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Débito directo
Exmos. Srs.Verifico que foi criada ontem, dia 13-11-2023, uma autorização de débito na minha conta bancária da CGD, por parte dos CTT.Não criei ou autorizei este débito directo.Não tenho em meu nome qualquer dívida ou obrigação de pagamento que justifique este débito.Presumia que uma conta bancária fosse inviolável e de exclusivo acesso do seu titular.O caso pode ter como origem um erro do sistema dos CTT e ou da CGD, ou, ainda mais grave, por eventualmente intromissão alheia numa conta bancária.Já contactei a CGD e os CTT sem resposta que resolva a questão.Agradeço esclarecimento e imediata resolução.Os meus cumprimentos.José FarinhaDados do débito:Data criação :13-11-202Entidade credora: PT61ZZZ111450 - CTT - AGUA/GASNº autorização débito: 96269754722
Recusa taxa fixa crédito habitação
Ex.mo Senhores, tendo tomado conhecimento da nova campanha promovida pela Caixa Geral de Depósitos de taxa fixa a 3,75% durante 2 anos, solicitei no final do mês de Julho de 2023, via mensagem segura caixa direta, uma simulação para o meu crédito habitação. A mesma foi-me enviada pelo meu gestor (João Pedro Carrasqueira) por mensagem caixa direta no dia 27 de Julho de 2023. A simulação apresentava uma mensalidade de cerca de 740€ mensais. Tendo em conta que a minha mensalidade atual é de 725€ (taxa variável) decidi dar início ao processo, uma vez que se trataria apenas de uma diferença de cerca de 15€ e face aos aumentos da taxa euribor acabaria por me compensar a longo prazo. Enviei todos os documentos solicitados no dia 6 de Agosto de 2023 e no dia 8 de Agosto recebo uma mensagem do gestor a informar que a documentação foi encaminhada para análise.Reforço que durante todo este processo nunca fui informada por parte do gestor que não preenchia todos critérios, muito pelo contrário até porque a diferença para o que pago atualmente com taxa variável é mínima.Para meu espanto, no dia 13 de Outubro, ou seja, mais de 2 meses depois de ter feito o pedido de passagem para taxa fixa, recebo uma resposta via caixa direta a informar que o meu pedido tinha sido recusado por não se encontrarem reunidas condições (critérios de solvabilidade) para adesão à opção taxa fixa. Enquanto cliente da CGD, cumpri sempre as minhas obrigações e paguei sempre a tempo e horas a mensalidade de 725€ pelo que não compreendo como a CGD me recusa a taxa fixa a pagar 740€ (apenas mais 15€ do que pago atualmente). No mesmo dia (13 de Outubro), contactei o meu gestor de conta por chamada telefónica. O mesmo foi arrogante e muito pouco profissional ao telefone. Quando lhe disse que iria procurar outras alternativas de crédito junto de outros bancos o mesmo respondeu-me de forma irónica e extremamente arrogante que “nenhum banco me iria dar crédito sequer”! Acho uma falta de respeito tratarem assim os clientes. Sou cliente da caixa geral de depósitos à vários anos e reforço uma vez mais que sempre cumpri com as minhas obrigações e nunca em tantos anos me senti tão insultada.Solicitei novamente ao gestor uma alternativa e no dia 23 de Outubro recebo uma mensagem da caixa geral de depósitos a informa-me das medidas de apoio “DL 80A/2022”, medidas estas que poderia solicitar junto da CGD. Segundo as medidas apresentadas, a mensalidade que iria pagar seria de mais de 800€ por mês!Perante o exposto, solicito que a CGD me explique como me nega um pedido de taxa fixa a pagar 740€ alegando que não estão reunidas as condições (critérios de solvabilidade) para adesão à opção da taxa fixa e me apresenta uma proposta a pagar mais de 800€/mês! Dizem que o cliente não tem capacidades económicas para suportar uma mensalidade de 740€ e após recusa apresentam 10 dias depois uma proposta de mais de 800€ mensais com acréscimo juros? Gostaria ainda que me justificassem como demoram mais de 2 meses a dar uma resposta para aprovação de taxa fixa ao cliente, ainda por mais sendo a mesma negativa. Solicito ainda que me seja atribuído um novo gestor de contas pois nunca fui tratada de forma tão arrogante e pouco profissional por alguém que “supostamente” representa uma instituição bancária. Perante esta situação solicito igualmente a revisão de todo o processo e a atribuição da taxa fixa com a mensalidade de 740€ conforme descrito na simulação efetuada pela CGD.Fico a aguardar uma resposta célere.Cumprimentos,Maria Helena Pinto
