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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Cobrança de prestações
Exmos. Senhores, Sou titular da conta/ contrato Nº 1112122 com o contribuinte 172879493 e tenho duvidas relativamente ao numero de prestações que me está a ser cobrado. Sou uma pessoa de idade, e esta empresa aproveitou a minha ingenuidade para não me explicar as coisas como devem de ser. Foi me indicado que iria ter um empréstimo a 84 meses (data de celebração 04/08/2022 e fim a 04/08/2026), taxa variável, como está no plano financeiro que me foi enviado pela empresa indicada. Ao qual, no fim de Agosto, foi me enviado uma mensagem para a cobrança de outra prestação em setembro, depois recebi outra para outubro e irei receber ate dezembro. Agora eu terei de pagar mesmo? posso enviar uma copia dos documentos Solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
“Venda de bilhetes Boom Festival – falta de transparência e desigualdade no acesso”
Venho solicitar o apoio/intervenção da DECO Proteste relativamente à forma como decorreu a venda presencial de bilhetes do Boom Festival, no dia 6 de outubro de 2026, através da loja embaixadora de Lisboa. Recebi previamente uma comunicação oficial do Boom Festival informando que a venda dos bilhetes teria início no dia 6 de outubro. Com base nessa informação, eu e o meu marido deslocámo-nos ao ponto de venda em Lisboa, chegando cerca das 6h00 da manhã. Para nossa surpresa, quando chegámos já nos foi atribuído aproximadamente o número 135 numa lista existente à porta da loja. Segundo nos foi explicado no local, essa lista tinha começado a ser preenchida desde sábado, dia 3 de outubro, ou seja, três dias antes da data oficialmente anunciada para o início da venda. Foi-nos ainda referido que eram realizadas chamadas periódicas para confirmar a presença das pessoas inscritas e manter a respetiva posição na fila. Considero esta situação particularmente grave, porque significa que consumidores que tiveram conhecimento antecipado desta lista puderam garantir uma posição vários dias antes, enquanto outros, como nós, confiaram exclusivamente na informação oficial enviada pela organização. Questiono, por isso, como pode ser considerado transparente e equitativo um processo em que a venda estava oficialmente anunciada para o dia 6 de outubro, mas em que as posições para aquisição dos bilhetes começaram, na prática, a ser organizadas desde o dia 3. Permanecemos no local desde aproximadamente as 6h00 até às 19h40, quase 14 horas, sem conseguirmos adquirir os dois bilhetes que pretendíamos. Durante todo esse período não foram asseguradas condições mínimas para as pessoas que aguardavam. Não existiam instalações sanitárias disponíveis para os clientes que estavam na fila, obrigando-me a recorrer repetidamente aos estabelecimentos comerciais das proximidades e a efetuar consumos para poder utilizar uma casa de banho. A venda estava prevista para começar às 11h00, mas sofreu um atraso superior a uma hora. Durante esse período, a polícia chegou inclusivamente a entrar no estabelecimento para verificar o que se estava a passar. Quando a venda começou, verificaram-se também sucessivos problemas com os pagamentos por cartão, tendo sido aconselhado a alguns clientes que levantassem dinheiro para agilizar o processo. Este aconselhamento parece-me igualmente incompreensível, tendo em conta que cada pessoa podia adquirir até cinco bilhetes, correspondendo a um valor que podia atingir aproximadamente 1.410 euros, muito acima dos limites normais de levantamento em caixas Multibanco. Outro dos aspetos mais graves foi a falta de informação relativamente ao número de bilhetes efetivamente disponíveis. Ao longo do dia, várias pessoas perguntaram repetidamente quantos bilhetes existiam para venda. A resposta transmitida foi sempre que não sabiam. No final, fomos informados de que teriam sido disponibilizados apenas cerca de 390 bilhetes. Depois de aproximadamente 78 pessoas terem efetuado as suas compras, foi anunciado que os bilhetes tinham terminado. Se esta informação tivesse sido transmitida desde o início, os consumidores poderiam ter avaliado a sua posição na fila e decidido conscientemente se pretendiam permanecer durante tantas horas no local. Em vez disso, centenas de pessoas permaneceram durante horas numa fila sem conhecerem sequer a quantidade total de bilhetes disponível. Foi-nos também transmitido pelo responsável da loja que o acordo para aquela entidade funcionar como embaixadora do Boom Festival teria sido celebrado cerca de seis meses antes, mas que, poucos dias antes da venda, a organização do Boom Festival teria alterado as condições inicialmente acordadas. Segundo o mesmo responsável, nem a própria loja teria conhecimento antecipado de que receberia uma quantidade tão reduzida de bilhetes. Caso esta informação seja verdadeira, considero que demonstra uma falha grave de organização e comunicação entre a entidade promotora e o ponto de venda, cujas consequências acabaram por ser suportadas pelos consumidores. Eu e o meu marido pretendíamos adquirir apenas dois bilhetes. Chegámos às 6h00 da manhã, permanecemos no local praticamente todo o dia e saímos cerca das 19h40 sem conseguir efetuar a compra. Para estar presente, abdiquei inclusivamente de um dia de folga. Compreendo perfeitamente que os bilhetes possam esgotar devido à elevada procura. A minha reclamação não decorre do simples facto de não ter conseguido comprar os