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Burla
A minha esposa teve um acidente no dia 9/02/2026 na qual foi culpada , então acionei os danos próprios para fazer a reparação da minha viatura . pois passado quase 45 dias continuo aguardar resposta da companhia para fazer a reparação . entao depois desses 45 dias recebo uma chamada da oficina que vão fazer a reparação e agendei o dia . hoje recebo por parte da oficina uma chamada na qual a pessoa da oficina diz que esteve lá o perito e diz para a reparação mas que tenho de pagar 2 franquias pois o perito acha que tinha danos anteriores na viatura e só quer reparar metade dos danos . Considero isso uma burla pois não sei porque motivo o perito acha que a viatura não estava reparada antes do acidente e quer que pague 2 franquias quando eu so tenho de pagar 1 franquia seja qual for o dano .
PETS
FIDELIDADE PETS - seguro veterinário até funciona mas relativamente à parte de responsabilidade civil funciona muitissimo mal!!!!! Desde Dez 2025 a aguardar reembolsos... chamadas telefónicas, já nem sei quantas foram no decorrer dete tempo e num só dia falei com 4 assistentes diferentes e cada uma dizia que a situação estava de uma forma diferente. Do meu lado tudo foi feito correctamente mas segundo operadora a Fidelidade está com atrasos nos processos porque tem falta de pessoal. Pergunto-vos: e o que tenho eu a ver com isso?????? Quando é para me debitarem os seguros na conta por DD não falham!!!! Muito muito muito triste e desiludida com esta companhia de seguros.
Reembolso de viagem não pago pela Fidelidade
Boa noite, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à recusa de reembolso por parte da Fidelidade – Sinistros, no âmbito de um seguro de viagem por mim e pelo meu companheiro. Tínhamos uma viagem para as Filipinas agendada para o dia 6 de fevereiro, adquirida através de uma agência de viagens com acordo com a Fidelidade. Contudo, fomos obrigados a cancelar a viagem, uma vez que o meu companheiro, Guilherme, foi internado com pneumonia antes da data de partida, ficando clinicamente impedido de viajar. Adicionalmente, sendo eu a única pessoa que coabita com o mesmo, tive necessidade de prestar assistência durante o período de doença, o que igualmente me impossibilitou de realizar a viagem. Assim, e de acordo com as condições do seguro (que junto em anexo), ambos temos direito ao respetivo reembolso. Importa esclarecer que a viagem foi paga por um amigo nosso que era um dos passageiros da viagem, José, que efetuou o pagamento junto da agência de viagens (atuando esta apenas como intermediária, sendo a responsabilidade do reembolso da seguradora). A fatura foi emitida em nome da empresa do José, enquanto o recibo foi emitido em nome individual. Foram entregues todos os documentos solicitados pela Fidelidade, nomeadamente: Comprovativo de internamento hospitalar; Bilhetes de viagem; Recibo de pagamento; Fatura; Comprovativo de IBAN do pagador. Ainda assim, a Fidelidade recusa proceder ao reembolso, alegando que existe uma incongruência entre o nome constante no recibo (José) e na fatura (empresa do José), exigindo a alteração da fatura para nome individual — o que não é uma solução viável. Salienta-se que: Tal exigência não consta de nenhuma cláusula das condições contratuais do seguro; O pagamento foi aceite pela própria entidade nos moldes apresentados; Foi inclusivamente proposta solução alternativa (comprovação de vínculo entre o José e a empresa), a qual foi indeferida sem fundamentação adequada. Do ponto de vista jurídico, cumpre referir que, nos termos do artigo 102.º, n.º 1 do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril), “o segurador deve pagar a prestação devida ao segurado ou ao beneficiário, conforme os casos”. Acresce que, tratando-se de um seguro de danos, é aplicável o princípio indemnizatório consagrado no artigo 128.