Reclamações públicas

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H. M.
04/09/2020

Atraso vestoria obra

Assunto: Vestoria em obra não efetuadaNIF: 200988204Exmos. Senhores,Contraí em Junho 2020 um crédito à habitação contratado ao banco Montepio, do qual consta a entre outras condições a necessidade de adiantamento por parte do contraente de 50.000 Euros investidos na obra para libertação da primeira tranche do empréstimo, sendo a mesma liberta após avaliação do banco. Para cumprir com o investimento de 50.000 euros, dado que não possuiamos a totalidade dos recursos necessários em depósito à ordem (possuiamos parte a prazo com juros a vencer em Novembro) sugeriu o banco a hipoteca destes depósitos através de um outro empréstimo pessoal destinado a cobrir o investimento inicial que seria depois liquidado após o pagamento da primeira tranche do empréstimo. Fomos informados de que as inspeções deveriam ser solicitadas com 2 dias de antecedência sendo as tranches libertadas entre avaliação e libertação do capital no prazo máximo de 1 semana. Nesse sentido, e após o capital investido em obra superior a 50.000 euros solicitámos a vestoria no dia 17 de Agosto. Porém até ao dia de hoje a inspeção não foi efetuada, o banco não disponibiliza informação de quando será efetuada e no entretanto continuamos a pagar o empréstimo pessoal sem saber quando será a referida inspeção efetuada estando assim reféns do banco e sujeitos a custos pessoais (a favor do banco) e sem qualquer possibilidade de alterar a situação. De referir que nos serão cobrados 150 euros pela referida vestoria apesar dos atrasos e prejuizos causados. De referir que o banco já assumiu (verbalmente) terem existido erros no processo, e que a referida vestoria nunca deu entrada em processo de distribuição para qualquer avaliador apesar de durante 3 semanas nos terem mentido constantemente de que o processo já teria dado entrada.Adicionalmente a obra parou por falta de capital obrigando-me já a ter pago 3 dias de trabalho ao empreiteiro (450 euros dia) sem que este tivesse materiais de construção para trabalhar uma vez que não estava previsto que a obra parasse e o empreiteiro não tinha previsto a paragem da obra e nem possuia outro trabalho onde colocar os colaboradores. Adicionalmente encontra-se a desmobilizar da nossa obra para iniciar uma outra, sendo que após o início desta nova moradia somente regressará à nossa após a conclusão desta nova obra o que levará no mínimo 6 meses. Dado que temos o apartamento onde residimos já alugado a partir de Dezembro estamos neste momento reféns do banco, sujeitos ao pagamento de um empréstimo mais caro e a prejuizos pessoais incáculáveis nomeadamente a necessidade de arrendamento de uma casa em Dezembro, a inerente mudança de mobilia e o impacto familiar numa criança de 3 anos e os riscos agravados destas mudanças em cenário de pandemia. Após reclamação presencial ao balcão (por 6 vezes) o gerente do balcão Montepio de Alcobaça recusou levar o caso a instâncias superiores, recusou fornecer quaisquer dados que nos permitissem reclamar junto dos seus superiores e não forneceu quaisquer informações que vislumbrassem um término da presente situação desresponsabilizando-se do caso. Pelo presente solicitamos a vossa ajuda para desbloquear a situação nomeadamente que sejamos ressarcidos de quaisquer despesas inerentes ao crédito pessoal, ao atraso da obra e respetivos danos causados pela ineficiencia, inoperancia e falta de zelo do banco. Com os melhores cumprimentos,Henrique Tinta Mateus917345231henriquetintamateus@gmail.com

