Ex.mos Sr.s
Depois de 28 anos, como cliente da Galp na compra de Garrafas de Gás Propano (11kg), quero deixar a minha indignação com a política de devolução das respetivas garrafas utilizada pela empresa, que visam prejudicar de forma inadmissível o cliente e ser uma forma de lucro encapotado paralelo ao serviço da empresa.
No dia 11 de julho de 2026, devolvi à empresa José Pereira & Lemos, Lda, agente de distribuição da Galp, uma garrafa de gás vazia e uma cheia selada.
A resposta do agente:
Por especial favor (dado que não é obrigatório), dou-lhe o valor da fatura FTP01/368175, pela garrafa cheia e 3,00€ pela devolução pela tara de cada garrafa, a não ser que tenha o talão que lhe foi dado na compra da primeira garrafa.
Expresso a minha indignação pela resposta recebida, e ligo para o apoio ao cliente da Galp, que não só me confirma a resposta do agente, como evitou responder à minha pergunta, mas face à minha insistência acabou por fazê-lo, que o preço da tara garrafa praticada atualmente é de 15,00€
De forma clara, recebem ao preço real mas pagam ao preço nominal, que aplicando o valor da inflação de vários anos, constitui uma margem de lucro inadmissível, se não constituir mesmo, uma fraude.
Outra questão prende-se com o pedido de um talão passados 28 anos. Não me lembro sequer de o receber. Que validade isto poderá ter?
Lembro que a utilização de garrafas de gás ocupa tendencialmente uma franja da sociedade mais idosa e com menos literacia. Razão pela qual, compreendo que ainda não tenha sido exposto, e me sinto na obrigação de cidadã participativa de denunciar.
Para oficializar a minha queixa, pedi o livro de reclamações e fiz a reclamação número 4501033.