No dia 19 de maio de 2026, adjudicámos a esta empresa um serviço no qual foi pago uma das partes, tendo sido efetuado um pagamento antecipado de 844,75 €.
Após a adjudicação e o pagamento, foram acordadas várias datas para a execução do serviço. Contudo, a empresa procedeu a sucessivos reagendamentos e não compareceu em diversas datas previamente combinadas. Até ao momento, o trabalho não foi realizado.
Foram efetuadas várias tentativas de contacto telefónico com o responsável da empresa, sem que as chamadas fossem atendidas ou devolvidas. Devido à ausência de qualquer resposta ou solução, deslocámo-nos pessoalmente às instalações da empresa.
No local, uma funcionária administrativa contactou o responsável, que nos devolveu posteriormente a chamada. Durante essa conversa, o responsável adotou uma postura agressiva, elevou a voz, gritou e dirigiu-se a nós de forma rude e pouco profissional. Foi ainda transmitido que não seria efetuada qualquer devolução do valor pago.
Consideramos esta situação particularmente grave, uma vez que o serviço não foi executado, a empresa faltou repetidamente às datas acordadas, não existiu uma comunicação adequada, as tentativas de contacto foram ignoradas e foi recusada a devolução do montante pago.
Já apresentámos uma reclamação no Livro de Reclamações.
Pretendemos obter a resolução do contrato e a devolução integral dos 844,75 € pagos, uma vez que o serviço não foi realizado e deixou de existir qualquer confiança na capacidade ou intenção da empresa para cumprir o que foi acordado.
Solicitamos o apoio da DECO PROteste na resolução deste conflito e na recuperação do valor entregue.