Exmos. Senhores,
Boa tarde.
No passado dia 20 de maio de 2024 dirigi-me às urências do Hospital Cuf Sintra.
Quando fui chamada pela minha senha fui atendida por uma médica que me receitou uma injeção intravenosa para as dores. Levei a dita injeção e saí cá para fora, para junto do meu marido. Passado algum tempo fui novamente chamada para fazer uma ecografia e levar outra injeção infra venosa. De seguida saí novamente para junto do meu marido, onde aguardei os resultados. Por fim a médica chamou-me para dar alta e dirigi-me ao balcão para fazer o pagamento. Como estava com dores a senhora que me atendeu calorosamente disse que era melhor eu ir para casa que eles mandavam a conta. Assim fiz.
No dia seguinte, quando abro a fatura da urgência vejo debitada uma diária de 50 euros. Incrédula liguei para a ADSE (meu subsistema de saúde) para saber se isto era legal, ao que me disseram que não sabiam, mas que já lá tinham chegado outras faturas com estas ditas "diárias" e que não eram comparticipadas pela ADSE.
Imediatamente liguei para a DECO PROTEST e expus a situação. Disseram-me que deveria ver no portal da Cuf os preçãrios e ver o que é que eles entendiam como diárias. No entanto avançou que lhe parecia estranho uma vez que eu não tinha estado em observação, nem utilizado lençóis ou refeições.
A conta que me apresentam é a da urgência, com o acréscimo das perfusões intravenosas e de uma ecografia. Até aqui estou de acordo.
Só não concordo em ter de pagar por uma diária que não existiu. Para não me cobrarem a diária tinha duas soluções: ou davam-me a medicação na rua, ou não levava medicação.
Por este motivo peço a atenção dos serviços Cuf Sintra com a esperança de que como resposta não terei de pagar os 50 euros de diária e, por favor...FIQUEM ATENTOS.
Cumprimentos.