Reclamações públicas
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Débito não autorizado
Venho por este meio comunicar que a Domestic and General Coimbra é uma empresa fraudulenta que me debitou 7,99 da conta sem autorização já por três vezes , já entrei em contacto mas nada foi resolvido pela própria . Agora quero que me reembolsem por completo até ao fim do dia de hoje e que me garantam que nunca mais iram cobrar nada da minha conta, caso contrário irei tomar as medidas legais necessárias para terminar por completo esta empresa.
Cobrança indevida
BOM DIA COBRARAM ME 14.99 por um serviço que nem sei e nem conheço a empresa QUERO REembolsooooo
Retirada de valor da Conta Bancária
Boa noite Venho por este meio comunicar que a Domestic and General Insurance é uma empresa fraudulenta que me debitou 10.99€ da conta sem autorização. Agora quero que me reembolsem por completo até ao fim do dia de amanhã e que me garantam que nunca mais iram cobrar nada da minha conta, caso contrário irei tomar as medidas legais necessárias para terminar por completo esta empresa.
Cobrança indevida!
No dia 28 de Abril, a Domestic and General insurance debitou 6,49€ da minha conta SEM QUALQUER AUTORIZAÇÃO. Como outras pessoas a quem aconteceu o mesmo, exigo que me devolvam o valor debitado o quanto antes, senão serei obrigado a resolver esta questão ativando os meios legais para tal.
Seguradora exige documento que a polícia não dá!
Assunto: Reclamação – Exigência de documento impossível de obter (processo de sinistro) Eu, Gladson Diniz venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao processo de sinistro do seguro do meu portátil, contratado na Worten e gerido pela Domestic & General. Após o furto do equipamento, cumpri todos os procedimentos exigidos, incluindo a participação às autoridades competentes, tendo entregue toda a documentação oficial fornecida pela polícia. No entanto, foi-me solicitado um documento adicional que, segundo as autoridades, se encontra abrangido por segredo de justiça e, por esse motivo, não pode ser emitido ou partilhado comigo. Considero esta exigência desproporcional e impossível de cumprir, uma vez que depende de uma entidade terceira que legalmente não pode fornecer o referido documento. Assim, solicito: - A reavaliação do processo com base nos documentos já entregues; - A dispensa da exigência desse documento específico; - Ou, em alternativa, indicação de solução viável que não dependa de violação de normas legais. Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente o Livro de Reclamações e a Autoridade de Supervisão de Seguros. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,
Sinistro não regularizado dentro do período de cobertura
Número de apólice JPN0114668 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à falta de regularização de um sinistro dentro do período de cobertura da apólice JPN0114668. O equipamento (televisor Samsung, adquirido em 04/01/2023) apresentou avaria em 18/11/2025, tendo o sinistro sido comunicado dentro do período de garantia. A assistência técnica foi realizada em dezembro de 2025, ainda dentro do período de cobertura, tendo sido confirmada a existência de avaria (imagem defeituosa e necessidade de substituição do painel). Apesar disso, o processo não foi concluído em tempo útil por motivos alheios à cliente, nomeadamente falhas de comunicação entre entidades envolvidas e encerramento indevido do processo por parte do serviço técnico. Posteriormente, fui informada de que a apólice já teria expirado, sendo recusada a continuidade do processo ao abrigo da mesma, ignorando o facto de o sinistro ter sido comunicado e validado dentro do período de cobertura. Considero esta situação inaceitável, uma vez que o atraso e a não resolução não são imputáveis à cliente. Solicito a reabertura imediata do processo e a regularização do sinistro ao abrigo da apólice em vigor à data da ocorrência. Com os melhores cumprimentos, Maryna Vozliublena
Cobranças indevidas
Boa tarde, venho por este meio comunicar que foi efetuada uma cobrança indevida pela empresa Domestic and General Insurance PLC na minha conta bancária. O extrato foi feito hoje, 01/04/2024. Nunca ouvi falar nesta empresa até o presente momento e gostava de ser reembolsada no valor cobrado, equivalente a 14,99€ + 2.49 . Sendo que já esta feito o cancelamento do débito directo .Aguardo o feedback das medidas que serão tomadas mediante a esta situação
Substituição ilegal por equipamento recondicionado (DL 84/2021)
Adquiri um iPhone 15 Pro Max (Novo) com a apólice de seguro da Domestic & General (Processo DG-2188748-2026). Após a participação de um sinistro, a seguradora confirmou por escrito, em documento enviado a 08/04/2026, que a substituição seria efetuada por um equipamento recondicionado. Recusei formalmente a entrega, uma vez que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito a um bem novo em substituição de um bem adquirido como novo. Além disso, as Condições Particulares da apólice (cláusula iii) estipulam que, na falta de stock de equipamentos novos, deve ser emitido um Voucher de substituição no valor de 1.299,00 €. A seguradora ignorou a lei e o contrato, tentando forçar a entrega do aparelho usado por duas vezes através de estafeta. Exijo a resolução imediata do processo mediante a emissão do referido Voucher ou a entrega de um equipamento estritamente NOVO e SELADO.
