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cancelamento de apólice
Venho por este meio comunicar V. Exas...Que após ter recebido as condições da apólice e dar conta que não seriam as mesma, apresentadas pelo Mediador com quem fiz o seguro . Contactei a seguradora para o cancelamento da mesma o que foi recusado. disseram que contacta-se o Mediador .Ao contacta-lo o mesmo diz que ia pedir o cancelamento da mesma e que eu deveria cancelar o debito direto.Mas que iria receber cartas a reclamar os valores e só tinha de ignorar que a apólice se cancelaria por si mesma. O que não me parece de todo verdade. Daí estar entrar em contacto convosco para pedir ajuda a resolver a questão.Atenciosamente Edgar Cardeal
Problemas com anulação de apólice e cobrança indevida do prémio de seguro
Venho por este meio expor a situação que ainda se encontra por resolver com a Tranquilidade Seguros.Ao dia 16 de Setembro de 2021 após análise das melhores opções de seguros decidi proceder à mudança de seguro automóvel procedendo à anulação da apólice vigente com a Tranquilidade através de outro mediador de seguros.No dia seguinte o mediador recebeu e encaminhou para mim confirmação da receção do pedido que seguiria para tratamento. Ao dia 29 de Setembro de 2021 foi-me cobrado o valor do prémio de 66.38€. No dia 04 de Outubro dirigi-me ao mediador a fim de tentarmos perceber o porquê. Ligámos para o Apoio ao Cliente, em que a mediadora disse para ser eu a falar porque mediante a Lei Geral de Proteção de Dados não lhe diriam nada a ela. Falei com a operadora que se recusou a dar-me qualquer informação sobre o processo, porque segundo ela, como a anulação foi solicitada através de um mediador, o mesmo teria de contactar a Linha de Apoio ao Mediador. Assim fizemos, e disseram ao mediador que teria de ser a cliente a contactar pela linha de apoio. Após alguma discussão a operadora da Tranquilidade confirma que o pedido foi rececionado e encaminhado, mas que a apólie não tinha sido anulada. No mesmo dia é emitida nota de estorno do valor cobrado indevidamente mas que visa apenas 59.30€.Hoje dia 20 de Outubro, entrei em contato com a Tranquilidade afim de perceber o porquê da diferença de valores e porque ainda não recebi o valor em questão. Ao que é dito que a diferença advém de a anulação ter sido registada como solicitada no dia 04/10/2021 e o débito ter sido feito a 29/09/2021. Insistindo que essa informação é incorreta porque dia 04/10/2021 fi o dia em que fizemos segundo contato com seguradora a fim de saber porque não tinha sido já anulada a apólice com comprovativo do pedido e receção da mesma. A operadora rudemente me manda entrar em contato com o mediador. Quanto à demora no pagamento manda me entrar em contacto com o banco.Posto isto, falei com a mediadora que entrou em contacto com a Tranquilidade que lhe confirma que o pedido de anulação foi efetivamente submetido no dia 16/09/2021 e confirmado à mediadora a sua receção e encaminhamento pela Tranquilidade no dia 17/09/2021. Informação que consta do processo e que só foi devidamente tratada no dia 04/10/2021 e a anulação concluída no dia 08/10/2021.Portanto a Tranquilidade por duas vezes se recusou a facultar me informação sobre uma apólice da qual eu era titular. Procedeu ao débito do prémio quando havia em sistema o pedido da anulação da apólice do mesmo. E só ao segundo contato telefónico é que finalmente procedem à anulação. Agora esperemos que o estorno seja feito na totalidade, porque apesar de ter sido apenas anulada a apólice a 08/10/2021, 10 dias após o débito , o pedido inicial foi formalizado a 16/09/2021 e não a 04/10/2021 como muito rudemente insistiam que foi. Um processo que deveria ser rápido, simples e descomplicado e parece que alguém não anda a fazer o seu trabalho. Não só falha o tratamento da informação por parte da seguradora, o atendimento ao cliente pelos operadores da Linha de Apoio como como toda a cadeia do processo.
