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Cláusulas abusivas contrato crédito habitação
Procedi à transferência de crédito habitação por o Banco CTT oferecer melhor spread que o meu actual banco. Em fase final do processo qual não é o meu espanto quando me apresentam um contrato de 18 páginas anexado à FIN, onde está incluída uma cláusula abusiva.Esta clásula pura e simplesmente faz com que o Banco CTT possa a qualquer momento alterar spread e juros a seu belo prazer, fazendo com que a assinatura da FIN, do contrato e todas as condições acordadas, para nada sirvam.Aguardo resposta por parte do Banco CTT à reclamação apresentada, sendo que uma funcionária avançou apenas que “é para salvaguarda do Banco CTT”.
Revogação Crédito Pessoal
Revogação não efectuada.No dia 17 de Agosto desloquei-me ao balcão para assinar documentos de crédito pessoal ( não me entregaram cópia do contrato).No dia 28 de Agosto efectuei revogação do crédito.Desloquei-me por três vezes ao balcão e disseram o seguinte:Primeira vez, o Sr tem de aguardar.Segunda vez, pedimos desculpa mas dentro de três dias será resolvido.Terceira vez, pedi cópia do contrato ao que me perguntaram. Não ficou com uma cópia? Não, não fiquei. Entretanto lá andaram e disseram o seguinte. Pedimos desculpa mas não podemos entregar uma cópia de cópia sem autorização do banco. Ligaram-me mais tarde a dizer que já tinham uma cópia para entrega. Pedi a uma pessoa de família para passar no balcão e me trazer o contrato, porque estáva a trabalhar. Não entregaram, mas pediram para passar no balcão porque o gerente quer dar uma palavra.
Encomenda extraviada
Em 3 de Agosto encomendei uma Câmara GoPro Hero 5, na qual indiquei a morada de entrega na Eslovénia. Duas semanas após a encomenda, ainda não tinha recebido qualquer informação sobre a sua entrega, então contactei a Best Electronics para averiguar a razão para tal demora, pois no site indicava que havia stock com prazo de entrega 3 a 7 dias. Dois dias após (21 de Agosto!) recebo a resposta da loja para confirmar a morada de entrega, ao qual me informaram que teria de pagar 24 euros adicionais para os portes de envio para a Eslovénia. Efectuei o pagamento no mesmo dia, e fui informado que a encomenda seria enviada nos próximos dias. A 22 de Agosto recebo a informação que a encomenda foi enviada. A 7 de Setembro contacto novamente a loja pois a encomenda ainda não tinha sido entregue e o tracking não é actualizado desde 22 de Agosto, ao qual me responderam que contactaram a transportadora e que me contactariam no inicio da semana seguinte. Entretanto passou-se a semana e nada, contactei novamente a loja para saber o que se estava a passar, ao qual me responderam que ainda aguardavam resposta da transportadora. Contactei a loja na semana passada, pois já se passou mais de um mês após ter efectuado a encomenda, a pedir cancelamento da encomenda e respectiva devolução dos valores pagos, câmara e gastos de envio extra, à qual não obtive qualquer resposta. Entretanto tive de adquirir a câmara noutra loja, e continuo a aguardar a devolução do meu dinheiro.
Débito Fraudulento em Cartão-Cancelado há 3 Meses
Histórico UNIBANCO vs. Pedro Dias (NIF 202.361.470) :Na Seg.29.05.2017, solicitei via eMail o cancelamento do Cartão de Crédito (CC) MASTERCARD UNIBANCO ATITUDE nº 5440516000384521 à empresa UNIBANCO (Destinatários : clientes@unibancoconnect.pt unibanco.clientes@unicre.pt ).Os motivos do cancelamento expressos no referido eMail foram os seguintes (sic) :«Os motivos -vários- para este meu pedido relacionam-se com o descontentamento relativo como todo o processo de adesão decorreu (Pedido original realizado em 02.03.2017), alteração não-informada do Cartão e Plafond originalmente solicitados, e dificuldades generalizadas no uso do Cartão em viagem ao Estrangeiro. » ***NOTA : O pedido original data de 02.03.2017 mas, entretanto perderam o meu processo só se chegou a esta conclusão após as minhas insistências sobre a situação do processo isto porque eu precisava do CC para uma viagem a realizar a 16.05.2017. Tive de voltar a re-enviar uma 2ª proposta e, só recebi o cartão em 11.05.2017 sendo que eu havia pedido um VISA com um certo plafond e, sem me comunicarem absolutamente nada enviaram-me um MASTERCARD com um plafond