Encerrada
C. R.
26/05/2020

Cancelamento indevido de cartão pré-pago

No inicio deste ano reparei que não conseguia aceder na app net24 ao meu cartão pré-pago para carregamentos. Algum tempo depois desapareceu da app e já não consegui aceder de todo ao cartão. Após numeras tentativas telefónicas para o serviço net 24 e devido a ter pago uma factura de aproximadamente 24 euros,deixei o contacto e fui contactada um mês depois, informando-me que a SIBS tinha cancelado o meu cartão por ter acedido a um site perigoso e por medida de segurança standard teria sido desactivado. Informaram-me também que não conseguiam proceder ao pedido de um cartão novo sem ter de pagar o custo associado e que para isso teria de me dirigir ao balcão. ( o cartão tinha validade até 04/21). Dirigi-me ao balcão, onde me informaram que deveria ter sido contactada para me informarem que o cartão tinha sido desactivado e que no caso de não atendimento telefónico pelo cliente, o banco emitia um cartão novo sem custo para o cliente mas, que como a situação tinha ocorrido no inicio do ano já não havia um registo dessa ocorrência por parte da sibbs e não iriam conseguir emitir o cartão sem o pagamento associado ao custo de emissão. A menina que me atendeu no balcão ficou de me contactar à posteriori para me dar alguma indicação, o que fez no dia seguinte dizendo que não conseguiam nenhuma informação da SIBBS e que teria de ser eu a contactar a SIBBS e pedir que me enviassem a ocorrencia para poderem emitir o cartão sem custos. Ora como houve vários erros por parte do Banco e a desresponsabilização por parte do mesmo, levando gastos telefónicos exagerados ( porque na altura em que fiz os contactos a linha deles estava com um bug e fazia repetidos loops, devido á passagem de serviços causado pelo estado de emergência tendo sido atendida por mais de 7 assistentes) e no fim a imputarem a responsabilidade de resolução ao cliente! Ou seja,não me contactaram para me informarem que o cartão foi desactivado, não emitiram um novo cartão de substituição e a cliente é que tem de pedir informações á SIBBS se quiser o cartão de volta sem pagar. Ora é óbvio que não reclamo por causa do valor de 6 euros + iva, mas pela forma como abordaram a situação e sacudiram a agua do capote! Inúmeras falhas e tentativas de culpabilizar entidades dentro da instituição, que nunca assumiu o erro.Se esta situação não for resolvida irei proceder ao fecho da conta porque não tenho nenhum interesse em ter um banco que funciona desta maneira e tem este tipo de atitudes para com o cliente!

