Reclamações públicas

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G. L.
14/04/2026

Sem previsão de entrega do meu veículo

Dia 16/03/2026 meu esposo deixou nosso carro na Santogal de Loures para concerto, data de entrega para dia 14/04/2026. Hoje dia 14/04/2026 quando contacto a Santogal para minha surpresa simplesmente informam que não tem previsão de data de entrega, como assim não tem previsão pois as peças não chegaram, isso é um absurdo, uma falta de respeito com o consumidor, é um descaso o mínimo é uma data rela de entrega do veículo, falei com uma atendente arrogante é que queria despachar a chamada simplesmente informando que não tem previsão e para eu aguardar, informei que estou com um recém nascido e que se poderia ter alguma urgência no processo e a senhora disse que não. Total falta de respeito com o consumidor, atendimento robotizado.

Em curso
Y. L.
31/03/2026

O silêncio da irresponsabilidade

Reclamação OFICINA MERCEDES SINTRA R. GOTTLIEB WILHELM DAIMLER 20ª 2710-037 SINTRA TELF: 808210210 ASSISTENCIA.MERCEDES.ST@SANTOGAL.PT G.C.P.L. contribuinte nº 2............, condutor habitual da viatura 9.......... de marca MBenz, E 250 Bluetec, apólice auto Continente seguros 9............. Na sequência de sinistro ocorrido em 22.02.2026, tomei conhecimento em 19.03.2026 da confirmação da assunção da responsabilidade do sinistro pela seguradora Fidelidade, e respetiva ordem de reparação pós peritagem definitiva. Tratando-se de um veículo comprado na Santogal Mercedes Benz, comércio de automóveis, Sintra Retail Park há 09 anos, sempre assistido nestas oficinas e com um plano de manutenção ainda em vigor, fiz toda a questão para que a reparação fosse efetuada no “sítio habitual”, que sempre julguei de confiança, apesar de alguns desconcertos. De acordo com as normas da Fidelidade Seguros, o nº6 do art.º. 42º do decreto-Lei nº29/2007, a reparação a ser efetuada em oficina indicada pelo lesado, o período de assistência com veículo de substituição obedece estritamente ao período de reparação da mesma, negociado na altura da peritagem. Após contactos de e para a Fidelidade Seguros, Continente Seguros e Oficina Santogal Mercedes, concluída a peritagem e definida como definitiva, foi negociada a data para entrega e reparação da viatura com período de reparação previsto para 02 dias. Assim por msg enviada pela Fidelidade e confirmada verbalmente pela Oficina Mercedes, ficou assente a entrega da viatura 9........ no dia 24 março 2026 para início da reparação, com tempo previsto de 02 dias, consequentemente com entrega provável em 26 de março. Por motivos pessoais, preferi proceder a entrega da viatura sinistrada na véspera, dia 23, altura em que sublinhei a previsão de entrega conforme conversado anteriormente, sem que qualquer objeção tenha sido levantada pelo assistente da oficina Santogal Mercedes, recetor da viatura. Acontece que, 5ª feira, 25 março, ao longo da manhã, expectante fui aguardando algum contato da oficina, mas tal não aconteceu. Era suposto a oficina Santogal proceder à entrega da viatura até às 18h, hora do fecho. Mas tal não aconteceu. Com alguma esperança, permitindo-me o benefício da dúvida, qualquer pequeno atraso possível, fui esperando por qualquer esclarecimento da oficina, mas tal nunca veio a acontecer. Tendo a viatura de substituição para ser entregue até as 15h de sexta-feira, não tendo qualquer comunicação da Oficina Santogal, tentei ligar um sem nº de vezes, para os nºs indicados nos “panfletos” e fiquei sempre em espera até que do outro lado o “click anunciava a chamada como desligada. Outros nºs disponíveis e com atendimento mais provável, embora pecando pela demora e pelo rigor das respostas, são os nºs de valor acrescentado provavelmente, em que paga o cliente e o atendimento é feito mas sempre encaminhado e nunca se sabe se com ou sem continuidade. “o Sr….X, está ocupado. Deixe o nº que ele depois contacta, o Sr. X está na hora do almoço, deixe o contacto que ele depois repõe a chamada e ou ligue mais tarde. Do outro lado deste “muro” está um cliente, por sinal habitual, procurando uma resposta, uma única palavra de respeito, de satisfação que não é um “favor a ser pedido”, é trabalho, é dignidade, é responsabilidade, é profissionalismo, é mesmo uma obrigação perante o facto em análise. Sem qualquer resposta, msg, email, telefonema, da Santogal, apesar dos esforços que fiz, tomei a decisão de proceder a entrega da viatura de substituição, até porque a Fidelidade Seguros defendia-se responsabilizando a Oficina Santogal pelo incumprimento do contrato de reparação. Desta forma, da promessa de entrega da viatura dia 25 do corrente, em 30 de março continuo sem qualquer informação da situação, mesmo sem qualquer satisfação. Hoje 31 de março pelas 10h, como o silêncio se aprofundasse cada vez mais, e da Santogal nenhum único sinal ou explicação, uma vez mais tentei saber da minha viatura entregue à responsabilidade da Oficina Santogal e liguei para o 808210210, que parece ser o único nº da Santogal a garantir um atendimento. Confesso não ter sido surpresa alguma a resposta da atendente quando questionei querer saber do meu automóvel entregue há oito dias para previsto arranjo em dois. "Desculpe", disse-me a Sra Sofia, mas só pode ser depois das 11h, pois quer o Sr. Carlos Gomes, quer o Sr. Ricardo ambos do departamento de colisão só a partir desta hora estão disponíveis. Assim aguardo qualquer explicação de pessoa, pessoas ou entidades envolvidas neste imbróglio, neste embuste, provavelmente a palavra mais certa, que retrata um nada pouco, muito pouco, ou talvez nada mesmo, uma marca que parece dever merecer funcionalidades mais esclarecidas. Coragem precisa-se. Senão, para que servirão palavras e frases de apresentação da SANTOGAL como: “O nosso objectivo é proporcionar o melhor serviço. A nossa prioridade é a satisfação dos clientes.” ? G. C. P.L. ...........@GMAIL.COM ..................66

