Exmos. Senhores,
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao lar “Vila Doce Lar”, situado em Gueifães, Maia.
No dia 6 de fevereiro de 2026, efetuei o pagamento de 2.000€ ao referido lar, com o objetivo de garantir a entrada do meu pai, agendada para o dia 2 de março de 2026. Posteriormente, aquando da entrada, foi ainda efetuado o pagamento de 2.300€ correspondente ao mês de março.
No entanto, por motivos financeiros, encontrei uma solução mais acessível, tendo informado o responsável do lar da minha decisão de retirar o meu pai no dia 16 de março de 2026.
Nessa altura, solicitei:
A devolução proporcional do valor correspondente aos dias não usufruídos do mês de março;
A devolução do montante de 2.000€ pago inicialmente para inscrição/garantia de vaga,depois falaram que era a jóia.
Até à presente data, não me foi devolvido qualquer valor, nem foi apresentada uma justificação formal para a retenção total dos montantes pagos.
Importa ainda referir que não foi celebrado ou assinado qualquer contrato escrito que definisse condições de cancelamento, devoluções ou retenções de valores.
Assim, considero que houve uma cobrança indevida e desproporcional, tendo em conta que o serviço apenas foi prestado durante cerca de 15 dias, no total de 4.300€ pagos.
Solicito a intervenção dessa entidade no sentido de:
Avaliar a legalidade da situação;
Promover a devolução dos valores pagos indevidamente;
Verificar as práticas do referido lar.
Com os melhores cumprimentos