Exmos. Senhores,
Venho solicitar o apoio da DECO PROTeste na resolução de um conflito de consumo com o stand Byrd, onde adquiri em agosto de 2023 um Renault Zoe 2018.
Resumo dos factos:
Veículo sempre guardado em garagem, quando estacionado, desde a compra. Condução cuidada, tal como a minha outra viatura (Peugeot 208 de 2012 adquirido em 2014 que nunca teve qualquer tipo de problema do género).
No final de 2024 o stand reparou duas vezes problemas graves na direção, sendo que a direção simplesmente partiu, em pouco menos de um ano, e, na primeira condução após a primeira reparação, começou a virar aleatoriamente para um dos lados cerca de 90 graus, sendo que, em ambas as situações, por muito pouco, não me envolvi em acidentes graves.
Em março de 2026 o carro chumbou na inspeção por amortecedor frontal direito partido.
Na oficina Midas (Montijo) verificou-se que os amortecedores estão destruídos por ferrugem avançada, sendo quase impossível (ainda não foi descartada a hipótese de corte) desmontá-los sem cortar as peças. A oficina confirmou que este estado não é compatível com a idade e o uso do veículo desde a aquisição.
Suspeito fortemente de vícios ocultos pré-existentes à venda, não declarados pelo vendedor profissional.
Já enviei reclamação ao stand exigindo solução, mas a resposta recebida foi totalmente insatisfatória.
Anexo os emails trocados com a Byrd, sendo que, ainda, não tenho acesso ao orçamento corrigido da reparação, nem os relatório e fotos.
Solicito o apoio da DECO para:
Mediação com o stand;
Orientação sobre peritagem técnica;
Eventual processo de arbitragem de consumo (CNIACC ou centro regional).
Fico disponível para qualquer informação adicional e agradeço desde já a vossa intervenção.
Com os melhores cumprimentos,
João Carvalho