Encerrada
F. N.
12/05/2020

Cobrança Avaliação Imóvel

Venho por este meio expor uma situação de incumprimento do banco Montepio pelo balcao de Gandara dos Olivais, atraves do funcionario Hugo Gaspar.Em Outubro 2019 solicitei uma simulação de emprestimo bancario para aquisição de um imovel.Foi-me solicitada abertura de conta no montante de 250€.Depois de pedidos varios de documentacao por parte do Banco, quer meus, quer do fiador, foi-me comunicado telefonicamente, 1 mês apos a apresentação inicial dos mesmos, que precisavam dos meus recibos de vencimento dos ultimos 2 anos (24 recibos), dado o meu vencimento mensal nao ser suficiente para a taxa de esforço permitida. Enviados os docs da minha parte, seguiu-se um periodo de 2 semanas sem informação por parte do Banco, tendo sido adicionalmente pedida clarificação de categoria profissional e mais detalhes acerca dos recibos de vencimento, o que tambem facultei no imediato e ao que se seguiram pedidos meus de resposta, uma vez que o vendedor do imovel, ao ter negado quaisquer outras visitas, apresentava já sinais de cansaço pela demora do Banco que se negava a dar respostas concretas no que concerne à avaliação das possibilidades de contrair o emprestimo.Na seguinte semana e sem me ter sido apresentada qualquer pré-aprovacao do crédito e que existia luz verde para avançar face à minha situação laboral, o Sr. Hugo ligou-me indicando que a avaliação do imovel ja tinha sido efectuada e que o valor aferido foram 175.000€. Solicitou-me tambem que assinasse uma ficha que me ia enviar por email cujo titulo é: Pedido de Financiamento - o que percebi tratar-se da ficha de pré-aprovacao de crédito após inumeros atrasos por parte da entidade financeira, para me indicar se podia ou nao avançar com o credito. Ao inves de esclarecimentos contundentes foi-me apresentada a supra mencionada ficha que o Sr. Hugo pediu para devolver assinada e em que o valor referido eram já 170.000€ e não os 175.000€ que me foram comunicados pelo telefone. Em relação à avaliaçao do imóvel, nao me foi comunicado que se iria efectuar a mesma, nem me foi questionado se quereria avançar visto que a minha situação laboral foi posta em causa e, sugeriu desde o inicio, um entrave à concessão do credito, pelo que, ao me ser apresentada a ficha, compreendi estar ultrapassada a situação de dúvida com respeito à minha taxa de esforço, por parte do Banco e depreendi que se iria avançar com o pedido de financiamento oficial.Posteriormente à avaliação, não me foi facultado qualquer feed back. Nunca me foi enviada a ficha de avaliação do imóvel, o que considero inaceitável por parte do Montepio e que releva, uma vez mais, a falta de profissionalismo, transparencia e fiabilidade de informação por parte desta instituição. Fica também a incógnita se a avaliação foi levada a cabo por um profissional credenciado,uma vez que este não se deixou acompanhar por ninguém, pedindo autorização apenas ao proprietário.Recordo que a Ficha de Informacao Normalizada Europeia que me foi apresentada aquando da simulacao informa Comissao de avaliacao : 210€ -a cobrar no momento de avaliacao do imovel, independentemente da contratacao do emprestimo mas só é aplicada quando existe pré-aprovação do emprestimo. No meu caso, essa pré-aprovação nunca existiu e isso não me foi comunicado. O problema desde o inicio foi sempre o meu salario e taxa de esforço, nunca tendo estado em causa o valor do imóvel. Se para o Montepio, as condições de pagamento de mensalidade da minha parte não estavam reunidas, porqueavançou a entidade com a avaliação, como se todas as restantes condições do proponente fossem favoráveis à concessao de crédito? Questiono tambem a veracidade do valor proposto de 170.000€ uma vez que os imoveis em redor, se encontram à venda, sem excepção,por valores muito superiores a 200.000€.Nunca me foram apresentadas alternativas para contornar a inviabilidade da concessao do credito solicitado, que se repercutiu durante toda a vigencia do pedido de analise e que se revestiu de uma falsa pre-aprovacao de credito.Nunca me foi proposto um valor de empréstimo mais baixo, em concordância com a realidade do meu salário -algo que me foi explicado posteriormente por profissionais da banca, terceiros, e nunca pelo Montepio enquanto aguardei a aprovação.No dia 27.11.2019, recebi, por fim, um email impessoal, após toda a espera de feed back e contra todas as expectativas, pois pensava ter o credito pre-aprovado, a seguinte informação:Boa tarde,Lamentamos mas não nos é possível aprovar o Credito Habitação.Quando fui encerrar a conta na semana seguinte, fui informada que o valor da avaliação tinha sido retirado, 210€ + imposto selo, bem como despesas de manutenção de 2 meses de conta aberta, tendo sobrado, dos 250€ iniciais, apenas 25.23€ pelos quais tive de pagar + 4.27€ para levantar ao balcão.Não me disponibilizaram qualquer forma de movimentação do meu dinheiro que não fosse a pagar e ainda me informaram que para ter um cartão tinha de pagar 12€. Uma vez que já reclamei junto ao Banco por carta registada p/ Serviço a clientes, e p/ o balcão e tive uma resposta chapa 5 gostaria que a entidade em questão me indicasse como prevê ressarcir-me do tempo gasto, negócio perdido e dinheiro injustificado que me tirou, sem qualquer aplicabilidade. Exijo a restituição dos 250€, por não haver justificação para a conduta do processo supra que apenas beneficiou o Banco com um roubo declarado e prejudicou a cliente.Aguardo resposta c/ brevidade

Encerrada
L. C.
08/05/2020

Recuperação de Crédito

NIF: 206113919Conta: 449.10.485269-3Exmos. Senhores,Fui interpelado pela vossa Direcção de Recuperação de Crédito (DRC), via carta registada recebida no dia 21/03/2020, na qualidade de fiador do financiamento nº 084.21.100918-2, para proceder à liquidação de um valor acumulado de € 7.141,65. O não cumprimento de uma destas opções resultaria na vencimento de todas as obrigações emergentes do financiamento em referência e entrada imediata da competente ação judicial (...) com vista à cobrança integral do crédito(...)Não sendo valores que quer a devedora ou eu próprio tivéssemos disponíveis, a devedora entrou em contacto com a DRC. Foi a mesma informada que o valor deveria ser pago na sua totalidade ou no prazo de um ano, mediante o pagamento imediato de 50% do valor em causa. Visto a situação de estado de emergência que se havia iniciado dias antes, e a impossibilidade de proceder judicialmente por tempo indeterminado, foi-nos dito que apresentássemos propostas alternativas para análise.No entanto, nem mesmo a apresentação de um imóvel como garantia para um possível crédito pessoal em meu nome foi aceite, sendo todas as propostas apresentada recusadas através de emails tipo, que nenhuma explicação ou contraproposta apresentavam. Só o mesmo texto copy/paste, que deixa a sensação de que tudo não passou de uma manobra dilatória para nos fazer perder tempo e arrastar o processo até à reabertura dos tribunais.A muito custo, com recurso a família, amigos e afins, a devedora e eu conseguimos angariar o valor correspondente aos 50% de pagamento que nos é exigido no imediato. No entanto, desde dia 28/04/2020 que os pedidos e tentativas de contacto com a DRC, tanto por email como por telefone, para efectuarmos o pagamento esbarram na mesma resposta tipo por email ou com telefones que, ou não são atendidos ou dizem para esperar pela resposta ao email (que como já ficou estabelecido, continua a ser o mesmo Não automático dado a todas as anteriores.Estamos hoje a 08/05/2020 e mais uma vez, a resposta por email volta a o mesmo texto tipo a rejeitar as nossas propostas (que neste momento já não são mais que o pedido de informações para proceder ao pagamento que nos foi exigido e os termos do mesmo) e o telefone volta a não ser atendido. A única coisa que se pretende neste momento é isso, saber como pagar o que nos foi exigido desde o inicio.Apesar do esforço suplementar que irá recair sobre o meu orçamento mensal (e da devedora principal), gostaríamos de ver a situação resolvida sem recurso à via judicial, apesar do aparente interesse da DRC em resolver o processo por essa via, apesar das consequências que a mesma terá para dois clientes.Espero que esta exposição não caia em ouvidos moucos e que esta infeliz situação se possa resolver a contento de todos os interessados.Com os melhores cumprimentos,Luis Cotovio

