O processo foi marcado por uma total falta de transparência, omissão de informação e negligência logística e técnica:
Custos Ocultos: Os custos de transporte da viatura (do Porto para Setúbal), as certidões de não dívida e o relatório CarVertical (exigido para uma das minhas duas retomas) só me foram comunicados depois de eu ter pago o sinal de reserva de 390€.
Omissão de Informação Técnica Crítica (Bateria): Por se tratar de um veículo elétrico, solicitei formalmente o relatório detalhado do estado da bateria para verificar a saúde das células (SoH). O stand negou-se a fornecer este documento detalhado, entregando apenas um relatório parcial com a percentagem de carga atual, o que constitui uma ocultação inaceitável do real estado mecânico/eletrónico do veículo.
Atrasos: Houve uma enorme urgência para eu assinar o contrato de crédito, mas depois o processo arrastou-se por semanas para a emissão da matrícula da viatura importada.
Estado Deplorável na Entrega: O carro foi-me entregue na passada segunda-feira (01/06) num estado inaceitável. Apresenta várias mossas, riscos profundos e danos nas extremidades das jantes. Uma vez que a viatura estava alocada à Flexicar do Porto e foi transferida para Setúbal, houve uma falha grave de controlo de qualidade na origem e uma total falta de brio na receção e preparação em Setúbal. A resposta do stand de Setúbal foi descartar-se de responsabilidades invocando 'a idade do carro'.
Como cliente, não me compete apurar se a responsabilidade é da Flexicar do Porto ou de Setúbal; a responsabilidade é do Grupo Flexicar, que me omitiu custos, escondeu dados técnicos da bateria e me entregou uma viatura danificada.
Como retaliação da reclamação que fiz á Flexicar Espanha, já passou um mês e não tenho a 2ª chave do carro, livro de manutenção/manual nem o valor a ser devolvido ( 40€ ).