bilhetes. O que considero inaceitável é a forma como todo o processo foi conduzido: - existência de uma lista iniciada três dias antes da data oficialmente anunciada para a venda; - aparente desigualdade de informação entre consumidores; - ausência de informação clara sobre o número de bilhetes disponíveis; - atraso significativo no início da venda; - problemas com os meios de pagamento; - ausência de condições mínimas para as pessoas que permaneceram muitas horas no local; - e falta de transparência ao longo de todo o processo. Solicito, por isso, o apoio da DECO PROteste na análise desta situação e, se possível, na obtenção de esclarecimentos junto da entidade responsável pelo Boom Festival/Good Mood. Pretendo igualmente perceber se a forma como este processo foi conduzido respeitou os deveres de informação, transparência e igualdade de tratamento que devem existir nas relações com os consumidores. Tenho na minha posse o e-mail recebido com a informação relativa à data de início da venda e poderei disponibilizar os elementos necessários para comprovar o sucedido. Agradeço a vossa análise e intervenção. Com os melhores cumprimentos, Rosa Dias e José Patrício
Encomenda não recebida
No dia 12 de Setembro recebi uma notificação da vinted a dizer que a minha encomenda tinha chegado, no entanto, não recebi qualquer tipo de pin por parte da inpost. Enviei pedido de contacto para a inpost visto que era sábado mas nada. Na segunda feira liguei então para a inpost para pedir o pin e poder aceder ao locker mas eles informaram-me que a encomenda nunca tinha chegado. Abri então a vinted e a encomenda tinha sido dada como entregue a mim. Entrei em contacto com o suporte que me disse que tinha 2 dias após a entrega para reclamar e como não cliquei no botão de "there's something wrong" não podiam fazer nada. Expliquei-lhes que a encomenda não tinha chegado e que realmente tinha clicado nessa opção no sábado mas não havia opção de não ter pin nem de falar com eles, apenas opções de queixa de defeitos do artigo ou do vendedor. Eles mantiveram a posição utilizando sempre o mesmo template de resposta. Tenho estado em contacto com a inpost e a encomenda voltou para Espanha (país do vendedor) devido a um erro desconhecido e estaria novamente em curso para uma nova entrega mas sem movimento desde dia 21. Eles disseram-me que não podiam fazer nada caso a encomenda estivesse perdida a não ser que a vinted entrasse em contacto com eles com uma reclamação. Novamente entrei em contacto com a vinted e os mesmos recusam-se a fazer uma reclamação para encontrar a encomenda ou receber o meu dinheiro de volta. O vendedor também não recebeu a encomenda de volta e está a par da situação. Envio em anexo o template de resposta que usam sempre, que foi novamente usado hoje quando pedi ajuda e o estado da encomenda pela inpost. Queria também acrescentar que enquanto pedia ajuda pela primeira vez a conversa estava constantemente a ser fechada pois a opção de fim de conversa de Need more help? aparecia sempre que enviava uma mensagem e eu não obtive respostas a partir de certo ponto.
Encomenda que nunca recebi e nao me devolveram o dinheiro
Ola Venho falar de uma situacao em que aconteceu ter comprado uns tenis que nunca cheguei a ver, por demorar tanto tempo, depois pedi o reembolso do qual nunca me deram o dinheiro o numero da encomenda era este S7564LAB. Pelos vistos nao fui a unica a ser burlada por estes criminosos que andam a enganar as pessoas. Ja falei com o meu banco e vou apresentar queixa á policia contra eles.
Cobrança de 43 mensalidades via InDebt sem prova de contrato
Título: Cobrança de 43 mensalidades via InDebt sem prova de contrato Em fevereiro de 2021 foi ativado em meu nome o plano Platinium Mais Vida da Medicare, pago por débito direto a 49,90 €/mês. Não tenho conhecimento de ter assinado o contrato, nem de ter validado o link eletrónico que, segundo as Condições Particulares, é o meio de aceitação. Nos contratos celebrados por telefone, o consumidor só fica vinculado após assinar a oferta ou enviar consentimento escrito (DL 24/2014, art. 5.º). Segundo o Portal e-Fatura, a Medicare emitiu faturas entre março de 2021 e maio de 2022. Depois disso não emitiu nenhuma fatura. As próprias Condições Gerais da Medicare (cláusula 6.6) determinam que a falta de pagamento suspende de imediato as obrigações da empresa. Por diversas vezes contactei, ou tentei contactar, a linha de apoio para cancelar. Foi frequentemente impossível obter atendimento, e nunca recebi confirmação escrita. Em 29/09/2025 apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico. A Medicare respondeu apenas a remeter para os contactos do apoio ao cliente, sem qualquer esclarecimento. Em outubro de 2026 recebi uma mensagem da InDebt sobre um processo de contencioso. Contactei a InDebt, que me remeteu para a Medicare. Segundo a informação que obtive, estão em causa 43 prestações de 49,90 € (2.145,70 €). São mais de três anos de mensalidades por um serviço que, pelas regras da própria Medicare, estava suspenso, e pelo qual nunca foi emitida qualquer fatura. Em 06/10/2026 enviei contestação escrita à Medicare e à InDebt, com pedido de prova da aceitação do contrato e das gravações das chamadas (RGPD). Pretendo: - a anulação da alegada dívida e a suspensão imediata da cobrança; - prova de qualquer contrato assinado ou consentimento escrito que a Medicare alegue possuir; - confirmação escrita de que não existe qualquer contrato ativo em meu nome.
