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Fuga as responsabilidades/anulação de negócio
Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504, 13405784, 13777500 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. A Santogal da sempre a mesma resposta, "através dos meios internos vamos resolver diretamente com o cliente", A resposta é sempre a mesma, contudo é mentira, eles não entram em contacto, muito menos resolvem, estão a fugir as responsabilidades. Eu pretendo a anulação do negócio. Pago todos os meses 100 euros a uma linha de crédito e nem a viatura tenho comigo. Sou gozado por e comerciais e responsáveis cada vez que vou a Santogal. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado Número de identificação fiscal (NIF): 244829420
Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784
Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado
Vendido carro com extras inexistentes e avarias sucessivas – Mini Countryman Santogal Mini Estefânia
Adquiri um Mini Countryman 1.5 Diesel (2020) na Santogal Mini Estefânia, em 11 de outubro de 2024, por 27 000 €. Foi-me prometido que o carro incluía extras como Apple CarPlay e rebaixamento automático dos vidros em marcha-atrás, o que não é verdade, e o veículo não possui nenhum desses equipamentos. Um mês após a compra, começaram os problemas: o carro precisou de um novo filtro de partículas (reparado em garantia), e logo depois surgiram problemas nos travões, com dois orçamentos de cerca de 700€ cada (em abril e julho de 2025). Desde janeiro de 2025 tenho contactado o comercial Pedro Ligeiro para uma solução, pois a garantia indica “satisfação ou troca”. Só em maio me apresentou alternativas e ainda afirmou: “se fosse a si, não trocava”. Em abril, alertei para um barulho anormal no motor, que foi completamente ignorado. Agora, em outubro, o carro apresenta barulho ainda mais grave ao desacelerar e problemas na embraiagem, tendo sido rebocado para a marca, que se desresponsabiliza totalmente, apresentando um orçamento de 4000€ para reparação. Sinto-me enganada e desamparada, pois comprei um carro “revisto” e “garantido”, que revelou falhas graves desde o início. Peço apoio e intervenção da DECO para garantir que a Santogal assuma as suas responsabilidades legais e que eu não seja prejudicada por uma venda defeituosa e enganosa. Todos estes problemas surgiram dentro do período de garantia, e alguns logo após a compra, o que demonstra que não se tratam de situações de desgaste normal, mas sim de avarias pré-existentes ou defeitos ocultos. Além disso: A garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021 obriga o vendedor a assegurar o bom funcionamento e conformidade do bem durante o período de garantia, não podendo desresponsabilizar-se de falhas que surjam nesse período. Foi-me prometido, no ato da compra, um veículo com determinados extras e funcionalidades inexistentes, o que configura incumprimento contratual e publicidade enganosa. A própria marca já assumiu reparações anteriores em garantia, o que reforça que os problemas não são de desgaste comum. O veículo continua a apresentar sintomas mecânicos graves, nomeadamente barulho intenso a desacelerar e vibração da embraiagem, que indicam problemas de origem no sistema de transmissão, algo que um carro com revisão pré-venda não deveria apresentar ao fim de poucos meses. Neste sentido, reitero o meu pedido para que a Santogal assuma integralmente a responsabilidade pela reparação, substituição ou troca do veículo, conforme previsto no contrato e na lei das garantias dos bens de consumo.
Garantia
Comprei meu automóvel no ano passado de um stand com poucos quilómetros rodados e no final do ano de 2024 comecei a ter muitos problemas com o mesmo. Foi então que recorri a Santogal, por conta da garantia. Primeiramente meu carro ficou lá durante cerca de duas semanas e não haviam nem sequer me dado noticias, ao contacta-los sempre havia uma desculpa, "ainda não tivemos tempo de mexer" "está faltando peças", enquanto isso eu gastava dinheiro com uber para poder ir trabalhar. Foi dito que o conserto havia sido feito, mas logo no primeiro dia notei que o mesmo problema continuava. Deixei meu carro novamente, fiquei mais uns dias sem e me disseram que o conserto havia sido "feito". Há cerca de dois meses notei que o carro estava apresentando barulhos na direção novamente e, como tínhamos que fazer a revisão do carro também, agendei uma visita a Santogal. A mesma, só tinha um data para 45 dias na frente, ou seja, tive que aguardar todo esse tempo. Ao levar o carro para conserto, foi dito a garantia que havíamos passado 13mil quilômetros da revisão, quando na verdade, havíamos passado apenas 1.300, por conta do tempo de espera. Não conseguimos mais ativar a garantia e ao contactar a Santogal para pedir qualquer ajuda a resposta é: "a senhora continuou usando o carro por escolha" "a senhora poderia ter feito em outro lugar". Como faço qualquer reparo ou revisão em outro lugar, sendo que a Santogal é quem estava tratando de todo o meu caso? Como fico com o carro parado 45 dias a espera de um agendamento? Enfim, o valor do reparo ficou absurdo e até tentei negociar pedindo pelo menos metade do valor, mas a mesma se recusa a tratar qualquer assunto comigo. O stand contactou a Santogal e mesmo assim, nada feito. Então venho aqui em busca de qualquer solução para a minha questão. Visto que não fazia sentido eu recorrer a outro lugar para um problema que meu carro apresenta há meses e por já ser de conhecimento da Santogal. Nas imagens informações sobre a quilometragem após 50 dias.
