Reclamações públicas

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Recusa no pagamento de danos provocados no veiculos

Boa tarde, No passado, 4 de Abril de 2023, pelas 14h00 enquanto circulava na autoestrada n.º 4 sentido Porto - Amarante, na saída para Paredes, antes do pórtico de portagens senti o meu pneu a furar, tendo conseguido atravessar o pórtico das portagens e encostar à direita nos recortes de estacionamento que ali se encontram. Ao ver o que se tinha passado, verifiquei que o pneu traseiro do lado direito, tinha um parafuso, o que provocou a lesão no pneu, conforme imagens que se anexam. Entrei em contacto com a assistência técnica da brisa, pelas 14h12,e tendo em conta que me encontrava em condições de segurança, não existiu necessidade de acionar os meios de sinalização para o local. O operador explicou que teria que vos endereçar um email, com fotografias, sem necessidade de acionar as autoridades policiais. Assim, acionei a assistência em viagem, para que o mais depressa possível fosse acionado o reboque, tendo em conta que me encontro grávida ( gravidez de risco, com 31 semanas), e encontrando-me sozinha no carro, não poderia ali aguardar muito tempo. Assim, aconteceu, e em 5 minutos o meu carro foi removido para a oficina, quando na oficina se apercebem que não será um simples furo de pneu, mas que o parafuso, com cerca de 15 cm de comprimento, tinha causado danos irreparáveis na jante do pneu, sendo imputados custos elevados. Assim, e face ao exposto, a viatura ficou na oficina JAP BLUE Penafiel, tendo em conta que necessitam de encomendar a jante, que demorará alguns dias. Face ao exposto, e com este acidente, fico sem qualquer viatura de substituição, até que a mesma esteja reparada. De seguida, desloquei-me ao Destacamento de Trânsito da GNR em Penafiel, para participar o respetivo acidente, tendo o mesmo sido registado, e podendo ser levantado por V. Exas. Tendo em conta que a Brisa é responsável pela manutenção e limpeza das vias, para que a circulação dos automóveis seja feita em segurança, venho pelo presente expor a seguinte situação, solicitando o reembolso pelos danos causados. O qual é o meu espanto, quando a própria Brisa, me responde com um oficio padrão em que dizem que não têm qualquer responsabilidade, mostrando que nem sequer analisaram o meu processo.Assim, solicito que o meu caso seja reencaminhado para o departamento adequado, e que efetivamente seja dada uma resposta em que é analisado efetivamente o meu causo, e não uma resposta padrão.Assim, mais uma vez, reitero que, quando referem: “Informamos também que não encontramos nos nossos registos qualquer referência à ocorrência que relata.”, não corresponde à verdade. Liguei duas vezes para o vosso apoio ao cliente, dia 4 de Abril às 14H12 e às 14h50, assim poderão confirmar esse registo. Por outro lado, podem consultar a participação de acidente da GNR, a qual se encontra disponível para levantamento na Secção de Acidentes do Destacamento de Trânsito da GNR.Alerto que, de acordo com o artigo 12.º da Lei n.º 24/2007, em caso de acidente rodoviário, com consequências danosas para pessoas ou bens, “o ónus da prova do cumprimento das obrigações de segurança cabe à concessionária, desde que a causa se deva a objetos arremessados para a via ou existentes nas faixas de rodagem”, o que se verifica neste caso.Portanto, sim, quando referem que “em nada contribuímos para o acidente em causa,”, nada o fizeram para o impedir, sendo uma obrigação legislativa.Infra, seguem as comunicações anteriores, para que sejam analisadas pelo departamento correto, e que me solucionem o problema o mais célere possível.Atentamente

Encerrada

AUTOESTRADA A1 DETRITOS QUEBRA DE VIDRO PARÁ BRISAS

Venho desta forma, comunicar e partilhar uma situação recorrente, que vem acontecendo, no meu caso na circulação rodoviária, que realizo desde Torres Novas - Alverca.É lamentável e inexplicável, que pelo menos nos últimos 3 a 4 anos que venha a suceder constantemente situações de saltar detritos/pedras para o vidro para-brisas das viaturas que eu conduzo mais a minha mulher. Já por várias vezes, tivemos problemas com o saltar de pedras para o vidro dos nossos carros, e isto acontece sempre quando se circula entre Torres Novas e Santarém, seja Norte- Sul ou Sul Norte, a estrada em alguns sítios é percetível a degradação e desgastante do asfalto!! Durante estes 4 anos posso dizer que tivemos de reparar ou mudar de vidros quase em média duas a três vezes por ano!! Ainda agora o ano começou mudamos os dois vidros das viaturas em Fevereiro, pois ainda hoje a minha mulher a caminho de Lisboa entre a área de serviço de Santarém e a saída de Santarém saltou uma pedra que já ficou uma marca no vidro bem saliente.... lá teremos de tentar ir remediar na oficina especializada para não agravar, porque o seguro não permite anualmente mais do que duas substituições... sei que têm havido várias pessoas da zona de Torres Novas, Fátima, Alcanena, Abrantes, Entroncamento que tê passado pelo mesmo, porque quando vamos reparar ou substituir nas oficinas maior parte dessas pessoas passam pelo mesma situação quando circulam na A1. As próprias empresas especializadas têm tido esse feedback sobre queixas nesta auto estrada e no mesmo trajecto! Seria importante alertar e pressionar a Brisa a resolver isto!, faz parte da obrigação deles manter a auto estrada segura e em boas condições!! Já que se paga e não é pouco para podermos circular!