Crédito habitação recusa de taxa fixa
Venho por este meio comunicar a V. Exas que após ter tomado conhecimento da nova campanha promovida pela Caixa Geral de Depósitos de taxa fixa a 3,75% durante 2 anos, solicitei no final do mês de Julho de 2023, via mensagem segura caixa direta, uma simulação para o meu crédito habitação. A mesma foi-me enviada pelo meu gestor (João Pedro Carrasqueira) por mensagem caixa direta no dia 27 de Julho de 2023. A simulação apresentava uma mensalidade de cerca de 740€ mensais. Tendo em conta que a minha mensalidade atual é de 725€ (taxa variável) decidi dar início ao processo, uma vez que se trataria apenas de uma diferença de cerca de 15€ e face aos aumentos da taxa euribor acabaria por me compensar a longo prazo. Enviei todos os documentos solicitados no dia 6 de Agosto de 2023 e no dia 8 de Agosto recebo uma mensagem do gestor a informar que a documentação foi encaminhada para análise. Reforço que durante todo este processo nunca fui informada por parte do gestor que não preenchia todos critérios, muito pelo contrário até porque a diferença para o que pago atualmente com taxa variável é mínima. Para meu espanto, no dia 13 de Outubro, ou seja, mais de 2 meses depois de ter feito o pedido de passagem para taxa fixa, recebo uma resposta via caixa direta a informar que o meu pedido tinha sido recusado por não se encontrarem reunidas condições (critérios de solvabilidade) para adesão à opção taxa fixa. Enquanto cliente da CGD, cumpri sempre as minhas obrigações e paguei sempre a tempo e horas a mensalidade de 725€ pelo que não compreendo como a CGD me recusa a taxa fixa a pagar 740€ (apenas mais 15€ do que pago atualmente). No mesmo dia (13 de Outubro), contactei o meu gestor de conta por chamada telefónica. O mesmo foi arrogante e muito pouco profissional ao telefone. Quando lhe disse que iria procurar outras alternativas de crédito junto de outros bancos o mesmo respondeu-me de forma irónica e extremamente arrogante que “nenhum banco me iria dar crédito sequer”! Acho uma falta de respeito tratarem assim os clientes. Sou cliente da caixa geral de depósitos à vários anos e reforço uma vez mais que sempre cumpri com as minhas obrigações e nunca em tantos anos me senti tão insultada. Solicitei novamente ao gestor uma alternativa e no dia 23 de Outubro recebo uma mensagem da caixa geral de depósitos a informa-me das medidas de apoio “DL 80A/2022”, medidas estas que poderia solicitar junto da CGD. Segundo as medidas apresentadas, a mensalidade que iria pagar seria de mais de 800€ por mês! Perante o exposto, solicito que a CGD me explique como me nega um pedido de taxa fixa a pagar 740€ alegando que não estão reunidas as condições (critérios de solvabilidade) para adesão à opção da taxa fixa e me apresenta uma proposta a pagar mais de 800€/mês! Dizem que o cliente não tem capacidades económicas para suportar uma mensalidade de 740€ e após recusa apresentam 10 dias depois uma proposta de mais de 800€ mensais com acréscimo juros? Gostaria ainda que me justificassem como demoram mais de 2 meses a dar uma resposta para aprovação de taxa fixa ao cliente, ainda por mais sendo a mesma negativa. Solicito ainda que me seja atribuído um novo gestor de contas pois nunca fui tratada de forma tão arrogante e pouco profissional por alguém que “supostamente” representa uma instituição bancária. Perante esta situação solicito igualmente a revisão de todo o processo e a atribuição da taxa fixa com a mensalidade de 740€ conforme descrito na simulação efetuada pela CGD. Fico a aguardar uma resposta célere. Cumprimentos, Maria Helena Pinto
Penhora
Venho por este meio reclamar do facto de hoje pela manhã ter entrado na minha conta e me ter deparado com uma penhora da qual não fui notificada no valor de 150 euros ao qual esse dinheiro era o que tinha para pagar as minhas contas de casa e tendo eu ficado com 50 euros na conta. O título da penhora é CO UCO2.6 penhoras e habilitações de herdeiros. Visto que não posso ficar com tão pouco dinheiro na conta e fui penhorada indevidamente eu quero o reembolso do meu dinheiro pois não vou viver de ar e vento durante 1 mês inteiro.
