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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

M. A.
Hoje

Resolução de contrato não realizado

Exmos. Senhores. Na sequência do meu email datado de 15.02.2025, 5 dias depois de ter feito o contrato online, solicitei cancelamento da minha inscrição ao abrigo do direito de livre resolução nos primeiros 15 dias. Foi respondido pelo apoio ao cliente que o meu pedido havia sido encaminhado para o departamento responsável e que seria contactada, algo que não aconteceu até ao momento. No dia 20.03, é feito débito direto de mensalidade na minha conta. Aguardo resposta urgente e ressarcimento dos valores liquidados. Com os melhores cumprimentos, Mariana Mota Antunes

Em curso
M. A.
Hoje

Reembolso não recebido

Exmos. Senhores, No passado dia 25.10.2026, solicitei devolução parcial de encomenda. Após troca de emails, aceitei a proposta de reembolso de 20% do valor pago sem devolver os produtos. Foi respondido que seria o departamento financeiro a tratar do assunto, coisa que até ao momento não aconteceu. Hoje ao enviar mail para o apoio ao cliente, é referido que o email suporte@maria-lisboa.pt não se encontra disponível. O que posso fazer? Cumprimentos. Mariana Mota Antunes

Em curso
V. P.
Hoje

Recusa de garantia com discrepância no relatório técnico

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um litígio com a empresa Cash Converters, referente à compra de um telemóvel Samsung Galaxy Z Fold 6, no valor de 879€, com garantia de 3 anos. Após cerca de 4 semanas de utilização normal, o equipamento apresentou uma linha horizontal no centro do ecrã (zona da dobra). No momento da entrega para reparação ao abrigo da garantia, esta anomalia foi devidamente registada no comprovativo de entrega, conforme documento que anexo. Posteriormente, o equipamento foi devolvido com recusa de reparação ao abrigo da garantia, com a justificação de “mau uso”. No entanto, o relatório técnico apresentado contém uma descrição completamente diferente da anomalia inicialmente reportada, referindo: “mancha no canto superior do ecrã interno”. Importa salientar que: • Essa “mancha” não existia no momento da entrega do equipamento; • O defeito inicialmente reportado (linha no centro do ecrã) não corresponde ao descrito no relatório técnico; • O equipamento apresenta atualmente danos que não estavam presentes antes da sua entrega para reparação; • Existe uma clara discrepância documental entre o comprovativo de entrega e o relatório técnico. Adicionalmente, o relatório técnico não apresenta qualquer prova concreta que sustente a alegação de “mau uso”, limitando-se a conclusões genéricas. Face ao exposto, considero que: • Pode ter ocorrido dano no equipamento durante o período em que esteve na posse do vendedor ou do serviço técnico; • Houve uma tentativa indevida de exclusão da responsabilidade ao abrigo da garantia; • Os meus direitos enquanto consumidora foram violados, nos termos da legislação aplicável em Portugal. Assim, venho solicitar: • O reconhecimento da aplicação da garantia; • A substituição do equipamento por outro equivalente, OU • O reembolso integral do valor pago (879€). Caso não seja apresentada uma solução adequada, reservo-me o direito de prosseguir com os meios legais disponíveis. Anexos: • Fatura de compra; • Comprovativo de entrega para reparação (com descrição original do defeito); • Relatório técnico; • Fotografias do equipamento depois da “reparação do técnico”. Importa ainda referir que, enquanto consumidora, não tenho obrigação de provar o estado exato do equipamento no momento da entrega, sendo responsabilidade do vendedor demonstrar qualquer alegação de “mau uso”. No presente caso, verifica-se uma inconsistência clara entre a descrição do defeito no momento da entrega (“linha no centro do ecrã”) e a descrição constante do relatório técnico (“mancha no canto superior”), o que levanta sérias dúvidas quanto à integridade do equipamento durante o período em que esteve sob responsabilidade do vendedor ou do serviço técnico Com os melhores cumprimentos, Vitaliy Pavliv

