Comprei na loja do Seixal um sofá, no dia 3/06/2026, com base num que estava em exposição. Apenas reduzi as dimensões e o tecido, relativamente ao que estava em exposição. A funcionária tomou as diligências próprias do seu trabalho e assinei em como sinalizava a encomenda, pagando metade do valor do sofá.
No dia 18/07/2026, vieram entregar-mo, mas o mesmo não correspondia ao sofá que encomendara, já que não trazia o sistema elétrico do sofá que eu experimentara na loja. Telefonando para a loja, para reclamar sobre o sucedido e pedindo que verificassem que a entrega não correspondia ao produto que eu comprara, a funcionária informou-me de que o produto que entregavam era exatamente o que estava na nota de encomenda, que em sítio algum falava de componente elétricos. Respondi à senhora que não tinha de dominar a linguagem técnica correspondente a procedimentos internos constantes de uma encomenda, nem tenho de, com má fé, duvidar de quem me está a efetuar a venda. A funcionária disse-me que relatasse o sucedido para um email interno da loja. O sofá foi com a empresa de entregas e fiz o relato da ocorrência por email. Expliquei que me limitara a comprar o sofá que experimentara na loja, mudando a extensão dos módulos e alterando o tecido (facto que se podia comprovar pelas fotos que tirei ao meu marido no dia da compra, que anexei ao email de reclamação, onde se podiam ver os botões, num dos braços do sofá).
Foi-me respondido que nada poderiam fazer, uma vez que o sofá entregue correspondia ao sofá que pagara. Voltei a responder, acrescentando que, se eu tivesse comprado um sofá através de um catálogo e tivesse eu escolhido as características dele, por catálogo, e dessa encomenda resultasse um erro, aceitaria evidentemente que me imputassem a responsabilidade. Neste caso concreto, essa responsabilidade só poderia recair sobre o técnico que me vende o artigo, em última instância sobre a loja em questão. Não correspondendo o artigo àquilo que inequivocamente eu comprara, solicitei à loja que me devolvesse o sinal entregue no dia da encomenda. Isto foi no dia 25/07/2026 e desde então não obtive qualquer resposta por parte da empresa; o que evidencia em toda a sua atitude a prática de um ato de má fé, por oposição a toda a boa fé que evidenciei ao longo deste processo. Neste momento, a loja tem eu seu poder cerca de mil euros meus de que aguardo a devolução, sem qualquer tipo de resposta da sua parte.