Reclamações públicas

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Y. L.
31/03/2026

O silêncio da irresponsabilidade

Reclamação OFICINA MERCEDES SINTRA R. GOTTLIEB WILHELM DAIMLER 20ª 2710-037 SINTRA TELF: 808210210 ASSISTENCIA.MERCEDES.ST@SANTOGAL.PT G.C.P.L. contribuinte nº 2............, condutor habitual da viatura 9.......... de marca MBenz, E 250 Bluetec, apólice auto Continente seguros 9............. Na sequência de sinistro ocorrido em 22.02.2026, tomei conhecimento em 19.03.2026 da confirmação da assunção da responsabilidade do sinistro pela seguradora Fidelidade, e respetiva ordem de reparação pós peritagem definitiva. Tratando-se de um veículo comprado na Santogal Mercedes Benz, comércio de automóveis, Sintra Retail Park há 09 anos, sempre assistido nestas oficinas e com um plano de manutenção ainda em vigor, fiz toda a questão para que a reparação fosse efetuada no “sítio habitual”, que sempre julguei de confiança, apesar de alguns desconcertos. De acordo com as normas da Fidelidade Seguros, o nº6 do art.º. 42º do decreto-Lei nº29/2007, a reparação a ser efetuada em oficina indicada pelo lesado, o período de assistência com veículo de substituição obedece estritamente ao período de reparação da mesma, negociado na altura da peritagem. Após contactos de e para a Fidelidade Seguros, Continente Seguros e Oficina Santogal Mercedes, concluída a peritagem e definida como definitiva, foi negociada a data para entrega e reparação da viatura com período de reparação previsto para 02 dias. Assim por msg enviada pela Fidelidade e confirmada verbalmente pela Oficina Mercedes, ficou assente a entrega da viatura 9........ no dia 24 março 2026 para início da reparação, com tempo previsto de 02 dias, consequentemente com entrega provável em 26 de março. Por motivos pessoais, preferi proceder a entrega da viatura sinistrada na véspera, dia 23, altura em que sublinhei a previsão de entrega conforme conversado anteriormente, sem que qualquer objeção tenha sido levantada pelo assistente da oficina Santogal Mercedes, recetor da viatura. Acontece que, 5ª feira, 25 março, ao longo da manhã, expectante fui aguardando algum contato da oficina, mas tal não aconteceu. Era suposto a oficina Santogal proceder à entrega da viatura até às 18h, hora do fecho. Mas tal não aconteceu. Com alguma esperança, permitindo-me o benefício da dúvida, qualquer pequeno atraso possível, fui esperando por qualquer esclarecimento da oficina, mas tal nunca veio a acontecer. Tendo a viatura de substituição para ser entregue até as 15h de sexta-feira, não tendo qualquer comunicação da Oficina Santogal, tentei ligar um sem nº de vezes, para os nºs indicados nos “panfletos” e fiquei sempre em espera até que do outro lado o “click anunciava a chamada como desligada. Outros nºs disponíveis e com atendimento mais provável, embora pecando pela demora e pelo rigor das respostas, são os nºs de valor acrescentado provavelmente, em que paga o cliente e o atendimento é feito mas sempre encaminhado e nunca se sabe se com ou sem continuidade. “o Sr….X, está ocupado. Deixe o nº que ele depois contacta, o Sr. X está na hora do almoço, deixe o contacto que ele depois repõe a chamada e ou ligue mais tarde. Do outro lado deste “muro” está um cliente, por sinal habitual, procurando uma resposta, uma única palavra de respeito, de satisfação que não é um “favor a ser pedido”, é trabalho, é dignidade, é responsabilidade, é profissionalismo, é mesmo uma obrigação perante o facto em análise. Sem qualquer resposta, msg, email, telefonema, da Santogal, apesar dos esforços que fiz, tomei a decisão de proceder a entrega da viatura de substituição, até porque a Fidelidade Seguros defendia-se responsabilizando a Oficina Santogal pelo incumprimento do contrato de reparação. Desta forma, da promessa de entrega da viatura dia 25 do corrente, em 30 de março continuo sem qualquer informação da situação, mesmo sem qualquer satisfação. Hoje 31 de março pelas 10h, como o silêncio se aprofundasse cada vez mais, e da Santogal nenhum único sinal ou explicação, uma vez mais tentei saber da minha viatura entregue à responsabilidade da Oficina Santogal e liguei para o 808210210, que parece ser o único nº da Santogal a garantir um atendimento. Confesso não ter sido surpresa alguma a resposta da atendente quando questionei querer saber do meu automóvel entregue há oito dias para previsto arranjo em dois. "Desculpe", disse-me a Sra Sofia, mas só pode ser depois das 11h, pois quer o Sr. Carlos Gomes, quer o Sr. Ricardo ambos do departamento de colisão só a partir desta hora estão disponíveis. Assim aguardo qualquer explicação de pessoa, pessoas ou entidades envolvidas neste imbróglio, neste embuste, provavelmente a palavra mais certa, que retrata um nada pouco, muito pouco, ou talvez nada mesmo, uma marca que parece dever merecer funcionalidades mais esclarecidas. Coragem precisa-se. Senão, para que servirão palavras e frases de apresentação da SANTOGAL como: “O nosso objectivo é proporcionar o melhor serviço. A nossa prioridade é a satisfação dos clientes.” ? G. C. P.L. ...........@GMAIL.COM ..................66