Resolvida
P. D.
21/03/2020

Conta Condomínio aberta com ata cheia de irregularidades

Boa tarde,Na sequência da vossa resposta N/ Ref.ª1202/20/R à minha reclamação venho voltar a reforçar a minha reclamação para manifestar o meu espanto pela instituição bancária estar a compactuar com uma irregularidade ao permitirem abrir uma conta condomínio com uma ata de reunião, que contém omissões claras, imprecisões e alguns fáceis de verificar. Esta ata assim que foi tornada do conhecimento dos condóminos foi contestada por 4 dos condóminos por carta registada com aviso de receção por não traduzir o que se passou na reunião, por ser omissa, imprecisa, por conter factos não referidos na reunião e por conter pontos que manifestam irregularidades gritantes como aquela que irei explicar de seguida.Na vossa resposta têm a seguinte frase Relativamente ao assunto exposto esclarecemos que o Banco Montepio não é o órgão Jurisdicional, onde se verifique da legitimidade das deliberações havidas em sede de Assembleia Geral de Condóminos., onde dizem não ser um orgão de jurisdição para no seguinte parágrafo se contradizerem dizendo Informamos que, não foram identificados elementos impeditivos ao teor da acta nº 61 do Condomínio sito na Estrada de Benfica, nº 180, apresentada para efeitos de abertura de conta de depósitos à ordem. onde dizem que não encontram nada que impeça a abertura da conta. Deixo aqui um exemplo do que poderiam ter encontrado na ata que vos poderia levar a considerar que haviam irregularidades Iniciou-se a votação com o condómino do 3º dto, sr. José Diniz dos Santos, obtido 6 votos a favor. Em seguida, votou-se no condómino do rc/esq, Sr. Arquiteto José Santos, tendo este recebido 5 votos a favor. Por último, foi votado o condómino do 2º Dto, sr. Pedro Dourado, com 5 votos a favor.. Ora, sendo a vossa instituição ligada à área financeira, quero acreditar que a matemática seja algo em que sejam fortes, e que tenham reparado que nesta votação estão 16 votos na eleição. Ora pelo início da ata poderão verificar que o condomínio é constituído por 12 condóminos. Digam-me então como é que vocês podem afirmar na vossa resposta não terem encontrado nada irregular? Por falha na matemática? Ou por cumplicidade com um cliente mais antigo em detrimento do cumprimento da legalidade? Mais uma vez reforço que gostaria de ver medidas tomadas pela vossa instituição para colmatar esta falha óbvia. Quero também referir que irei avançar judicialmente com este processo e que esta reclamação e anterior serão anexas ao processo porque não consigo perceber a vossa resistência a tomar medidas.Cumprimentos,Pedro Dourado