Oficina incompetente
Em julho de 2025, levei o Volvo V60 à Santogal Volvo de Loures para resolver um problema simples — o ar condicionado tinha deixado de funcionar corretamente. Era uma avaria desconfortável, mas nada de grave. Entreguei o carro confiando plenamente que, sendo um concessionário oficial Volvo, estaria em boas mãos. O que eu não imaginava é que, a partir desse dia, a oficina da Santogal iria transformar um problema menor num pesadelo que dura até hoje, deixando o carro em pior estado do que quando entrou e, pior ainda, sem qualquer assunção de responsabilidade da parte deles. Disseram-me que o problema estava no compressor do ar condicionado e que bastava substituí-lo para tudo ficar resolvido. Pareceu-me uma explicação lógica, e autorizei o serviço. Paguei o valor pedido, 2771,73€, confiante de que estava a lidar com técnicos competentes e que o carro sairia dali em perfeitas condições, como seria de esperar de uma oficina Volvo. Depois de alguns dias, ligaram-me a dizer que o carro estava pronto. Quando cheguei, fui recebido pela chefe de oficina, que me disse literalmente: “Está pronto a circular.” Foi com essa frase que me entregou o carro, dando-me a entender que o problema estava completamente resolvido. Cerca de cinco minutos depois de sair da Santogal, o painel de instrumentos acendeu um erro vermelho grave — um aviso de alta tensão, acompanhado da instrução para imobilizar o veículo de imediato. Um erro que nunca tinha aparecido antes e que, segundo o próprio sistema, podia indicar risco elétrico sério. Imediatamente parei o carro e entrei em contacto com a oficina, ainda incrédulo com o que estava a acontecer. O que se seguiu foi um misto de desorganização, contradições e desculpas vagas. Não assumiram em momento algum que algo pudesse ter corrido mal durante a reparação. A verdade é que o carro, a partir desse momento, deixou de funcionar como deve ser: deixou de carregar em casa e nas estações públicas, passou a gastar muito mais combustível, perdeu completamente o modo elétrico e híbrido, e apresentava constantemente a mensagem de imobilização ativa. O carro, que antes funcionava perfeitamente em termos elétricos, saiu de lá transformado num veículo inseguro, ineficiente e cheio de erros graves. Voltei de imediato à oficina, que momentos antes me tinha garantido que o carro estava “pronto a circular”, passou a dizer que “não sabia ao certo se o erro estava relacionado com o compressor” e que a substituição “poderia ter resolvido ou não” — o que demonstra que, afinal, o diagnóstico inicial era uma tentativa, não uma certeza. Mais tarde, quando questionei o superior hierárquico, chefe de centro —, este afirmou categoricamente que “o erro já existia antes”. Uma afirmação completamente falsa, contraditória com o que a própria chefe de oficina tinha dito, e que demonstra uma total falta de rigor e coerência entre os próprios responsáveis da Santogal. Ao longo das semanas seguintes, o carro foi ficando retido várias vezes na oficina. Chegaram a dizer-me que estavam “em contacto com o departamento técnico da Volvo”, mas o tempo passava e não havia qualquer solução concreta. O diagnóstico andava em círculos, sempre com promessas de que “iam testar mais umas coisas”, “iam ver com a marca”, ou “iam atualizar o software”. No final, nada. O carro continuava com os mesmos erros graves e eu, sem carro para me deslocar, a arcar com os prejuízos e o stress de lidar com uma oficina que claramente não sabia o que estava a fazer — ou, pior ainda, não queria assumir o que tinha feito de mal. Durante este processo, surgiram ainda mais situações revoltantes. Na última entrega o carro veio com a bateria de 12V quase descarregada. Quando confrontei a oficina, disseram-me, com total leviandade, que “bastava andar com o carro que a bateria carregava”. Isto, quando o carro apresentava alertas graves de imobilização elétrica e não devia sequer circular nessas condições. Foi uma instrução irresponsável e perigosa, que demonstrou total falta de conhecimento técnico e cuidado com a segurança do cliente. Mais tarde, reparei também que as peles do volante estavam danificadas — algo que não existia antes. Questionei a oficina, e a resposta foi uma desculpa absurda: disseram que devia ser “devido a fatores ambientais”. É difícil descrever o nível de desrespeito que senti nesse momento. Um carro entregue impecável, devolvido com danos visíveis, e ainda tentam culpar o