela TEMU Pedido: Aplicação imediata do crédito total (€136,76) referente às 4 encomendas Confirmação formal de resolução Garantia de que a TEMU resolve de forma completa e imediata, respeitando os meus direitos enquanto consumidor Aguardo resposta formal e agradeço desde já a atenção e resolução desta situação. Atenciosamente,
Incumprimento contratual, negligência grave e danos materiais em obra de substituição de telhado
Apresento reclamação contra a empresa Indux, contratada em março de 2025 para a substituição integral do telhado da minha habitação. A obra tinha um prazo estimado de execução de 7 a 15 dias úteis (com entrega de um cronograma de obra antes do início da mesma, que nunca se verificou) e garantia contratual de 60 meses. No entanto, durante mais de 7 meses verificou-se um incumprimento reiterado e sistemático das obrigações assumidas. Desde o início dos trabalhos ocorreram: - Ausência total de planeamento formal e cronograma, apesar de prometido; - Interrupções prolongadas e injustificadas; - Comparecimentos esporádicos e sem continuidade, sem aviso e sem atenderem chamadas telefónicas; - Incumprimento sucessivo de datas de conclusão indicadas pela própria empresa ( algo que exigi passados 2 meses de obra e praticamente evolução nula); -Falta de resposta consistente às comunicações escritas; - Desresponsabilização perante falhas evidentes de execução. A obra, que deveria ter sido concluída em poucas semanas, prolongou-se durante mais de 7 meses sem qualquer evolução consistente, com defeitos graves e com entulho acumulado durante todo este tempo. Para além do atraso grave, a execução revelou defeitos técnicos sérios e inaceitáveis, comprometendo a segurança e a habitabilidade do imóvel, nomeadamente: - Parede executada sem reboco adequado, permitindo infiltrações diretas de água para o interior da habitação e comprometendo a estanqueidade do telhado; - Deficiente solução de escoamento das águas pluviais; - Chaminé danificada durante a intervenção e não devidamente reconstruída antes da colocação da subtelha; -Aplicação de espuma expansiva numa zona de lareira (fonte de ignição), criando risco potencial; - Acumulação prolongada de entulho e materiais perigosos no local. Como consequência direta da negligência da empresa e da exposição prolongada do imóvel às intempéries, ocorreram infiltrações significativas que provocaram: - Danos em equipamento eletrónico; - Danos graves na instalação elétrica; - Acumulação de água no teto falso; - Risco real de curto-circuito e comprometimento da segurança dos residentes; - Necessidade de demolições interiores e reparações técnicas para reposição das condições mínimas de segurança. Todas estas situações foram comunicadas por escrito, acompanhadas de registos fotográficos e vídeo, sem que tivesse existido resolução efetiva. Perante a ausência total de resposta e a aproximação do mês de dezembro, mantendo-se a obra inacabada, tecnicamente deficiente e colocando em risco a segurança dos residentes, fui forçada a expulsar a empresa da obra e a contratar outro empreiteiro para a sua conclusão. A nova equipa concluiu e retificou integralmente os trabalhos no prazo de duas semanas, corrigindo as falhas técnicas anteriormente executadas. Os factos descritos configuraram incumprimento contratual grave, execução defeituosa da obra e responsabilidade pelos danos materiais causados. Toda a documentação comprovatória encontra-se organizada e disponível para análise.
Problema não resolvido
Venho por este meio reportar uma situação inaceitável por parte da Moey, desde dia 13/02/2026, que estou a tentar usar o meu saldo que não estou conseguir , já liguei 4x e dizem que estão com problemas e que estão a resolver a situação, no entanto tenho pagamentos com data limite que já ultrapassaram como também a renda da casa e etc.. Tentei ver se conseguiria obter o meu saldo por transferência para uma outra conta no qual me informaram que isto não é possível e que iram ser breves e até agora nada! E preciso mesmo do meu dinheiro.
enganada no conteudo
Exmos. Senhores venho por este meio demonstrar a minha indignação num conteúdo de uma encomenda que fiz a empresa Zinfandel shop diziam vender antenas que apanham muitos e muitos canais sem internet e quando recebi as antenas e paguei 60 euros no ato da entrega por 2 que não apanham mais do que os canais normais me arrependo da compra e quero a devolução dos 60 euros pois isto que eu recebi e vendido noutros sites por 3 euros e pouco sinto-me roubado e enganado.