º do mesmo diploma, segundo o qual a prestação do segurador está limitada ao dano efetivamente sofrido, até ao montante do capital seguro. Nestes termos, sendo eu e o meu companheiro os titulares do interesse seguro e os efetivos lesados, assiste-nos o direito ao reembolso, independentemente da entidade em nome da qual foi emitida a fatura, desde que se encontre comprovada a ocorrência do dano — o que foi amplamente demonstrado. Apesar das inúmeras tentativas de resolução através de contactos telefónicos e trocas de e-mails com a colaboradora Telma Caetano, que foi quem esteve com o nosso processo, a atuação da mesma tem-se revelado pouco colaborante e manifestamente insuficiente na análise do processo. As respostas prestadas têm sido sistematicamente padronizadas, sem qualquer esforço de apreciação concreta do caso nem apresentação de fundamentação legal ou contratual minimamente adequada. Face ao exposto, solicitamos a reapreciação urgente do processo e o cumprimento das obrigações contratuais por parte da Fidelidade. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Barros
Contestação de indemnização – falta de fundamentação e decisão indevida da seguradora
Assunto: Contestação formal e pedido de fundamentação – Sinistro nº 26MR022791 - Apólice nº MR65690103 Exmos. Senhores, Na qualidade de tomadora da apólice nº MR65690103, venho por este meio apresentar contestação formal relativamente à decisão de encerramento do processo de sinistro nº 26MR022791, bem como ao montante de indemnização proposto, no valor de 224,32€. Cumpre salientar que a referida decisão foi comunicada sem qualquer fundamentação técnica ou relatório de peritagem que a sustente, o que configura uma clara insuficiência de informação e impede a devida compreensão dos critérios que estiveram na base da avaliação efetuada. Os danos em causa resultam de uma rotura súbita e imprevisível, enquadrável na cobertura de danos por água da apólice em vigor, encontrando-se devidamente documentados através de registo fotográfico e orçamento no valor de 1.643€, correspondente aos custos necessários para reposição das condições originais da casa de banho. Neste contexto, a ausência de fundamentação técnica para a determinação do montante indemnizatório e para o encerramento do processo revela-se inaceitável e desconforme com os deveres de informação e transparência a que a seguradora se encontra legalmente vinculada. Assim, venho formalmente requerer: 1. A fundamentação detalhada e discriminada do cálculo da indemnização atribuída; 2. A reabertura do processo e reapreciação do sinistro, com base na totalidade dos elementos já apresentados. Mais informo que não aceito o encerramento do processo nem o montante proposto, por não refletirem os danos efetivamente sofridos. Na ausência de resposta fundamentada em prazo razoável, reservo-me o direito de recorrer aos meios legais e institucionais ao meu dispor, designadamente através do Livro de Reclamações Eletrónico, da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, bem como de outras plataformas públicas de reclamação, incluindo canais digitais e meios de comunicação social, para salvaguarda dos meus direitos e legítimos interesses. Sem outro assunto de momento, aguardo a V/ resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos,
Gestão de Sinistro TVDE e Dever de Diligência
Exmos. Senhores, Na qualidade de tomador do seguro TVDE relativo à viatura matrícula BS-95-MR, venho apresentar reclamação formal quanto à forma como tem sido conduzida a gestão do sinistro ocorrido em 29 de setembro de 2025. Não há da vossa parte cumprjmento dos deveres legais de diligência, informação e acompanhamento do sinistro que impendem sobre a seguradora, nos termos do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (DL n.º 72/2008), nem o princípio da boa-fé previsto no artigo 762.