Reclamações públicas

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A. N.
Hoje

Pedido de Resgate Total da Apólice 2900036730

Exmos. Senhores, Venho por este meio demonstrar a minha insatisfação com o vosso serviço. Após efetuar um pedido de resgate total pela app Zurich4You no dia 2 de Outubro mencionando que tinha urgência no pagamento do valor ainda me encontro à espera de uma resposta e com o pedido submetido mas sem qualquer tipo de andamento. Contactei diversas vezes a vossa linha telefónica e fiz um email no dia 6 de Outubro mencionando novamente que tinha urgência no resgate do valor pois pretendia comprar um carro e até hoje não recebi qualquer tipo de resposta e o pedido encontra-se sem qualquer tipo de andamento. Estou à praticamente uma semana à espera deste resgate e nem uma resposta consigo obter, já mandei emails para a equipa de resgate com o número do caso #576937# e até hoje nada. Estou seriamente a considerar deixar de ser vosso cliente pois também possuo um seguro de um carro por parte da Zurich. Agradeço a resolução da situação o quanto antes pois está a me impedir de fazer o negócio do carro e mantém-se pendente faz tempo. Obrigado.

Em curso
O. J.
23/08/2026

Descaso ao fornecer carro reserva

Por meio deste venho pedir ajuda solicitando intervenção e apoio a DECO PROteste. Aos 27 de junho de 2026 sofri um acidente de carro no qual foi tratado junto a policia pois não houve possibilidade de ser amigável pela alteração da outra parte e meu carro foi removido do local pelo guincho pois além do embate ter arrebentado meu pneu empenou o eixo da roda. A causa foi ganha em meu favor e como minha apólice não possui em minha contratação um carro reserva minha propria seguradora (o mediador) informou que eu teria direito a um carro junto a seguradora da outra parte mas só depois da pericia que na data ocorrida o próprio atendente do sinistro (por telefone) disse que não precisava da minha presença e que a seguradora do outro veiculo era a mesma que a minha (infelizmente é a mesma seguradora que a minha) ZURICH. EM 13 tentativas de contato com o mediador no decorrer dos dias e sem atender e/ou retornar-me acabei em 07 de Agosto 2026 enviando um e-mail ao mediador pedindo um parecer sobre a situação e já de vez o relatório descritivo sobre o acidente que só foi respondido aos 19 de agosto de 2026. Na Segunda feira pela manha 20/08/2026 a oficina ligou para mim e lá fui e o carro só faltava a pintura que estava a ocorrer e assim no outro dia o carro estava pronto e fui buscá-lo. Sinto-me lesado pela demora demasiada de qualquer retorno que fosse e o pior é que não tive pela seguradora o aviso e nem valor e nem carro reserva. Meu carro era usado para levar minha esposa até o trabalho (Pingo Doce) pois não circula carreira as 5:30h (só após as 7:00h), voltava para casa e as 7:00h - 7:20h ia para o meu trabalho (MUSAMI) e depois retorno a casa de 2° a 6° e ao sabado e domingo levava e buscava minha esposa. Todo esse tempo fiquei a depender de favor e o recorrer a carreira para mim mas quando as 2 da manha (trabalho por turnos) cheguei a vir por 3 dias a pé os 8km do trabalho aqui. Se puderem me ajudem por favor. Osmar Corrêa Júnior osmarcorreajunior1975@gmail.com 912475741 - 296493383 São Miguel- Açores Numero de associado DECO 4844582-14

Encerrada
E. P.
17/08/2026

Zurich recusa sinistro de embarcação, invoca confidencialidade da perícia e mantém barco imobilizado

Em 27/01/2026, a minha embarcação segurada pela Zurich sofreu danos na antena VHF, antena GPS e sistema GPS/Chartplotter, na sequência de condições meteorológicas adversas. O seguro inclui cobertura de Danos Materiais à Própria Embarcação, com capital seguro de 30.000 €. A Zurich recusou a indemnização invocando uma exclusão relativa a “acessórios e equipamentos”. Contestei a decisão, uma vez que os equipamentos danificados se encontram instalados de forma fixa e permanente e integrados no sistema de navegação da embarcação. Em 12/03/2026, apresentei reclamação à Zurich e à Provedoria. Posteriormente, a Zurich realizou uma perícia através da Risco Invert, com o objetivo comunicado de esclarecer definitivamente o sinistro. A vistoria ocorreu em 18/05/2026 e, em 15/06/2026, foram-me comunicadas conclusões segundo as quais os componentes seriam “acessórios e equipamentos” abrangidos pela exclusão. O problema é que nunca me foi disponibilizado o relatório pericial integral nem a fundamentação técnica que permite perceber como essa conclusão foi alcançada. Continuam sem resposta questões como: • que metodologia foi utilizada; • quais os critérios técnicos para classificar os equipamentos como “acessórios/equipamentos”; • que medições, verificações, normas ou documentação técnica foram analisadas; • quem é o perito, qual a sua formação e se possui especialização em eletrónica naval e sistemas de navegação marítima. Não afirmo que o perito não possua essas qualificações. O problema é que, apesar de as ter solicitado, não me foi fornecida informação que permita verificá-las. Em 03/08/2026, a Zurich manteve a recusa. Quando posteriormente solicitei o relatório pericial e os elementos que fundamentaram a decisão, a Zurich respondeu expressamente que se tratava de “documentação interna e confidencial da seguradora e/ou dos prestadores de serviços por si contratados”, recusando a sua disponibilização. Considero particularmente preocupante que uma perícia seja utilizada para fundamentar uma recusa de indemnização e que, simultaneamente, o segurado não possa conhecer os elementos técnicos que sustentaram essa conclusão. Acresce que, aquando da contratação, foram fornecidas à Zurich fotografias da embarcação onde eram visíveis vários dos equipamentos posteriormente danificados. Desde 27/01/2026, permaneço também privado da utilização normal da embarcação, situação que poderá ter provocado custos e prejuízos adicionais relacionados com a sua imobilização. Reservo expressamente o direito de reclamar esses prejuízos, para além dos danos materiais, caso se conclua que a recusa ou atuação da seguradora não tinha fundamento. O processo encontra-se atualmente também na Provedoria da Zurich. Pretendo que a DECO PROteste analise esta situação, me informe sobre os direitos que me assistem e, caso considere existir fundamento, me ajude a procurar uma solução junto da Zurich. Faço igualmente este relato público para que outros proprietários de embarcações possam conhecer esta experiência e verificar cuidadosamente as coberturas e exclusões dos seus seguros de embarcação, particularmente no que respeita a equipamentos de navegação.

