Bom dia,no dia 25 de janeiro recebi uma ligação da Deco proteste,que através de uma colaboradora foi me oferecido uma subscrição da Deco. Com muita paciência escutei toda proposta,no final da ligação que foi gravada deixei claro que não faria ou concordaria em fazer uma subscrição somente depois que fosse enviada a proposta por e-mail.A colaboradora pediu para eu confirmar meus dados,questionei o porque dessa confirmação.?Ela respondeu que caso eu depois de receber o e-mail viesse a decidir fazer uma subscrição e como já fui assinante da Deco,seria meramente para saber se havia mudado algum dado meu.Foi descontado por 12 meses 8,60€ da minha conta em 2025,e apartir de 2026 foi descontado 17,75€ indevidamente. Entrei em contato com a Deco e para minha surpresa essa subscrição foi feita no nome da minha esposa sem ela saber nem eu,a resposta que tive foi:Como o senhor não viu que estava sendo debitado esses valores??Minha resposta:mesmo que tivesse visto,algo que não vi, pelo fato de não acompanhar diariamente minha conta bancária. Acresento que essa colaboradora agiu de má fé pois em momento algum solicitei ,confirmei ou decidi fazer tal subscrição.Essa ligação foi gravada e nela confirma o fato,ou peço que me mostrem qualquer tipo de documento, pedido ou gravação onde faço essa subscrição. Detalhe que já mencionei, como fazem uma subscrição em nome de Aline Oliveira Santos(minha esposa)e fazem a cobrança dos valores da minha conta??Sempre achei que a Deco respeitasse e tem como missão proteger o consumidor,e nessa situação além de ilegal e roubo.Exijo a gravação onde supostamente aceito o pedido de subscrição, ou algum documento que comprove a afirmação falsa de parte da Deco proteste. Já adicionei meu advogado para entrar com processo sobre a Deco, espero que resolvam essa situação com a devolução dos valores retirados da minha conta indevidamente e sem a minha autorização. Já entrei duas vezes em contato por ligação telefônica e por e-mail e não tive nenhuma resposta da Deco. Aguardo resposta o mais breve possível,caso contrário como já mencionei teremos que resolver essa situação desagradável na justiça.
Atenciosamente César Belmonte Mello