Resolvida
P. M.
06/03/2026

Reclamação por recusa de cumprimento de proposta de venda de veículo e pagamento incompleto do sinal

Por razões de confidencialidade, os nomes dos intervenientes e a matrícula da viatura são propositadamente omitidos, sendo os mesmos facultados caso tal venha a revelar-se necessário. Venho apresentar reclamação contra a Santogal relativamente à proposta de venda n.º 001252, referente à viatura Peugeot e-2008 Allure Elétrico, de cor preto com o número interno 3044420. Em 28/02/2026, após visualizar o veículo anunciado no site da empresa pelo preço de €14.000,00, dirigi-me ao stand da Renault de Loures, sito na Quinta velha, Rua do Moinho Velho, 2660-524 - Loures, onde o vendedor confirmou o preço, consultou o site e imprimiu as características da viatura. Mais tarde, por indicação do mesmo vendedor, procedi ao pagamento de €1.000,00 para reserva do negócio. Após esse pagamento, recebi email com a proposta/contrato, com o preço total de €14.000,00 e garantia de 18 meses, tendo-me sido dito por escrito que bastava responder por email a concordar com a proposta. Assim fiz. No dia 02/03/2026, fui informado de que a empresa não pretendia realizar a venda, alegando um alegado erro de inserção do preço no sistema. No dia seguinte, foi-me recusada a venda pelo preço acordado, sendo depois invocada a falta de assinatura do responsável de vendas, pelo próprio. Considero esta posição indevida, porque: • a empresa apresentou proposta escrita com todos os elementos essenciais; • o vendedor autorizou expressamente a aceitação por email; • o preço foi confirmado presencialmente e por escrito; • a empresa recebeu o montante entregue para reserva; • e apenas depois tentou afastar o negócio com fundamento em formalidades internas e em alegado erro que não era manifesto para o consumidor. Entendo que estão reunidos os pressupostos dos arts. 441.º e 442.º do Código Civil, pelo que, recusando a empresa o cumprimento do negócio após receção do sinal, é devida a restituição do sinal em dobro. A atuação da empresa também contraria a boa fé nas negociações e no cumprimento (arts. 227.º e 762.º CC) e traduz, no mínimo, uma atuação incompatível com a proteção devida ao consumidor. Considero ainda que a Santogal não pode beneficiar de um mecanismo formal/interno para receber quantias e criar a aparência de vínculo, e depois negar o vínculo quando descobre que o preço era “baixo” relativamente ao mercado. Apesar de eu não ter aceite a devolução simples do sinal, a empresa transferiu unilateralmente €1.000,00 em 05/03/2026. Assim, considero que esse valor apenas abate ao montante global devido, mantendo-se em falta o remanescente de €1.000,00 para perfazer a restituição em dobro. Acresce que, entretanto, a viatura foi recolocada à venda por preço superior, o que reforça que a recusa resultou da intenção de não cumprir o preço inicialmente acordado. Pretendo apoio/intervenção no sentido de ser pago pela empresa o remanescente de €1.000,00, correspondente à parte ainda em dívida da restituição do sinal em dobro.