Encerrada

Furo na autoestrada por destroços na via

Bom dia, venho por este meio comunicar que ontem dia 26/02/2023, por volta das 15h, deslocava-me na autoestrada A1 em direção a Lisboa e aquando do kilómetro 125 no sentido Norte-Sul, e ocorreu me um furo no carro por motivos de destroços de um outro acidente anterior que não haviam ter sido limpos aquando do mesmo, provocando me um furo no carro e obrigando me a ter de colocar 2 pneus novos, exigindo que me devolvessem o dinheiro dos novos pneus.Obrigado

Encerrada

Dano no pára-brisas por pedra projetada de trabalhos de limpeza

No dia 06/07, no meu percurso casa / trabalho, por volta das 09h, o pára-brisas da minha carrinha foi atingido por 2 ou 3 objetos (pedras) oriundos dos trabalhos de limpeza da berma a decorrer entre a BIAL e as portagens da Maia. O dano no vidro foi imediato. Pelo retrovisor verifico que estão 2 trabalhadores a usar aparador/ roçadora sem qualquer tipo de proteção dos objetos projetados.No momento em que o pára-brisas foi atingido, uma vez que circulava na faixa do meio, com destino ao Porto, não me foi possível parar em segurança e abordar os trabalhadores.Por esse motivo recorri ao site da BRISA para exposição por escrito desta situação. A reclamação foi enviada para o endereço de email - geral@brisaconcessao.pt.Verifica-se a dificuldade em registar a reclamação no site da entidade (se existir, não é de fácil acesso a qualquer pessoa) e até mesmo a dificuldade em encontrar qualquer endereço email. Considerando que a origem da pedra foi imediatamente identificada, havendo inclusive uma testemunha do sucedido, entende-se que a responsabilidade de substituição do pára-brisas deverá ser imputada à BRISA.

Encerrada

Cobrança indevida de portagens

Venho por este meio reclamar a cobrança indevida do vosso processo 6588753 relativo à cobrança de portagem imputada ao meu motociclo 12-04-VX, no dia 29-06-2021, às 22:59, na A2, indicando sem registo de entrada e saída em Alverca no montante de 22,2€, acrescentada dos custos administrativos atingindo o total de 24,41€. Informo que o meu motociclo NUNCA saiu da região Norte desde que o tenho (2004), e as poucas portagens que necessitei de pagar sempre o foram através de cartão bancário, como podem facilmente verificar. Não irei assumir os custos de alguém que está obviamente a utilizar a minha matrícula de modo ilegal, nem agora nem em quaisquer outras contra ordenações que me enviem futuramente, para além de todo o incómodo de estar a receber indevidamente um aviso que em nada me diz respeito, pois sempre cumpri com as minas obrigações. Fico a agfuardar a vossa resposta urgente em relação a este grave problema e espero que não me voltem a incomodar indevidamente, pois toda e qualquer dívida fora daq região Norte imputada a este veículo não foi efectuada por mim. Melhores cumprimentos, C. Mesquita

Resolvida

Classificação em portagens

Venho por este meio expor uma situação que tento resolver há 2 anos, sem resultado:Em Setembro de 2018 adquiri um veículo usado de marca Hyundai IX35. Efetuei a transferência do identificador da VIA Verde de um Santa Fé que possuía para este veículo e qual não é o meu espanto quando verifiquei que estava a pagar classe 2. Fiz várias tentativas para tentar perceber a razão uma vez que o veículo sempre pagou classe 1, inclusivamente pedi ao anterior proprietário que me enviasse os comprovativos.Da Hyundai dizem-me que tenho que colocar um KIT de rebaixamento que custa 600 euros porque o carro tem mais de 1,10 m de altura de eixo.Ora segundo o dec-lei nº 71/2018, os veículos com medida de eixo igual ou superior a 1,10m e inferior a 1,30 m (no qual se enquadra o IX35) são equiparados a classe 1. Entretanto interpelei o dono de um IX35 igual ao meu, mesma cilindrada, mesmo ano que me disse que lhe tinha acontecido a mesma coisa quando o identificador avariou e que se dirigiu a uma loja da Brisa no Porto e lhe deram equiparação a classe 1, tendo até um cartão comprovativo.Escrevi para a Brisa a expor a situação, enviei todos os comprovativos e a resposta que me deram foi novamente a do KIT de rebaixamento.Então mas a lei é diferente para alguns? Vejo na listagem do IMT veículos muito mais altos que o meu a pagarem classe 1 e só porque a Hyundai quer vender Kits não equiparam este.Gostaria que me ajudassem uma vez que acho de uma tremenda injustiça o que estão a fazer, só porque este modelo já não é comercializado, pois caso fosse de certeza absoluta que lhe atribuíam classe 1.