ambiente, como se o carro tivesse envelhecido dez anos parado na oficina. O que mais me indignou foi a forma como a Santogal se demitiu de qualquer responsabilidade. Em momento algum admitiram que algo pudesse ter corrido mal na reparação. Nem sequer mostraram preocupação genuína em resolver o problema. Tudo o que faziam era passar o assunto de um lado para o outro, como se o cliente fosse um incómodo e não uma prioridade. Ao longo de mais de dois meses, vivi um verdadeiro calvário. O carro esteve parado mais tempo do que em utilização, perdi tempo, dinheiro e paciência. Fiquei privado da minha mobilidade, com prejuízos evidentes e uma sensação constante de impotência perante a arrogância e o desprezo com que fui tratado. Cada visita à oficina era uma repetição da mesma história: promessas vagas, ausência de respostas e uma falta gritante de responsabilidade. É revoltante pensar que uma marca que se apresenta como símbolo de segurança e confiança permite que o seu concessionário entregue um carro em condições perigosas, sem sequer verificar se está seguro para circular. A oficina falhou em tudo: falhou no diagnóstico, falhou na execução, falhou na comunicação e falhou na honestidade. E o mais grave de tudo é que, mesmo perante provas claras de que o problema surgiu após a intervenção deles, recusam-se a assumir o erro e corrigir o que estragaram. Não se trata apenas de um carro, trata-se de confiança. Eu confiei na Santogal por ser um representante oficial da Volvo. Confiei que iam tratar do carro com o mesmo rigor com que a marca se promove. Em vez disso, recebi desculpas, contradições e um veículo em pior estado. Ainda hoje, continuo à espera de uma solução definitiva.
Pedido de Devolução Imediata do Valor Pago (€50.527,11)
O prazo de entrega acordado para a minha viatura era o mês de setembro. Este prazo foi largamente ultrapassado e, apesar das minhas insistências, não me foi fornecida qualquer previsão concreta para a entrega, inviabilizando a minha espera por tempo indeterminado. Esta ausência de informação e o incumprimento do prazo original forçam-me a cancelar a encomenda. Desta forma, solicito a devolução completa do montante de €50.527,11, que foi pago no âmbito deste negócio. Peço que o reembolso seja processado com a máxima urgência. Esta decisão é tomada ao abrigo do meu direito de resolução imediata do contrato por incumprimento da vossa obrigação de entrega, conforme estipulado nos artigos 19.º e 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Aguardo a confirmação da transação. Empresa: BEKAMP LDA Contribuinte: 516432540 Dados da factura emitida pela Santogal - Factura esta que nunca foi entregue e so consigo consultar pelo e-facturas Factura: RCADVNVU 9FE25/000788 ATCUD JJ3D2FCG-000788 data 2025-08-12 Valor 50.527,11 €
Veiculo imobilizado por negligencia
Bom dia, em Janeiro de 2025 o meu veiculo Mercedes-AMG foi reparado. pelo representante oficial Mercedes-Benz Santogal M, de um ligeiro toque na dianteira. Depois da reparação, alguns dias depois, na primeira utilização noturna, reparei que a função "Digital Lights" dos faróis de circulação dianteiros estava inoperacional. Depois de 1 mês de reparação, mais 1 semana parado. Quando finalmente regressou, poucos dias depois comecei a ter vários erros no quadrante e infoentertainment MBUX sobre funções de segurança e auxílio à condução. Entreguei novamente o AMG à Santogal M em Abril depois dos erros ficarem de forma persistente no écran do carro. Foi-me comunicado posteriormente que não existia confiança da marca na viatura e que iriam necessitar de substituir a cablagem CAN-BUS e que a data de entrega da cablagem seria em Agosto 2025... Durante todo o período até ao dia de hoje tive apenas telefonemas da pós-venda a confirmarem a chegada da cablagem necessária e outro a dizer que afinal, mesmo com a nova cablagem, o carro não apesenta condições de segurança para circular. Fui posteriormente contactado pela área de vendas para saber se queria vender o meu carro e comprar outro... Não é de todo a minha intenção dado que antes do carro ser reparado pela Santogal M, o mesmo sempre teve um comportamento exemplar. Já solicitei ao abrigo dos Direitos do Consumidor uma de 2 opções, com recibos de aviso de leitura e recepção, sem qualquer resposta, sendo que as 2 opções ao abrigo dos Direitos do Consumidor foram: 1. Devolução do veículo e reembolso do valor pago. 2. Troca do atual veículo por veículo igual ou semelhante, ambos sem resposta. Lamentando ter de ir por esta via, apresento nesta fase uma reclamação pelos danos materiais e pessoais causados e, caso a resposta a esta reclamação não seja satisfatória, elevarei a outras instâncias dado que não tenho o meu carro há muitos meses, perdi tempo de garantia, custos com seguro, etc. Cumprimentos
