No dia 03/07/2026 entreguei o meu Peugeot e-208 no stand para reparação ao abrigo da garantia, devido a uma falha no sistema de propulsão elétrico.
No dia 10/07/2026, fui contactado por telefone pelo representante do stand, o Sr. André, que me informou que a viatura estaria pronta e que o problema teria sido apenas um erro de atualização. No entanto, no mesmo dia fui informado de que o erro voltou a aparecer. Também nesse dia recebi uma estimativa da Peugeot, enviada pelo Sr. André, para o material necessário à reparação, mas, apesar disso, tentaram depois imputar-me custos relativos à intervenção, algo que contestei.
A 17/07/2026, desloquei-me novamente ao stand para levantar o veículo, após indicação de que a viatura estaria reparada. No entanto, não foi feita a intervenção completa indicada pela Peugeot, apenas substituíram a bateria de 12 V e voltaram a tentar entregar-me o carro, insistindo em passar-me os custos. Ainda assim, ao ligar o veículo, o mesmo erro no sistema de propulsão elétrico permanecia, provando que o problema não tinha sido resolvido.
Frustrado com a ausência de uma solução definitiva e face à sucessão de tentativas falhadas, a 03/08/2026 enviei uma declaração formal de resolução do contrato de compra e venda ao stand, dando um prazo de 5 dias para resposta.
O prazo passou e não recebi qualquer resposta. Até à data, o stand não confirmou a receção da minha declaração, não apresentou oposição, não deu qualquer explicação técnica para a demora nem apresentou qualquer proposta de solução.
Neste momento, o caso já foi submetido ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo (TRIAVE), foi feita uma reclamação no Livro de Reclamações e comuniquei toda a situação à 321 Crédito, incluindo a declaração de resolução do contrato. Continuo sem ter qualquer resposta.
Considero grave que, após todos estes passos, inclusive depois de uma declaração formal de resolução do contrato, não tenha havido qualquer comunicação ou tentativa de resolução por parte do vendedor.