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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

D. R.
Hoje

Encomenda não atualiza o estado

Exmos. Senhores, Venho por este meio, fazer uma reclamação à cerca de um pedido feito online. A compra foi feita no dia 15/05/2026, pelo o que hoje no dia em que escrevo esta reclamação, é dia 8/06/2026. Daqui a mais faz um mês da compra e que ainda não recebi nenhuma atualização da encomenda. Já contactei o apoio ao cliente e simplesmente me dizem que tiveram um atraso e que tiveram de voltar a esperar pelo stock que de momento não têm em stock. Acho inadmissível não conseguirem repor stock nesse produto em quase um mês de comora visto que o produto existe em abundância noutras lojas concorrentes. Apenas decidi comprar nesta loja devido ao preço estar mais baixa pois estava em desconto. Hoje tentei contactar o apoio ao cliente mas sem sucesso. Gostaria de ver a minha situação rapidamente finalizada! Cumprimentos.

Em curso

impedidos de embarcar para o UK

Exmos Sr/a, A 7 de março do corrente ano, eu e a minha esposa tínhamos voo de Lisboa para Dubrovnik (Croácia) com escala em Manchester. Para o efeito, tínhamos em nossa posse o passaporte, cartão de cidadão e e-mail a confirmar o ETA, todos os documentos válidos para ambos os passageiros. No entanto, na porta de embarque a hospedeira exigiu documento do ETA com fotografia através da aplicação UKETA, não sendo suficiente o e-mail apresentado como comprovativo de termos efetuado o ETA. Na impossibilidade de aceder à aplicação a um documento com fotografia, a hospedeira impediu o nosso embarque, tendo informado que não tinha forma de verificar se o ETA estaria associado ao passaporte, o que impossibilitou a nossa chegada ao destino – Dubrovnik. Espanto nosso, quando descobrimos que outros colegas de trabalho embarcaram noutros voos com apenas o e-mail a confirmar a validade do ETA, tal como nós tinhamos. Além de termos de comprar novo bilhete aéreo para o destino (comprovativo em anexo 2ªViagemLX_Croacia) e de todo o transtorno causado, com despesas em transportes terrestres e estadia em Madrid (comprovativos em anexo), perdeu-se um dia e meio de trabalho.

Em curso
C. G.
07/06/2026

Pedido de intervenção urgente – Burla MB Way e recusa de responsabilidade da Caixa Geral de Depósito

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação que considero extremamente grave e à qual a Caixa Geral de Depósitos tem vindo a responder de forma insatisfatória, recusando assumir qualquer responsabilidade pelos prejuízos sofridos. No dia 27 de fevereiro de 2026, fui vítima de uma burla através da aplicação MB Way, da qual resultaram nove levantamentos sucessivos, efetuados em poucos minutos, no valor total de 1.800€. Desde essa data tenho procurado obter junto da Caixa Geral de Depósitos uma resposta séria, fundamentada e justa. Contudo, passados mais de dois meses, continuo sem compreender como é possível que uma instituição bancária tenha assistido à realização de nove levantamentos consecutivos, totalmente anómalos face ao meu histórico de utilização, sem que tenha sido desencadeado qualquer mecanismo eficaz de proteção ou bloqueio preventivo. Importa referir que: Nunca tinha utilizado anteriormente a funcionalidade "Levantar Dinheiro" do MB Way; Os levantamentos ocorreram num curto espaço de tempo, evidenciando um padrão manifestamente anormal; A Caixa apenas atuou após a concretização de todas as operações; O alerta enviado pelo banco ocorreu quando o prejuízo já estava integralmente consumado; A própria SIBS reconheceu a existência de um constrangimento técnico que permitiu ultrapassar os limites de segurança normalmente aplicáveis a este tipo de operações; Apesar de reconhecer a existência dessa falha técnica, a Caixa Geral de Depósitos continua a recusar qualquer compensação ou assunção de responsabilidade. Considero particularmente grave que a instituição admita que existiu um problema técnico no sistema, que reconheça que tal situação já foi corrigida para evitar futuras ocorrências, mas que simultaneamente entenda que os prejuízos causados ao cliente devem ser suportados exclusivamente por este. Ou seja, a falha existiu, foi identificada, foi corrigida para proteger futuros clientes, mas quem sofreu as consequências dessa falha fica sem qualquer proteção ou reparação. Nos termos do Decreto-Lei n.º 91/2018, que regula os serviços de pagamento, as instituições financeiras têm deveres acrescidos de segurança, monitorização e prevenção de fraude. O cliente deve agir diligentemente, mas também deve poder confiar que o banco dispõe de mecanismos adequados para detetar comportamentos manifestamente anómalos e atuar em tempo útil. Neste caso, a sucessão de levantamentos em poucos minutos, através de uma funcionalidade nunca antes utilizada por mim, deveria ter constituído um sinal evidente de risco. Ainda assim, nada foi feito até ser demasiado tarde. Sinto que a Caixa Geral de Depósitos procurou limitar-se a uma análise puramente técnica da operação, ignorando completamente o contexto da fraude, o comportamento atípico das operações, a falha técnica reconhecida e os deveres de proteção que recaem sobre a instituição. Fui vítima de uma burla. Não obtive qualquer benefício destas operações. Não atuei com intenção fraudulenta nem com negligência grosseira. Fui induzida em erro por terceiros e lesada em 1.800€, valor que continua a fazer-me falta e que teve um impacto significativo na minha vida financeira. Como consumidora e cliente da Caixa Geral de Depósitos há vários anos, não aceito a postura adotada nem a total ausência de responsabilização por parte da instituição. Assim, solicito à DECO que analise este caso, que intervenha junto da Caixa Geral de Depósitos e que me apoie na defesa dos meus direitos, procurando uma solução justa para esta situação. Entendo que existem fundamentos para uma reapreciação da decisão do banco e para a devolução dos montantes indevidamente perdidos em consequência desta fraude e das falhas de segurança reconhecidas. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlota Gordino

Em curso

Difamação

Chamo-me Ilda Moreira sou Pedopsiquiatra no grupo Trofa saúde. É com profundo lamento que vejo o meu nome e a minha integridade posta em causa por alguns utentes, em praça pública. Desde sempre procuro exercer clínica com qualidade e rigor científico. Existem direitos e deveres por parte dos utentes. Agradeço que o meu nome não seja difamado nas plataformas online. Grata pela atenção concedida. Ilda moreira

Em curso
M. R.
07/06/2026

Cancelar Serviço WiFi Total

Bom dia Infelizmente depois de ter entregue os 4 Pod's de Wifi , (serviço que se pode cancelar mensalmente ) no dia 15 Abril 2026 na loja NOS em Cantanhede, continuam a faturar me os 9.99€ ! Ja telefonei 3 vezes , dizem que o erro vai ser corrigido e o credito será feito na proxima fatura. Qual é o meu espanto quando hoje recebo por email a nova fatura para o 28 Junho e la estao ainda os 9.99€. Ou os agentes nao sabem o que estao a fazer, ou tomam as pessoas por parvas. Como tenho debito direto pois vou desativa-lo online para que nao possam ir la buscar o montante da fatura mensal. Serviço ao cliente miseravel como este nunca tive ate agora. Em fevereiro de 2027 podem ter a certeza que vou deixa-los. Obrigado por enviarem esta reclamaçao a NOS. Cumps Moises

Em curso