CGD-Acão Judicial , sem notificação , sem hipotese de pagamento
Venho por este meio expor o meu caso, a V Exª e consequente reclamação.Eu e a minha familia somos avalistas de uma empresa Familiar. Esta empresa declarou-se insolvente.A CGD sem antes abordar os avalistas/fiadores a saber se queriam ou podiam pagar o montante a que somos avalistas/fiadores, colocou o processo numa ação judical , sem saberemos , nem termos sido notificados.Recebemos uma carta da CGD a 22/09 a dizer que estava uma livrança para pagar, no mesmo tentei telefonar a CGD e enviar email ao contacto sem resposta.No dia 27/09 ( ultimo dia voltei a enbviar outro email - nunca atenderam as minhas chamadas) a propor um acordo.Recebi a resposta no mesmo dia pela sociedade de advogados SPS, e começamos a negociar um plano de pagamento ( ultimo dia confrme a carta).Mais tarde quando estavamos a negociar com os advogados (SPS) da GCD as condições de pagamento e como se fazia para pagar o montante a que somos avalistas, descobrimos que o processo já estava em acção judicial para uma penhora Judicial dos vencimentos dos avalistas/fiadores ( Todos)Ora o montante em vida era 3.380 euros e que após a ação judicial passou para 5300 e sem nunca nos darem hipoteses de pagar.Agora depois da ação judicial estamos a tentar que a CGD /SPS desista da Ação , pois queremos pagar de imediato o valor que somos fiadores.MAs aparentemente não se pode voltar atras.Trata-se de algo muito esquisito, pois não houve pergunta por parte da CGD aos avalistas, a saber se queriamos pagar a pronto, ou tentar chegar a um acordo com um plano de pagamento e fomos logo empurrados para uma ação judicial ( que aumento a divida de 3.380 para 5300)FInalmente só eu ( Jorge Serra) que é que recebi a carta notificação, os restantes não receberam a carta e foram para a acção judicial , na mesma.Obrigado
Credito Para Obras
Venho por este meio informar o meu descontentamento com o Serviço da Caixa Geral de Depósitos de Angra do Heroísmo, no mês de Setembro de 2022, comprei uma habitação através da DS Créditos de PDL, no dia 19 de Agosto de 2023 tivemos a primeira avaliação para termos acesso ao credito de obras e nos foi dito que em duas semanas teríamos parte do valor disponível na conta, hoje dia 18 de outubro 2023, quase 2 meses após a avaliação, ainda não recebemos qualquer valor do banco e sempre que questionados sobre o assunto, dizem que a funcionaria encarregue do nosso processo Sra. Patrícia Arruda está de ferias que irá passar para o gerente do banco, mas pouco ou nada resolveu, estamos a pagar as obras todas com empréstimos de familiares que também já não tem como nos ajudar mais. Estamos constantemente a ligar durante estes 2 meses para nos darem noticias e as respostas são sempre as mesmas não podemos fazer nada, o seu processo está á espera que retirem as condicionantes, não deveriam ter feito com a DS Créditos, se fosse connosco já estava resolvido, não temos culpa. Pois bem se a culpa não é do banco nossa muito pior, pois não podemos fazer nada a não ser aguardar, mas devido á demora e a falta de pagamento a empresa que está a fazer as obras nós avisou que iram parar, ficando assim a casa parada, nesse sentido. Gostaria de saber o que mais podemos fazer para agilizar o processo? apesar de nossa parte penso que não podemos fazer mais nada, penso eu.
Penhora arbitrária
no dia 01-10-2023,percebi que na minha conta na Caixa Geral de Depósitos estava faltando 635.82 tentei contacto por tlf para exclarecer mas não consegui fui até a agência do Montijo, no qual fui muito bem atendido e explicou o que tinha acontecido. AT ( Finança de Alenquer) tinha feito um pedido de penhora bancária no valor de 635.92. Lembrando que existe uma penhora de ordenado desde 2019 no qual somando as 2 penhoras ultrapassa os 825, ou seja acima do ordenado mínimo nacional, no qual o dinheiro seria para pagar a renda entre outras coisas, não seria para mim poder divertir ou gastar no centro comercial, séria para despesas de casa. CGD realizou a penhora e esqueceu que existe lei por traz dos órgãos públicos, o banco tem que cumprir o determinado mas dentro da lei, o que não Aconteceu. A CGD deixou vulnerável sem dinheiro para pagar renda, água, luz, gás etc.por Lei, não foi respeitado e salvaguardado como a lei indica no numero 5 do Artigo 738.º, no que respeita a Bens parcialmente penhoráveis:“5 — Na penhora de dinheiro ou de saldo bancário, éimpenhorável o valor global correspondente ao saláriomínimo nacional de 760.0 eurosManifestei também por escrito na Reclamação Portal da Queixa nº Nº 100187023. Agradeço esclarecimento em relação a esta ilegalidade cometida pela instituição bancária em questão. Esta situação, torna evidente a violação do artigo em causa (738º), e esta violação foi efetuada pelo funcionário que levou a esta situação não tendo em conta que tem que salvaguardar o valor do ordenado mínimo nacional, 760€.Pergunto: qual é o processo Judicial em que o funcionário de baseou para bloquear a minha conta que nunca poderá ser bloqueada em valores inferiores a 760€.Neste momento encontro-me privada de qualquer meio de subsistência e sobrevivência humana.Volto a referir que Solicito que desbloqueiem o saldo que por lei não é penhorável.Preciso dele para sobreviver!Cliente da CGD nº 4742342 com o número de conta 0033015155330
Penh. e habilitação de herdeiros
Venho por este meio reclamar que foram à minha conta bancária e retiraram me para saldo cativo 130€ com a descrição CO UCO2.6 - PENH E HABILITACAO HERDEIROS, sem qualquer aviso prévio, sendo que ninguém da minha família faleceu.Gostaria a situação resolvida o mais rápido possível.