Encerrada
V. M.
24/11/2025

Fuga as responsabilidades/anulação de negócio

Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504, 13405784, 13777500 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. A Santogal da sempre a mesma resposta, "através dos meios internos vamos resolver diretamente com o cliente", A resposta é sempre a mesma, contudo é mentira, eles não entram em contacto, muito menos resolvem, estão a fugir as responsabilidades. Eu pretendo a anulação do negócio. Pago todos os meses 100 euros a uma linha de crédito e nem a viatura tenho comigo. Sou gozado por e comerciais e responsáveis cada vez que vou a Santogal. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado Número de identificação fiscal (NIF): 244829420

Encerrada
V. M.
10/11/2025

Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784

Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado

Encerrada
M. R.
27/10/2025

Vendido carro com extras inexistentes e avarias sucessivas – Mini Countryman Santogal Mini Estefânia

Adquiri um Mini Countryman 1.5 Diesel (2020) na Santogal Mini Estefânia, em 11 de outubro de 2024, por 27 000 €. Foi-me prometido que o carro incluía extras como Apple CarPlay e rebaixamento automático dos vidros em marcha-atrás, o que não é verdade, e o veículo não possui nenhum desses equipamentos. Um mês após a compra, começaram os problemas: o carro precisou de um novo filtro de partículas (reparado em garantia), e logo depois surgiram problemas nos travões, com dois orçamentos de cerca de 700€ cada (em abril e julho de 2025). Desde janeiro de 2025 tenho contactado o comercial Pedro Ligeiro para uma solução, pois a garantia indica “satisfação ou troca”. Só em maio me apresentou alternativas e ainda afirmou: “se fosse a si, não trocava”. Em abril, alertei para um barulho anormal no motor, que foi completamente ignorado. Agora, em outubro, o carro apresenta barulho ainda mais grave ao desacelerar e problemas na embraiagem, tendo sido rebocado para a marca, que se desresponsabiliza totalmente, apresentando um orçamento de 4000€ para reparação. Sinto-me enganada e desamparada, pois comprei um carro “revisto” e “garantido”, que revelou falhas graves desde o início. Peço apoio e intervenção da DECO para garantir que a Santogal assuma as suas responsabilidades legais e que eu não seja prejudicada por uma venda defeituosa e enganosa. Todos estes problemas surgiram dentro do período de garantia, e alguns logo após a compra, o que demonstra que não se tratam de situações de desgaste normal, mas sim de avarias pré-existentes ou defeitos ocultos. Além disso: A garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021 obriga o vendedor a assegurar o bom funcionamento e conformidade do bem durante o período de garantia, não podendo desresponsabilizar-se de falhas que surjam nesse período. Foi-me prometido, no ato da compra, um veículo com determinados extras e funcionalidades inexistentes, o que configura incumprimento contratual e publicidade enganosa. A própria marca já assumiu reparações anteriores em garantia, o que reforça que os problemas não são de desgaste comum. O veículo continua a apresentar sintomas mecânicos graves, nomeadamente barulho intenso a desacelerar e vibração da embraiagem, que indicam problemas de origem no sistema de transmissão, algo que um carro com revisão pré-venda não deveria apresentar ao fim de poucos meses. Neste sentido, reitero o meu pedido para que a Santogal assuma integralmente a responsabilidade pela reparação, substituição ou troca do veículo, conforme previsto no contrato e na lei das garantias dos bens de consumo.

