Reclamações públicas

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Falha no acionamento da garantia

Boa Noite Espero que se encontre bem . Passados 11 dias desde o primeiro pedido de acionamento da garantia a questão continua sem resolução . O primeiro contacto aconteceu a 14 do presente mês e até ao momento continuo sem acesso á fatura do meu equipamento e com o equipamento em casa sem ser verificado um um técnico. Fui contactada pelo técnico ( dia 21/11) que me notificou que viria buscar a televisão no dia 25/11, sendo então acionada a garantia . Alterei a minha vida pessoal e profissional para poder estar em casa , não recebi qualquer contacto por parte do técnico . Estou sem televisor , sem resolução da situação e com uma resposta ineficiente por parte da companhia de seguros Fidelidade . Uma questão tão simples como acionar a garantia de um equipamento substituído pela Fidelidade e que está no enquadramento legal para acionamento da garantia . Imprevistos acontecem mas parece - me incompreensível a falta de contacto justificando a ausência do técnico ou impossibilidade deste recolher o equipamento . Agradeço rapidez no tratamento da questão Cumprimentos Marisa Almeida

Resolvida

Ausência de comunicação

No dia 26 de maio de 2025, tomei conhecimento de que havia uma fuga de água na casa da minha mãe que estava a afetar o andar inferior. De imediato, foi acionado o seguro. A 7 de junho de 2025, o perito da companhia de seguros realizou a peritagem. Posteriormente, a 16 de junho de 2025, recebi um e-mail da companhia a confirmar que a reparação seria efetuada por um prestador da Fidelidade. Desde então, não voltei a receber qualquer comunicação, seja da companhia de seguros seja do mediador, relativamente ao avanço da reparação. Em meados de agosto, a minha mãe deslocou-se à loja da Fidelidade em Vila Real de Santo António para saber o estado do processo. Nessa ocasião, foi informada pelo mediador, Sr. Luís Pereira, de que seria ela própria a ter de contratar uma empresa para realizar a reparação. Importa referir que o mediador nunca me contactou, apesar de ter sido sempre eu a tratar de todo o processo desde o início.

Encerrada

Falha no acionamento da garantia

Bom dia Espero que se encontre bem . No dia 14 de Novembro participei a avaria de um televisor que está dentro da garantia , este televisor foi substituído pela Fidelidade em Junho de 2023 no processo número 23MR025335. Solicitei portanto activação da garantia, uma vez que todos os dados da fatura estão na posse da seguradora . Solicitei que , em última instância , me fosse fornecida a factura para ser eu a acionar a garantia junto a um parceiro . Até ao dia de hoje não obtive qualquer resposta/contacto da parte da seguradora . Agradeço rapidez no tratamento da situação Cumprimentos Marisa Almeida , NIF 209436328 Data de ocorrência: 20 de novembro 2025

Encerrada

Recusa de Cobertura

Exmos. Senhores, Contratei um Seguro de Viagem. Necessitei de o ativar para a prestação de cuidados urgentes às minhas filhas. Agora recebo notificações do Hospital porque vocês se recusam a pagar as despesas. Tão simples quanto isto. Especificações em anexo. Realmente é um negócio muito lucrativo da vossa parte. Deixo este apelo público: NÃO CONTRATEM OK TELESEGUROS! FICARÃO SOZINHOS QUANDO PRECISAREM!!