Caixa Geral de Depósitos não protege clientes de burla
No dia 26/09/23 através de um sms de whastapp fui objeto de uma burla financeira. Alguém se fez passar pelo meu irmão, solicitando uma verba, justificando que tinha ficado sem telemóvel e não podia fazer um pagamento a um fornecedor. Porque me pareceu credível (o meu irmão é empresário) acedi à minha Caixa Directa. Tentei fazer a transferência para a referência multibanco que o suposto meu irmão me deu. Não consegui fazer, pois recebi uma mensagem a dizer O montante da operação excede o limite máximo diário definido para a operação.Em momento algum houve uma informação específica a alertar para que eu pudesse estar a ser objeto de uma tentativa de burla, visto que a referência da entidade é, soube-o no dia 27/09/23, uma referência conhecida em casos de burla. Aconteceu que acabei por me dirigir ao MB, fiz a transferência de 1000€ para aquela referência MB. Ora, sendo conhecida essa referência de entidade (21800) como estando associada a casos de burla, a CGD tinha a obrigação de proteger os seus clientes e não o fez, nem faz. E não o fez, porque não tem um sistema de alerta para o facto de aquela referência de entidade de multibanco estar associada a processos de burla financeira. Devia informar que aquela referência multibanco ( e outras) está associada a processos de burla, solicitando ao seu cliente que confirmasse a origem e o teor da mensagem recebida. Não basta ter na front page da Caixa Direta, quando entramos, um alerta sobre fishing, em casos em que a imagem da CGD é usada para enganar os seus clientes.Devia ter algo do género A referência da entidade que está a querer usar tem sido usada para situações de burla. Por favor confirme a origem dos dados. A CGD pode defender-se referindo que a entidade responsável pela dita referência, ou mesmo a SIBS, é que devem assumir a responsabilidade. Contudo, a CGD deve defender os seus clientes e é responsável por garantir a credibilidade e a confiança na relação entre cliente (eu) e fornecedor de serviço financeiro (CGD) e ao quebrar-se a confinça em operações bancárias está criado um problema. Aliás, esta situação arrasta-se desde 2018, como reportado nesta noticia https://observador.pt/opiniao/referencias-multibanco-fraudulentas-banco-de-portugal-e-sibs-tem-que-agir/Sendo esta, uma situação que se está a alastrar cada vez mais, era por demais evidente que as entidades bancárias/financeiras envolvidas já tivessem desenvolvido um sistema de prevenção destas situações.Não sendo o caso, eu exijo que a CGD assuma o responsabilidade por não proteger o seu cliente e assuma o meu prejuízo e me devolva os 1000€, que foi o resultado da burla. Quando me apercebi do que aconteceu (dia 28/09/2023) liguei de imediato para a Caixa Directa CGD, a quem expus a situação e apresentei queixa-crime na Policia Judiciária, que infelizmente confirmou que há uma enorme quantidade de queixas deste género todos os dias. Tudo isto agrava, quando se percebe que é uma situação que vem desde 2018, como reportado em vários jornais.
Cobrança indevida de renovação de Cartão de Crédito Pré Pago
Foi debitado de minha conta a ordem no dia 20/09/2023 uma tarifa de renovação de cartão PRÉ PAGO sem a minha anuência, consulta ou consentimento.Imediatamente liguei para o atendimento geral da CGD, informei a situação e pedi o imediato cancelamento do dito cartão pré pago, E O RESSARCIMENTO do débito INDEVIDO.Em momento algum fui consultado se pretendia a renovação desse cartão, nem recebi qualquer tipo aviso ou informação desse débito, que ME CAUSOU TRANSTORNOS FINANCEIROS, danos financeiros e morais, impedindo o débito de um importante seguro para o qual eu estava a manter o saldo provisionado!
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