última atualização: 14/02/2020

Portugueses podem cortar 29% da fatura energética residencial

Se todas as famílias aplicarem os nossos conselhos, poderão ser poupados 5,5 TWh de energia produzida correspondente a 29% do consumo residencial de energia de Portugal. Veja como poupar em três áreas críticas: consumo de eletricidade, águas quentes sanitárias e aquecimento ambiente.

Siga as mais de 300 recomendações para cada perfil energético:  

- Sem aquecimento ambiente (apenas esquentador ou termoacumulador)
- Aquecem o ar com aparelhos portáteis elétricos
- Lareira aberta
- Aquecimento central
- Lareira com recuperador de calor
- Ar condicionado
- Fotovoltaico ou solar térmico
- Fotovoltaico e automóvel elétrico
- Fotovoltaico, acumulação com baterias e carro elétrico

Saiba mais sobre como pode poupar na fatura energética, partilhe as mudanças que vai implementar ou coloque as suas dúvidas sobre estas recomendações.

Equipa DECO PROTESTE

Junte-se a nós

Esta informação foi útil e ajudou-o? Para apoiar a nossa comunidade, registe-se no site. É gratuito, demora menos de um minuto.

  • Pode perguntar e pedir conselhos
  • ler as contribuições dos nossos membros
  • dar o seu contributo 
  • receber o feedback de um especialista.

Registe-se em DECO PROTESTE para participar.
Entrar ou Registar

  Comentários

User name
PAULO COUTINHO
11/02/2020

Há pessoas que se esforçam para manter a factura de electricidade dentro dos limites, mas é muito proibitivo o preço da electricidade para manter os níveis de conforto adequados, para o que deveria ser o mínimo de conforto e que promove a saúde dos idosos. Noto que há situações que nem se está assim nem assim, isto é, nem a capacidade económica dá para melhorar o isolamento, nem dá para pagar a factura da electricidade de maneira a manter os mínimos aceitáveis de conforto térmico.Agrava ainda o facto do IVA ser a 23% e que se agrava no inverno. O governo nem sequer tenta baixar o IVA para agregados com tarifa social, nem tampouco o apoio da tarifa social é significativo como para criar um alivio. Ou seja, há injustiças que não tem sido dribladas, é preciso fazer mais.

User name Moderator
Silvia Silva | Moderador
11/02/2020

Olá Paulo, 

Agradecemos a sua participação na comunidade.

De facto, Portugal é o quinto país europeu onde os consumidores têm mais dificuldades para aquecer a casa (dados do Eurostat). Isto significa que um quinto dos portugueses (19%) têm dificuldades financeiras para manter a habitação com temperaturas adequadas no inverno. Esta  percentagem desceu nos últimos anos, mas o cenário nacional continua inquietante. 

Obrigada, 

Equipa Energias Renováveis

User name
ANA MARIA PINTO
11/02/2020

boa tarde, preciso de uma informação, tenho aquecimento a gasóleo, mas gostava de mudar, para a bomba de calor de alto rendimento, pois tenho a instalação com radiadores, ou ar condicionado, o que me aconselham, e qual é o mais económico?
fico a aguardar resposta, obrigada.
Ana Maria Pinto

User name Moderator
Silvia Silva | Moderador
14/02/2020

Olá Maria,

Agradecemos as suas questões. 

A substituição da caldeira a gasóleo por uma tecnologia de bomba de calor ou ar condicionado possibilita uma grande economia financeira no aquecimento ambiente.

Frisamos que a tecnologia utilizada para o ar condicionado (Ar-Ar) é idêntica à bomba de calor (Ar-Água) podendo a última potenciar um sistema integrado de aquecimento ambiente e águas quentes sanitárias a um preço muito competitivo.

O ar condicionado proporciona apenas aquecimento ambiente, sendo aconselhado, por exemplo, a instalação de um sistema solar térmico como complemento (caso seja possível a sua instalação e exista boa exposição solar). Ambas as soluçãos são interessantes, mas dependentes do seu perfil de consumo de energia e orçamento disponível.

Caso tenha alguma dúvida sobre as tecnologias apresentadas, estamos disponíveis para a esclarecer.

Obrigada, 
Equipa Energias renováveis

eu disclaimer

O projeto que deu origem a esta comunidade recebeu financiamento através do programa de investigação e desenvolvimento “Horizon 2020”, sob o contrato de subvenção nº749402. Nem a EASME nem a Comissão Europeia são responsáveis pela informação veiculada nem pela utilização das informações contidas na mesma.