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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Monitor entregue em garantia foi devolvido danificado e FNAC impõe novo prazo de 30 dias
Exmos. Senhores, No dia 06/05/2026 entreguei na FNAC Estação Viana, para reparação em garantia, o meu monitor Samsung LS32G55 32’’ QHD 165Hz, processo n.º 910005939, adquirido em 26/12/2025, por apresentar “mancha vermelha e linha branca no display”. Na guia de reparação emitida pela FNAC ficou registado que os únicos danos estéticos visíveis à data da entrega eram “sujidade e riscos”. O equipamento foi levantado em 27/05/2026. Contudo, no momento do levantamento, não foi efetuada qualquer verificação completa do estado do monitor na minha presença. Posteriormente, foi-me referido que assinei o levantamento, mas essa assinatura não substitui a conferência efetiva do estado do bem no ato da sua devolução ao cliente. Acresce que a caixa em que entreguei o monitor foi devolvida visivelmente amassada e o equipamento vinha sem a proteção adequada para transporte. Ao chegar a casa, detetei que o monitor apresentava um novo dano físico, nomeadamente uma parte quebrada, dano esse que não existia quando o produto foi entregue para reparação. Perante esta situação, desloquei-me novamente à FNAC para reportar o problema. No entanto, em vez de resolverem de imediato a situação, foi aberto um novo processo e foi-me indicado um novo prazo de 30 dias. Não concordo com esta posição, uma vez que não está em causa uma nova avaria autónoma, mas sim a devolução do bem em pior estado após intervenção em garantia. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a reposição da conformidade deve ser assegurada sem encargos, em prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor. O prazo para reparação ou substituição não deve exceder 30 dias, mas deve igualmente respeitar o critério de não causar grave inconveniente, e a interpretação do regime aponta para que o consumidor não tenha de suportar nova demora integral quando a primeira intervenção falhou em repor a conformidade do bem. O monitor tinha apenas cerca de 4 meses de uso quando foi entregue para garantia, encontrando-se claramente dentro do prazo da garantia legal de 3 anos aplicável aos bens adquiridos por consumidores. Nestas circunstâncias, não aceito a imposição de um novo prazo completo de 30 dias. Concedo à FNAC apenas um prazo adicional máximo de 7 dias para resolver definitivamente a situação. Caso tal não suceda, exijo a substituição do monitor por outro novo e equivalente ou, em alternativa, a resolução do contrato com devolução integral do valor pago. Solicito resposta escrita e resolução célere do presente caso.
Cama defeituosa e sem resolução
Boa tarde, recebi a minha encomenda, uma cama de casal no dia 21/04/2026. No final da montagem da mesma deparamos com a falta de uma peça importante para o bom funcionamento da abertura/ cofre da cama e o assento do estrado para colocação do colchão. A reclamação foi feita desde do 29/04/2026. Desde então durmo no chão à espera da peça em falta. A resposta tem sido a mesma. Aguardar com paciência que a peça vem da China e está a espera da desalfandega. É inadmissível esse tempo de espera. A Worten deve tomar atitude e proceder a uma devolução ou substituição da totalidade fo artigo. Deveria receber uma compensação pelo desconforto de estar a dormir no chão mesmo sendo em cima de um colchão e não estar a usufruir do conforto de uma cama, que foi paga em tempo e hora. Hoje, dia 28/05/2026, depois de publicar uma queixa no "Portal das Queixas", fui contactada pelo serviço de reclamação da Worten, mas qual foi o meu espanto , ao ouvir a assistente dizer-me que iam contactar o vendedor para apressar a entrega. Mas é uma completa mentira, não há atualização no "tracking" do pacote desde dia 16 de maio!!! Pediram desculpas pelo transtorno, de estar a dormir no chão e encerram o assunto sem nenhuma resolução. Acho inadmissível vindo de uma empresa tão reconhecida em Portugal.