Avaria viatura segurada pela Tranquilidade
Boa tarde, venho por este meio, expor uma reclamação que efetuei para a Europ Assistence, devido a uma avaria da minha viatura, na qual me deslocava na A1 ao km 120.5 na direção Porto-Lisboa (região de Pombal), na companhia da minha esposa, no dia 04 de setembro de 2021, por volta das 12:30H, que passo a descrever.Efetuei a primeira chamada para o número de contato 213863322, que se encontrava na folha do seguro da Tranquilidade, por volta das 12:45H, a qual foi atendida por uma funcionária que referiu pertencer à Europ Assistance, onde descrevi a ocorrência tendo manifestado necessidade de reboque para a viatura e sendo questionado pela mesma se também necessitava de táxi para transporte para a morada do veículo, à qual respondi afirmativamente, referiu para esperar que o reboque e o táxi iam ser acionados. Posteriormente recebi uma chamada do táxi a informar que as indicações que tinha era para deslocar-nos não para a morada da viatura, mas para Fátima, ao qual pensei que fosse engano, visto ter recebido a informação anterior de que seria transportado para a morada da viatura segurada. Contactei de novo o número acima referido (por volta das 13:22H), ao qual me responderam que nós seríamos transportados, para Fátima, para apanhar um expresso para regressar a casa. Questionei sobre quais os meus direitos, referiram, que eu teria direito a veículo de substituição ou a ser-mos encaminhados a casa por expresso. Após encaminhamento a Fátima, fui contatado por outra assistente, onde a informei que requeria uma viatura de substituição para retornar, ao qual me respondeu que não havia viatura disponível!!!!, por as locatárias já terem encerrado, se fosse fora do horário do expresso, já podia vir de táxi ( o segurado paga e ainda tem de escolher o dia e hora em que a viatura avaria), voltei a responder que me era impossível vir de expresso pois, além de isto tudo, a minha esposa foi intervencionada ao ombro direito em Junho ultimo, e nem condições tinha para transportar o que quer que fosse, pois tinha imobilização do ombro, não tendo eu condições para transportar tudo, fui informado que retornariam a contatar-me para mais informações, o que não voltou a acontecer. Por volta das 15:30H e sem mais contatos da companhia, tive que requerer um táxi para retornar, junto com a minha esposa e bagagem, à morada da viatura desembolsando à minha conta 242,40 euros.Dia 9 de setembro, já no meu agente de seguros, reclamei telefonicamente com um responsável superior da Europ Assistance, que me indicou para o envio do recibo para ser analisado, ao qual questionei se seria necessário efetuar reclamação escrita, ao que me respondeu que não, sendo o recibo enviado para ASSISTENCIA24H@eap.pt.Dia 14 de setembro recebi um email da Qualidade, a referir que seria reembolsado por cheque na quantia de 26,99 euros???,questiono eu baseado em quê, e em que cálculos.Questiono-me também, onde ficam os direitos do consumidor, no fim disto tudo??? A lei só existe para se pagar??? Não se cumpre nem o que está estipulado no seguro, nomeadamente carro de substituição para nos encaminhar para a morada do seguro da viatura???Venho de novo pedir intervenção nesta situação, para ser ressarcido do restante do gasto que tive com o táxi, (conforme fatura recibo).Estes são fatos a que na minha ótica eu sou completamente alheio, nomeadamente no encerramento das locatárias aos fins de semana, aquando da contratualização do seguro, nunca nada disto nos é informado ou esclarecido.Atenciosamente,Joaquim Ramos
Assistência em Viagem negada
Temos o seguro do nosso Automóvel na Tranquilidade, que foi renovado em Outubro de 2020. No final do ano de 2020 o carro teve alguns problemas (que o mecânico demorou algum tempo a conseguir perceber o que se tratava exatamente) e tivemos que pedir a assistência em viagem três vezes entre Novembro e Dezembro. Agora (mais de 8 meses depois) tivemos outro problema com o carro e foi-nos negado o transporte do veiculo para a oficina. Recusaram-se a tratar do assunto mesmo mediante um pagamento à seguradora. Limitaram-se a fornecer-me alguns contactos de reboques na zona, mas que teria que contactar a titulo particular. Depois de contactar o primeiro serviço (Pinhalreboques), ontem, 25 de Agosto pelas 19:45h, demoraram mais de 2h a contactarem-me de volta e deixaram de atender o telefone. Vendo-me obrigada a contactar um segundo serviço de reboques (Nulisauto). Como o carro se encontrava bastante longe de casa, para além de ter que esperar mais de 2h pelo reboque, ainda tive que pagar 150€ pelo transporte da viatura. A seguradora teve um péssimo serviço e deixou-nos a nós, segurados, sem qualquer tipo de assistência, quando já tinha inclusive passado mais de 8 meses desde o último pedido. Assim sendo pretendo fazer uma reclamação à seguradora, que não cumpriu com o seu papel quando mais precisámos.
