Enviei uma encomenda internacional para o Brasil e o processo ficou bloqueado sem qualquer notificação ao destinatário e, neste momento, sem informação clara sobre o paradeiro do objeto. Mesmo com acesso ao sistema, não é possível obter dados concretos sobre onde a encomenda se encontra.
Preenchi o CPF no formulário online — sendo este um campo obrigatório — e, ao verificar que essa informação não aparecia no documento impresso, escrevi manualmente o CPF ao lado do nome da destinatária, precisamente por reconhecer a importância desse dado no processo aduaneiro no Brasil.
Ainda assim, foi alegada ausência de CPF, o que levanta dúvidas sérias sobre a forma como os dados introduzidos são refletidos nos documentos e transmitidos no circuito logístico.
Mais grave: não existe qualquer indicação clara, no momento da contratação do serviço ou nos termos e condições, de que o destinatário teria de acompanhar ativamente o processo em plataformas externas para proceder ao desalfandegamento.
Sem essa orientação, não existe qualquer possibilidade real de atuação por parte do destinatário. Não é razoável assumir que alguém tenha de adivinhar procedimentos aduaneiros específicos para conseguir receber uma encomenda internacional.
A resposta recebida limita-se a fórmulas genéricas e não esclarece os pontos essenciais, nomeadamente:
– onde se encontra a encomenda;
– qual foi o percurso efetivo do envio;
– que entidade é responsável neste momento pela sua custódia.
O que está aqui em causa não é apenas um envio, mas:
– falha de informação ao cliente;
– possível falha na transmissão de dados;
– ausência de rastreabilidade do objeto.
O mínimo esperado é simples: informação clara e localização da encomenda. Neste momento eu preciso saber: ONDE ESTÁ A ENCOMENDA? É para isso que contratei o serviço de correio azul internacional com código de rastreio.
Continuo a aguardar uma resposta concreta.