Resolvida
A. C.
29/01/2020

Bloqueios de saldos bancários ilegais

No último dia do ano transato, fui confrontada com a rejeição de um débito direto, motivado por o saldo na minha conta à ordem no MG, no valor de 420,97€, ter sido bloqueado na íntegra. Tal ficou a dever-se à comunicação de um agente de execução recebida pelo MG, no dia 30Dez, tendo o MG bloqueado nesse dia a totalidade do saldo bancário, de valor inferior ao SMN de 2019 (600€). Considero ilegal o bloqueio efetuado pelo MG face ao disposto no n° 2 e na alínea b) do n° 8 do artigo 780° do CPC. Tendo falado com uma responsável do serviço de penhoras do MG disse-me que tinham de cumprir as ordens dos AE. Ora o que refere o n° 2 do artigo 780° do CPC é que O agente de execução comunica, por via eletrónica, às instituições de crédito referidas no número anterior, que o saldo existente, ou a quota-parte do executado nesse saldo fica bloqueado desde a data do envio da comunicação, até ao limite estabelecido no n.º 3 do artigo 735.º, salvaguardado o disposto nos n.ºs 4 e 5 do artigo 738.º. E o nº 5 do artigo 738º estabelece que Na penhora de dinheiro ou de saldo bancário, é impenhorável o valor global correspondente ao salário mínimo nacional (...). Por essa razão é que o n° 8 do artigo 780° do CPC estabelece (mais precisamente a alínea b) do n°8): 8 - Após a comunicação referida no n.º 2, as instituições de crédito, no prazo de dois dias úteis, comunicam, por via eletrónica, ao agente de execução: a) O montante bloqueado ou b) O montante dos saldos existentes, sempre que, pela aplicação do disposto nos n.ºs 4 e 5 do artigo 738.º, a instituição não possa efetuar o bloqueio a que se refere o n.º 2 ou c) A inexistência de conta ou saldo. Ou seja, sendo o saldo da conta bancária inferior ao valor do salário mínimo nacional, o MG nunca poderia ter procedido ao bloqueio do saldo, mas tão só informar o agente de execução sobre o montante desse saldo. Não entendo como os serviços do MG conseguem ler a lei de forma diferente, prejudicando os seus clientes, nomeadamente os mais desfavorecidos que se vêem de um momento para o outro privados do seu meio de subsistência, situação que o legislador de forma muito explícita quis acautelar. O bloqueio tem o mesmo efeito imediato da penhora - privar o cidadão dos minimos de subsistência. É esta a atuação do Banco MG, que ainda por cima pertence a uma Associação Mutualista, com preocupações sociais, que vai contra a lei e põe em causa a subsistência dos cidadãos, que a lei quis salvaguardar, que reporto e que já reclamei e denunciei em 02Jan2020, por a considerar prepotente e revoltante. Passado este tempo, o MG e o seu provedor do cliente ainda não me responderam. Entretanto vi de novo o meu saldo bancário bloqueado integralmente, no pasado dia 23, agora no valor de 95,65€ (15% do SMN), bloqueio que se mantém, sendo hoje, dia 29, o 7° dia do bloqueio. Mais uma ilegalidade! O prazo é de 5 dias!

Encerrada
S. P.
06/01/2020

Deposito, dinheiro retido. Deposito não efectuado

Dia 1 de Janeiro de 2020, dirigi-me à dependência montepio de Odivelas, situada na rua dos bombeiros voluntários, para fazer um depósito na chave 24 do lado direito, de vinte euros em nota única.A máquina aceitou a nota, porém imediatamente declarou estar com problema técnico e por resultado, não me devolveu a nota nem fez o depósito nem deu recibo.Estou desde o dia 1 a fazer reclamações, nomeadamente para a DECO, montepio, banco de Portugal e livro de reclamações. Não tenho possibilidade de me dirigir ao balcão nos horários dos bancos pois trabalho de manhã a noite,.Peço que me transfiram os vinte euros em causa pois me fazem imensa falta.

Encerrada
V. R.
02/12/2019

Burla Entidade 11893

Boa TardeNo passado dia 28.11 recebi um sms do Montepio Geral a informar que os meus cartões iriam expirar e que deveria de actaluzar no link que me enviaram e que me direccionaram para o Montepio24 onde com os meus acesso por onde faço habitualmente transacções entrei e enviei os elementos solicitados, mas nesse mesmo dia uma entidade 11893 debitou da minha conta 4 vezes 454,50€ no total de 1.818,00€. Só dei com os movimentos no dia seguinte e liguei de imediato para o banco que me informaram que se tratava de uma Burla e que não podiam fazer nada. Ao pesquisar na internet recolhi vários testemunhos exactamente iguais ao meu que já datam de 2017, no entanto nunca recebi 1 unico email ou qualquer mensagem nas notificações de segurança do Montepio24, e apesar do Montepio estar a par desta burla á bastante tempo não notifica devidamente os seus clientes provavelmente para não causar alerta e para que estes não retirem os seus depósitos do Banco, mas este acto custou-me 1.818,00€ e não esperava que esta instituição com quem tive créditos e nunca falhei numa unica prestação e onde tenho 2 contas e inclusive sou associada da sua associação mutualista desde 2007 nunca tendo falhado com uma unica quota me tenha tratado desta forma, espero que assumam esta minha perda e me reembolsem o valor.