Assistencia em viagem
Venho por este meio comunicar a vossas Exa que ontem,dia 21 de Maio de 2021 solicitei atraves de telefone a assistencia em viagem da seguradora Tranquilidade.o telefonema foi feito por cerca das 16e30horas e passado 5minutos o reboque ligou para a minha pessoa e passado 20 minitos estava no local.Passado 1hora voltei para a assistencia em viagem da tranquilidade o motivo do atraso do taxi ao qual informaram que o mesmo ja tinha sido pedido e tinha que aguardar,recordo que áquela hora estava um calor insuportável derivado á zona do país que era Algarve,na autoestrada e com o acrescimo de estar comigo meus 2filhos com 10 e 12anos.Liguei varias vezes tanto para a Tranquilidade como para a companhia de taxis ao qual nenhum sabia o motivo do atraso.Com tudo acabei p esperar 2horas ao sol e na autoestrada com 2criancas.Ao chegar o taxi liguei de novo para saber se iria buscar a viatura de substituicao mas nao souberam informar qual a rentacar me dirigia,resolvi ir para o hotel.Enviaram uma mensagem naquela dia as 19s20 que podia ir buscar a viatura quando ainda tinha que chamar o taxi para Portimao onde eu estava e a rentacar era em Faro e fechava as 20h,ou seja,era impossivel.No dia seguinte pada solicitar um taxi foi tudo igual ao dia anterior,ou seja,mais uma grande trapalhada e confusao.Fui imformado pela seguradora que a rentacar teria uma viatura a diesel citadino da gama tipo polo 1.4,quando é meu espanto que me dizem na rentacar que so têm uma carrinha 2lugares sendo que sabiam que estava c mais 3pessoas...mais uma trapalhada e confusao.Todo o processo foi uma completa baralhada e nada correu como deveria e só nao mencionei mais erros porque é tanto erro junto que parece gozo. É inadmissivel pois com o valor que se paga pelo seguro e nao haver responsabilidade de nada em relacao a nada.
