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Conta bloqueada desde o mês passado
Caros, desde o mês passado que a minha conta se encontra bloqueada devido aos dados pessoais que ainda não foram validados por vós. Pediram-me que fizesse a atualização ou teria a conta bloqueada e agora tenho a conta bloqueada porque fiz a atualização mas está pendente de confirmação da vossa parte. Eu pergunto-me, como é possível deixarem as pessoas tanto tempo com a conta bloqueada! Já faz pelo menos 3 semanas, se não mais! Tenho as contas para pagar e tentam retirar pelo débito direto e não dá porque a conta está bloqueada porque aguarda a confirmação da atualização dos dados! Isto é ridículo! Nem posso ir ao banco reclamar ou tratar lá do assunto porque quando entro para o trabalho ainda nem abriram e quando saio já estão fechados! Já tentei fechar a conta CINCO VEZES pessoalmente e era sempre desculpas. Ou sistema estava em baixo, ou só fechavam contas de manhã e de tarde não podiam, ou garantiam que não voltaria a ter a conta bloqueada (sim, porque o motivo de querer fechar a vossa conta é precisamente porque, volta e meia, me bloqueavam a conta durante semanas sem qualquer justificação e as contas não se pagam por telepatia!). No entanto aqui estou eu, com a conta bloqueada há mais de 3 semanas, já mandei e-mail e não respondem, não posso dirigir-me á loja devido ao meu trabalho e tenho as contas a ficarem em atraso porque não desbloqueiam o raio da conta mesmo eu já tento feito o que queriam há semanas! Ridículo, podem ter a certeza que assim que tiver oportunidade vou fechar a conta e não quero saber se o sistema vai estar em baixo, se só fecham contas em horas específicas, nem que eu arme um barraco para mim acabou! Ficar com contas em atraso porque não sabem fazer o vosso trabalho? É que nem pensem! Agradeço que o assunto seja resolvido nos próximos dias ou a próxima reclamação será no livro de reclamações e podem ter a certeza que não me fico apenas pelo livro. Que falta de respeito e que falta de noção.
Encerramento de conta conjunta não finalizada
No dia 07/02/24 fui até a agência da caixa geral na Bobadela solicitar a retirada do meu ex marido da conta conjunta, na altura assinei um documento de alteração da conta onde a conta corrente passaria a ser apenas minha, no dia meu ex não estava presente, onde foi solicitado que ele fosse até a agência para assinar a documentação e abrir uma nova conta para ele , e assim foi feito alguns dias após eu ter ido ele foi até a agência, e fez os procedimentos para abertura de uma nova conta apenas no nome dele e conta que usamos conjunto passaria a ser apenas em meu nome, nunca mas fui a agência pois acreditava estar tudo ok uma vez que já tinha assumido que fizeram as alterações, o que para minha surpresa estive na agência no dia 21/10/25 para tentar ver a possibilidade de um crédito e descobri que minha conta ainda continua sendo uma conta conjunta a pessoa que me atendeu na agência de Alverca se negou me dar qualquer tipo de informação alegando ser uma conta conjunta e que deveria ser os dois titulares juntos para ter informação, porém na minha solicitação anterior de fevereiro de 2024 já era para eu ser a única titular da conta, agora quero que isso seja resolvido uma vez que já tenho quase 1 ano e meio que estou divorciada e já tem 11 meses que não possuo conhecimento de onde possa se encontrar meu ex marido já que ele voltou ao Brasil, quero a solução pois quero cancelar essa conta devido a todo esse transtorno não tenho mais interesse em ser cliente da caixa geral visto tamanho desrespeito comigo como cliente, que fiz um pedido assinei um documento meu ex foi em seguida assinou e abriu uma nova conta e não fizeram o processo solicitado de exclusão do nome dele da minha conta segue em anexo o documento que recebi no dia que solicitei a alteração da conta
Cartão Bloqueado sem motivo
Exmos. senhores... A caixa geral de depósitos bloqueou-me o cartão quando me encontrava de férias num país fora da comunidade europeia sem qualquer motivo que o justificasse. Imaginam o pesadelo que é ficar sem recursos financeiros fora da comunidade europeia? De regresso a Portugal, ainda não me resolveram o problema, mesmo sabendo que estou sem dinheiro para o dia a dia. Estou pessoalmente na cgp de Alverca, sugeri o levantamento de dinheiro ao balcão, mas querem cobrar uma taxa. Estou incrédula! Lamento a falta de noção/consciência da cgd no que diz respeito à gravidade da situação e lamento também que não tenha a humildade de reconhecer a sua responsabilidade no sucedido.