Não tem atendimento
Por várias vezes tentei contacto com o setor de colisão da Santogal , tenho meu veículo com vistoria já feita pela Santogal, foi autorizado a quase 2 meses, desde a data da vistoria o que foi me passado através dos funcionários era que só teria que esperar as peças para fazerem o reparo, mas não consigo contacta-lós, sempre que ligo fico na linha de espera por 30 minutos e atendem já desligando o telefone, uma grande falta de respeito, eles não estão fazendo favor a mim, todo o serviço está sendo pago e o valor não é baixo, mas mesmo assim depois do primeiro atendimento onde já nos prende como clientes não temos mais alguma resposta ou informação sobre o serviço, é uma falta de respeito dessa empresa com os clientes. Só dão a devida atenção quando ainda não somos clientes, mas assim que fechamos todo o serviço e ficamos presos a empresa já não nos contactam ou passam qualquer informação, ficamos sem saber de fato o que fazer. Sempre faço revisão na Santogal, mas será minha última vez como cliente, pois só nos dão atenção quando o assunto é dinheiro, mas depois de tudo feito já não nos prestam serviço algum.
Não passagem do carro de nome
Exmos Senhores, Em março de 2025 desloquei-me à feira de veículos promocionais organizada pela Santogal Peugeot de Lisboa, sita na R. Dom Luís de Noronha 40, 1069-081 Lisboa, onde acabei por adquirir um veículo novo. Em 09/04/2025 fui ao stand buscar o carro onde me foram facultados todos os documentos, nomeadamente, a declaração de venda datada de uma data anterior, 04/04/2025, o que já é errado pois apenas levantei o carro no dia 09/04. Acontece que estamos a 11/08/2025 e o carro ainda não está no meu nome, certo é que já estou a pagar o financiamento há 4 meses e até agora nada do DUA do carro. Várias e várias e várias vezes já questionei a Santogal Peugeot sobre o estado do processo e acerca do porquê da demora e, por várias vezes, me indicaram que seria devido ao atraso nas financeiras e com a reserva e propriedade e etc…, o que não faz sentido tendo em conta que eu já estou a pagar o valor mensal, logo está tudo ok para a financeira. Após, dia 16/07/2025, fiz uma nova insistência com a vendedora da Santogal Peugeot, onde comprei o carro, acerca do estado do processo e a mesma referiu que já havia sido enviado para a conservatória do registo automóvel. Hoje, dia 11/08/2025, fui à conservatória do registo automóvel do parque das nações e a oficial de registos imprimiu o histórico do carro que adquiri e o carro continua sem qualquer apresentação para o meu nome e continua na titularidade da Stellantis. É inconcebível, andam há meses a enrolar-me e sempre com desculpas. Certo é que estou a pagar um financiamento de um bem que não me pertence. Inadmissível, Santogal Peugeot.
Documentos em falta - GARANTIA
Em continuação do caso, 12096985, venho por este meio, informar que seguindo as diretrizes da Santogal, em ativar a garantia da marca, a mesma, para o efeito, precisa das provas de revisão do veículo anterior à sua venda. Posterior à sua venda já as fiz chegar à JOP-SEAT no Porto, no entanto, a quando da venda, as mesmas não foram entregues com a documentação da viatura, pelo que peço que enviem uma segunda via, para a pessoa encarregue pelo processo, sandra.cordeiro@jop.pt. Já fiz chegar este email a várias pessoas da Santogal mas continuo sem resposta. A viatura está na oficina à espera destes documentos para se poder ativar a garantia legal. O único documento que eu tinha em minha posse foi a da revisão dos 5000 km. Ficam a faltar as anteriores para poder avançar com o processo. Envio o email escrito pela Jop: "Boa Tarde Sr Vasco Machado, Vimos por este meio solicitar os comprovativos de manutenções da viatura SEAT MO AR86BI. A viatura encontra-se neste momento em oficina, em reparação, sendo que o importador solicitou as mesmas para processo de garantia. Ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Ribeiro Assessor | Serviço Pós Venda Rua Delfim Ferreira, 84 4100-199 Porto (+351) 226 194 500 barbara.ribeiro@jop.pt "
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