No dia 15 de maio, às 14h20, pedi assistência em viagem, para a qual seria necessário que a Fidelidade providenciasse um reboque. Quando pedi assistência, disseram-me que o reboque demoraria entre 45 e 60 minutos; após cerca de 70 minutos, telefonei e disseram-me demoraria cerca de 30 minutos; após cerca de 70 minutos, ou seja, decorridos cerca de 140 minutos, telefonei e disseram que o rebocador tinha tido um problema mecânico (informação que não me tinha sido transmitida no contacto anteriorio) e que o mesmo recorreria a outra viatura, mas demoraria entre 20 e 30 minutos; após cerca de 70 minutos, às 18h16, telefonei e disseram que estava "mesmo a chegar ao local", no entanto, só apareceu passados 15 minutos, pelas 18h40. O rebocador não deu qualquer explicação e não pediu desculpa pelo atraso do tempo acrescido na espera, de 3 horas (somadas aos 45 a 60 minutos previstos). No total, esperei 4 horas, depois destas informações de enorme desfasamento entre o tempo que indicaram sucessivamente e o tempo total que esperei. Para além de ter esperado todo esse tempo, em permanente indefinição, pergunto o que aconteceria se estivesse a impedir totalmente o trânsito de uma rua e, mais, se houvesse uma ambulância que necessitasse de passar no local? O que aconteceria se estivesse doente, se não tivesse água ou se estivesse sem comer durante 5 horas, (4 horas mais 1 hora que tinha decorrido desde que tinha terminado o meul almoço) que foi o que aconteceu; o que seria de mim se precisasse de ir ao WC nesse período de 4 horas? Perante esta situação, a Fidelidade não merece confiabilidade; pago para usufruir de um serviço que, na realidade, não presta com a mínima qualidade (no que se refere ao que descrevi). Perante este problema, procederei ao cancelamento do contrato com a Fidelidade, sob a solicitação de uma indemnização por ter sido exposto a uma situação de grande sofrimento físico e psíquico, tendo sido desrespeitado, portanto, com danos morais, perante o sucedido.