Fraude digital
Exmos Senhores: No dia 16 de setembro, durante a tarde, verifiquei que foram retirados indevidamente valores da minha conta bancária. Assim que me apercebi do sucedido, contactei a linha de apoio da CGD. Enquanto aguardava atendimento, li uma mensagem recebida da CGD, do mesmo dia, informando que o meu cartão tinha sido bloqueado por suspeita de fraude e questionando se eu havia efetuado determinada operação. Respondi que não, tendo recebido de seguida outra mensagem a informar que o cartão tinha sido cancelado. No telefonema que estava a acontecer mencionei o ocorrido e solicitei a abertura de um processo de fraude. No dia 18 de setembro, verificaram-se novas retiradas. No entanto, após a receção do novo cartão, no dia 23 de setembro, e da reposição dos valores no dia 24 de setembro, presumi que a situação estaria resolvida. Aderi ao Apple Pay utilizando o novo cartão, após o receber (outubro de 2025), por receio de usar o cartão físico. Desde então, comecei a utilizar a wallet do iPhone com a autorização e código secreto da aplicação da CGD. No dia 8 de outubro, notei novamente transações não autorizadas na aplicação da CGD. Contactei a linha de apoio e informaram-me que se tratava de retiradas efetuadas pela própria CGD, por terem “considerado” que não se tratava de fraude. Nesse telefonema fui, ainda, instruída a consultar uma resposta na aplicação. Contudo, não aceito que tais operações não constituam fraude, dado que não autorizei nem realizei quaisquer transações, nem partilhei dados pessoais, códigos de segurança, PIN ou credenciais de acesso com o cartão antigo. Peço ajuda na resolução desta injustiça.
Crédito bonificado à habitação com pessoa com deficiência
Exmos. Senhores, O signatário não viu acolhido o pedido de conversão do empréstimo à habitação concedido em 2010 para o "Regime jurídico da concessão de crédito bonificado à habitação com pessoa com deficiência, em conformidade com a < lei nº. 64/2014. O signatário possui Atestado Médico de Incapacidade Multiuso permanente de 81% e sua esposa de 60%, na 1ª. avaliação, sendo que na próxima avaliação seguramente pode subir para mais de 90%, uma vez que, conforme PET TC (06 Março 2024) tem "Lesão hipermetabólica, com maior expressão na região axilar direta pulmonar (múltiplo e bilateral) e ósseo (5ª. costela direita), com avidez intensa para FDG - estadio IV". A CGD ignorando o pedido formulado alterou as condições do empréstimo reduzindo o valor da prestação em apenas €50,00.
Solicitação de esclarecimento e restituição de valor indevido
Exmo.(a) Senhor(a), Espero que esta mensagem o(a) encontre bem. Venho, por este meio, manifestar a minha preocupação relativamente a um débito registado na minha conta bancária. Ao consultar o meu extrato, constatei uma movimentação no valor de 19€, identificada como “DISP CARTÃO DÉBITO”, bem como a cobrança adicional de 0,76€ referente a “IMPOSTO DE SELO E COMISSÃO”, totalizando 19,76€. Fui informada de que se tratava da anuidade do meu cartão de débito. Contudo, gostaria de salientar que não solicitei a emissão de um novo cartão, uma vez que o meu cartão atual encontra-se válido até 09/2027. Acrescento ainda que não recebi qualquer notificação prévia sobre esta cobrança, tomando conhecimento da mesma apenas ao verificar o meu extrato bancário. Assim, solicito a restituição do valor debitado e o cancelamento do cartão indevidamente associado a esta cobrança, uma vez que o cartão que possuo continua ativo e dentro da validade. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta célere e a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Ana Paula Fonseca
transferência não depositada
Exmos. Senhores, Boa tarde, Hoje, domingo, pelas 8h53m, recebi uma transferência de 20€ por mbway. A pessoa que me enviou verificou que na aplicação mbway deu como enviado, o valor de 20€. Na minha aplicação do mbway dá como recebido o valor de 20€. O que se passa é que o valor de 20€, não está disponível na conta associada ao mbway e ao número de telefone. Na aplicação caixadirecta, na "lista de tarefas", estado "aprovado", encontra-se a operação de transferência de 20€, mas não está disponível no saldo. Entretanto para teste, a mesma pessoa enviou 1€ e depois 4€ por mbway e esses valores ficaram logo disponíveis no saldo. A minha revolta é que preciso do dinheiro com urgência, já liguei 3 vezes para a caixa geral de depósitos e ninguem me resolve o probema. Preciso de dinheiro para comer e não tenho. Isto não se faz!!! Eu julgo que é um bug muito grave da caixa geral de depósitos inadmissível e ninguém me dá resposta em tempo útil!!! Cumprimentos.