Encerrada

Implante com problemas

Neste caso em particular falo do Hospital da Luz em Setúbal para onde fui encaminhado pela minha mediadora a Companhia de Seguros Fidelidade depois de um acidente que tive em Setembro de 2023 e que resultou numa queda que me provocou danos num dos meus dentes (um dos Incisivos Centrais). Na referida Unidade de Saúde fui atendido pelo Dr Silva Marques que ao observar o dano do dente me informou que teria que colocar um implante . Foi pedida pelo mesmo a respectiva autorização a Companhia de Seguros para iniciar o tratamento, que levou vários meses e terminou em Agosto de 2024 ( pensei eu erradamente ) . Passados cerca de 15 dias após a colocação do implante a coroa começou a abanar, facto que penso que não seja muito normal e além disso a respectiva coroa que foi feita para substituir o meu dente que se danificou nada tinha a ver em termos de dimensões como seria suposto e que era totalmente diferente do outro incisivo central ficando desta maneira algo muito estranho e sem nexo na minha dentição e eu usei aparelho e investi muito dinheiro para ter os dentes todos bonitos e alinhados. Perante isto desloquei me por diversas ocasiões a minha mediadora que se situa na Quinta do Conde e informei-a do sucedido e do meu desagrado e insatisfação. A mesma informou me que me devia deslocar ao Hospital em questão porque o tratamento efetuado tinha garantia e eles teriam que me atender e corrigir o que estava mal, mas da parte do Hospital a resposta que ouvi em diversas ocasiões era que a Companhia teria que enviar uma autorização para esse efeito porque sem isso não fariam nada e assim andei neste jogo do empurra durante diversos meses até que com isto tudo e desnecessariamente a coroa colocada caiu, ficando eu sem um dente a frente coisa que não é muito agradável como devem calcular e que poderia ter sido perfeitamente evitado. Andei assim mais de um mês até que perante tanta insistência da minha parte a Companhia enviou um pedido para o Hospital e fui informado pelo mesmo que tinha uma consulta marcada , pensando eu que finalmente os problemas relacionados com o implante realizado ficariam resolvidos. Mas quando fui atendido no dia marcada o Dr. Silva Marques não fez nada alegando que a Companhia só tinha autorizado uma consulta e não qualquer tipo de tratamento e o mesmo fez um relatório a pedir autorização para tratar dos problemas em questão . Mais uma vez perdi tempo, gastei combustível e paguei parqueamento e saí de lá 5 minutos depois sem nada resolvido. Foi marcada nova consulta para três semanas depois e eu continuei sem dente a frente durante esse tempo. No dia dessa consulta que só demorou 5 minutos ele finalmente apertou a coroa no implante colocado na gengiva e perante o meu desagrado disse que além da culpa ser da Companhia por não ter dado autorização antes que a diferença entre o meu incisivo central e a coroa colocada eram perfeitamente normais porque o meu dente tinha uma cobertura de esmalte e a coroa era feita de cerâmica e vim embora com algo estranho na minha boca que nada tinha a ver com o que seria suposto e quando falei com outras pessoas que já tinham colocado implantes até porque cada dente têm dimensões diferentes porque a coroa é feita de acordo com o dente natural que vai substituir nenhum delas achou isso natural nem