º do Código Civil. A viatura esteve imobilizada durante 136 dias, causando prejuízos já quantificados em €16.853,59, relativos a: Lucros cessantes da atividade profissional; Prémios de seguro pagos durante a imobilização; Prestações da viatura; Encargos fixos com rastreador. Fui informado de que a seguradora responsável apenas assumiria cerca de 4 dias de imobilização, correspondentes ao período técnico de reparação, entendimento que carece de fundamentação jurídica e que não se coaduna com o princípio da reparação integral. Verifica-se ainda ausência de intervenção eficaz e acompanhamento adequado por parte da seguradora e da mediadora, situação que contribui para o prolongamento do processo e agravamento dos prejuízos. Solicito, assim: Esclarecimento escrito e fundamentado sobre a posição assumida quanto aos dias indemnizáveis; Indicação concreta das diligências realizadas junto da seguradora do responsável; Intervenção ativa na defesa dos meus legítimos interesses enquanto segurado. Na ausência de resposta adequada, será apresentada reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, para apreciação do cumprimento dos deveres legais e contratuais. Com os melhores cumprimentos, Vitor Boaventura da Conceição Empresa: Vertice Eficaz Contacto: 937606180 NIF: 517667339
Processo de Sinistro
Exmos. Senhores, Sinistro casa relativo a Fuga/Infiltração de Água, apólice MR50063357, com o número de Processo 26MR001518. Cujo gestor é Mariana Cândido. A 11 de janeiro de 2026 contatei a Fidelidade para comunicar a ocorrência de uma rotura na tubagem de abastecimento de água da minha habitação, localizada no quintal/patamar, imediatamente após o contador e a aproximadamente 1 metro de profundidade. A fuga não é visível à superfície devido ao pavimento em pedra, mas foi identificada pelo facto de o contador continuar a registar consumo mesmo com todas as torneiras e equipamentos fechados, e escutando ouve-se a água a sair pela rotura, o que confirma a existência de uma perda contínua de água no subsolo, tendo também aumentado muito a fatura de água. Alertei ainda para o facto de uma rotura subterrânea na canalização a vazar durante muito tempo poder fazer estragos na estrutura da casa. A gestora do processo nunca enviou perito e solicitou-me um parecer técnico para a origem da rotura, eu respondi que não tinha e nem a quem o solicitar, nem iria pagar um parecer técnico para uma reparação de 600€. Liguei para a linha de apoio ao cliente, que depois de explicar a situação e muita insistência disse que iria solicitar a peritagem. O seguro é o obrigatório do Crédito à habitação e este tipo de sinistros tem cobertura, e em 5 minutos qualquer perito constataria a verdade dos factos. Não voltei a ser contatado pela Gestora Mariana Cândido, o perito nunca apareceu e ontem recebi um SMS a informar que o processo tinha sido encerrado. Peço seriedade/idoneidade por parte da companhia de Seguros Fidelidade, pois não está a ser honesta. Atenciosamente, Edgar Faustino.
Cessação indevida de contrato de seguro e regularização incorreta de pagamentos
Venho por este meio apresentar reclamação contra a seguradora FIDELIDADE, devido à cessação indevida do meu contrato de seguro, resultante de um erro no funcionamento do aplicativo da própria. No dia 31/12, após uma tentativa de débito que não foi concluída, acedi ao aplicativo da seguradora NO MESMO DIA para efetuar o pagamento do seguro, utilizando a entidade e referência disponibilizadas pelo próprio aplicativo. O pagamento foi efetuado corretamente, tendo o sistema considerado esse valor como pagamento antecipado do mês de janeiro, ficando o mês de dezembro em aberto, situação que não foi clara nem devidamente sinalizada no aplicativo no momento do pagamento. Já no mês de janeiro, não foi efetuada nova tentativa de débito, acedi ao aplicativo da seguradora para verificar a situação e proceder ao pagamento. Nesse momento, deparei-me com uma carta de cessação do contrato, alegando falta de pagamento do mês de dezembro. Saliento que: • O contrato foi cessado num mês que se encontrava pago; • O erro teve origem no sistema/aplicativo da seguradora, e não numa falha da minha parte; • O valor pago referente ao mês de janeiro não foi devolvido; • Encontro-me atualmente sem seguro, apesar de ter efetuado os pagamentos devidos. Acrescento ainda que, caso a seguradora tenha utilizado o valor pago em janeiro para liquidar o montante em falta referente ao mês de dezembro, solicito que seja emitida novamente a fatura do mês de janeiro, permitindo-me efetuar o respetivo pagamento e dar continuidade ao contrato sem qualquer penalização, uma vez que atuei sempre de boa-fé.
