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Cobrança Indevida Bicicletas Gira
No dia 18/11/2023 retirei uma bicicleta na estação Gira 511 localizada na Avenida do Uruguai e entreguei a bicicleta na estação 510 Largo da Revista Militar, um trajeto que em média gasto 6-9 minutos. Porém ao entregar a bicicleta na estação 510 a mesma não foi pontuada como entregue pela empresa Gira. É muito comum acontecer esse tipo de situação e por várias vezes eu ter de ligar para o call center para que eles coloquem a bicicleta como entregue no sistema (Podem pedir tranquilamente o histórico de chamadas que faço a empresa para comprovar).Nesse dia (18/11/23) tentei telefonar ao call center para informar que a bicicleta estava entregue porém não consegui falar com nenhum atendente. Por esse motivo tirei fotos da bicicleta e da aplicação e enviei para o email da Gira. No dia 27/11/2023, recebi um email da empresa dizendo que é responsabilidade da pessoa entregar a bicicleta e que por isso eu seria cobrada pelo valor de 1€ como se tivesse ficado com a bicicleta por um periodo de 1h25min.Acho um absurdo a empresa simplesmente retirar 1€ da minha conta bancária, por um erro que claramente é deles.Afinal a bicicleta estava presa na estação e eu a entreguei e ainda entrei em contato por escrito (email) com a empresa pedindo para resolverem o problema da entrega da bicicleta.
estacionamento
Venho por este meio , comunicar a V. Exas. que no dia 13 de Novembro de 2023, fui autuado na rua do Conselheiro Mariano de Carvalho s/n Lisboa, rua essa que é beco sem saída, sendo somente de acesso único à propriedade e não havendo circulação de peões. Por esse motivo a alegação na autuação nº de processo 974012546, não é verdade que a viatura de matricula 24-VS-91, estava dificultando a passagem de peões.
Contraordenação Indevida
Bom Dia,Venho por este meio comunicar a V Exas, que no dia 24 de Maio de 2023, o meu veiculo foi autuado em Lisboa, com a alegação que estacionou em área exclusiva a residentes, sem dístico válido na verdade essa área é de residentes, mas a plataforma de registo EMEL ePark, não indicou essa situação, validando assim o inicio do pagamento do estacionamento em causa situações idênticas à relatada, já ocorreram, sendo que a plataforma não permitiu o inicio de pagamento, informando que a área em causa era restrita a determinados veículos esta situação informativa é da Responsabilidade direta da entidade gestora, neste caso a EMEL ePark, não havendo assim necessidade de avaliar indicações ou não de sinalética vertical Consequências desta situação, o bloqueio da viatura, com o tempo de espera associado, e respetivo pagamento na hora, da suposta contraordenação.Não aceitando que este ato seja de contraordenação, foi efetuada uma reclamação à EMEL, a qual respondeu de forma geral (respostas proforma), não fazendo qualquer alusão à Sim ou Não informação na sua plataforma, que nesse local não era permitido proceder a este estacionamento (questão primária).Sendo assim a EMEL dever-me-ia ressarcir do valor da contraordenação, e respetivo valor também pago pelo estacionamento.Anexo o auto de contraordenação, com a respetiva resposta da empresa.Obrigado,Melhores Cumprimentos,Carlos Luís
Maquina fora de serviço após pagamento
No dia 13 de Julho pelas 11:45, dirigi-me a uma máquina de estacionamento, coloquei €3.20 e passado uns 30 segundos a máquina ficou fora de serviço e não devolveu o dinheiro. Anexo imagens que identificam o parquímetro assim como o estado lastimável que se encontra. Liguei para o numero que estava no ecrã, e todas as opções que fiz (e fiz 5 chamadas) não me permitiram resolver o tema, ou falar com alguém para resolver o tem. Enviei 5 email para a EMEL assim como para a sua provedoria, mas sem resposta. Gostaria de reaver o meu dinheiro, o mais depressa possível.