Resolvida
P. M.
06/03/2026

Reclamação por recusa de cumprimento de proposta de venda de veículo e pagamento incompleto do sinal

Por razões de confidencialidade, os nomes dos intervenientes e a matrícula da viatura são propositadamente omitidos, sendo os mesmos facultados caso tal venha a revelar-se necessário. Venho apresentar reclamação contra a Santogal relativamente à proposta de venda n.º 001252, referente à viatura Peugeot e-2008 Allure Elétrico, de cor preto com o número interno 3044420. Em 28/02/2026, após visualizar o veículo anunciado no site da empresa pelo preço de €14.000,00, dirigi-me ao stand da Renault de Loures, sito na Quinta velha, Rua do Moinho Velho, 2660-524 - Loures, onde o vendedor confirmou o preço, consultou o site e imprimiu as características da viatura. Mais tarde, por indicação do mesmo vendedor, procedi ao pagamento de €1.000,00 para reserva do negócio. Após esse pagamento, recebi email com a proposta/contrato, com o preço total de €14.000,00 e garantia de 18 meses, tendo-me sido dito por escrito que bastava responder por email a concordar com a proposta. Assim fiz. No dia 02/03/2026, fui informado de que a empresa não pretendia realizar a venda, alegando um alegado erro de inserção do preço no sistema. No dia seguinte, foi-me recusada a venda pelo preço acordado, sendo depois invocada a falta de assinatura do responsável de vendas, pelo próprio. Considero esta posição indevida, porque: • a empresa apresentou proposta escrita com todos os elementos essenciais; • o vendedor autorizou expressamente a aceitação por email; • o preço foi confirmado presencialmente e por escrito; • a empresa recebeu o montante entregue para reserva; • e apenas depois tentou afastar o negócio com fundamento em formalidades internas e em alegado erro que não era manifesto para o consumidor. Entendo que estão reunidos os pressupostos dos arts. 441.º e 442.º do Código Civil, pelo que, recusando a empresa o cumprimento do negócio após receção do sinal, é devida a restituição do sinal em dobro. A atuação da empresa também contraria a boa fé nas negociações e no cumprimento (arts. 227.º e 762.º CC) e traduz, no mínimo, uma atuação incompatível com a proteção devida ao consumidor. Considero ainda que a Santogal não pode beneficiar de um mecanismo formal/interno para receber quantias e criar a aparência de vínculo, e depois negar o vínculo quando descobre que o preço era “baixo” relativamente ao mercado. Apesar de eu não ter aceite a devolução simples do sinal, a empresa transferiu unilateralmente €1.000,00 em 05/03/2026. Assim, considero que esse valor apenas abate ao montante global devido, mantendo-se em falta o remanescente de €1.000,00 para perfazer a restituição em dobro. Acresce que, entretanto, a viatura foi recolocada à venda por preço superior, o que reforça que a recusa resultou da intenção de não cumprir o preço inicialmente acordado. Pretendo apoio/intervenção no sentido de ser pago pela empresa o remanescente de €1.000,00, correspondente à parte ainda em dívida da restituição do sinal em dobro.