Televisor recolhido sem resposta
Prezados Senhores Espero que se encontrem bem No dia 26/11/2025 foi recolhido o meu televisor , que estava com a tela danificada , a fim se ser reparado / substituído . Esta recolha acontece no âmbito do acionamento da garantia que a Fidelidade quis ser responsável , não me dando os dados do televisor para que pudesse , a título pessoal , resolver a questão . Até ao dia de hoje não tenho qualquer resposta , nem por parte da marca nem da companhia de seguros . Passaram mais de 30 dias após acionamento da garantia , foi sugerido dar uma recompensa económica e a título pessoal resolvia a questão , mas a companhia Fidelidade não presta qualquer esclarecimento . Não cede informações sobre o televisor recolhido nem como irão solucionar o problema . Agradeço intervenção para que a situação fique , o mais rapidamente possível , resolvida Grata pela atenção
Seguro de viagem
Comprei uma viagem em agosto 2025 com um seguro de viagem da fidelidade. Por infelicidade da vida perdi um familiar de forma inesperada no dia da viagem o que me fez não embarcar no avião e acionar o seguro de viagem para reembolso das despesas pois cumpria as condições da apólice do referido seguro. Nos meses seguintes a atuação da fidelidade foi deplorável. Nunca se dignaram a responder a e mails a solicitar ponto de situação, nunca solicitaram dados adicionais. Por duas vezes foi por chamada minha para o apoio a cliente que percebi que precisavam de mais documentação mas nunca o diziam. Os dois últimos contactos que fiz para eles -continuo sem ser contactada e sem receber e mails de feedback - foi a confirmar que iam fazer o pagamento. Estamos a falar de um processo ativado em agosto e estamos em janeiro do ano seguinte e eu não tenho nenhum reembolso, nenhum e mail a confirmar que irão reembolsar ou quanto pois recusaram-se a enviar essa informação. Não tenho nenhum comprovativo em como a minha documentação foi aceite e quando irei ser reembolsada. É inaceitável! Deviam pagar juros do valor que me devem há meses.
Fidelidade se recusa a fazer um reembolso que tenho direito
Exmos. Senhores. Eu fui contactado pelo telefone por um agente de seguros, me oferecendo dois seguros, um deles o seguro para animais, já que estavam a fazer uma campanha. A princípio não tinha grande interesse, mas o agente não desistiu e acabei por fazer o seguro para o meu gato, que entrou em vigor em julho de 2025. Passado mais de 3 meses, decidi fazer uma consulta de prevenção, dentro da rede da seguradora, conforme oferta contratual. Nessa ocasião o veterinário me informou que as análises estavam bem, mas que ele precisava tratar dos dentes. Como a clínica com acordo com a seguradora fica a mais de 40km de minha casa, achei mais apropriado contactar o veterinário que faz serviço na Câmara Municipal. Ele analisou o meu gato e disse que o melhor seria fazer uma cirurgia para resolver o problema dos dentes. Eu aceitei, mas antes de fazer a cirurgia, contactei o agente se havia algum problema para o seguro, ele disse que não, já tinha passado o período de carência e só tinha que juntar um relatório para poder pedir o reembolso. Esses passos foram dados. Mas qual foi o meu espanto quando depois a seguradora me vem pedir para enviar exames do diagnóstico do problema. Eu informei que não tenho exames porque nunca foram feitos exames ou análises antes da consulta de prevenção realizada em 8-10-2025. Até ao dia de hoje a seguradora nunca deu resposta, contactei o meu agente várias vezes, ele também contactou a seguradora, mais tarde veio me pedir para o veterinário fazer outro relatório, então foi feito outro relatório, ele disse que para ele estava bem, mas o certo é que nem resposta nem reembolso da seguradora. Fica claro que eu sempre agi de boa fé, nunca foi minha intenção usar a seguradora para fazer cirurgias sobre doenças identificadas antes de fazer o seguro. Se a seguradora suspeita que é uma doença pré-existente antes de fazer o seguro, devia prover uma consulta antes de formalizar o contrato. Apólice RA66119351 Cumprimentos Rui Marques
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