inferior. A 5 dias da viagem, contra-vontade tive que me resignar a aceitar o mesmo. Durante a viagem, raras vezes consegui utilizar o CC, isto porque, na maior parte das vezes apresentava a mensagem “Limite Excedido” o que não era correcto. O Cartão UNIBANCO representou uma enorme perca de tempo para muitíssimo pouco proveito. Decidi que não queria trabalhar com o UNIBANCO. fim NOTA***Poucos dias depois de solicitar o cancelamento do CC a 29.05.2017, em chamada EFECTUADA e gravada pelos serviços UNIBANCO, fui detalhado e extensivo em explanar as razões do meu descontentamento com o UNIBANCO. Durante essa mesma chamada recebi a confirmação da anulação do CC e fui convidado a destruir o Cartão instrucções as quais segui e, como tal, o Cartão foi devidamente destruído, cortado em várias tiras que foram sendo deitadas para o lixo ao longo de vários dias diferentes. O Cartão está destruído desde o início de JUNHO.Adicionalmente, nessa altura (início de 06.2017), confirmei da anulação do Cartão, confirmando de que já NÃO tinha acesso online à conta do Cartão no site UNIBANCO porque, apartir dessa chamada-gravada UNIBANCO, sempre que tentei aceder à conta online do Cartão, obtinha uma mensagem de erro, algo como Nº de Cartão Inexistente. Prova de que o Cartão estava anulado. Tudo correcto até aqui.No entanto, continuei a receber Extractos-Mensais UNIBANCO, no primeiro dos quais surgiu a duplicação de um débito de €13,42 que já havia sido regularizado em 29.05.2017. O UNIBANCO debitou directamente este valor na minha conta-bancária BPI em 16.06.2017. Reclamei ao UNIBANCO. Sem me informarem de alguma coisa que fosse, o UNIBANCO creditou a minha conta-bancária BPI com os €13.42 regularizando assim a duplicação de débito. Salvo as sucessivas provas de incompetência do UNIBANCO, até aqui, “tudo certo” (salvo-seja, mas enfim . . . ) . Problema :Factura UNIBANCO Nº DEF 2017/0000685352, Extrato Nº 4/2017, 26.08.2017Em 31.08.2017, recebo um eMail do UNIBANCO, com mais um Extrato UNIBANCO, o Nº DEF 2017/0000685352 de 26.08.2017, onde o UNIBANCO me apresenta um débito de €110,82 para regularizar até 15.09.2017, para/no CC aqui sempre referenciado. CC este que havia sido cancelado há três (3) meses atrás (???!?) , em 29.05.2017. Não sei que débito é este, não o reconheço, não o realizei/autorizei, não sei do que se trata e, como tal não o assumo.Comuniquei esta situação ao UNIBANCO via eMail no próprio dia 31.08.2017. O UNIBANCO acusou a resposta ao meu eMail no dia 06.09.2017, via a Dª. Anabela Ivo, [Técnico Segurança & Fraude| Serviço a Clientes – Segurança, eMail : DE.FRAUDE@unicre.pt ], solicitando que aguardasse a análise do UNIBANCO.De então (06.09.2017) até ao presente dia (18.09.2017), já insisti três (3) vezes com a Dª. Anabela Ivo e ainda não obtive resposta, razão pela qual decidi recorrer à DECO para denúnciar esta situação. (P.S. : É de mencionar de que estou em posse de toda a correspondência aqui mencionada ou factualizada)
Recusa da companhia de seguros em accionar seguro Multiriscos
Estive ausente no Algarve de 14 a 26 de agosto, ao chegar à minha residência a minha televisão, no valor de 500€, entrava-se caída no chão e partida com perda total do equipamento. Não sei a causa do acontecido e participei à seguradora para que esta através do seguro Multiriscos de que sou titular assumi-se a indemnização correspondente.No entanto a seguradora diz que este equipamento não está coberto pela apólice porque não foi descriminado, eu informei que não o foi porque me disseram não ser necessário. Posteriormente informaram-me que o ocorrido não se enquadra em nenhuma das minhas coberturas. Eu discordei e evoquei a cobertura de DANOS ESTÉTICOS.Esta cobertura garante o pagamento, até ao limite do valor fixado nas Condições Particulares, de despesas adicionais, com a reparação ou substituição dos bens seguros, como consequência direta de qualquer sinistro, salvo se garantido pela cobertura obrigatória de incêndio, abrangido pelas coberturas efetivamente contratadas, que sejam necessárias para os seguintes fins: a) Continuidade e harmonia estética do edifício ou fração seguro b) Coerência e harmonia estética do conjunto de bens móveis do mesmo tipo integrados no conteúdo ou recheio seguro de que o bem danificado faça parte.
