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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

D. P.
07/07/2026
AVOS Trade s.r.o.

Artigo não reembolsado

No dia 27 de maio de 2026 efetuei uma compra numa máquina da Canapuff na morada Rua de Fernandes Tomás 660, 4000-212 Porto. O produto ficou encravado e nunca me reembolsaram, apesar de já me terem dito por 2 vezes que tinham procedido com reembolso. Como podem ver em anexo (foto.jpeg), o produto ficou encravado na máquina. Enviei a foto e o comprovativo em anexo para o número telefónico dos próprios (937041047) através do WhatsApp. Demoraram uma semana a confirmar o reembolso, e mais de uma semana depois ainda não havia recebido qualquer devolução. Procedi com uma reclamação no livro de reclamações no dia 2026-06-12 (anexo ROR00000000045623962). Novamente entramos em contacto, novamente me disseram que já tinham procedido com o reembolso, e novamente passaram 2 semanas sem que eu tivesse recebido o reembolso. Procedi com uma segunda reclamação no livro de reclamações no dia 2026-06-29 (anexo ROR00000000045640484), mas desta vez nem me contactaram, nem me deixam contactar, uma vez que bloquearam o meu número de telemóvel. Face esta escandalosa atitude negligente e indecente, venho tentar uma nova plataforma para esta reclamação.

Em curso
P. R.
07/07/2026

Encomenda de Drone na Amazon Não Entregue e Recusão Reembolso

Exmos. Senhores, Em 15 de abril de 2026 adquiri um Pack DJI Mini 5 Pro Voe mais com DJI RC 2 e 1 ano de DJI Care, pelo valor de 1 149,00 €. O pagamento foi efetuado no momento através de cartão Revolut. Conforme a confirmação do pedido, a entrega deveria ter sido efetuada pela transportadora Paack. Contudo, até à presente data, o equipamento ainda não me foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços entre abril e julho de 2026 (nomeadamente com as vossas agentes Adriana e Vitória, e com a supervisora Angeles). Apesar de a vossa assistência ter confirmado por escrito a 27 de abril que o reembolso já estava a ser processado devido ao extravio assumido pela própria transportadora, a verdade é que o processo foi arrastado e acabou por ser recusado sem fundamento legal. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo e a própria transportadora oficial confirmou a impossibilidade de entrega por incidência logística, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que pretendo a devolução integral e imediata do valor pago (1 149,00 €), sem que me possa ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos, Pedro Robalo

Em curso
G. C.
07/07/2026

Devolução do dinheiro por discontinuação do artigo

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda efetuada na vossa loja online em 19 de abril de 2026, referente à aquisição de duas camas e dois colchões, cujo pagamento foi efetuado na totalidade no momento da compra. Após cerca de um mês sem qualquer informação sobre o estado da encomenda, contactámos os vossos serviços em 13 de maio de 2026, tendo sido então informados de que as camas tinham sido descontinuadas devido a problemas logísticos. Perante esta situação, decidimos manter a encomenda dos dois colchões e solicitámos o reembolso do valor correspondente às duas camas, uma vez que a impossibilidade de fornecimento resultou exclusivamente de circunstâncias imputáveis à vossa empresa. Contudo, até à presente data, ainda não recebemos qualquer reembolso, estando em causa um montante de aproximadamente 700 euros. Desde então, tentámos obter esclarecimentos por diversas vezes, tendo já realizado três contactos adicionais. Em todas as ocasiões recebemos apenas respostas automáticas indicando que o pagamento seria efetuado no prazo de 14 dias úteis, prazo esse que foi sucessivamente ultrapassado sem que o reembolso tivesse sido processado. Para além do atraso injustificado na devolução do valor, a principal dificuldade tem sido a impossibilidade de obter contacto com um responsável ou receber uma resposta concreta sobre o estado do processo, sendo sistematicamente remetidos para comunicações automáticas que não resolvem a situação. Considero esta situação inaceitável, dado que: A indisponibilidade dos artigos apenas foi comunicada após iniciativa da nossa parte; O fornecedor não conseguiu cumprir a encomenda devido a questões internas de logística; Foi solicitado o reembolso há várias semanas; O valor continua por devolver; Não tem sido possível obter informações concretas sobre a data efetiva de pagamento. Solicito, por isso, que o reembolso do montante em dívida seja efetuado com a máxima urgência e que me seja fornecida uma resposta formal, por uma pessoa responsável, indicando o estado do processo e a data prevista para a sua conclusão.

Em curso
G. C.
07/07/2026

Faturacao excessiva

Acuso a receção da vossa carta datada de 27 de maio de 2026, relativa à reclamação RE/96027. Contudo, os esclarecimentos prestados não respondem adequadamente às questões centrais levantadas, motivo pelo qual venho reiterar e reforçar a minha reclamação. Em primeiro lugar, não corresponde à verdade a afirmação de que a avaliação especializada em regime remoto ocorreu em circunstância do meu conhecimento. Em nenhum momento durante o episódio de urgência fui informada de que o meu filho seria objeto de uma consulta ou avaliação remota por um especialista em Ortopedia Pediátrica, nem me foi solicitado qualquer consentimento para a realização desse ato clínico. Apenas tomei conhecimento da sua existência posteriormente, através da faturação efetuada. Considero que a realização de um ato médico, presencial ou remoto, pressupõe que o doente ou o seu representante legal seja devidamente informado da sua natureza, finalidade e eventuais custos associados, o que manifestamente não aconteceu neste caso. Em segundo lugar, também não corresponde à realidade a interpretação de que o acompanhamento subsequente foi apresentado como uma opção disponibilizada para reavaliação. Pelo contrário, a consulta realizada dois dias depois foi-me apresentada pelos profissionais envolvidos como uma etapa necessária e mandatória do seguimento clínico da situação, não como uma alternativa facultativa cuja aceitação dependeria da minha decisão informada. Em momento algum me foi transmitido que se tratava de uma mera possibilidade de reavaliação ou que existiam outras opções de acompanhamento. Assim, mantenho a minha discordância relativamente à faturação da consulta remota, por entender que não existiu informação prévia adequada nem consentimento para a sua realização, bem como relativamente à forma como foi conduzida a comunicação sobre a necessidade da consulta subsequente. Solicito, por isso, a reapreciação da situação à luz destes factos e o envio dos elementos documentais que, segundo a CUF, demonstram que fui previamente informada da realização da consulta remota, que prestei consentimento para a mesma e que a consulta subsequente me foi apresentada como facultativa.

Em curso
J. F.
07/07/2026

cobrança de divida da Meo

EXMOS SENHORES - Constantemente a receber ameaças ,para pagar um valor de facturas que desconheço e que tem muitos anos , vem pedir juros e um valor que nunca me foi comunicado pela Meo , neste momento ainda sou cliente da Meo e tenho a minha situação em dia e controlada , nem se remetem a informar as facturas em divida , isto tem anos mais de 15 anos , assim agradeço que deixem de me ameaçar e se forem transparentes e sérios admitam que facturas prescrevem ok e como quero afirmar desconheço e não reconheço tl divida . cumprimentos JOÃO FONSECA

Em curso