Em curso
V. M.
24/11/2025

Fuga as responsabilidades/anulação de negócio

Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504, 13405784, 13777500 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. A Santogal da sempre a mesma resposta, "através dos meios internos vamos resolver diretamente com o cliente", A resposta é sempre a mesma, contudo é mentira, eles não entram em contacto, muito menos resolvem, estão a fugir as responsabilidades. Eu pretendo a anulação do negócio. Pago todos os meses 100 euros a uma linha de crédito e nem a viatura tenho comigo. Sou gozado por e comerciais e responsáveis cada vez que vou a Santogal. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado Número de identificação fiscal (NIF): 244829420

Encerrada
V. M.
10/11/2025

Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784

Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado

Encerrada
M. R.
27/10/2025

Vendido carro com extras inexistentes e avarias sucessivas – Mini Countryman Santogal Mini Estefânia

Adquiri um Mini Countryman 1.5 Diesel (2020) na Santogal Mini Estefânia, em 11 de outubro de 2024, por 27 000 €. Foi-me prometido que o carro incluía extras como Apple CarPlay e rebaixamento automático dos vidros em marcha-atrás, o que não é verdade, e o veículo não possui nenhum desses equipamentos. Um mês após a compra, começaram os problemas: o carro precisou de um novo filtro de partículas (reparado em garantia), e logo depois surgiram problemas nos travões, com dois orçamentos de cerca de 700€ cada (em abril e julho de 2025). Desde janeiro de 2025 tenho contactado o comercial Pedro Ligeiro para uma solução, pois a garantia indica “satisfação ou troca”. Só em maio me apresentou alternativas e ainda afirmou: “se fosse a si, não trocava”. Em abril, alertei para um barulho anormal no motor, que foi completamente ignorado. Agora, em outubro, o carro apresenta barulho ainda mais grave ao desacelerar e problemas na embraiagem, tendo sido rebocado para a marca, que se desresponsabiliza totalmente, apresentando um orçamento de 4000€ para reparação. Sinto-me enganada e desamparada, pois comprei um carro “revisto” e “garantido”, que revelou falhas graves desde o início. Peço apoio e intervenção da DECO para garantir que a Santogal assuma as suas responsabilidades legais e que eu não seja prejudicada por uma venda defeituosa e enganosa. Todos estes problemas surgiram dentro do período de garantia, e alguns logo após a compra, o que demonstra que não se tratam de situações de desgaste normal, mas sim de avarias pré-existentes ou defeitos ocultos. Além disso: A garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021 obriga o vendedor a assegurar o bom funcionamento e conformidade do bem durante o período de garantia, não podendo desresponsabilizar-se de falhas que surjam nesse período. Foi-me prometido, no ato da compra, um veículo com determinados extras e funcionalidades inexistentes, o que configura incumprimento contratual e publicidade enganosa. A própria marca já assumiu reparações anteriores em garantia, o que reforça que os problemas não são de desgaste comum. O veículo continua a apresentar sintomas mecânicos graves, nomeadamente barulho intenso a desacelerar e vibração da embraiagem, que indicam problemas de origem no sistema de transmissão, algo que um carro com revisão pré-venda não deveria apresentar ao fim de poucos meses. Neste sentido, reitero o meu pedido para que a Santogal assuma integralmente a responsabilidade pela reparação, substituição ou troca do veículo, conforme previsto no contrato e na lei das garantias dos bens de consumo.