Resolução de Contrato e Reembolso: Violação do Prazo Legal de 30 dias (DL 84/2021) - Fnac Marketplac
Venho apresentar reclamação formal contra a Fnac Portugal devido à violação do prazo legal de reparação e falha na mediação de garantia de um equipamento profissional (Sony A7 IV, Encomenda 1OS8HIAEYQN2U) comprado no Fnac Marketplace (vendedor Egadget Central), processo iniciado a 28/11/2025. Cronologia dos Factos: 28/11/2025: Reportei a avaria no slot de cartões da câmara Sony Alpha A7 IV, data confirmada pelo vendedor no histórico de chat. 04/12/2025: O vendedor instruiu-me a obter um orçamento local. Informei o vendedor que, por compromissos profissionais agendados, apenas poderia entregar a máquina após o dia 13/12. 16/12/2025: Entreguei o equipamento na Clínica Fnac Faro. O prazo previsto para o orçamento era 15/01/2026, o qual não foi cumprido pela Fnac. Na Clínica Fnac, o técnico informou-me que o equipamento foi enviado para um reparador que se recusou a fazer o orçamento, por este equipamento não ser de origem UE. Resultando num atraso 29/01/2026: Recebi o orçamento de reparação às 18:27 no valor de 474.40€ conforme orçamento nº 830025058 disponível em anexo, onde a própria Fnac documenta a instrução do vendedor para a realização do diagnóstico local. Enviei o orçamento ao vendedor às 19:46 do próprio dia. 03/02/2026: O vendedor apenas respondeu após nova insistência minha, onde o informei que o orçamento que o vendedor solicitou estava a expirar. 04/02/2026: Após o vendedor recusar uma solução viável (reparação local ou reembolso), apresentei queixa no apoio ao cliente Fnac. 05/02/2026: A Fnac tentou um contacto telefónico sem sucesso por questões técnicas da linha, nunca voltando a contactar-me. 10/02/2026: Contactei novamente o apoio ao cliente Fnac por telefone, onde o operador ignorou o histórico do processo, limitando-se a dizer que deveria "pedir o reembolso ao vendedor", algo que já tinha sido feito e negado anteriormente. 12/02/2026: O vendedor recusou formalmente o reembolso e a reparação local, exigindo o envio para Hong Kong. Enviou uma guia de transporte e prometeu uma solução para o final de fevereiro — um prazo tecnicamente impossível, uma vez que o equipamento ainda não se encontra disponível para levantamento na Clínica Fnac 12/02/2026: Submeti uma nova queixa formal no apoio ao cliente da Fnac, após o vendedor recusar novamente o reembolso e insistir no envio para Hong Kong (enviando inclusive uma guia de transporte). Reiterei que o prazo legal de 30 dias foi ultrapassado e que a solução proposta era inviável. 14/02/2026: A Fnac respondeu finalmente à queixa de dia 12. A resposta limitou-se a sugerir que eu "abrisse uma reclamação junto do vendedor" através do portal online, ignorando por completo que: Já estou em contacto com o vendedor há meses sem solução; A opção de "Abrir Reclamação" no portal da Fnac encontra-se tecnicamente bloqueada para esta encomenda, impedindo-me de seguir a própria instrução que me deram; A resposta chega num sábado ao final do dia, para um problema profissional urgente que se arrasta desde novembro de 2025. Fundamentação Legal: Prazo de Reparação Excedido: Segundo o Art.º 18.º do DL n.º 84/2021, o prazo para reparação é de 30 dias. O processo conta-se desde 28/11/2025. Mesmo descontando o período de diagnóstico, o tempo de inatividade ultrapassa largamente o limite legal. Inconveniência Grave: A exigência de envio para fora da UE, após 75 dias de espera, é um risco inaceitável para um utilizador profissional. Falha Técnica da Plataforma: A Fnac Portugal instruiu-me a abrir uma reclamação no portal, mas a opção encontra-se bloqueada, impedindo a resolução do litígio. Face ao exposto, exijo a Resolução do Contrato com o reembolso total do valor do equipamento (2139€), acrescido do custo do diagnóstico (45€) que fui instruído a realizar, uma vez que o prazo legal de 30 dias foi largamente ultrapassado.
