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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Troca de tac
Reclamação – Troca de exame TAC e demora na resolução No dia 22 de agosto de 2026, desloquei-me à CUF para realizar uma TAC, motivada por dores na zona renal. O exame ficou disponível/concluído cerca das 13h30. Contudo, posteriormente foi detetado pela médica que me acompanha que o exame que se encontrava associado/entregue não correspondia ao meu, tendo ocorrido uma troca de exames. Considero esta situação extremamente grave e preocupante, não apenas pelo erro em si, mas pelas potenciais consequências que uma troca desta natureza pode ter na avaliação clínica, no diagnóstico e na orientação do tratamento de um doente. Acresce que, apesar de o problema ter sido identificado e comunicado, às 17h20 — quase quatro horas depois de o exame ter ficado pronto — a situação continuava sem estar devidamente esclarecida e resolvida, encontrando-me a aguardar pelo meu exame correto e, consequentemente, por uma resposta clínica relativamente às dores que motivaram a realização da TAC. Saliento ainda que foi a médica que detetou a troca, circunstância que considero particularmente preocupante. Caso tal não tivesse acontecido, importa perceber que consequências poderiam resultar da utilização de um exame pertencente a outro utente como sendo meu. Tratando-se de informação clínica e de exames de diagnóstico de utentes distintos, considero igualmente necessário que a CUF esclareça como foi possível ocorrer esta troca, em que momento aconteceu, quais os procedimentos de identificação e validação que falharam e se os meus dados ou exame foram disponibilizados a outro utente, questão que poderá também envolver a confidencialidade dos meus dados de saúde. Não considero aceitável que uma situação desta gravidade permaneça durante horas sem resolução, especialmente quando o utente realizou o exame por se encontrar com queixas de saúde e necessita do respetivo resultado para adequada avaliação médica. Assim, solicito formalmente: 1. O apuramento das circunstâncias em que ocorreu a troca dos exames; 2. A identificação das medidas tomadas para garantir que o exame que me é disponibilizado corresponde efetivamente ao meu; 3. O esclarecimento sobre se o meu exame ou quaisquer dados clínicos pessoais foram disponibilizados a outro utente; 4. A indicação das medidas corretivas e preventivas que serão adotadas para evitar a repetição de uma situação semelhante; 5. Uma resposta formal, por escrito, relativamente a esta ocorrência. Deixo registada a minha profunda preocupação e insatisfação perante uma ocorrência que considero incompatível com o rigor, a segurança e a confidencialidade que devem existir na prestação de cuidados de saúde, sobretudo numa unidade privada de saúde na qual o utente deposita confiança para a realização de exames de diagnóstico.
Meta/Facebook
Exmos. Srs. da Meta Platforms Ireland Limited e da Equipa de Suporte, O meu nome é Maria Rosa Pereira dos Santos. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e urgente contra a vossa plataforma (Facebook), devido à total ineficácia dos vossos mecanismos de segurança e suporte ao utilizador, situação que se arrasta sem resolução desde maio de 2026. A minha conta pessoal de Facebook (que exibe o nome de utilizador "Maria Santos") foi alvo de um ataque informático (ciberataque) por parte de um invasor. Este terceiro alterou de imediato todos os meus dados de acesso, incluindo o endereço de e-mail original e o número de telemóvel associados, deixando-me completamente desprovida de controlo sobre o perfil. Após a invasão, e devido à atividade ilícita praticada pelo invasor, a Meta procedeu à desativação da minha conta. Compreendo a medida de segurança, contudo, a plataforma entrou num bloqueio técnico absoluto que me impede de exercer o meu direito de defesa e de recuperação de identidade: 1. Falha na Aplicação Móvel: Ao tentar validar a minha identidade, o sistema solicita uma verificação, mas bloqueia de imediato com a mensagem de erro "Conta desativada", impedindo o envio da selfie de verificação e dos meus documentos oficiais de identificação. 