Encerrada
A. A.
24/10/2025

Garantia

Comprei meu automóvel no ano passado de um stand com poucos quilómetros rodados e no final do ano de 2024 comecei a ter muitos problemas com o mesmo. Foi então que recorri a Santogal, por conta da garantia. Primeiramente meu carro ficou lá durante cerca de duas semanas e não haviam nem sequer me dado noticias, ao contacta-los sempre havia uma desculpa, "ainda não tivemos tempo de mexer" "está faltando peças", enquanto isso eu gastava dinheiro com uber para poder ir trabalhar. Foi dito que o conserto havia sido feito, mas logo no primeiro dia notei que o mesmo problema continuava. Deixei meu carro novamente, fiquei mais uns dias sem e me disseram que o conserto havia sido "feito". Há cerca de dois meses notei que o carro estava apresentando barulhos na direção novamente e, como tínhamos que fazer a revisão do carro também, agendei uma visita a Santogal. A mesma, só tinha um data para 45 dias na frente, ou seja, tive que aguardar todo esse tempo. Ao levar o carro para conserto, foi dito a garantia que havíamos passado 13mil quilômetros da revisão, quando na verdade, havíamos passado apenas 1.300, por conta do tempo de espera. Não conseguimos mais ativar a garantia e ao contactar a Santogal para pedir qualquer ajuda a resposta é: "a senhora continuou usando o carro por escolha" "a senhora poderia ter feito em outro lugar". Como faço qualquer reparo ou revisão em outro lugar, sendo que a Santogal é quem estava tratando de todo o meu caso? Como fico com o carro parado 45 dias a espera de um agendamento? Enfim, o valor do reparo ficou absurdo e até tentei negociar pedindo pelo menos metade do valor, mas a mesma se recusa a tratar qualquer assunto comigo. O stand contactou a Santogal e mesmo assim, nada feito. Então venho aqui em busca de qualquer solução para a minha questão. Visto que não fazia sentido eu recorrer a outro lugar para um problema que meu carro apresenta há meses e por já ser de conhecimento da Santogal. Nas imagens informações sobre a quilometragem após 50 dias.