Encerrada
A. A.
24/10/2025

Garantia

Comprei meu automóvel no ano passado de um stand com poucos quilómetros rodados e no final do ano de 2024 comecei a ter muitos problemas com o mesmo. Foi então que recorri a Santogal, por conta da garantia. Primeiramente meu carro ficou lá durante cerca de duas semanas e não haviam nem sequer me dado noticias, ao contacta-los sempre havia uma desculpa, "ainda não tivemos tempo de mexer" "está faltando peças", enquanto isso eu gastava dinheiro com uber para poder ir trabalhar. Foi dito que o conserto havia sido feito, mas logo no primeiro dia notei que o mesmo problema continuava. Deixei meu carro novamente, fiquei mais uns dias sem e me disseram que o conserto havia sido "feito". Há cerca de dois meses notei que o carro estava apresentando barulhos na direção novamente e, como tínhamos que fazer a revisão do carro também, agendei uma visita a Santogal. A mesma, só tinha um data para 45 dias na frente, ou seja, tive que aguardar todo esse tempo. Ao levar o carro para conserto, foi dito a garantia que havíamos passado 13mil quilômetros da revisão, quando na verdade, havíamos passado apenas 1.300, por conta do tempo de espera. Não conseguimos mais ativar a garantia e ao contactar a Santogal para pedir qualquer ajuda a resposta é: "a senhora continuou usando o carro por escolha" "a senhora poderia ter feito em outro lugar". Como faço qualquer reparo ou revisão em outro lugar, sendo que a Santogal é quem estava tratando de todo o meu caso? Como fico com o carro parado 45 dias a espera de um agendamento? Enfim, o valor do reparo ficou absurdo e até tentei negociar pedindo pelo menos metade do valor, mas a mesma se recusa a tratar qualquer assunto comigo. O stand contactou a Santogal e mesmo assim, nada feito. Então venho aqui em busca de qualquer solução para a minha questão. Visto que não fazia sentido eu recorrer a outro lugar para um problema que meu carro apresenta há meses e por já ser de conhecimento da Santogal. Nas imagens informações sobre a quilometragem após 50 dias.

Encerrada
G. L.
30/09/2025

Pedido de Devolução Imediata do Valor Pago (€50.527,11)

O prazo de entrega acordado para a minha viatura era o mês de setembro. Este prazo foi largamente ultrapassado e, apesar das minhas insistências, não me foi fornecida qualquer previsão concreta para a entrega, inviabilizando a minha espera por tempo indeterminado. Esta ausência de informação e o incumprimento do prazo original forçam-me a cancelar a encomenda. Desta forma, solicito a devolução completa do montante de €50.527,11, que foi pago no âmbito deste negócio. Peço que o reembolso seja processado com a máxima urgência. Esta decisão é tomada ao abrigo do meu direito de resolução imediata do contrato por incumprimento da vossa obrigação de entrega, conforme estipulado nos artigos 19.º e 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Aguardo a confirmação da transação. Empresa: BEKAMP LDA Contribuinte: 516432540 Dados da factura emitida pela Santogal - Factura esta que nunca foi entregue e so consigo consultar pelo e-facturas Factura: RCADVNVU 9FE25/000788 ATCUD JJ3D2FCG-000788 data 2025-08-12 Valor 50.527,11 €