Fracionamento/parcelamento
Bom dia venho por esse meio mostrar minha insatisfação com os serviços prestados sobre cartao de credito caixa onde fiz a adesão e não é muito explícito no ato da adesão a opção de fracionamento , em linha com os 2 atemdes que conversei falaram que so quando adere o cartao que tem essa opção de fracionado se nao aceitar vou ter um cartão que nao parcela isso é um desrespeito muito grande com o cliente solicito as opção de fracionamento dos meus cartões ou vou cancelar todos meus serviços com o banco
Débito indevido
No dia 11/09/2025 houve um débito indevido na minha conta da Caixa Geral de Depósitos (CGD), no valor de 146,48 €, em nome de Ageas Seguros Não Vida. Jamais adquiri quaisquer serviços desta "empresa" e jamais autorizei tal débito, o que configura ESTELIONATO. Fiquei boquiaberto e indignado com a falta de segurança deste banco Caixa Geral de Depósitos, devido ao fato de sem sequer me consultar, ter feito o débito INDEVIDO na minha conta. Total negligência e conivência desta agência bancária, que se vangloria em publicidades ao dizer que sob sua égide o dinheiro do cliente está "seguro e protegido". Repito: nunca fiz qualquer solicitação de serviço à essa "empresa" Ageas Seguros Não Vida e nem assinei qualquer documento que autorizasse débito direto na minha conta bancária. Como é possível uma "empresa" conseguir invadir a privacidade de uma conta bancária e usurpar, surrupiar dinheiro, sem o banco tomar as devidas medidas de segurança? Além de sofrer todo esse desrespeito por parte da Caixa Geral de Depósitos e da Ageas Seguros Não Vida, passei pelo constrangimento de chegar à caixa do supermercado e não ter dinheiro na minha conta, pois essa "empresa", sorrateiramente usou da negligência do banco para tomar de assalto o meu suado dinheiro. Exijo que a Caixa Geral de Depósitos tome as devidas providências o mais rápido possível e faça o estorno do MEU dinheiro que a Ageas Seguros Não Vida subtraiu da minha conta bancária. Obrigado.
A CGD recusa aceitar, pedido de conversão de conta SMB
Sou cliente da Caixa Geral de Depósitos e pedi a conversão da minha conta para Conta de Serviços Mínimos Bancários (SMB), direito que me é garantido pelo Decreto-Lei n.º 27-C/2000 (artigo 3.º-A, n.º 1), que estabelece claramente que os bancos não podem recusar a prestação de SMB a clientes elegíveis. A CGD respondeu que só aceita o pedido presencialmente em balcão, o que para mim é impossível, pois atualmente resido na Suíça. Esta exigência não está prevista na lei e, na prática, significa recusar o acesso a um direito legalmente protegido, criando uma barreira injustificada. A própria resposta da CGD confirma que não disponibiliza nenhum meio alternativo (assinatura digital com Chave Móvel Digital, envio autenticado, ou procuração), impedindo-me de exercer um direito que deve ser universal e acessível. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, mas a CGD mantém a mesma posição. O que pretendo: Que a CGD respeite a lei e disponibilize meios não presenciais para adesão às SMB, permitindo que clientes no estrangeiro possam exercer este direito sem deslocações desnecessárias a Portugal.
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