2. Falha no Computador: Ao tentar o acesso e a recuperação através de um navegador web num computador seguro de utilização habitual, o sistema exibe apenas o ecrã estático com a indicação "Conta desativada. Se tiveres alguma dúvida ou preocupação, podes visitar a nossa página de perguntas frequentes aqui", sem disponibilizar qualquer formulário ou botão de contacto para revisão humana. Anexo a esta reclamação as capturas de ecrã (prints) que comprovam este "loop" informático e a impossibilidade técnica de submeter os meus dados. Mais informo que este caso já foi reportado e transmitido pela Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) à Coimisiún na Meán (Coordenador dos Serviços Digitais na Irlanda) ao abrigo dos Artigos 53.º e 56.º do Regulamento dos Serviços Digitais (DSA), sob as referências CAS-09914 e CMT-00003542-G3V. Como cidadã e legítima proprietária dos dados daquela conta, exijo que a Meta: • Interrompa os processos automatizados que estão a falhar sistematicamente; • Atribua este caso a um técnico / assistente humano para análise dos registos de acessos IP (que provam a intrusão externa em maio de 2026); • Disponibilize uma via segura para que eu possa apresentar o meu Cartão de Cidadão e reaver o acesso legítimo ao meu perfil. Aguardo uma resposta célere e humana. Com os meus cumprimentos, Maria Rosa Pereira dos Santos
Redução de Potência/Corte de Água por Erro de Morada
Exmos. Srs. da Direção de Apoio ao Cliente da Endesa, Eu, Joaquim, com 87 anos de idade, venho por este meio apresentar uma reclamação formal e urgente contra a Endesa devido à redução abusiva de potência do meu contador do poço, que me deixou privado de água em casa. Gostaria de expor os factos com precisão: 1. Erro de Morada e Extravio: As vossas cartas têm sido enviadas para a morada "Rua Cavada da Ladeira, 9033", uma rua e número que não existem na minha aldeia . No passado, cheguei a receber faturas anteriores apenas porque o carteiro habitual me conhece pessoalmente e sabia onde entregar. Devido à enorme dificuldade de comunicação convosco, acabei por deixar o endereço assim. Contudo, agora (provavelmente devido às férias do carteiro habitual), a carta com o aviso de pagamento em falta extraviou-se por completo. 2. Receção da Carta e Deslocação: Só tive conhecimento da situação no dia 14 de agosto, através de uma carta que dava o prazo de pagamento até 31 de agosto. Residindo na Serra do Caramulo, sem multibanco ou postos de correio na aldeia, desloquei-me propositadamente no dia 18 de agosto aos CTT de Campo de Besteiros para pagar o valor pedido. 3. Redução de Potência e Falta de Água: Ao regressar a casa, verifiquei que estava sem água. Um eletricista confirmou que a vossa empresa limitou a potência do contador. Como este contador serve apenas para a bomba do poço (que consome mais de 1,15 kW), a vossa redução de potência equivaleu a um corte total de água, sendo esta a minha única fonte de abastecimento. 4. Mau Serviço de Apoio Telefónico: o Um vizinho contactou-vos e a vossa operadora descartou as culpas para a E-Redes, ocultando que a Endesa tinha ordenado a redução de potência. o Dia 19 de agosto, voltei a contactar-vos. A operadora insistiu rudemente que eu acedesse ao vosso site, demonstrando total falta de sensibilidade pelo facto de eu ter 87 anos, não ter computador nem usar a internet. A Endesa falha gravemente na inclusão de clientes idosos. o Além disso, a operadora recusou-se a corrigir a morada de envio para a minha morada correta, onde recebo perfeitamente as cartas de outro contador vosso. Exigência Urgente: Restabelecimento Imediato: Solicito o restabelecimento urgente da potência contratada. O pagamento foi feito nos CTT no dia 18/08/2026 e o comprovativo seguiu em anexo num email enviado a apoio.endesa@endesa.pt …Apoio que não apoia coisa nenhuma porque alem de não responderem recebe-se um mail automático escrito em letras pequeninas dizendo no final: só para empresas! Enviei também o comprobativo no site Endesa em pedidos e reclamações: e um mail automático responde: Agradecemos o seu contacto e informamos que o seu pedido foi registado a 21-08-2026 16:57 com o n.º CA-29465359. E nada…. Continuo sem água em casa… Hoje dia 22 de Agosto continuo sem agua em casa com a potencia do contador do poço reduzida e ao contactar o apoio cliente me informam que reclamações só na próxima segunda feira 24 de agosto é que respondem. Mas que companhia é esta sem apoio cliente?
Faturação indevida
Exmos senhores desde abril que ando a pedir que cancelem a conta uma vez que nunca tive qualquer contrato com a vodafone nem nunca ulilizei qualquer serviço. Recebi um email da vodafone em como tiham recebido o meu pedido. Mas continuam a mandar faturas para pagar desta vez com a ameaça se não pagar vai para tribunal.