Recusa não renovação do contrato
Assunto: Reclamação contra Multicare – Recusa de Não Renovação de Contrato (Simulação/Processo n.º 311710772) À DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor Nuria Jesus [rua sporting club da corvina n21 2825-833 936291610 bombeirinha1055@gmail.com Data: 28 de maio de 2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa honrosa intervenção junto da seguradora Multicare, em virtude de uma recusa injustificada por parte da mesma em aceitar a não renovação do meu contrato de seguro de saúde, associado ao processo/simulação com o número 311710772. A data limite para a comunicação da não renovação da referida apólice seria o dia 5 de maio de 2026. Nessa mesma data, tentei contactar a linha de apoio ao cliente da Multicare por via telefónica com o intuito de proceder ao cancelamento. Contudo, e por motivos inteiramente imputáveis à seguradora, a chamada não foi atendida e não me foi dada a possibilidade de concluir o processo de viva voz. Face à impossibilidade de contacto telefónico, enviei um email formal no dia seguinte, 6 de maio de 2026, reiterando expressamente a minha vontade de não renovar o contrato. A Multicare recusa-se agora a aceitar esta rescisão, alegando o incumprimento do prazo por escassas horas, ignorando por completo: 1 A minha tentativa prévia de contacto dentro do prazo regulamentar. 2 O princípio da boa-fé que deve reger as relações comerciais. Ademais, cumpre-me informar que me encontro atualmente numa situação de desemprego. Esta alteração substancial e involuntária das minhas circunstâncias económicas e capacidade financeira impossibilita-me de suportar o encargo com os prémios deste seguro, configurando uma situação de força maior que, por si só, justifica a cessação do vínculo contratual. Atendendo a que agi com a diligência possível face às falhas no atendimento da seguradora, e considerando a minha atual vulnerabilidade financeira, considero abusiva a postura da Multicare em exigir a manutenção forçada do contrato. Junto em anexo o comprovativo do email enviado no dia 6 de maio de 2026. Ainda me ligaram inclusive para falar com o colaborador que não estava a tentar resolver o problema mas assim me Obrigar a continuar vinculada inclusive a mentir em prazos de suposta fidelizacao Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na resolução deste litígio, aguardando as vossas instruções sobre os passos seguintes. Com os meus melhores cumprimentos,
Pior loja de roupa em 2° mão!
Pior site de roupa em segunda mão que já utilizei. Os tamanhos apresentados no site não correspondem minimamente à realidade. Comprei várias peças anunciadas como tamanhos grandes e, quando chegaram, percebi que muitas equivalem apenas a um 38/40 em Portugal. A descrição dos artigos é enganadora e causa uma enorme frustração a quem compra com confiança nas informações fornecidas. Os feedback no site são meramente especulativos. O pior vem depois: para devolver artigos que não correspondem ao anunciado, os custos de devolução são absurdos, quase ao nível do valor da própria encomenda, algo que não está devidamente claro no momento da compra. Acaba por parecer uma forma de impedir devoluções. Fiquei extremamente desiludida com a falta de transparência, a dificuldade em resolver o problema e a fraca experiência de apoio ao cliente. Não voltarei a comprar na Micolet nem recomendarei a loja a ninguém. PS, dei por mim a procurar pela fatura no email. Não tenho nenhuma.
Valor a cobrar após pedido de cancelamento
Boa tarde, necessito da vossa ajuda no seguinte, fui cliente fitness up cumpri com o período de fidelizacao de 18 meses e pedi em Janeiro cancelamento dos serviços nessa altura não me foi informado de q teria de pedir com 15 dias de antecedência para q não fosse cobrado mais 20€. Por esse motivo desativei o débito direto mas não me permitiram cancelar o serviço. Apresentam agora valor a pagar de 156€ já depois de ter solicitado a desactivao dos serviços. Pergunto-me se é possível não desativarem o devido Qd o cliente assim o pede e ainda exigem pagamento para cancelar. Aguardo a vossa resposta. Ana Almeida