normal. Por isto tudo só posso demonstrar o meu total desagrado e insatisfação porque além de todas as deslocações que fiz para o hospital em questão , do combustível que gastei e parque que tive que pagar, andei mais de um mês sem um dente a frente , foi me colocada uma coroa com dimensões totalmente descabidas e que nada têm a ver com o dente que foi substituir e com o dente do lado que era o que seria suposto caso tivesse sido realizado um trabalho bem feito porque os meus incisivos centrais eram perfeitamente simétricos e assim deviam ter continuado mesmo com a coroa que foi colocada, mas ninguém quis assumir o erro. Ou o molde da coroa em questão foi mal efetuado ou o laboratório não construiu a coroa de acordo com as dimensões correctas e eu é que me sinto lesado no meio disto tudo. Perante a justificação e resposta do Dr em questão que é totalmente descabida e inaceitável pretendo que a Companhia resolva este meu problema que nunca devia ter existido caso tivesse sido realizado um trabalho em condições. Como mencionei anteriormente tenho vários seguros com a Companhia e sempre os paguei atempadamente e só pretendo ficar satisfeito quando por qualquer motivo tenho que recorrer aos mesmos. Aguardo uma resposta da vossa parte para assim resolvermos esta questão que já dura há demasiado tempo e que só me causou danos e diversos custos que eram evitáveis . Depois de ter realizado uma exposição dos factos relatados a Companhia de Seguros Fidelidade foi me dada razão relativamente a minha queixa por parte da Secção de Sinistros da Companhia e do Médico Especialista pertencente a mesma , após isso foi me marcada um nova consulta para o Hospital da Luz de Setúbal mas desta vez para o Dr. João Costa pensando eu que o meu problema finalmente ficaria resolvido mas enganei me redondamente porque além de não ter mexido no implante em questão alegando por diversas vezes a falta de autorização por parte da Companhia e a mesma informou me que estava tudo devidamente autorizado. Fui a esta Unidade Hospitalar por diversas vezes sendo consultado pelo Médico em questão que chegou inclusive a tirar me um molde para ser fabricada uma nova coroa de acordo o que era pretendido e disse me inclusive que eu não sairia de lá sem estar devidamente satisfeito, tal facto não se verificou porque depois de tudo informou me que ainda não estava tudo autorizado e que não valia a pena mexer no implante que deu origem a minha queixa. E ainda fiquei com um problema no dente ao lado porque o Médico em questão informou me que o mesmo estava com uma camada muito grande de esmalte e desbastou para ficar mais parecido com a coroa que deu origem a minha queixa , tal facto fez com que um dente que estava bom ficasse mais fraco e há três dias atrás começou a deteriorar se. Ou seja desloquei me várias vezes sem necessidade, perdendo tempo, dinheiro , não fui tratado devidamente como seria suposto e ainda fiquei com um problema inexistente. Pretendo saber quem se vai responsabilizar e me ressarcir por todo o tempo, gasóleo e parqueamento que paguei do meu bolso para nada e também quem vai se responsabilizar pelos danos num dente que estava bom antes de ser mexido. No meio deste processo todo recebi uma carta da Companhia a informar me que o meu seguro ia ter um agravamento de cerca de 33% . Cumprimentos Paulo Santos