Estacionamento pago carro bloqueado
No passado dia 13 estacionei a minha viatura 09-ZL-54, na Rua Henrique Alves, em Lisboa. Paguei com a aplicação Via Verde.Ao regressar, dentro do período pago, encontrei o carro bloqueado. Explicaram-me que só era permitido estacionamento de residentes.Fui portanto enganado pela aplicação, que aceitou o pagamento. Se não tivesse sido aceite, isso ter-me-ia alertado para a situação de contravenção e eu teria retirado o carro.Quando foi bloquear a viatura, a EMEL verificou que tinha sido feito um pagamento.Considero isto um comportamento abusivo. Em consequência, perdi uma hora e desembolsei 139,00 euros além dos 3,20 pagos com Via VerdeAnexo o histórico da Via Verde e os documentos relativos ao bloqueio.
Viatura Danificada
Entretanto já fiz por escrito uma reclamação para a Emel. No dia 30/06/2023 pelas 19h fui multado através do auto 115554220 por estacionar em zona exclusiva a residentes. Cheguei junto da viatura e estava o bloqueio da roda, conversei com os funcionários da Emel a qual ocorreu o pagamento total. 60 euros de multa e 79 euros para o desbloqueio da mesma, informaram que poderia fazer o pagamento dos 60 euros mais tarde, mas preferia pagar o valor total, pois realmente tinha a viatura estacionada sem dístico.Após o pagamento volto para junto da viatura e aguarda o desbloqueio. O funcionário Eduardo Figueiredo dirige-se a mim com documentação para assinar, a qual eu assino. O outro funcionário (Jorge Soares Nº883) procede ao desbloqueio da viatura, ao desbloquear bateu no meu carro com o equipamento e afastou-se. Eu questionei Sr. Eduardo em que carro ele bateu, pois eu ouvi. A qual ele responde foi no do lado Assim, fui verificar junto da porta do condutor e estava uma marca visível, chamei o Sr. Jorge e confronto com a situação, a qual ele responde ao retirar acertei na cava da roda e não em nenhum carro. A marca é bastante visível e profunda e passo a informação ao Sr. Jorge a qual ele responde é para isto que temos seguros Infelizmente não consigo colocar no site as fotos, mas tenho sobre a minha posse.De seguida ambos os funcionários afastaram-se na viatura do local. A multa está paga na totalidade e assumi a responsabilidade. Quero saber quem vai assumir a responsabilidade do dano causado feito pelo funcionário Jorge Soares.Como é que é possível os funcionários da Emel ocultarem a verdade e mentirem? O Sr. Eduardo responde que acertou no carro do lado a qual ninguém iria assumir o custo. o Sr. Eduardo responde que acertou na cava da roda e depois admite que acertou no carro respondendo é para isto que temos seguros.Quem vai assumir a responsabilidade? Pelos os vistos os funcionários não são. A solução que procuro é a reparação da minha propriedade que estava sobre a responsabilidade da Emel.
Erro no sistema
O sistema de bicicletas da Emel Gira estão constantemente a não funcionar corretamente, quando se remove uma bicicleta da estação, começa um temporizador, mas esse temporizador nem sempre pára após se colocar a bicicleta de volta na estação, significando que, o temporizador conta mais tempo do que o devia, implicando ao utilizador ter que pagar.O utilizador acaba por ter que entrar em contacto com a Emel Gira para identificarem o problema para pararem o temporizador, e dizem que o utilizador não vai ser cobrado pelo erro do sistema, mas no dia seguinte aparece saldo negativo na conta.Mais ainda, eles têm um sistema de pontos, ganha-se pontos por cada viagem de bicicleta, que depois podem ser usados para pagar as viagens mais longas (mais tempo), mas os pontos acabam por não servir de nada, pois são os técnicos deles que páram a viagem e não o utilizador.Já me aconteceu 4 vezes em 1 ano e meio de utilização, e apenas me trataram de uma dessas situações após contato por email, no entanto, outros 4 emails foram ignorados.Já me removeram 9€ da conta por estes motivos, e recuso-me a pagar sabendo que me vai voltar a acontecer o mesmo.O sistemas deles tem muitas falhas e os utilizadores acabam por pagar, literalmente.