Encerrada

Objecto de grandes dimensões na Auto Estrada

Boa tarde,Venho por este meio expor um acontecimento que me causou danos na viatura cuja gestão é da vossa responsabilidade.Ontem, no dia 11 de Julho de 2021 deslocava-me no sentido Lisboa - Porto, após passar a portagem em Grijó/Carvalhos (saída 0134 - IC 24pv) às 23h00 quando embati num objeto com cerca de 1 a 2 metros de largura, preto, que estava na via direita na qual eu circulava. Parecia um para-choques de um veículo. Apesar do grande impacto, dadas as horas não senti segurança em parar na autoestrada e por isso continuei a circular a velocidade reduzida pois não sabia quais os reais danos que o embate tinha causado na minha viatura. Encontrei mais 2 automóveis ligeiros e um pesado parados na berma da estrada, que penso que devem ter chocado com o objecto antes de mim.Ao chegar ao meu destino, parei o carro e liguei para o 112 às 23h21 para avisar que o objeto era de grandes dimensões e podia causar acidentes graves. Aconselharam-me a avaliar o estado da viatura, participar às autoridades e informar a minha seguradora. Após sair da viatura identifiquei vários danos no meu veículo que me impossibilitam de circular.Tenho o para-choques frontal partido e riscado, luzes e piscas partidos dos dois lados bem como o farol do lado direito partido e riscos na matrícula. Para já foram os danos que identifiquei a olho nu. Tenho fotografias do estado da viatura.Aguardo resposta da vossa parte e que assumam os custos de reparação dos danos causados.

Encerrada

Problema com o Pagamento de Portagens

Venho, por este meio, comunicar a V. Ex.ª que no passado dia 17/03/2021 tentei pagar duas passagens e na impossibilidade da mesma (Payshop e HomeBanking davam referências inválidas) enviei um email ao cliente@viaverde.pt conforme combinado, via linha de apoio 210 730 300, comprovando a impossibilidade de pagamento das referências e solicitar novas para proceder ao pagamento das mesmas a fim de evitar o pagamento das coimas. Este email foi respondido a 31/03/2021 através do contacto@pagamentodeportagens.pt pedindo dados que estavam todos identificados nos documentos em anexo (se os tivessem aberto) os quais voltei a fornecer e a identificar o problema das referências no email de resposta que enviei no mesmo dia.No dia 14 de Abril voltaram a enviar o mesmo email solicitando as mesmas coisas que no email do dia 31/03/2021. Entrei em contacto com a linha de apoio 707 500 251 a qual me solicitou o envio do email, que enviei a 15/04/2021, reforçando que não houve passagens irregulares conforme insistiam e que apenas queríamos referências novas para proceder ao pagamento visto que as que vinham na factura não estavam válidas. No dia 11/05/2021 voltam a enviar um email afastando toda a responsabilidade da parte deles dizem que as referências não se encontravam inválidas, que não se responsabilizavam pelo HomeBanking e que tinhamos que proceder ao pagamento das passagens irregulares.A nossa reclamação é que as referências se encontravam inválidas mas independentemente disso mandei email a 17/03/2021 e a resposta foi a 11/05/2021. Portanto eu enviei um email atempadamente para regularizar a situação com a Brisa e que a demora na resposta é que obrigou a uma irregularização.Defendo sim que tenho que pagar os 4,20€ de cada passagem. Portanto gostaria que interviessem a meu favor, qualquer informação adicional entrem em contacto para o número dado.Atentamente,Ercília Carocha

