Solicito intervenção por cobrança indevida e incumprimento contratual pelo PHIVE Lisboa.
Uma das condições determinantes da minha adesão foi a existência de estacionamento, posteriormente removido, o que motivou os meus contactos iniciais com o clube para revisão da situação.
No final de outubro/início de novembro, por motivo familiar grave (falecimento da minha avó), tive de viajar urgentemente para a Rússia por cerca de 3 meses, país onde não teria acesso ao WhatsApp. Antes da viagem, solicitei por escrito, via WhatsApp (único contacto disponível), o congelamento da adesão durante a minha ausência. Não obtive qualquer resposta.
No dia 6 de novembro, já no aeroporto, telefonei e reiterei o pedido de congelamento, informando que perderia acesso ao WhatsApp. Solicitei expressamente o envio de instruções por email para formalizar o pedido, uma vez que o clube tinha o meu email, mas eu não tinha contacto alternativo nem recebi cópia do contrato. Apesar da confirmação, nenhuma instrução foi enviada.
Mesmo considerando o prazo contratual de 30 dias (cláusula 20), a suspensão deveria produzir efeitos no início de dezembro, o que não ocorreu.
Posteriormente, através do contacto geral do clube, reiterei o pedido de congelamento da adesão. Foram enviados múltiplos follow-ups ao longo de várias semanas (mais de 20), solicitando o congelamento e o escalamento da situação. Apesar disso, o pedido de congelamento foi sistematicamente ignorado, não foram fornecidas instruções nem iniciado qualquer procedimento. O escalamento solicitado foi referido, mas nunca concretizado.
Durante cerca de 3 meses continuaram a ser efetuados débitos semanais, apesar do pedido ativo e não resolvido e da impossibilidade de utilização do serviço.
Verificou-se: falta de resposta, falta de instruções, não processamento do pedido, cobranças durante pedido pendente e falha de escalamento.
Solicito o reembolso integral dos valores cobrados após o pedido inicial de congelamento.