Acidente de trabalho
Boa noite.Venho pela presente enviar a seguinte reclamação:Contratei com a companhia de seguros Tranquilidade um seguro de acidentes de trabalho, apólice 0005976502, pelo periodo de 202-02-11 a 2021-02-10.Desempenho funções como profissional liberal, na área da fiscalização de obras. e o seguro tem como objetivo proteger-me dos acidentes de trabalho.No dia 26 de setembro de 2020, em minha própria casa acidentei-me, e parti uma perna.Fiz a participação à companhia de seguros, informando que o acidente se deu na minha próprioa residencia, nunca escondi esse facto.Posteriormente fui contactado pela companhia de seguros, para ir ao médico da companhia de seguros nas torres de Lisboa.Quando cheguei ao médico, e lhe contei as circunstância do acidente este informou-me que o seguro não cobria as circunstancias do acidente, nunca escondi tal facto, desde o momento da participação.Deste modo a médico disse que não me consultaria e eu seria posteriormente contactado, o que vei o a acontecer 3 dias depois através de um inspetor do seguro.AO referido inspetor relatei o acidente da mesma maneira, pelo que nunca tive a intenção de lezar o a companhia de seguros. Agora passados masi de 6 meses apresentam-me uma conta de 209€ em conceito de reembolso porque o sinistro não se enquadrar no conceito de acidentes de trabalho.Dado que eu não estava a brincar mas sim atrabalhar não encontro razões para ter de pagar os serviço que a companhia de seguro diz ter direito.Deste modo venho solicitar a anulação do pedido de reembolso, respeitante à ocorrencia nº 0013602091 de 26-09-2020, nº de sinistro 0014835998Com os melhores cumprimentos
Contestação da decisão da responsabilidade de Sinistro
Boa Tarde,Venho por este meio demonstrar a minha total discordância com a resposta que recebi por parte da Companhia de Seguros Tranquilidade, em sequência de uma participação feita por mim à Câmara Municipal do Seixal, e por sua vez, feita à Seguradora Tranquilidade.Na sequência do Sinistro Nº0015205415, de 18-01-2021, estava marcada a peritagem ao meu veículo no dia 09/02/2021, à qual o Perito me informou que não teria tempo para a realizar, e pediu-me para enviar fotografias, comprovativo do IBAN e cópia da carta Verde por Whatsapp para ele!Após passar mais de 30 dias sem qualquer resposta, entro em contacto com a Seguradora Tranquilidade que me informa que me enviou uma carta dia 20/03, carta essa que não recebi. Enviaram-me novamente a carta, desta vez por email (Carta em anexo).Mencionam que após análise do relatório da Vistoria, concluem que não sabem se os cães (que atacaram e danificaram o meu carro) têm dono ou nãoNão posso aceitar esta resposta:- Quando fiz a participação na Câmara Municipal do Seixal, e como já tinham recebido mais participações deste género, avançaram de imediato com o processo, enviando o mesmo para a Seguradora. Infelizmente esta situação é comum e do conhecimento da Câmara Municipal do Seixal e do Canil Municipal.- Não foi realizada qualquer peritagem ao meu carro. O perito apenas me pediu fotografias e documentos por Whatsapp (tenho comprovativo da conversa)- Como pode a Seguradora aferir que os cães não têm dono? Simplesmente é uma resposta fácil de se dar e nada conclusiva! Na altura da participação à Câmara Municipal do Seixal, enviei fotografias e tenho um pequeno vídeo do momento dos cães a entrar na minha rua, de madrugada!Hoje, dia 31 de Março, liguei para a linha de apoio da Seguradora Tranquilidade e, por volta das 18H05, falei com a Sra. Soraia Azevedo (a conversa está, por certo, gravada) e após questionar como é possível chegarem a alguma conclusão sem peritagem feita, a Senhora responde-me que possivelmente o Perito teria ido fazer a peritagem apenas ao local do sinistro e como não viu nenhum animal abandonado, concluiu que não haveria animais abandonados na minha rua! Claramente fiquei desagradado com esta resposta.Solicito, por favor, nova análise a este processo, que envolve muito conteúdo que não é real, desde logo a suposta peritagem que não foi feita.