Encerrada

Lanço de Portagens em Obras-Falta de sinalização e obrigação a pagamento abusivo

No passado dia 11/5/2021 dirigi-me até a cidade de Santarém para resolver assuntos pessoais no SEF. Sou residente na cidade de Torres Vedras e dirigi-me até Santarém através da autoestrada. Iniciei o meu trajeto na saída Sul da cidade de Torres Vedras 3830, e segui o meu trajeto. E neste meu trajeto eu sai na saída 0819 do Bombarral continuando pela autoestrada conforme o meu GPS me indicava, mais a frente apareceu um novo troço de portagens, no qual ao aproximar-me verifiquei que o mesmo estaria em manutenção/obras, sendo que duas áreas de passagem do lance de portagens estavam cortados ao trânsito, havendo apenas dois lances de portagens disponíveis para prosseguir viagem, estes mesmos lances disponíveis estavam com as cancelas abertas e com um funcionário da concessionaria a fazer gestos físicos para prosseguir viagem, achei tudo muito estranho, porque no minino poderia haver alguma comunicação/informação verbal da parte do funcionário, mas o mesmo limitou-se a solicitar o prosseguimento na via. Achei tudo muito estranho, mas limitei-me a prosseguir caminho.Dado importante : por ser uma viagem realizada pela primeira vez e por não conhecer o caminho, infelizmente não consigo precisar o nome ou região deste troço/lance de portagem em manutenção.Porém e como expus via e-mail a Brisa/Via Verde, tenho na minha posse o titulo de pagamento da primeira parte da minha deslocação entre Torres Vedras / 0819 Bombarral saindo neste lance de portagens às 09:27:11, sendo que às 10:04:25 eu estava a sair na saída 0124 de Santarém onde me foi aplicada a taxa de percurso máximo por não ter na minha posse o titulo. Neste mesmo lance explique à funcionária que estava na cabine que no troço anterior o seu colega tinha-me solicitado para prosseguir viagem, visto este lance estar em manutenção. Esta Funcionária limitou-se a explicar-me que por não ter titulo tinha que pagar 36.50€ não querendo ouvir da minha parte a minha reclamação.A resposta da concessionária da autoestrada através de e-mail enviado por mim é que não consegue localizar o troço que a mesma é responsável e que estaria em manutenção!!! Se a empresa que é responsável pela autoestrada e manutenção da mesma não sabe identificar este mesmo troço em obras e diz que não tem capacidade de identificar onde o meu carro passou estamos MAL! OU seja estamos a falar num período de relativamente de 40min, e ao que me indicaram através de email não conseguem identificar qual foi o meu trajeto deste a saída do Bombarral até a saída de Santarém.Com esta explicação da parte da Via Verde/Brisa, sinto que me estão a chamar de ignorante/burro ou até mesmo de fraudulento pois é a sensação que a concessionaria nos transmite. Com tanta videovigilância que existe nos lances de portagens e com a LÓGICA todo dos meus argumentos não consigo entender a forma como os clientes da Via Verde/Brisa Autoestrada são tratados. Não consigo entender como não conseguem verificar qual o troço desde a minha saída no Bombarral até a saída de Santarém que estava em obras. Será que tem 1000 caminhos do Bombarral até Santarém ? E não consigo entender a forma como tentam impingir aos clientes os argumentos que nãos sabem de onde venho, poupem-me pelo amor de DEUS.Enviei via e-mail para VIA Verde/Brisa as duas faturas desse trajeto e print do meu trajeto feito através do Google Maps para puder ajudar na identificação do troço em obras, visto ser um matéria muito difícil para a concessionaria descobrir.Eu não quero ser reembolsado como se calhar muitos e com razão se sentiriam no direito de serem ainda reembolsados.Só quero que a empresa seja responsável e identifique o meu troço de viagem para eu poder PAGAR a minha viagem de forma correta.

Encerrada

ruído permanente e poluição visual

Exmos. Srs Manuel Joaquim Caferra Amaro, portador do cc nº5562830, nif:124797857, residente na Av António Rodrigues Manito 130 2900-064 Setúbalvem na qualidade de representante legal/proprietário da Quinta de São Jorge , localizada na freguesia de Gâmbia Pontes e Alto da Guerra no concelho de Setúbal com entrada pela EM542, vulgo estrada de Algeruz, com a qual confronta a norte, mas ladeada a oeste /sudoeste pela A12/EN10-8, nesta zona ainda responsabilidade da BRISA, numa extensão superior a 200mtsReclamar a esta entidade a reparação/minimização imediata das consequenciais da actividade rodoviária nessa via e nesse troço , nomeadamente mitigar a fonte de Ruído e o impacto visual, de acordo com o RGR,(regimento geral do Ruído) dec. lei nº9/2007Fundamento da reclamação: a EN 10-8 é uma grande infraestrutura rodoviária , (GIT) com critérios de actividade ruidosa permanente (artº .11,13,19 e 20 do RGR) com tráfego rodoviário continuo e com mais de 4 metros de altura ao solo também causador de grande impacto visual.Esta continua fonte de ruído. tem receptores sensíveis ,numa zona urbana consolidada e mista ultrapassando critérios de exposição máxima de Laeq acima de 55-65 dBexistindo um total desrespeito pelas regras e leis respeitante ao impacto e efeitos contínuos do ruídonecessitando da colmatação urgente destas circunstancias com as necessárias medidas de redução dos impactos causados nomeadamente do ruído e na visão.atentamente aguardando a vossa melhor resposta

Encerrada

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