Encerrada
A. C.
15/10/2018

Problemas no encerramento de conta

Exmos. Senhores,No início do ano de 2018, transferi a minha residência para fora de Portugal. Previamente a esta mudança, desloquei-me a uma agência vossa em Lisboa para encerrar todas as contas que tenho junto da vossa instituição, por não vir a necessitar mais das mesmas.Já no fim desse processo de encerramento, verificou-se a suposta impossibilidade de cessar todas as contas devido `a existência de uma conta de títulos em meu nome. Esta conta de títulos apresenta um saldo contabilístico de zero e as ações que foram detidas no passado foram vendidas. Contudo, tinham sido detidas 10 ações do BES que, na sequência da medida de resolução imposta a esta instituição, deram lugar a títulos que, tanto quanto se percebe, não estão admitidos a negociação.Nesta sequência, foi-me dito que se afigura impossível transaccionar estes títulos no mercado e, por isso, não seria possível encerrar as contas existentes no Montepio.Acresce que pela simples detenção destes 10 títulos, o Montepio me vem cobrando uma comissão de custodia de títulos no montante de, cada uma, EUR 15 mais IVA.Vejo-me numa situação em que estou forcado contra vontade e `a distância (uma vez que me encontro a residir fora de Portugal) a manter uma conta aberta e a pagar comissões numa instituição com a qual não quero ter, não devo ter, nem necessito ter, qualquer relação contratual.Neste contexto, venho requerer que me seja concedido o exercício do direito de cessar as relações contratuais com o Montepio e, em concreto, que me seja permitido encerrar a conta que possuo no Montepio uma vez que dela não necessito e não a pretendo manter. Para este efeito, serve a presente comunicação como manifestação da minha vontade para renunciar totalmente aos referidos títulos e a qualquer direito que os mesmos confiram presente ou futuramente.Agradeço que tomem as providências necessárias `a resolução desta situação da forma o mais breve possível. A manutenção desta situação afigura-se inadmissível e, caso persista, ver-me-ei obrigado a recorrer aos expedientes que se afigurem necessários (junto do regulador, judicialmente e publicitando nas redes sociais) para por lhe por termo.Cumprimentos,Miguel Almeida

Encerrada
C. J.
24/08/2018

deposito cheve 24

no dia 13/07/2018 pelas 20:27 dirigi-me para depositar dinheiro no valor de 5000€ (25 notas de 200€) na caixa automática do banco montepio em olhão (balcão 154), contei as notas em frente á caixa para confirmar que tinha as 25 notas e eu tinhas as 25 notas de 200€, coloquei as notas na maquina e fiz o deposito a maquina só aceitou 3 notas de 200€ e devolveu as restantes e apareceu no ecrã a mensagem de notas falsas eu achei estranho mas voltei a fazer a operação outra vez com as notas restantes , eu contei quantas notas tinha e tinha 22 notas de 200€ a maquina voltou a dar a mensagem de notas falsas e dizia que estavam 21 notas de 200€ eu devido á mensagem que tinha dado de notas falsas supus que avia realmente uma nota falsa e seria uma e que teria sido apreendida na maquina e validei a operação , nos tiques que a maquina me deu a confirmar os depósitos diz que em caso de notas suspeitas de não ser autenticas que a sua regularização ficava pendente ate ser analisada e que levaria 5 dias para a sua regularização eu fiquei descansado e fui a minha vida , dados os 5 dias o dinheiro não entrou na conta e no dia 23 salvo o erro dirigi-me ao balcão do montepio e expliquei o sucedido deram-me um decomento para eu explicar a situação e com o meu numero de telefone, assim fiz disseram-me que levaria algum tempo pois a reclamação seria enviada para lisboa e que aguarda-se resposta , certo é que já passou mais de um mês e nada me disseram por isso peço a vossa ajuda para resolver esta situação , eu tenho como testemunha as minha esposa que estava comigo e também contou as ditas notas .

Encerrada

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