Burla.
Boa tarde. Venho relatar o seguinte , no passado fim de semana fui vítima de burla. Consistiu no aluguer de um alojamento de férias , cujo não existe e a sujeita apartir do momento que fiz o pagamento desapareceu. No entanto fiz queixa á polícia , e comuniquei ao banco a devida entidade e referência para que tal pagamento fosse cancelado. Como não é de espantar tal não foi possível . A entidade é conhecida por ser relacionada a burlas. No entanto a entidade era descrita como hipay .Conforme me foi dito na polícia , para criar uma conta no hipay tem de ser feito com dados verdadeiros como tal , necessito de ajuda para tentar descobrir quem efetuou a burla.Foram feitos dois pagamentos . Envio as entidades e referências de cada um.Entidade : 10241Referência: 968657981Montante : 150Entidade: 10241Referência: 969150227Montante : 125Aguardo urgentemente resposta. Carla Alves
Sinistro
Sinistro registado no dia 20-06-2017 não foi resolvido no prazo legal de 45 dias. teria de obter uma resposta dia 03.08.2017 a qual não aconteceu e como consequência não tive nem tenho viatura para me deslocar. Após aguardar os prazos que foram pedidos venho por este meio pedir um carro de substituição a seguradora pois não foram cumpridos os prazos legais. Contactei várias vezes ambas as seguradoras e o que acontece e que ou não atendem ou passam as culpas de uma para a outra. Obrigado
Quebra Isolada de Vidros (peças concorrência e má conduta)
Aquando do accionamento da Quebra Isolada de Vidros da minha viatura (situação contemplada na minha apólice nº 0004352514) entre outros problemas e complicações criadas pela Tranquilidade, a mesma não assume a substituição do vidro para-brisas por correspondente modelo do fabricante sugerem sim a substituição por um para-brisas de marca concorrente.Tenho na minha apólice a opção Quebra de Vidros + Sem Franquia tendo sido informado no momento do contrato de que este item significava que, em caso de substituição de vidros, poderia recorrer a oficina da minha escolha para substituição por peça correspondente à que necessita ser substituída.Assim sendo, ao accionar a quebra de vidros por quebra do para-brisas, solicitei à Tranquilidade que fosse feita a substituição do vidro (em causa BMW) por um outro igualmente fabricado pela BMW (uma vez que não estou a solicitar nenhum upgrade mas sim a manutenção das condições do veículo aquando da toma do seguro) isto é, o veículo segurado tinha um vidro para-brisas BMW e, após a reparação, deverá manter exatamente as mesmas condições (apresentando um vidro BMW igual ao anterior).De notar que o valor total da reparação (com ou sem vidro da marca BMW) é de pouco mais de metade do orçamento disponibilizado para a Quebra de Vidros. Referir ainda que a diferença de valor entre o vidro sugerido e o vidro da marca BMW é de 37,84€ + IVA.Associado a esta questão está também o facto de ter ocorrido um atraso de 30h para a realização da peritagem (este atraso não foi maior devido à minha insistência uma vez que a peritagem iria ter um atraso de 5 dias) tendo o veículo ficado imobilizado desde dia 05/07 até 07/07 à espera da peritagem (seria feita apenas no dia 11/07 se eu não tivesse insistido). Este atraso está reportado nos comentários da ocorrência (consultáveis na Área de Cliente do site da Tranquilidade) onde constam erros (os mesmos erros que me comunicaram via telefone) responsabilizando-me a mim pelo atraso. Estes erros indicam que eu falhei em comunicar à Tranquilidade a data de início de disponibilidade do veículo para peritagem (quando a primeira informação que dei à Tranquilidade foi que o veículo estava pronto para peritagem desde dia 04/07).Em todo o processo, a postura da Tranquilidade tem sido no mínimo promíscua tentando sempre que a reparação seja feita numa oficina da sua confiança e não da minha confiança. Quando solicitei viatura de substituição, pela demora que estava a ter este processo e eventuais consequências que esta demora viria a ter na minha vida profissional, disponibilizaram-se a fornecer viatura de substituição e até reboque mas apenas se eu acedesse a fazer a reparação numa oficina da sua escolha obviamente que recusei uma vez que é-me permitido que a reparação seja feita em local à minha escolha.Como se tudo isto não fosse suficiente para revelar a má conduta e atuação de má fé por parte da Tranquilidade, é ainda de referir a indução em erro ao meu mecânico que foi levado a assinar e carimbar um documento autorizando a reparação do veículo com o vidro da marca da concorrência (a informação que lhe deram foi de que mesmo assinando e carimbando o documento, poderia escolher a marca do vidro posteriormente não sendo aquele documento impeditivo).
