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Não concordância com repartição de responsabilidades do Sinistro

Em curso Pública

Generali Tranquilidade Seguros

Reclamar

Problema identificado:

Outro

Reclamação

M. C.

Para: Generali Tranquilidade Seguros

28/08/2026

Exmos Senhores da Generali Traquilidade Seguros Apresento Reclamação, sobre a vossa face à vossa Comunicação da repartição de responsabilidades na proporção de 50% para cada um dos intervenientes do sinistro em causa, ocorrido no dia 3 de Julho de 2026, na Rua General Amilcar Mota, em frente à entrada da Escola de Sargentos do Exército. No dia do acidente o meu marido, é que conduzia o Opel Corsa (matrícula 49JX45) e estava a dirigir-se para o trabalho (Escola de Sargentos do Exército). Foi precisamente à entrada dessa unidade militar que o mesmo teve lugar. Dado que foi a viatura (Peugeot, matrícula BA52ER) a embater no Opel, gostaríamos de saber, de forma muito concreta e objetiva, qual a regra de trânsito /Código da estrada, em concreto, que não terá sido cumprida pelo condutor do Opel, para vos levar a atribuir responsabilidade de 50/50 aos 2 intervenientes. Saliento que o acidente resulta do Peugeot bater na frente do Opel que já estava praticamente parado. O Peugeot faz uma ultrapassagem, pela direita, numa zona de traço contínuo, no momento em que o Opel se encontra a sinalizar viragem à direita e a abrandar, para verificar se a passagem para entrar na da unidade militar estava ou não desimpedida (o que se verificou não estar, em virtude de se encontrar uma viatura que estava para sair). Sendo que a viatura Peugeot ultrapassa a alta velocidade e invade, inclusive, o passeio na sua ultrapassagem (só não acertando em nenhuma pessoa porque felizmente ninguém estava a passar naquele momento nessa zona do passeio), não se percebe como possam ser repartidas em 50% a responsabilidade deste acidente. Claramente o condutor do Peugeot estaria a conduzir distraído, ou em excesso de velocidade, ou sem respeitar a distância mínima de segurança entre veículos, ou até mesmo todas estas situações conjugadas. Gostaria, pois, de respeitosamente solicitar à companhia Generali Traquilidade Seguros que, em abono da verdade dos factos, se proceda à reconstituição presencial do acidente, no local, com o meu marido e com os Sr. Condutor do Peugeot que bateu no Opel Corsa, no dia e hora que vier a ficar definido para tal. Não posso de forma alguma, compactuar com um eventual desresponsabilizar do condutor do Peugeot que não ia atento (não sei se iria ou não a fazer outra coisa enquanto conduzia) que bateu na minha viatura Opel Corsa, quando esta já estava a abrandar e a parar, numa zona com muita visibilidade, com limite de velocidade, com traços contínuos na estrada, onde não é permitido ultrapassar, em frente à entrada/saída de uma unidade militar. Confesso que estou até mesmo incrédula sobre a decisão da Generali Traquilidade Seguros, mas percebo que da vossa parte esta será uma solução “optimizada”. Mas não é certamente a correta e tomarei todas as diligências possíveis para que esta decisão seja revertida. Aguardo as vossas comunicações no sentido de se proceder à reconstituição do acidente. Com os melhores Cumprimentos


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