Antena do carro partida na lavagem automática Galp
Ocurrencia nº: 0013809414Sinistro nº: 0015121871Data: 22-11-2020Apólice: 0005073274Gestor: Isabel SousaCara Isabel Sousa,Venho por este meio apresentar a minha discordância sobre o indeferimento do processo acima referido.O meu veículo na pré lavagem, sobre a forte mangueira de pressão utilizada pelo colaborador não apresentou nenhum dano, nomeadamente na antena.Posteriormente, já dentro da máquina de lavagem saltou e danificou a mesma, ficando eu sem rádio a partir desse momento.Como podem concluir que o dano não foi causado pela máquina de lavagem sendo que a mangueira da pré-lavagem exerce uma maior pressão sobre os componentes do veículo e o colaborador foi testemunha do sucedido?Não me parece de todo lógico que a antena já pudesse ter algum tipo de dano como vocês alegam, pois antes de entrar na lavagem automática teria sido danificada em primeiro lugar pela mangueira de pressão.Cumprimentos Admir Carvalho, 1613605-10
Viatura de substituição
Exmos Senhores,Na sequência de um sinistro automóvel, ocorrido no dia 13.10.2020, por volta das 17h05, em que o veículo terceiro é o culpado, venho pronunciar o meu profundo desagrado, pela forma indigna e imoral, que a minha companhia procedeu à resolução do meu caso.Solicitei desde a data de ocorrência do sinistro, a viatura de substituição, uma vez que por motivos profissionais não podia ficar sem veículo, certo é que, apesar de várias insistências (telefónicas e via e-mail) a viatura nunca foi atribuída. Fui informada telefonicamente, que só poderia obtê la, a partir do momento que fosse dada ordem de reparação. A ordem foi dada pelo perito, ao que a oficina me informou, porém, a companhia negou se a entregar me, quando era meu direito por lei. Ao contatar a companhia telefonicamente no dia 13.11.2020, o Sr. João afirmou afincadamente que a reparação ainda não havia dado início, daí não me ter sido entregue o veículo de substituição. Estes dados não eram de todo verdade, pois dia 16.11.2020 fui contatada de manhã pela oficina para ser levantada a viatura.Esse facto gerou prejuízos e transtornos que devem ser indemnizados, pelo que solicito atribuição de indemnização pelos dias de paralisação da viatura. De igual forma, também questionei a situação dos pneus, foi apenas substituído um dos pneus quando deveriam ter sido substituídos pelos menos dois, uma vez que a substituição de apenas um pneu coloca em risco a circulação segura do veículo. A esta solicitação nunca obtive sequer resposta, pelo que agradeço análise e resposta urgente.Muito grata,Cristina Grilo
Atribuição de indemnização abusiva
Venho, por este meio, comunicar a vossos exmos. senhores, o meu profundo desagrado relativamente ao processo de atribuição de indemnização, por danos provocados por inundação, em minha residência.A indemnização, foi decidida, de forma unilateral, não respeitando os danos ou os valores orçamentados e sem qualquer explicação lógica ou bem fundamentada. As respostas apresentadas pela linha de apoio aos sinistros foram prepotentes, arrogantes e sem fundamento ou suporte técnico.A indeminização foi atribuída, enquanto decorria uma reclamação minha, em que pedia para que o processo fosse reaberto, por discordar dos valores e para que me facultassem informação sobre os critérios que levaram ao apuramento do valor da indemnização.Só muito depois é que tive acesso ao fundamento técnico por escrito e quando exprimia os meus argumentos em discordância com algumas coisas, a resposta da TRANQUILIDADE foi:- Boa tarde,Confirmamos a nossa posição e tendo em conta o apuramento de danos pela nossa equipa de peritagem, nada mais tendo a acrescentar.Factos:- houve uma inundação, no meu apartamento, devido a avaria na máquina de lavar roupa.- a água (muita) percorreu 3 divisões da casa e lá permaneceu por algumas horas. Isto ocorreu durante a noite e só demos por isto quando acordamos com o som dos azulejos da cozinha a estalar e a levantaram do sitio.