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Pagamento
Exmos. Senhores, por volta do dia 24/08/2025 aderi à DAZN devido ao facto de ter recebido informação que poderia usar os serviços desta empresa por um preço acessível e que durante o primeiro mês poderia anular que não iria pagar nada mais. Foi o que fiz, durante o primeiro mês do contrato anulei o meu contracto pensando que nada iria ser cobrado. O problema é que fui cobrado no primeiro mês e agora tenho mais pagamentos à DAZN sem ter usado os serviços da mesma. Contactei a dita empresa a qual me disse que durante 1 ano teria que pagar a quantia que pago actualmente. Seguem os respectivos emails. Com os melhores cumprimentos. David Quental
Cancelamento imediato de contrato e reembolso
Exmos Senhores No dia 10/10/2025 aderi a uma oferta da DAZN que anunciava claramente um período gratuito de 1 mês. A oferta não informava de forma visível, clara e inequívoca que, ao ativar o período experimental, eu estaria a vincular-me automaticamente a um contrato anual de 12 meses. Após solicitar o cancelamento dentro do período gratuito, fui surpreendida com a resposta da DAZN afirmando que a minha assinatura foi convertida num plano anual com validade até 10/10/2026, e que o cancelamento não é possível por se tratar de “contrato de conteúdo digital”. Esta prática é enganosa e abusiva, pois o consumidor não foi devidamente informado no momento da adesão sobre qualquer obrigação contratual de 12 meses, violando o Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância, e o artigo 8.º do mesmo diploma, relativo à obrigação de informação prévia. Ressalto ainda que não dei consentimento expresso e destacado para a cobrança ou compromisso anual, e que a informação sobre a duração do contrato estava omitida ou em letras pequenas, o que fere o princípio da transparência nas relações de consumo. Desta forma, exijo: 1. O cancelamento imediato da assinatura sem quaisquer encargos; 2. A confirmação por escrito do cancelamento e da inexistência de débito futuro; 3. A verificação desta prática abusiva pelas autoridades competentes. Solicito uma resolução rápida e justa, uma vez que se trata de uma situação recorrente e que afeta diversos consumidores de forma semelhante. Cumprimentos, Ariana Cristo Dias
Subscrição DAZN com fidelização não comunicada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a DAZN Portugal relativamente à forma como está a comercializar a sua subscrição anual com pagamento mensal. No dia 27/09/2025, aderi a uma campanha que anunciava “1 mês grátis” e um valor mensal visível, características típicas de um plano sem fidelização. Contudo, só após concluir a adesão e aceder à minha área de cliente é que fui informado de que se tratava afinal de um plano com fidelização anual, com pagamento mensal até 27/09/2026. Esta informação não foi prestada de forma clara, destacada e prévia à contratação, conforme exige o Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância. Além disso, não foi devidamente explicado que o início imediato do serviço implicaria a perda do direito de livre resolução no prazo de 14 dias. No próprio dia, contactei a DAZN para exercer o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. No entanto, a empresa recusou o pedido, invocando uma cláusula genérica dos seus termos e condições que prevê a renúncia a esse direito. Considero esta posição inválida, uma vez que nenhuma cláusula contratual pode afastar um direito imperativo do consumidor, sobretudo quando a existência de fidelização não foi previamente comunicada de forma transparente. Entendo, portanto, que a DAZN está a fazer uso abusivo da exceção prevista na lei, uma vez que não informou de forma clara e inequívoca o consumidor sobre a natureza vinculativa do contrato nem sobre as consequências da ativação imediata do serviço. Assim, o direito de livre resolução mantém-se válido. Acrescento ainda que existem diversas reclamações idênticas de outros consumidores, o que demonstra que se trata de uma prática reiterada e potencialmente enganosa. Solicito, por isso, que seja reconhecido o meu direito de livre resolução exercido dentro do prazo legal, que a subscrição seja cancelada sem quaisquer custos e que a DAZN passe a comunicar de forma clara e visível sempre que uma oferta implique um período mínimo de 12 meses. Com os melhores cumprimentos,
Renovação e cobranças abusivas após cancelamento da conta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a DAZN Portugal, pela forma incorreta e enganosa como tem gerido a minha subscrição e a cobrança de valores. Informo que procedi ao cancelamento da minha conta e de todos os métodos de pagamento associados, de forma a encerrar a subscrição antes da renovação. No entanto, a DAZN continuou a efetuar cobranças mensais durante 12 meses, sem a minha autorização e sem qualquer comunicação prévia clara. Esta situação demonstra uma prática abusiva e uma clara violação do Decreto-Lei n.º 24/2014, que protege o direito do consumidor à livre resolução e à não renovação automática sem consentimento expresso. Além disso, nunca fui informado de forma visível ou transparente de que a subscrição teria caráter anual ou renovação automática. O site e o apoio ao cliente da DAZN induziram-me em erro, afirmando que o cancelamento seria suficiente para impedir novas cobranças — o que não se verificou. Solicito o reembolso integral dos valores cobrados indevidamente durante este período de 12 meses, bem como a confirmação do cancelamento definitivo da subscrição e a eliminação de qualquer dado de pagamento associado à minha conta. Peço ainda que a DAZN clarifique publicamente as suas condições de renovação e cancelamento, para que outros consumidores não sejam prejudicados da mesma forma.