Em curso

Acidente carro do lixo - município do Seixal Corroios

Bom dia, No passado dia 10 de Outubro, tinha a viatura parada na rua onde vivo e veio um carro do lixo, que ao soltar o gancho danificou a minha carrinha e mais outros carros. Já foi feita as peritagens, foi dado como perda total, estou à espera de receber o dinheiro da mesma para comprar outro carro, no entanto também me danificaram as barras por cima do tejadilho, que foram incluídas na peritagem e não estão no pagamento. No entanto como é do conhecimento dos mesmos tenho um filho com uma incapacidade de 70% comprovada e dois menores de 12 anos. Os meus filhos tem karaté e natação tenho pago e não tem podido ir porque não tenho transporte, quem me paga isso. No entanto o meu filho que tem problemas, partiu o braço e tenho andado com ele duas vezes por semana para o hospital, quem me paga essas deslocações. E as deslocações para a escola. Nem me dão um carro de substituição, só me arranjam um por cinco dias, não serve de nada e tenho que pagar uma caução de 150 euros para levantar o mesmo, onde não tive culpa de nada, fui mais que lesada. Agradeço assim a vossa intervenção e aguardo assim a resolução. Patrícia Pimenta

Resolvida

Sinistro não resolvido e Xenofobia

Tenho 62 anos e sou administradora de um prédio em Alverca e, há mais de seis meses, tenho um sinistro em aberto devido a um vazamento ocorrido no interior da prumada do edifício, o qual causou danos em alguns apartamentos. O problema teve origem em 2024, mas o processo ficou em suspenso porque a seguradora solicitou uma vídeo-inspeção, que foi realizada apenas este ano por uma empresa indicada pelo perito da Fidelidade. Após a vídeo-inspeção, foram enviados os orçamentos correspondentes. O laudo técnico identificou duas microfissuras no interior da prumada, por onde a água se infiltrava. O perito solicitou, então, um orçamento para reparação através de injeção de resina, uma vez que, pelos métodos convencionais, seria necessário abrir duas paredes de apartamentos para aceder às fissuras e substituir o cano danificado. Há cerca de três meses, enviei o orçamento solicitado, no valor aproximado de €5.800, acrescido de €300 relativos à vídeo-inspeção — totalizando €6.100. Cerca de dois meses depois, fui informada de que o valor aprovado seria apenas de €1.300 para o reparo da prumada, valor manifestamente incompatível com a dimensão do problema. Ao questionar, fui informada de que o sinistro teria sido mal classificado, como se se tratasse de um cano comum de cozinha. Passados mais de 30 dias, comunicaram-me que eu teria enviado um orçamento de menor valor e que a seguradora estaria a basear-se nesse orçamento, o que é completamente incorreto. Nunca enviei qualquer outro orçamento, nem solicitei nova vídeo-inspeção — o que, aliás, não faria sentido, tratando-se de uma prumada num prédio particular. Sugeri que talvez pudesse haver confusão com outro edifício, mas foi-me dito que não. Solicitei, então, o envio da cópia do alegado “orçamento alternativo” e a identificação de quem o teria remetido, pois a própria seguradora havia informado, desde o início, que nenhum orçamento seria considerado antes da realização da vídeo-inspeção. Portanto, reafirmo que o único orçamento válido é o que enviei após o laudo técnico, elaborado com base nas instruções do perito designado pela Fidelidade. Na sexta-feira, dia 31 de outubro, dirigi-me à Fidelidade da Rua da Juventude para tentar resolver a questão do tal orçamento e também termos uma conversa a três com a vice-administradora. Neste momento a pessoa que se dizia gerente, intrometeu-se de forma inadequada. Além de insinuar que estaria a tentar burlar a seguro - o que não corresponde à verdade e de novo, a 3 pedimos cópia do orçamento e de quem enviou o orçamento. A gerente, que não é perita, afirmou ainda que as fissuras na prumada seriam por falta de manutenção do prédio - não sei como já prumada é um cano no interior do prédio e se realmente fosso o caso, isto já teria sido mencionado. Indignada, falei para a vice ao telefone que estamos a ser culpados pela fissura, onde a gerente pegou o telefone e começou a insultar-me e ainda me dirigiu comentários ofensivos relacionados ao meu sotaque brasileiro. Fui chamada “pessoa sem cérebro” e ainda ouvi que “deveria saber das coisas, já que no Brasil é igual”. Não compreendo a razão de tais comentários, que considero totalmente inapropriados e discriminatórios. A conversa sobre o Brasil foi introduzida sem qualquer contexto, demonstrando uma atitude de xenofobia que não se espera de uma profissional que representa uma empresa perante o público. Eu exijo que analisem este sinistro, já que somos segurados com a fidelidade desde 1995 e logo após 30 anos quando precisamos do seguro, estamos a ser acusados de burla e ainda ter que aguentar insultos xenófobos.