Resolvida
M. E.
19/08/2025

Não tem atendimento

Por várias vezes tentei contacto com o setor de colisão da Santogal , tenho meu veículo com vistoria já feita pela Santogal, foi autorizado a quase 2 meses, desde a data da vistoria o que foi me passado através dos funcionários era que só teria que esperar as peças para fazerem o reparo, mas não consigo contacta-lós, sempre que ligo fico na linha de espera por 30 minutos e atendem já desligando o telefone, uma grande falta de respeito, eles não estão fazendo favor a mim, todo o serviço está sendo pago e o valor não é baixo, mas mesmo assim depois do primeiro atendimento onde já nos prende como clientes não temos mais alguma resposta ou informação sobre o serviço, é uma falta de respeito dessa empresa com os clientes. Só dão a devida atenção quando ainda não somos clientes, mas assim que fechamos todo o serviço e ficamos presos a empresa já não nos contactam ou passam qualquer informação, ficamos sem saber de fato o que fazer. Sempre faço revisão na Santogal, mas será minha última vez como cliente, pois só nos dão atenção quando o assunto é dinheiro, mas depois de tudo feito já não nos prestam serviço algum.

Resolvida
G. S.
11/08/2025

Não passagem do carro de nome

Exmos Senhores, Em março de 2025 desloquei-me à feira de veículos promocionais organizada pela Santogal Peugeot de Lisboa, sita na R. Dom Luís de Noronha 40, 1069-081 Lisboa, onde acabei por adquirir um veículo novo. Em 09/04/2025 fui ao stand buscar o carro onde me foram facultados todos os documentos, nomeadamente, a declaração de venda datada de uma data anterior, 04/04/2025, o que já é errado pois apenas levantei o carro no dia 09/04. Acontece que estamos a 11/08/2025 e o carro ainda não está no meu nome, certo é que já estou a pagar o financiamento há 4 meses e até agora nada do DUA do carro. Várias e várias e várias vezes já questionei a Santogal Peugeot sobre o estado do processo e acerca do porquê da demora e, por várias vezes, me indicaram que seria devido ao atraso nas financeiras e com a reserva e propriedade e etc…, o que não faz sentido tendo em conta que eu já estou a pagar o valor mensal, logo está tudo ok para a financeira. Após, dia 16/07/2025, fiz uma nova insistência com a vendedora da Santogal Peugeot, onde comprei o carro, acerca do estado do processo e a mesma referiu que já havia sido enviado para a conservatória do registo automóvel. Hoje, dia 11/08/2025, fui à conservatória do registo automóvel do parque das nações e a oficial de registos imprimiu o histórico do carro que adquiri e o carro continua sem qualquer apresentação para o meu nome e continua na titularidade da Stellantis. É inconcebível, andam há meses a enrolar-me e sempre com desculpas. Certo é que estou a pagar um financiamento de um bem que não me pertence. Inadmissível, Santogal Peugeot.

Resolvida
V. M.
17/07/2025

Documentos em falta - GARANTIA

Em continuação do caso, 12096985, venho por este meio, informar que seguindo as diretrizes da Santogal, em ativar a garantia da marca, a mesma, para o efeito, precisa das provas de revisão do veículo anterior à sua venda. Posterior à sua venda já as fiz chegar à JOP-SEAT no Porto, no entanto, a quando da venda, as mesmas não foram entregues com a documentação da viatura, pelo que peço que enviem uma segunda via, para a pessoa encarregue pelo processo, sandra.cordeiro@jop.pt. Já fiz chegar este email a várias pessoas da Santogal mas continuo sem resposta. A viatura está na oficina à espera destes documentos para se poder ativar a garantia legal. O único documento que eu tinha em minha posse foi a da revisão dos 5000 km. Ficam a faltar as anteriores para poder avançar com o processo. Envio o email escrito pela Jop: "Boa Tarde Sr Vasco Machado, Vimos por este meio solicitar os comprovativos de manutenções da viatura SEAT MO AR86BI. A viatura encontra-se neste momento em oficina, em reparação, sendo que o importador solicitou as mesmas para processo de garantia. Ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Ribeiro Assessor | Serviço Pós Venda Rua Delfim Ferreira, 84 4100-199 Porto (+351) 226 194 500 barbara.ribeiro@jop.pt "

Encerrada

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