Encerrada
R. J.
20/10/2025

Oficina incompetente

Em julho de 2025, levei o Volvo V60 à Santogal Volvo de Loures para resolver um problema simples — o ar condicionado tinha deixado de funcionar corretamente. Era uma avaria desconfortável, mas nada de grave. Entreguei o carro confiando plenamente que, sendo um concessionário oficial Volvo, estaria em boas mãos. O que eu não imaginava é que, a partir desse dia, a oficina da Santogal iria transformar um problema menor num pesadelo que dura até hoje, deixando o carro em pior estado do que quando entrou e, pior ainda, sem qualquer assunção de responsabilidade da parte deles. Disseram-me que o problema estava no compressor do ar condicionado e que bastava substituí-lo para tudo ficar resolvido. Pareceu-me uma explicação lógica, e autorizei o serviço. Paguei o valor pedido, 2771,73€, confiante de que estava a lidar com técnicos competentes e que o carro sairia dali em perfeitas condições, como seria de esperar de uma oficina Volvo. Depois de alguns dias, ligaram-me a dizer que o carro estava pronto. Quando cheguei, fui recebido pela chefe de oficina, que me disse literalmente: “Está pronto a circular.” Foi com essa frase que me entregou o carro, dando-me a entender que o problema estava completamente resolvido. Cerca de cinco minutos depois de sair da Santogal, o painel de instrumentos acendeu um erro vermelho grave — um aviso de alta tensão, acompanhado da instrução para imobilizar o veículo de imediato. Um erro que nunca tinha aparecido antes e que, segundo o próprio sistema, podia indicar risco elétrico sério. Imediatamente parei o carro e entrei em contacto com a oficina, ainda incrédulo com o que estava a acontecer. O que se seguiu foi um misto de desorganização, contradições e desculpas vagas. Não assumiram em momento algum que algo pudesse ter corrido mal durante a reparação. A verdade é que o carro, a partir desse momento, deixou de funcionar como deve ser: deixou de carregar em casa e nas estações públicas, passou a gastar muito mais combustível, perdeu completamente o modo elétrico e híbrido, e apresentava constantemente a mensagem de imobilização ativa. O carro, que antes funcionava perfeitamente em termos elétricos, saiu de lá transformado num veículo inseguro, ineficiente e cheio de erros graves. Voltei de imediato à oficina, que momentos antes me tinha garantido que o carro estava “pronto a circular”, passou a dizer que “não sabia ao certo se o erro estava relacionado com o compressor” e que a substituição “poderia ter resolvido ou não” — o que demonstra que, afinal, o diagnóstico inicial era uma tentativa, não uma certeza. Mais tarde, quando questionei o superior hierárquico, chefe de centro —, este afirmou categoricamente que “o erro já existia antes”. Uma afirmação completamente falsa, contraditória com o que a própria chefe de oficina tinha dito, e que demonstra uma total falta de rigor e coerência entre os próprios responsáveis da Santogal. Ao longo das semanas seguintes, o carro foi ficando retido várias vezes na oficina. Chegaram a dizer-me que estavam “em contacto com o departamento técnico da Volvo”, mas o tempo passava e não havia qualquer solução concreta. O diagnóstico andava em círculos, sempre com promessas de que “iam testar mais umas coisas”, “iam ver com a marca”, ou “iam atualizar o software”. No final, nada. O carro continuava com os mesmos erros graves e eu, sem carro para me deslocar, a arcar com os prejuízos e o stress de lidar com uma oficina que claramente não sabia o que estava a fazer — ou, pior ainda, não queria assumir o que tinha feito de mal. Durante este processo, surgiram ainda mais situações revoltantes. Na última entrega o carro veio com a bateria de 12V quase descarregada. Quando confrontei a oficina, disseram-me, com total leviandade, que “bastava andar com o carro que a bateria carregava”. Isto, quando o carro apresentava alertas graves de imobilização elétrica e não devia sequer circular nessas condições. Foi uma instrução irresponsável e perigosa, que demonstrou total falta de conhecimento técnico e cuidado com a segurança do cliente. Mais tarde, reparei também que as peles do volante estavam danificadas — algo que não existia antes. Questionei a oficina, e a resposta foi uma desculpa absurda: disseram que devia ser “devido a fatores ambientais”. É difícil descrever o nível de desrespeito que senti nesse momento. Um carro entregue impecável, devolvido com danos visíveis, e ainda tentam culpar o ambiente, como se o carro tivesse envelhecido dez anos parado na oficina. O que mais me indignou foi a forma como a Santogal se demitiu de qualquer responsabilidade. Em momento algum admitiram que algo pudesse ter corrido mal na reparação. Nem sequer mostraram preocupação genuína em resolver o problema. Tudo o que faziam era passar o assunto de um lado para o outro, como se o cliente fosse um incómodo e não uma prioridade. Ao longo de mais de dois meses, vivi um verdadeiro calvário. O carro esteve parado mais tempo do que em utilização, perdi tempo, dinheiro e paciência. Fiquei privado da minha mobilidade, com prejuízos evidentes e uma sensação constante de impotência perante a arrogância e o desprezo com que fui tratado. Cada visita à oficina era uma repetição da mesma história: promessas vagas, ausência de respostas e uma falta gritante de responsabilidade. É revoltante pensar que uma marca que se apresenta como símbolo de segurança e confiança permite que o seu concessionário entregue um carro em condições perigosas, sem sequer verificar se está seguro para circular. A oficina falhou em tudo: falhou no diagnóstico, falhou na execução, falhou na comunicação e falhou na honestidade. E o mais grave de tudo é que, mesmo perante provas claras de que o problema surgiu após a intervenção deles, recusam-se a assumir o erro e corrigir o que estragaram. Não se trata apenas de um carro, trata-se de confiança. Eu confiei na Santogal por ser um representante oficial da Volvo. Confiei que iam tratar do carro com o mesmo rigor com que a marca se promove. Em vez disso, recebi desculpas, contradições e um veículo em pior estado. Ainda hoje, continuo à espera de uma solução definitiva.