- no dia seguinte, pedimos ajuda ao mediador de seguros para fazer a participação. Fui aconselhado a pedir orçamento de todos os possíveis estragos para assim acelerarmos o processo, que costuma ser lento. De qualquer forma os estragos seriam alvo de peritagem.Os danos evidentes, no dia seguinte eram:- os tijolos da casa de máquinas e cozinha, na sua maioria descolados e alguns mesmo levantados - O chão da sala de estar em soalho flutuante inchado em algumas zonas- a mesa de jantar com os pés encharcados e inchados. O dano apesar de ser só na mesa, afetou o conjunto mesa e cadeiras- estante da sala com a base inchada- tapete da sala (foi a primeira coisa a ser retirada, colocado num saco de lixo para poder ser transportado). nos dias seguintes começou a cheirar muito mal e foi para o lixo, pode ter sido falha minha.- móvel da sala em que a sua base esteve em contato com a água , foi verificado na peritagem que não sofreu danoAlém disto, foi também apresentado orçamento para todo o trabalho de remoção e colocação.O valor orçamentado foi cerca de 7655€ (ao qual deveria ser descontado o valor do móvel da sala, por não ter dado visível no momento da peritagem). O orçamento apresenta os valores reais e em nada inflacionados.Depois da peritagem ligou-me o técnico a tentar fazer uma proposta ridícula a ver se me calava com umas migalhas atiradas ao chão, sem qualquer tipo de justificação aceitável. Ao que me pareceu, parece ser assim que tentam resolver estas questões. Claro que não aceitei.Foi-me, prepotentemente, atribuída uma indemnização de cerca de 3500€ para reparar todos os danos.Só depois de muito insistir é que me justificaram as exclusões. fica aqui a reposta da TRANQUILIDADE:Informamos que o sinistro foi regularizado em conformidade com a peritagem efectuada, estando os valores já liquidados em consonância com os danos verificados.Assim, relativamente à questão colocada sobre a tijoleira, verificou-se que a quantidade de água que seria necessário infiltrar-se para a laje de modo a proceder ao levantamento da cerâmica do pavimento, seria expectável a queda de água na fração inferior, onde nos foi referido não haverem danos. Salientamos também que temos em nossa posse vídeo da inundação onde é audível que o pavimento já se encontrava descolado.Constatou-se também que os rodapés não se encontravam danificados, pelo que são passíveis de reutilização e que, relativamente ás cadeiras, as mesmas não apresentavam danos e dado que no orçamento apresentado os elementos são vendidos em separado e não como um conjunto, apenas foi passível de indemnização a respectiva mesa, que efectivamente estava danificada.Relativamente à exclusão das cadeiras, foi dito e verificado pelo técnico que a mesa e cadeiras são um conjunto, comprado há mais de 10 anos e que não consigo só substituir a mesa por outra igual (não há). Não posso ficar com a mesa diferente das cadeiras porque não era isto que tinha.A justificação técnica apresentada para não terem incluído a substituição da cozinha é inaceitável e mostra claramente como a TRANQUILIDADE atribui esta indemnização.Diz o técnico - seria de expectar que a água necessária para descolar os tijolos teria atingido o andar inferior..., isto é tudo menos o que se espera de um técnico e foi com base nesta suposição ou expectativa que o valor não foi contemplado. Referem-se também a um video, enviado por mim, que dizem mostrar que os tijolos já estão levantados, mas o vídeo foi feito depois da inundação, exatamente para mostrar os danos.Enviei-lhe uma explicação técnica, conhecida e aceite pela comunidade técnica (EPU - Expansão Por humidade excessiva) mas a reposta foi - a indemnização está paga e o processo está encerrado. Além disto, nas rubricas indemnizadas, o valor orçamentado, não corresponde ao indemnizado, sem qualquer justificação, por exemplo, o valor orçamentado para pintura foi de 841€, sem iva, e o pago foi de 540€, entre outros. Se a TRANQUILIDADE tem uma empresa que realiza o mesmo trabalho por estes valores, estou de portas abertas.Quando contratei o seguro, não fui pelo mais barato, escolhi a TRANQUILIDADE por pensar que se tratava de uma empresa em quem podia confiar. Espero, no futuro, recuperar esta imagem que tinha, porque de momento, sou um cliente muito descontente.Espero que o seja reposta a justiça e que seja indemnizado pelo real valor dos danos provocados.
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