Enchi o depósito de gasóleo, na estação da Repsol, da Rua Júlio Diniz, 320 4050-318, no Porto: 44,7 litros; Bomba 4; no dia 13/04/2026, às 16.34. A seguir, iniciei viagem para Lisboa.
Às 17:43, uma hora e um quarto depois, a viatura para subitamente e apareceu no tablier o sinal STOP. Estava na A17 (Vagos) ao Km 95. Accionei o ACP, do qual sou sócio e que confirma o sucedido, enviando reboque e táxi para transporte para Lisboa. A viatura é levada, do depósito de outras viaturas, de Mira, onde foi recolhida, para a oficina em 20.04.2026 ( SETE DIAS DEPOIS!!).
Na oficina , a 22.04.2026, dois dias depois, é feito o diagnóstico de contaminação do gasóleo com água e feito o orçamento (6.095,75 Euros), já pagos. Fiquei sem viatura de substituição, apesar do seguro, durante 9 dias, pois me era exigido o diagnóstico e provável tempo de reparação, o que apenas sucedeu 10 dias depois do sucedido.
Desloquei-me à oficina para ver o gasóleo retirado do depósito, praticamente cheio, e foi-me mostrado, onde pude verificar água residual, tendo obtido foto com o meu telemóvel.
Desejo:
1. Que seja feita uma inspeção à gasolina desta estação (presença de água)
2. Saber se houve outras queixas semelhantes, no período que antecede aquele dia e após, até quatro dias (11-17.04.2026)
3. Obter uma compensação da REPSOL
P.S.
1. Sempre me abasteci nos últimos dois anos na REPSOL, conforme posso comprovar pelas facturas associadas ao cartão LIDL. Nunca nada sucedeu
2. A viatura tinha sido aprovada em IPO obrigatório, recentemente. Tinha feito as revisões há menos de 6 meses. Sem qualquer problema mecânico na viagem , três dias antes, de Lisboa para o Porto, onde ficou parada até ao referido abastecimento.
3. Existem grandes obras do metro do Porto a menos de 50 metros da estação, o que poderá ter contribuído para eventuais infiltrações, por micro-ranhuras, nos depósitos subterrâneos.