Problema com licenciamento de esplanada
Venho demonstrar o meu descontentamento pela falta duma resolução eficiente num erro que ocorreu no licenciamento da esplanada do meu espaço.Antes de mais o espaço e' o Adega28 e em finais de Março fiz o pedido exactamente como me foi explicado proceder pelos serviços da camara. Quando me fui informar, mencionei que já tinha efectuado o mesmo procedimento no ano anterior, e que o meu espaço era na zona central de Aveiro. Fui informado que nao necessitava de enviar de novo a papelada e que tinha de me dirigir ao balcão do empreendedor.Neste, mencionei novamente que minha esplanada era na zona central. Preenchi todo o formulário com todos os detalhes que tinha acerca do mesmo. Mencionei que perfazia os requisitos, que na minha inocência apenas implicava que a esplanada estaria em conformidade, já que no ano passado foi aprovada.Agora vem a policia municipal dizer que o formulário nao era o correcto pq o meu espaço e' no centro. Algo que mencionei a todos os que intervieram para a resolução do licenciamento da esplanada do meu espaço. A camara municipal diz que a responsabilidade e' do balcão do empreendedor. Eu ao mencionar que, como o licenciamento nao e' valido, tal como quando pago numa loja itens, espero que mos dêem, se o licenciamento nao me foi feito correctamente, este dever-me-ia ser devolvido. Ambas as entidades puxam a responsabilidade para o outro, e no balcão do empreendedor, como e' lógico, mencionam ser uma entidade a nível nacional, nao sabendo os protocolos das diferentes camaras e que eu deveria ter sido melhor informado na camara, ou que este, como novamente terei de concordar, nao deveriam enviar todos os empresários para o balcao do empreendedor, pois me foi informado nos serviços da camara que já existiram problemas no ano anterior semelhantes. No entanto, parece-me que nada foi feito para evitar os mesmos.Quando se trabalha no serviço ao publico e existe um erro causado por má comunicação entre as entidades, vejo como lógico fazerem o necessário para facilitar a resolução do mesmo sem prejudicar o cliente. Neste caso, para esta zona de Aveiro, sou um dos únicos dois clientes, que tenta usufruir dos vossos serviços para ocupação da via publica. E esta transacção deveria ser simplificada para o maior desenvolvimento cultural de esta e outras áreas e nao dificultarem a vida aos empresários que vão por sua livre vontade pedir e pagar as licenças necessárias para o funcionamento normal do mesmo.
Conta penhorada por Multa, Custas e Honorarios Indevidos
Por dificuldades financeiras atrasei as minhas quotas para com a Ordem dos Contab Certificados (OCC) mas sempre mantive a ordem informada das minhas dificuldades e tentei pagar sempre que conseguia. No entanto, em Janeiro deste ano decidi cancelar a minha inscrição e pedir um perdão da divida. O cancelamento foi aceite a 20 de Janeiro, tendo recebido resposta via email. No dia 28 de Abril para minha surpresa tive a minha conta penhorada em 900 euros. Depois de muito investigar, descobri que era da OCC, uma multa de 500 euros com custas e honorarios da agente executiva. Reclamei com a Ordem pois nunca recebi informação acerca da multa. O advogado da OCC diz-me que tinham enviado uma carta a 9 de Março de 2017 que foi devolvida por nunca ter sido reclamada e em que me falava da multa e permitia o pagamento faseado. Ora, se eu tinha recebido a aprovação do cancelamento em 20 de Janeiro de 2017 por email porque razão a OCC não enviou a resposta com a multa por email também? Porque é que a OCC nunca tentou entrar em contacto comigo via email ou telefone (já que tinham todos os meios disponíveis)? Resultado, vi-me novamente em grandes dificuldades e senti-me extremamente injustiçada pelo tratamento que a Ordem deu a um membro que pagou quotas sempre durante quase 20 anos. Nunca me recusei a pagar fosse o que fosse. Fui tratada como um numero. Fizeram-me pagar indevidamente mais 400 euros do que a multa por causa das custas e honorários de uma agente de execução, já que nunca me deram oportunidade de pagar a multa sozinha. Uma carta devolvida não devia dar origem a penhora sem que fossem feitas outras tentativas tais como o envio da carta por email (como aliás sempre foi toda a comunicação, inclusivamente o cancelamento da inscrição). Eu nunca recebi nenhuma notificação em que estava em divida mais uma multa além das quotas. A OCC tinha todos os contactos disponíveis para poder efectuar a cobrança sem exercer a penhora.
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