Dia 13 de Março de 2026, quando fazia uma viagem no Metromondego fui vítima de um acidente, que considero ter sido violento, dada o forma como fui projetada. Sofri dois embates: o primeiro, na posição de sentada, que atingiu o barco esquerdo e o lado esquerdo da cara; o segundo com forte pancada nas costas. As imagens do acidente, segundo informação do condutor, estão gravadas, quer internamente quer externamente.
Não permiti que me levantassem até à chegada do INEM por receio de uma lesão na coluna, o que, felizmente, não se confirmou. Contudo, as dores nas costas, na presente data, ainda são muito incómodas.
Fui atendida no Hospital da Universidade de Coimbra, cujo relatório anexo. Foi requerido o envio do relatório do INEM.
Parece que o metro travou para evitar o embate com uma viatura.
Volvidos quase 3 meses da ocorrência, a empresa Metromondego demitiu-se pura e simplesmente de qualquer iniciativa. Entretanto, tive de suportar todos os custos dos medicamentos, médicos e exames médicos. o CHUC aguarda o envio da informação.
Pedi cópia da participação do acidente e da participação à PSP. Em relação a estes pedidos o silêncio é total.
Em deslocação à PSP da Casa Branca , fui informadq de que não houve intervenção do Polícia e de que, como não houve embate com a outra viatura, o acidente é considerado queda e a responsabilidade é do metro momdego
A negligência do Metromondego é notória e incompreensível.
A resposta dada até ao momento pela empresa foi feita na sequência da apresentaçaõ de uma queixa no Livro de Reclamações. Resposta esta perfeitamente "cozinhada" numa tentativa frustada de se justificarem.