Penhora de Conta
Tive conhecimento de que alguma coisa se passa entre mim e a EMEL, por penhora da conta. Até à data não tenho conhecimento, sem nunca ter recebido nada na minha morada, actual, oficial e unica, desde 2018. Recebi esta informação por e-mail do banco : Bloqueio de Saldos Bancários referente ao processo: 602/23.7Y5LSB a pedido do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa - Lisboa JL P. Criminalidade.Soube que era da EMEL, enviei já dois e-mail através da pagina, sem qualquer resposta.A página da EMEL, não fornece, contatos telefónicos, mails nem morada. Enviamos e-mails através da pagina e dos vários menus de assuntos, sem nunca ficarmos com qualquer comprovativo que enviamos qualquer coisa. Muitas empresas, usam este método, mas recebe no e-mail um comprovativo do que enviou. Reclamo de duas coisas. 1- Penhora de conta, onde apenas tenho o numero do processo, sem saber o que se passa.2- Do serviço da EMEL, de como é que pode ser possível, a falta de informação, que referi. Deixando o utente sem qualquer hipótese de agir.CumpriemntosVitor Almeida
Auto indevido de estacionamento
Luis SoutoNif 195510879Viatura AV-70-NXVenho por este meio relatar que como já explicado na vossa pagina web secção reclamações, que se dignem a ler as razões do utente da via pública e respectivo comprovativo anexado.Pago quando tenho que pagar, agora sem absoluta razão chama-se roubo.Passo a explicar conforme já o relatei:Desloquei-me a Lisboa em trabalho no passado dia 24/04/2023 à rua da Graça nº135. Tive o cuidado de estacionar em zona própria para o efeito do trabalho que iria realizar, estacionamento abrangido pelo sina de trânsito artigo 24º, sinal C16 com a indicação no período compreendido entre as 7h00 e as 20h00 e sem tempo limite para mencionado. Uma vez que me desloquei em viatura descaracterizada, tive o cuidado de deixar em local bem visível que a mesma viatura estava nesse local ao serviço da empresa Prosegur Alarmes, identificação pessoal de funcionário e descrição do motivo (instalação de sistema de segurança), na morada acima identificada. Penso que eu saiba que a existência deste sinal de trânsito não entende que o utente o use para descarregar equipamento na via pública, de seguida procure outro lugar e regresse a pé ao mesmo sitio esperando que o equipamento ainda lá esteja, para só depois o levar à morada do cliente, de seguida ter que proceder da mesma forma para retirar ferramenta e escadote para poder realizar o trabalho e mais processo idêntico no regresso.Surpreendido fico que as duas reclamações que enviei através da vossa página web e as respostas que obtive apenas denotam que serve meramente para tentar que o utente se identifique por forma a poderem prosseguir com o auto, nem se dignando a ler a reclamação exposta e comprovativo enviado.Bem sei que tenho obrigações e deveres quando utilizo a via pública, mas apesar de poucos sei que também tenho direitos.Como tal e face ao exposto espero que tomem outro cuidado com o que expus nas reclamações anteriores e que se dignem a ler.Pago quando tenho que pagar quando é justo não brinquem com os cidadãos pois o dinheiro custa a ganhar.Att. Luis Souto
Refém da EMEL/Câmara de Lisboa na via pública