Pedido de Cancelamento Imediato da Subscrição Dazn
Exmos Senhores, Venho apresentar reclamação contra a DAZN Portugal pela forma como está a comercializar a subscrição anual com pagamento mensal. No dia 05/11/2025 aderi a uma campanha que me foi apresentada como tendo o primeiro mês grátis e valor mensal visível, o que é típico de um modelo sem fidelização. Só depois de concluir a adesão e já dentro da minha área de cliente é que surgiu a indicação de que afinal se tratava de um plano fidelizado anual com pagamento mensal até 05/11/2026. Esta informação não foi apresentada de forma clara, destacada e prévia à contratação como exige o Decreto Lei 24/2014, nem foi explicado que o início imediato do serviço implicaria a perda do direito de livre resolução de 14 dias. Contactei a DAZN no próprio dia a exercer o direito de livre resolução dentro do prazo legal. A empresa respondeu recusando o cancelamento e invocando uma cláusula dos seus termos onde diz que o consumidor renuncia ao direito de resolução. Considero esta posição inválida porque uma cláusula genérica não pode afastar um direito imperativo do consumidor, ainda por cima quando a fidelização de 12 meses não foi comunicada de forma transparente antes da subscrição, ainda para mais uma cláusula genérica escondida nos termos não pode afastar um direito imperativo do consumidor, sobretudo quando a informação principal da oferta induz a pensar que se trata de uma subscrição mensal com um período de teste. Consideramos portanto que a Dazn está a usar uma exceção da lei de forma abusiva porque não tornou clara a renúncia. E que o direito de livre resolução deve se mantér porque a informação não foi prestada como devia. Verifiquei que existem várias situações idênticas de outros consumidores, o que mostra que não se trata de um caso isolado mas de uma prática que pode ser considerada enganosa. Peço por isso que seja reconhecido o meu direito de livre resolução exercido dentro do prazo, que a subscrição seja cancelada sem custos e que a DAZN seja instada a clarificar de forma visível, antes da adesão, quando se trata de um contrato com período mínimo de 12 meses.
