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Bloqueio abusivo e violação dos dados privados

Em curso Pública

Problema identificado:

Conta Bancária

Reclamação

F. G.

Para: Banco Santander Totta

30/07/2026

Sendo sócia da Deco uma vez que não consigo entrar em contacto com vocês que me ajudem À Gerência do Banco Santander Totta Balcão de Algés (A/C Sr. Carlos Teixeira) Com conhecimento para o Gabinete de Apoio ao Cliente e Provedor do Cliente Santander Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL URGENTE – Bloqueio Indevido de Conta, Quebra de Sigilo Bancário, Danos Patrimoniais Graves e Pedido de Encerramento de Conta Exmos. Senhores, Eu, , com o nif cliente desta instituição, titular da conta número [Número da Sua Conta], venho por este meio apresentar uma reclamação formal e em caráter de máxima urgência face aos contínuos abusos e ilegalidades cometidos por este banco, em particular pela vossa agência de Algés. A minha conta encontra-se totalmente bloqueada desde o dia 07/07/2026, sem que me tenha sido enviada qualquer notificação oficial, número de processo ou indicação da entidade investigadora, apesar dos meus insistentes pedidos por e-mail, que ficaram sem resposta. Como consequência direta deste bloqueio unilateral e sem fundamento legal válido: 1. Encontro-me em incumprimento no pagamento do meu crédito automóvel e de outras despesas diárias essenciais. 2. Perdi definitivamente um investimento de 8.500,00€ relativo ao sinal para a aquisição de um imóvel, uma vez que a escritura estava agendada para o dia 09/07/2026 e fiquei impedida de aceder ao meu dinheiro. Saliento que a vossa instituição tinha pleno conhecimento deste prazo, dado que enviei atempadamente a cópia do agendamento da escritura para a minha gerente de conta. Na ausência da minha gerente (por motivos de férias), fui atendida pelo Sr. Carlos Teixeira, no balcão de Algés, que demonstrou uma postura rude, arrogante e altamente prepotente. O referido funcionário alegou que a conta estava sob investigação por "Branqueamento de Capitais" e exigiu, sob ameaça de suspensão indefinida, a comprovação de absolutamente todas as transações desde 01/01/2026, incluindo compras banais em websites. Mais grave ainda, num ato de clara violação do sigilo bancário e do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), o Sr. Carlos Teixeira forneceu informações confidenciais da minha conta ao segundo titular (o meu ex-marido desde abril, que não tem os dados atualizados na conta e cujo nome ainda consta no sistema apenas devido a falhas informáticas internas do próprio Santander). O referido funcionário chegou ao cúmulo de fazer insinuações caluniosas ao meu ex-marido de que eu estaria envolvida em "ilegalidades" e "jogos", provocando uma severa e dolorosa desestabilização no meu ambiente familiar. Repudio veementemente tais insinuações. O saldo à ordem de 10.000,00€ presente na conta tem origem totalmente legítima e comprovável: provém da venda de um imóvel cujo distrate foi realizado em novembro passado, no vosso balcão do Laranjeiro, sendo o próprio Santander o credor. Toda a minha atividade financeira é lícita. Movimento fundos para outras contas de minha titularidade (Revolut e Bankinter) e para a plataforma Bitget. Possuo todos os comprovativos, ativos em formato on-chain, certificado de investidora e diretrizes do Banco Central Europeu que atestam a regularidade fiscal e a ausência de qualquer suspeita de branqueamento. Face ao comportamento abusivo e à total quebra de confiança nesta instituição, exijo: 1. O desbloqueio imediato da referida conta bancária; 2. A transferência integral de todos os meus ativos e saldos para a conta que indicarei no momento do desbloqueio; 3. O encerramento imediato e definitivo da minha conta no Banco Santander Totta. Caso a situação não fique resolvida e o saldo disponível num prazo impreterível de 48 horas, informo que avançarei de imediato com uma ação judicial junto dos Julgados de Paz para exigir a restituição dos valores e a devida indemnização por todos os danos patrimoniais (incluindo os 8.500,00€ perdidos) e morais causados. Adicionalmente, esta queixa será reencaminhada para o Banco de Portugal e para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) para que sejam aplicadas as sanções institucionais cabíveis. Sem outro assunto de momento, fico a aguardar a vossa resposta por escrito. Atenciosamente,


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