Débito indevido
Domestic and General insurance estava debitando há quase um ano €5.99 de minha conta sem minha autorização. Vou consultar um advogado para resolver tal questão
Reembolso não realizado
Venho por este meio demonstrar o meu mais profundo desagrado para com uma situação que já vem a arrastar-se há pelo menos três meses. No ano de 2024, em novembro, adquiri um telemóvel na Radio Popular e efetuei um seguro do mesmo em que tirariam por débito direto mensalmente o valor de 13.49€. A seguradora com a qual foi realizado o seguro é a Domestic and General. No entanto, no dia 8 de janeiro de 2025 decidi cancelar esse seguro e contactei a seguradora para que rescindisse esse mesmo contrato. Mandaram-me um formulário para digitalizar com o meu cartão de cidadão e assinatura para efetuar o cancelamento do mesmo, tendo eu ainda em minha posse esse mesmo e-mail que comprova a anulação. Posteriormente, voltei a adquirir outros produtos na mesma loja, criei de novo um seguro a mesma seguradora, Domestic and General, a mesma do seguro efetuado anteriormente. No entanto quando quis dar baixa desse mesmo seguro informam-me que o primeiro seguro ainda estava ativo e que todas as prestações tinham sido realizadas, 11 meses depois de ter feito o cancelamento do mesmo. Aqui até pode ter sido erro meu, por mesmo passando algum tempo, nunca ter dado conta de que esse debito era realizado, mas como a conta de onde a mensalidade era retirada não era a minha principal conta, visto que comprei casa e tive que criar outra conta no banco que se tornou a minha principal, tendo inclusive desativado essa mesma primeira conta, não tendo nenhum acesso à mesma. Na altura, disseram-me que iriam fazer o reembolso de todas as prestações que foram retiradas depois da secessão do contrato, contudo avisei logo de que se iriam fazer o reembolso para a conta que estava associada esta já não existia porque eu já a tinha desativada e disseram-me então que facultasse o novo IBAN. Assim o fiz e aguardei. Qual é o meu espanto quando recebo o e-mail a avisar de que a transferência tinha sido, de facto, realizada mas para o cartão desativado. Entrei em contacto com o apoio ao cliente da seguradora contei de novo a situação e disseram que iriam então de novo voltar a fazer a transferência. Contudo, o mesmo voltou a acontecer, a transferência foi sim realizada, mas para o cartão antigo. Entrei de novo em contacto, enviei inclusive o comprovativo do meu banco de que a minha conta tinha sido inativada e que eu não tive acesso a nenhuma transferência, é-me sempre garantido que iriam tomar conta da situação, mas o que é quase anedótico é que esta situação já se sucedeu mais de 4 vezes, entre varias ligações, e-mails e vários comprovativos em que insistem em fazer a devolução para uma conta que não existe. Tentei sempre ser paciente e cordial, mas ao fim de quase mais de três meses, como se diz e bem a paciência tem limites. o único contacto telefônico que existe dizem que não trabalham diretamente com o departamento financeiro e que não podem solucionar o problema, mas que a informação é passada. Quanto à troca de e-mails parece mesmo que ninguém se designa a ler convenientemente os meus e-mails que dizem explicitamente com documentos em anexo de que a transferência não pode ser realizada para um cartão que já não existe. Cheguei assim, ao meu limite e venho por este meio reclamar e demonstrar o meu descontentamento, em que não bastava continuarem a fazer débitos de um seguro que já tinha sido inativado, bem como quando deviam solucionar o problema, transformam esta situação nesta parábola em que que só mesmo contado porque ninguém acredita, como é que é possível uma situação se alastrar durante tanto tempo em que a solução era simplesmente compreenderem de que aquela conta já não existe e que a transferência tem que ser realizada para o novo IBAN já facultado. Aguardo desde o dia 23 de março por uma resposta desde a ultima vez que entrei em contacto com a seguradora e até hoje dia 12 de abril não foi feita nenhuma transação em entraram em contacto comigo. Espero que assim, tendo chegado ao limite e depois de várias vezes avisar de que iria de facto fazer a reclamação uma solução seja encontrada finalmente.
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