Reclamação contra a Aegon Santander por danos materiais provocados por prestador de serviços e pela inadmissível gestão do processo.
A 04/08/2026, um técnico de bricolage cortou e danificou o meu móvel da cozinha ao substituir silicone, aplicando silicone em excesso para tentar ocultar o corte. Reclamei a 06/08 com fotos e vídeos. Após mais de um mês de inércia e sucessivos contactos (e-mails a 11/08, 13/08, 03/09; chamadas a 21/08, 31/08, 03/09 e 16/09), a seguradora recusa a responsabilidade, acolhendo a versão do técnico e alegando ausência de ressalva na folha de obra.
Contesto veementemente esta recusa:
- Ocultação e vulnerabilidade: A ausência de registo na folha decorreu da dissimulação do técnico e do facto de me encontrar sozinha em casa, numa situação de constrangimento e vulnerabilidade perante um homem estranho no meu domicílio, tendo priorizado a minha segurança imediata antes de formalizar a queixa pelos canais devidos.
- Provas materiais inequívocas: Disponho de fotografias e vídeos do antes e depois com metadados que atestam a data e hora exatas da ocorrência, além de mensagens de WhatsApp trocadas no exato instante dos factos. Não tem fundamento que a minha palavra e provas sejam desconsideradas em favor do autor do dano.
- Violação de RGPD e assédio: A 11/08, às 11h00, o próprio técnico contactou diretamente o meu telemóvel para tirar satisfações, confrontar-me e acusar-me de mentir. O uso abusivo dos meus dados de contacto para intimidação após uma reclamação formal é uma infração grave.
A seguradora deve responder pelos atos dos prestadores que envia a casa dos segurados.
Exijo:
- A realização de uma peritagem técnica presencial por um perito independente e imparcial para averiguação rigorosa do corte e do trabalho executado;
- A assunção de responsabilidade e ressarcimento integral pelo dano material causado ao móvel;
- Averiguação da violação do RGPD cometida pelo prestador.