Participação de prática comercial enganosa e violação de deveres de informação pré-contratual
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal contra a empresa DAZN Limited relativamente à comercialização da subscrição “DAZN Base”, a qual considero ter sido promovida através de práticas comerciais enganosas e em violação dos deveres de informação pré-contratual legalmente exigidos. No momento em que procedi à adesão ao serviço, a DAZN publicitava a oferta de um mês gratuito, destacando-se o valor mensal da subscrição de forma sugestiva de um modelo contratual flexível e sem fidelização, como é habitual em serviços de streaming. Contudo, em momento algum foi apresentada, de forma clara, destacada ou inequívoca, qualquer informação referente à existência de um compromisso contratual anual de 12 meses. A referência à alegada fidelização encontrava-se apenas mencionada de forma secundária e pouco visível em Termos e Condições extensos, não apresentados ao consumidor de forma transparente e imediata antes da conclusão do contrato, o que contraria frontalmente o regime de proteção do consumidor previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, que exige que toda a informação relevante seja clara, compreensível e fornecida previamente à contratação, bem como o Decreto-Lei n.º 57/2008, relativo a práticas comerciais enganosas, e o Decreto-Lei n.º 446/85, que regula cláusulas contratuais gerais e proíbe cláusulas que coloquem o consumidor em desvantagem injustificada, sobretudo quando não devidamente comunicadas. Após solicitar o cancelamento da subscrição, fui informado pela DAZN de que tal cancelamento não seria possível sem o pagamento do valor correspondente à totalidade do período restante da suposta fidelização anual. Considero tal posição inaceitável e juridicamente infundada, uma vez que a fidelização não foi devidamente comunicada nem aceite de forma consciente, sendo por isso ineficaz e não oponível ao consumidor. Refira-se ainda que, após análise de plataformas públicas de reclamação, verifiquei a existência de dezenas de situações idênticas, demonstrando que este não é um caso isolado, mas sim um padrão reiterado de atuação, afetando consumidores em todo o país e potencialmente constituindo uma prática comercial sistematicamente enganosa no mercado português. Perante o exposto, solicito a intervenção das entidades competentes para averiguação desta conduta e para assegurar a defesa dos direitos dos consumidores. Solicito ainda o reconhecimento da nulidade da fidelização alegada pela DAZN, a consequente possibilidade de cancelamento da subscrição sem custos ou penalizações, e a análise da viabilidade de promoção de ação conjunta ou ação popular visando a reposição da legalidade e eventual indemnização dos consumidores lesados. Caso se verifiquem indícios suficientes de infração de natureza penal no âmbito das práticas comerciais enganosas, deverá o processo ser remetido ao Ministério Público para efeitos de procedimento criminal. Encontro-me disponível para fornecer cópias das comunicações mantidas com a plataforma, registos da página de subscrição e demais documentação comprovatória necessária. Solicito confirmação de receção desta queixa e indicação dos próximos procedimentos. Com os melhores cumprimentos, Marcelo Marques
Publicidade enganosa
Exmos. Senhores, Em (DATA) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que até hoje, passados que são (N.º DE DIAS) dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo (PRAZO) previamente estabelecido para procederem à denúncia contratual. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Publicidade enganosa
No dia 30/08/2025, subscrevi uma promoção da DAZN anunciada como “1 mês gratuito”. Importa salientar que, no momento da subscrição, o meu endereço de e-mail ainda nem sequer estava confirmado — só o confirmei um mês depois, após ser cobrado o primeiro pagamento, para verificar se tinha recebido alguma notificação da empresa. Nesse mesmo dia 30/08, cancelei a subscrição, uma vez que o serviço não incluía a liga desportiva que eu procurava. Mesmo assim, no dia 30/09/2025, foi-me cobrado €16,99, tendo posteriormente sido informado de que estava vinculado a um contrato anual em prestações, algo que nunca foi apresentado, explicado nem aceite de forma explícita durante o processo de adesão. Considero esta conduta enganosa e contrária à Diretiva 2011/83/UE e ao Decreto-Lei n.º 24/2014, por violar o dever de informação pré-contratual clara, ausência de consentimento informado, e comunicações contraditórias que induzem o consumidor em erro. Adicionalmente, verifiquei que existem diversas queixas semelhantes contra a DAZN em plataformas como o Portal da Queixa (Portugal) e Trustpilot (Reino Unido), muitas delas sem resposta ou com situação idêntica de cobrança indevida após o período gratuito. Solicito: Cancelamento imediato e definitivo da subscrição; Reembolso integral de €16,99; Anulação de qualquer cobrança futura; Intervenção da Direção-Geral do Consumidor para averiguar práticas comerciais potencialmente enganosas por parte da DAZN.
Não cancelamento de contrato
Exmos. Senhores, Em (25/09/2025) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (178931934). Sucede que até hoje, passados que são (7) dias, o serviço ainda se encontra ativo, mantendo-se os diversos problemas técnicos que têm sido reportados e são do conhecimento do vosso serviço de apoio ao cliente. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
1 mês grátis
Subscrevi a DAZN através de uma promoção que indicava “1 mês grátis”, e em nenhum momento fui informado de que estaria a aderir a um contrato anual. Após criar a conta, acedi ao separador “Conta” e constatei que a minha subscrição consta como “Contrato de 1 ano”, o que nunca aceitei nem me foi claramente comunicado. Trata-se de uma falta de transparência na informação contratual Solicito que a DECO intervenha para que a DAZN corrija a subscrição cancele o contrato sem penalizações. Cumprimentos.
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