No dia 13 de Março tive um voo na TAP de Varsóvia para Lisboa. Viajo com um aparelho médico, sendo que a companhia foi devidamente informada e a minha reserva alterada para adicionar o volume extra na cabine. Ao chegar à porta de embarque fui rispidamente informado que, por viajar com três volumes, a minha mala de cabine teria que ir para o porão, o que não aceitei, tentei explicar que o volume adicional era um aparelho médico e que estava incluído na minha reserva. Fui ignorado. Face à falta de educação da pessoa com quem tive a discussão e à posição de força que tomou (a sua mala vai para o porão ou o senhor não voa hoje) resolvi reclamar, pedi à pessoa que se identificasse, recusou, apenas me indicou um número que não sei o que significa nem a que corresponde.
Reclamei junto da TAP, o resultado foi nulo, durante a troca de emails recebi apenas pedidos de desculpa e a indicação que as regras tinham sido cumpridas, do que discordo. Acerca da pessoa em causa, apenas silêncio.
Não pretendo uma compensação, felizmente o chefe de cabine apercebeu-se do problema e resolveu-o mas pretendo uma informação clara acerca do procedimento a tomar nestes casos de abuso por parte de equipas de terra, do que fazer para identificar devidamente um funcionário, e das consequências para a pessoa em causa face à minha reclamação.