Encerrada
G. L.
30/09/2025

Pedido de Devolução Imediata do Valor Pago (€50.527,11)

O prazo de entrega acordado para a minha viatura era o mês de setembro. Este prazo foi largamente ultrapassado e, apesar das minhas insistências, não me foi fornecida qualquer previsão concreta para a entrega, inviabilizando a minha espera por tempo indeterminado. Esta ausência de informação e o incumprimento do prazo original forçam-me a cancelar a encomenda. Desta forma, solicito a devolução completa do montante de €50.527,11, que foi pago no âmbito deste negócio. Peço que o reembolso seja processado com a máxima urgência. Esta decisão é tomada ao abrigo do meu direito de resolução imediata do contrato por incumprimento da vossa obrigação de entrega, conforme estipulado nos artigos 19.º e 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Aguardo a confirmação da transação. Empresa: BEKAMP LDA Contribuinte: 516432540 Dados da factura emitida pela Santogal - Factura esta que nunca foi entregue e so consigo consultar pelo e-facturas Factura: RCADVNVU 9FE25/000788 ATCUD JJ3D2FCG-000788 data 2025-08-12 Valor 50.527,11 €

Resolvida
L. P.
28/08/2025

Veiculo imobilizado por negligencia

Bom dia, em Janeiro de 2025 o meu veiculo Mercedes-AMG foi reparado. pelo representante oficial Mercedes-Benz Santogal M, de um ligeiro toque na dianteira. Depois da reparação, alguns dias depois, na primeira utilização noturna, reparei que a função "Digital Lights" dos faróis de circulação dianteiros estava inoperacional. Depois de 1 mês de reparação, mais 1 semana parado. Quando finalmente regressou, poucos dias depois comecei a ter vários erros no quadrante e infoentertainment MBUX sobre funções de segurança e auxílio à condução. Entreguei novamente o AMG à Santogal M em Abril depois dos erros ficarem de forma persistente no écran do carro. Foi-me comunicado posteriormente que não existia confiança da marca na viatura e que iriam necessitar de substituir a cablagem CAN-BUS e que a data de entrega da cablagem seria em Agosto 2025... Durante todo o período até ao dia de hoje tive apenas telefonemas da pós-venda a confirmarem a chegada da cablagem necessária e outro a dizer que afinal, mesmo com a nova cablagem, o carro não apesenta condições de segurança para circular. Fui posteriormente contactado pela área de vendas para saber se queria vender o meu carro e comprar outro... Não é de todo a minha intenção dado que antes do carro ser reparado pela Santogal M, o mesmo sempre teve um comportamento exemplar. Já solicitei ao abrigo dos Direitos do Consumidor uma de 2 opções, com recibos de aviso de leitura e recepção, sem qualquer resposta, sendo que as 2 opções ao abrigo dos Direitos do Consumidor foram: 1. Devolução do veículo e reembolso do valor pago. 2. Troca do atual veículo por veículo igual ou semelhante, ambos sem resposta. Lamentando ter de ir por esta via, apresento nesta fase uma reclamação pelos danos materiais e pessoais causados e, caso a resposta a esta reclamação não seja satisfatória, elevarei a outras instâncias dado que não tenho o meu carro há muitos meses, perdi tempo de garantia, custos com seguro, etc. Cumprimentos

Resolvida

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