Em curso

Recusa de pagamento

Nº do Processo: 25AA136556/003 Apólice: 756381804 Venho por este meio reclamar a minha insatisfação com a seguradora FIDELIDADE. No dia 17 de Junho sofri um acidente de viação, sem culpa, com um cliente vosso. A declaração amigável foi preenchida pela esposa do senhor que me bateu que não estava no local do acidente. Desloquei-me até ao local de trabalho dela para fazer o preenchimento. Nessa altura comentei com a senhora que tinha uma cadeira e base de bebé dentro do carro e que estava a apitar, no entanto, como nunca tinha sofrido outro acidente não sabia como proceder. O conselho da senhora foi colocar a cadeira e a base noutro carro para ver se deixava de apitar, mas como se trata da segurança do meu filho, fui á loja onde comprei a cadeira e base e foi-me informado que a partir do momento em que a cadeira esteja envolvida em qualquer tipo de impacto não garantem que esteja em perfeito estado e continue a ser segura. Com esta informação entrei em contacto com a fidelidade para explicar a situação e enviar uma fatura proforma da cadeira e da respetiva base, para pagamento da mesma, no entanto foi recusado por não haver prova que a cadeira estava no carro e por não haver um relatório de um técnico especializado que prove que a cadeira ficou danificada e que não cumprirá a sua função no futuro. Imediatamente dirigi-me à oficina onde o meu carro esteve a arranjar para pedir uma declaração em como a cadeira estava dentro do carro ( por lapso na declaração da oficina diz que dispararam os airbags frontais , o que não está correto. O que disparou foram os do banco do pendura e o da lateral direito), no entanto o que importa na declaração da oficina é se a cadeira estava ou não dentro do carro na altura do acidente. Fui novamente à loja onde comprei a cadeira pedir uma declaração da marca. Essa declaração diz que as cadeiras têm que passar por inúmeros testes, antes de sair da fábrica, no entanto, a partir do momento em que a cadeira auto seja envolvida em qualquer tipo de impacto, não podem garantir que a cadeira se encontre em perfeito estado e continue a ser segura para o meu filho. Com o impacto podem causar fissuras na estrutura da cadeira que nem sempre são visíveis a olho nú. A recomendação da marca é que se deixe de utilizar qualquer cadeira Cybex que tenha estado envolvida em qualquer tipo de acidente. A garantia da cadeira expira assim que a mesma tenha estado envolvida num acidente. Enviei toda a documentação para a fidelidade, em que me foi pedido fotografias da cadeira e foi enviado. A resposta final da seguradora é ir contra as informações que me foram dadas pela marca em que dizem que a cadeira não foi afetada diretamente pelo impacto e que não foi afetada pelos componentes que deflagraram dentro da viatura, no entanto tudo se deflagrou no lado direito onde estava a cadeira.. Nessa mesma informação a fidelidade diz que os airbags deflagraram pelo cinto, o que não é verdade. Os airbags do banco do pendura e o da lateral direito deflagraram pelo impacto do acidente uma vez que não ia ninguém do lado direito que fizesse os airbags dispararem, e não foi um acidente de raspão, como foi dito pela fidelidade, senão os airbags não abriam e o carro não tinha ficado bloqueado na estrada. Como é possível a fidelidade ir contra a recomendação da marca e afirmar que é tudo por interesse comercial? Estamos a falar da segurança de uma criança e que o impacto pode ter provocado danos na cadeira e na base não visíveis a olho nú. Esta será a minha última reclamação feita á Fidelidade. ESTAMOS A FALAR DA SEGURANÇA DO MEU FILHO e não tenho que sair prejudicada de um acidente ao qual não tive culpa.

Resolvida

Reembolso não efetuado

bom dia Encontro me a espera de um reembolso da fidelidade companhia de seguros e até hoje não foi efetuado. Não tenho uma resposta em concreto até hoje. Obrigado Luís Oliveira

Resolvida

Pagamento de fatura episódio de urgência

Exma. Senhora Rute Martins, Acuso a receção da vossa comunicação e tomo nota do pagamento da fatura referente ao episódio de urgência do dia 13/05/2025. No que diz respeito à fatura relativa ao episódio de urgência do dia 12/06/2025, tomo nota de que o pagamento foi recusado com a justificação de "atribuída alta curado sem incapacidade, com efeitos a 02/06/2025". Solicito que me seja esclarecido qual o n.º de apólice e a cláusula contratual em que se baseia esta recusa de pagamento. É crucial que me indiquem por que motivo uma alta com efeitos numa data anterior à data do episódio de urgência (02/06/2025 vs 12/06/2025) anula a cobertura de um atendimento de urgência posterior. A documentação clínica que possuo atesta a necessidade do atendimento de urgência na data de 12/06/2025, e o estado de "alta curado sem incapacidade" com efeitos a 02/06/2025 não invalida uma nova situação de urgência médica posterior. Aguardo a vossa resposta e a indicação do procedimento para a submissão de documentação adicional para reavaliação do processo. Com os melhores cumprimentos, Carla Luís

Encerrada

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