Estimados,
após pesquisar diversas marcas e testar vários colchões escolhemos a Pikolin, pela garantia e afirmação de s qualidade de "colchoes de hotel" que não deformam. E assim começaram nossos problemas.
Recebi um colchão totalmente diferente do adquirido na loja. Acionei a garantia e fizeram a troca.
Depois de 2 anos voltou a apresentar problema, mas agora após nova visita técnica, dizem que não trocam, mesmo dentro da garantia, por não haver "concavidades" e mesmo a espuma ter ficado amolecida como aconteceu na primeira vez. Observo que o próprio técnico da empresa afirmou presencialmente que estava mais mole.
A empresa afirma em seu site as seguintes frase:
"Durabilidade garantida: invista num produto robusto que cuidará das suas costas durante anos sem se deformar."
Dois anos se passaram eu e minha esposa, pessoas de peso normal e com vida ativa no ginásio estamos com dores nas costas e mesmo assim a empresa nos nega a nova troca de colchão e nos "oferece" pagar mais 300 euros como solução comprando um colchão superior. Isso pode ser caracterizado como falsa propaganda e venda casada. Alem da Pikolin está a violar o Decreto-Lei n.º 156/2005, que obriga à disponibilização do Livro de Reclamações Eletrónico o que não fez tornando impossível acede-lo pra reclamar.
Já enviei uma reclamação a pós venda e email a direção pós vendas e os mesmo afirmam que o colchão não tem problema, mesmo o seu proprio técnico ter afirmar presencialmente que realmente estava mais mole no local.
A forma de auferir o problema utilizada beneficia a empresa, já que não existe o teste de densidade de espuma por compressão mecânica pela equipe técnica. Fazendo que a falta de densidade só apareça se houver uma grande "concavidade" para ser detectada. Porem o amolecimento, mesmo não formando "concavidade" é um defeito sendo suficiente para causar dores.
Essa negativa da empresa está apresentando danos a nossa saúde.
Solicito mediação para garantia de nosso direito de consumido de um produto dentro da garantia para troca.
Obrigado