Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a autoescola Grancoop, devido à falta de transparência na prestação de serviços, inflexibilidade e recusa injustificada de reembolso de valores pagos por serviços não utilizados.Há três meses tento tirar a minha carta de condução. Por trabalhar no setor da hotelaria com horários repartidos. Sempre enfrentei grandes dificuldades de conciliação em assistir as aulas, reportei esta situação e pedi apoio com os horários à autoescola por diversas vezes, mas nunca me foi apresentada uma solução viável. A autoescola omitiu deliberadamente a existência de aulas de código online. Só fui informada desta modalidade , que resolveria o meu problema de deslocação e horário, após comunicar a intenção de cancelar e desistir da carta de condução. Como a última tentativa de boa fé em terminar o processo após ter assistido a várias aulas aleatórias e ter sido informada que poderia assistir o conteúdo online após concluir as aulas 5 e 6, peguei a tarde de folga, saí a correr do trabalho para conseguir assistir às aulas. Por pressa, esqueci o cartão de aluno e a escola recusou-se a encontrar uma alternativa simples para registar a minha presença sendo que eu já havia por outras vezes assistido aulas sem a licença de aprendizagem por motivo de a auto escola sequer ter pedido ao IMT minha licença. A auto escola ignorou minha situação, meu desgaste é meu esforço limitando alternativas de soluções com a minha escassez de tempo livre. Diante do desgaste decidi solicitar o cancelamento e o reembolso. Paguei a inscrição, o pacote de aulas teóricas e algumas aulas práticas e aulas no simulador. Não cheguei a usufruir de nenhuma destas aulas práticas e do simulador. A autoescola recusa-se categoricamente a devolver o dinheiro ou a fazer qualquer tipo de acordo amigável, retendo o valor de serviços que sequer foram prestados. Considero esta postura abusiva e violadora dos direitos do consumidor (enriquecimento sem causa por parte da auto-escola. Solicito apoio da decoproteste para resolver esse caso, pois não há nenhuma condição de que uma empresa prestadora de serviços haja desta forma arbitrária de se achar no direito de ficar com o dinheiro das pessoas sem ter custos nenhum, presumindo ganho pela dificuldade da conclusão de um serviço prestado.