Em curso
L. A.
Hoje

Condições de Habitabilidade - Higiene

Eu, Luís Rogério Alves dos Santos, venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Booking.com e a unidade de alojamento local Porto Centro Station (Licença AL: 39504/AL), situada na Rua de Justino Teixeira, 113, Campanhã, 4300-273 Porto. No dia 21 de março de 2026, desloquei-me ao referido estabelecimento para uma estadia de uma noite. No entanto, ao chegar à unidade, verifiquei que a mesma não apresentava as condições mínimas de higiene e segurança para a permanência de hóspedes. O estado de insalubridade e a insegurança das instalações tornaram o serviço impossível de ser usufruído. Dada a gravidade da situação, não realizei o check-in e não utilizei o serviço. Contudo, a Booking.com recusa-se a processar o reembolso do valor total de € 35,97 (valor que inclui impostos municipais e ISS), escudando-se numa política de "não reembolsável". Fundamentação Legal: 1. Violação do Direito à Saúde e Segurança: Conforme o Artigo 4.º da Lei n.º 24/96, o consumidor tem direito à proteção da saúde e segurança. Um alojamento insalubre é uma violação direta deste direito fundamental.  2. Falta de Conformidade: Nos termos do Decreto-Lei n.º 67/2003, o serviço não está em conformidade com o contrato, uma vez que o que foi anunciado não corresponde à realidade encontrada no local. 3. Direito à Resolução: O Artigo 798.º do Código Civil prevê a responsabilidade por incumprimento. A impossibilidade de habitação por falta de higiene constitui incumprimento culposo por parte do prestador. Dados da Reserva para Verificação: • Alojamento: Porto Centro Station (Tel: +351 939 969 383).  • Número de Confirmação: 6794.428.353.  • Valor em Disputa: € 35,97.  Pelo exposto, exijo a mediação desta entidade para a devolução imediata dos valores cobrados, uma vez que o serviço não foi prestado devido às condições indignas do alojamento. Com os melhores cumprimentos, Luís Rogério Alves dos Santos

Em curso
B. N.
Hoje

Piquete causou danos e não fez o serviço

Boa noite, Chamei os senhores da empresa Empenho e Glamour porque tinha deixado uma chave dentro da porta quando saí e como tal, não conseguia abrir a porta do lado de fora com outra chave. Expliquei a situação e veio um piquete para resolver a questão (disseram que demoraria 30 mins a chegar, mas demorou perto duma hora, fui compreensivo pois era quase meia noite de sábado). O piquete tentou com um plástico abrir a porta, sem sucesso e questionou várias vezes se a porta não estava mesmo trancada (eu nem conseguia inserir a chave toda para abrir a porta, também não iria ter conseguido trancar a porta quando saísse, por essa mesma razão). Depois de tentar durante algum tempo, o senhor disse que tinha de fazer "algum" barulho, ora eu disse que se tivesse que ser, teria de ser... ao que o senhor procede a pontapear a porta vezes sem conta, o que acordou a vizinhança toda à hora referida da meia noite de sábado e vieram reclamar, com razão, do alto barulho. Depois de não ter sucesso durante 1h, cobrou-me a deslocação, dizendo que podia ser 20€ se fosse em dinheiro, mas quando lhe apresentei os 20€, disse que afinal não podia ser e tinha de ser 24.6€ por causa do IVA (que tinha dito que não iria cobrar se fosse a dinheiro). Chamei os bombeiros logo a seguir, vieram pouco tempo depois, olharam para o canhão, endireitaram a chave que estava meio torta dentro do canhão e empurraram a chave, dentro de 5 minutos, estava o problema resolvido. O pior foi quando entrei dentro de casa e me deparei com os danos causados pelo senhor piquete da Empenho e Glamour. O estuque da parede junto da porta, saltou ao longo dessa linha, saltou uma das trancas do sitio, a barra da tranca também no chão, enfim, um pandemónio. Ligaram-me depois a questionar o porquê do serviço não ter sido realizado, ao que respondi o que se tinha passado. Perguntaram se queria agendar para o dia seguinte e que fariam um desconto por ser culpa deles.

Em curso