Na manhã de dia 11 de Abril passado, estacionei a minha viatura numa rua quase deserta do Parque das Nações, para os lados do futuro local de celebração da Semana Mundial da Juventude, onde não me apercebi da recente plantação de parquímetros e por isso não ter pago o dízimo à Câmara de Lisboa.No regresso à minha viatura, e vendo-a de longe rodeada por uma fita amarela espalhafatosa, semelhante àquelas que vemos nos filmes americanos a delimitar o local de um homicídio, o meu pensamento foi: “Tu queres ver que o meu carro foi cenário de um massacre?”. A meio caminho, vi que para além do embrulho havia uma tosca geringonça intimamente abraçada a uma roda traseira, que a princípio pareceu-me ser uma estranha jante especial que nunca comprei. Mais de perto percebi que se tratava de um engenho bloqueador!Explorando os artefactos atraídos pela viatura, saltava à vista um autocolante (também muito vistoso com um amarelo a fazer pandã com a fita) escarrapachado no vidro com a manchete: “VEÍCULO BLOQUEADO”. Pronto, fiquei muito mais aliviado por não se tratar de um crime de sangue.Continuando a ler o estiloso edital, este apresentava o subtítulo em forma de aviso: “ATENÇÃO /// NÃO COLOQUE O VEÍCULO EM MARCHA”, o que eu de início achei muito fofinho por pensar que seria uma preocupação pela viatura por parte de quem ali lambeu e colou o selo. Foi então que mais abaixo e associando as palavras “EMEL”, “Lisboa”, “coima” e “taxa”, que nem reflexo de Pavlov o meu solitário neurónio despertou e percebi: “Bolas, já me cravaram mais guito para pagar o palco!”. Telefonei de imediato para a EMEL a solicitar o bilhete para um camarote no evento espiritual e, se possível, que enviassem alguém que estivesse pela empresa, por acaso a trabalhar, que trouxesse as chaves do zingarelho que se esqueceram agarrado à roda do meu carro. No entanto não consegui falar com ninguém. Atendeu-me apenas uma voz gravada, meio robótica mas muito sexy (há que admitir), com instruções para carregar em números do teclado que nem um maluco, e finalizando com o pedido para que não abandonasse a viatura porque alguém iria ao local.O tempo foi passando e, sem sinal de qualquer ser humano ou robô colega da sexy telefonista, contactei diversos números da EMEL em busca desesperada por vida naquela empresa, mas sem sucesso. Apenas obtive o inútil repetido monólogo da primitiva Inteligência Artificial.Entretanto vejo dois agentes da PSP a caminho da esquadra ali próxima, conto-lhes a situação de refém em que me encontro na via pública e pergunto-lhes o que podem fazer antes de eu começar a sofrer do síndrome de Estocolmo. De uma forma muito simpática responderam que não poderiam fazer nada. Devo confessar que tal honesta posição me deixou extremamente comovido, quase com lágrimas nos olhos, pois constatava ali in loco que as nossas autoridades respeitam a concorrência e acarinham a livre iniciativa, tal como se espera num país capitalista.Passada exactamente uma hora, vislumbro a aproximação de uma carroça moderna da empresa municipal, de onde saem dois seres, que presumi serem humanos infelizes (mas cordiais), ou andróides perfeitos bem programados, que logo pediram desculpa pelo meu envelhecimento no local, solicitando a minha identificação, ao mesmo tempo que que um deles desacoplava e atirava o “meu” zingarelho para o monte que já transportavam na traseira daquela rentável mina sobre-rodas. Chegado o momento mais doloroso, ainda pensei que me pedissem para fazer o pagamento a Moedas (ou notas), mas sem pestanejar, de imediato puseram em cima da mesa o terminal de Multibanco, o que eu achei muito inteligente nos tempos que correm de apertada fiscalização e escrutínio público.Após o donativo coercivo de 109€ para as homilias da Câmara de Lisboa e uma estadia involuntária em alojamento local da via pública do Parque das Nações, lá me permitiu a autarquia retomar a liberdade de movimento no meu próprio carro, pelos caminhos daquele livre e democrático virtual país, frequentemente apregoado e vendido por retalhistas do Mercado de S. Bento e pelo vizinho dos Pastéis de Belém.Resta-me agora avisar Sua Santidade, para que tenha atenção a estacionar o Papamóvel em Agosto naquela zona, porque em Portugal tudo é possível mas já não há milagres que o valham.Sérgio Sabino
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