Cobrança não autorizada de 89,99 € pela subscrição eDreams Prime
No dia 23/07/2026 efetuei uma reserva 25390368510 através do website da eDreams. Durante o processo de reserva foi-me apresentado um preço associado à adesão ao serviço Prime, sendo indicado que o serviço teria um período gratuito de 15 dias, após o qual seria iniciada uma subscrição paga pelo valor de 89,99 €. O pagamento da reserva foi efetuado através de Apple Pay. Durante o processo, não autorizei expressamente a utilização do método de pagamento da reserva para futuras cobranças do serviço Prime. Pelo contrário, indiquei durante o processo que não pretendia guardar o método de pagamento para futuras cobranças. O próprio website indicava que para continuar a poder usufruir das vantagens Prime após o período experimental, tinha de adicionar um método de pagamento válido. Apesar disso, no dia 08/08/2026, a eDreams efetuou uma cobrança de 89,99 € através do meu cartão associado ao Apple Pay, alegadamente correspondente à subscrição anual Prime. Assim que tive conhecimento da cobrança, contestei-a junto da eDreams e solicitei o reembolso integral do valor, bem como o cancelamento da subscrição e a confirmação de que não seriam efetuadas novas cobranças. A eDreams respondeu inicialmente que a renovação automática tinha sido desativada, mas recusou o reembolso, alegando que, de acordo com os Termos e Condições Prime, a subscrição não era reembolsável. Posteriormente, esclareci à eDreams que a minha reclamação não se baseava simplesmente no facto de a subscrição ter renovação automática. O que contesto é a própria validade da cobrança de 89,99 € e a existência de uma autorização válida para utilizar o método de pagamento da reserva numa cobrança posterior. Solicitei repetidamente à eDreams que demonstrasse concretamente: - prova da minha autorização para utilizar o método de pagamento da reserva anterior para efetuarem a cobrança de 89,99 €; - prova que mais nenhum montante seria cobrado; - cancelamento do serviço e reembolso do montante cobrado indevidamente. A eDreams não apresentou esses elementos. Limitou-se a afirmar que o cliente é informado durante o processo de reserva, que foi enviado um e-mail de boas-vindas ao Prime e que os Termos e Condições foram aceites. Existe ainda outra questão que considero relevante. A eDreams confirmou que os 89,99 € correspondem a uma subscrição anual, alegadamente válida até 08/08/2027. No entanto, a própria eDreams procedeu posteriormente ao cancelamento da subscrição, mantendo simultaneamente o valor de 89,99 € que me foi cobrado. Questionei a empresa sobre a razão pela qual retém integralmente o valor de uma subscrição anual cujo serviço foi cancelado, mas não obtive uma resposta concreta a esta questão. Acresce que, antes da reclamação escrita, contactei telefonicamente o apoio ao cliente da eDreams para contestar a cobrança. Durante esse contacto foram-me apresentadas duas propostas de compensação: inicialmente um voucher para utilização em futuros voos e, posteriormente, uma proposta de devolução de metade do valor e atribuição de um voucher correspondente à outra metade. Recusei ambas as propostas, por pretender o reembolso integral dos 89,99 €. Quando questionei posteriormente a eDreams sobre estas propostas, foi-me respondido que se tratavam de “ofertas personalizadas” e que qualquer reembolso apenas seria possível caso mantivesse a subscrição. Considero esta explicação contraditória com a posição posteriormente assumida pela empresa, segundo a qual não existiria qualquer possibilidade de reembolso. Após várias trocas de e-mails, reiterei o pedido de reembolso, mas a eDreams manteve a recusa, alegando os Termos e Condições. A empresa considerou o caso encerrado e declarou que esta seria a sua posição final, não respondendo a novas comunicações sobre o assunto. Considero que a questão principal permanece sem resposta: a eDreams não demonstrou de forma concreta como foi obtido o meu consentimento para a cobrança de 89,99 €, nem apresentou os elementos que solicitei para comprovar a minha autorização relativamente ao método de pagamento utilizado. Pretendo obter o reembolso integral dos 89,99 € cobrados em 08/08/2026. Tenho disponíveis os e-mails trocados com a eDreams, a confirmação da cobrança, a informação relativa ao cancelamento da subscrição e os restantes elementos relacionados com o caso, que poderei facultar. Reforço como mensagem final. Aderi a um serviço gratuito, não deixei qualquer método de pagamento para a renovação da subscrição (como informação constante no website), e coloquei que não autorizava o método de pagamento da reserva para cobranças futuras. A cobrança efetuada foi indevida e não autorizada. Acresce o cancelamento da subscrição por parte da eDreams ficando à mesma com o montante cobrado sem reembolsar o cliente.