Em curso
P. L.
10/08/2026

Atraso no pagamento de indemnização por perda total do veículo e de acidente automovel

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um sinistro automóvel ocorrido no dia 26 de maio de 2026, no qual fui interveniente sem qualquer responsabilidade pelo acidente. A responsabilidade pelo acidente foi atribuída ao outro veículo interveniente, tendo a seguradora desse veículo, a Zurich, assumido a gestão do processo de sinistro. Na sequência do acidente, o meu veículo ficou em situação de perda total, tendo sofrido danos materiais que impossibilitam a sua utilização. A Zurich apresentou-me uma proposta de indemnização relativa ao valor do veículo. Contudo, não concordei com o valor apresentado, por considerar que não corresponde ao valor adequado para compensar a perda do meu veículo, pelo que apresentei uma contraproposta à seguradora. Desde então, encontro-me a aguardar uma resposta da Zurich. O problema é que, apesar de já terem passado mais de dois meses desde o acidente, continuo sem receber qualquer valor relativo à perda do veículo, nem a respetiva indemnização pelos danos decorrentes do acidente, permanecendo numa situação de prejuízo financeiro e sem o meu veículo. Tenho contactado a Zurich para obter informações sobre o andamento do processo e saber quando será dada uma resposta à minha contraproposta. No entanto, a resposta que me tem sido dada é de que a seguradora não tem qualquer prazo para me dar uma resposta. Considero esta situação inadmissível, sobretudo tendo em conta que o acidente ocorreu em 26 de maio de 2026, que não tive responsabilidade pelo mesmo, que o veículo foi considerado perda total e que já existe uma proposta de indemnização por parte da seguradora, à qual apresentei uma contraproposta. Neste momento, continuo sem receber a indemnização devida e sem uma resposta concreta relativamente à minha contraproposta, não me sendo indicado qualquer prazo para a resolução do processo. Esta situação está a causar-me prejuízos e transtornos significativos, uma vez que fiquei sem o meu veículo por motivos que não me são imputáveis e continuo sem receber a compensação correspondente. Assim, solicito à DECO que analise a situação e me esclareça sobre os meus direitos enquanto lesada, nomeadamente relativamente: • Aos prazos que a seguradora tem para regularizar o sinistro e efetuar o pagamento da indemnização; • À obrigação da seguradora de apresentar uma resposta à minha contraproposta; • À possibilidade de reclamar os prejuízos decorrentes da demora na regularização do processo; • Aos procedimentos que devo adotar para exigir a conclusão do processo e o pagamento da indemnização que me seja devida. Solicito ainda orientação sobre a forma mais adequada de exigir à Zurich uma resposta formal e fundamentada à contraproposta apresentada, bem como a regularização dos valores devidos pela perda do veículo e pelos restantes danos resultantes do acidente. Tenho disponíveis todos os documentos relativos ao sinistro, incluindo a participação do acidente, a documentação referente à responsabilidade do outro condutor, a proposta de indemnização apresentada pela Zurich, a minha contraproposta e as comunicações posteriores mantidas com a seguradora. Agradeço desde já a análise da situação e a intervenção/orientação da DECO, uma vez que considero que o tempo já decorrido sem resolução do processo e, sobretudo, a informação de que a seguradora “não tem prazo” para responder, justificam o meu pedido de apoio. Com os melhores cumprimentos, N.º do processo de sinistro: 009579932 Matrícula do veículo: 76-QR-39 Data do acidente: 26/05/2026 Seguradora: Zurich

Encerrada
R. R.
17/07/2026

Reparacao inacabada

Venho apresentar reclamação pela forma como o meu processo de sinistro nº 009500495 tem vindo a ser tratado. Já passaram vários meses desde o acidente e, até à presente data, continuo sem uma resolução definitiva. A minha viatura foi reparada ao nível da chapa e da pintura, mas foi-me entregue com problemas nos faróis, que ficaram com folga e deixaram de funcionar corretamente após a colisão. Disponho de fotografias da viatura antes e depois do acidente, que demonstram claramente que os faróis se encontravam em perfeito estado antes do sinistro e que os problemas surgiram na sequência da colisão. Apesar das diversas tentativas de contacto por email, deixei de obter qualquer resposta, o que considero uma falta de acompanhamento e de respeito para com um cliente lesado. Solicito que seja tomada uma providência urgente relativamente ao meu processo, procedendo à sua análise e resolução definitiva, incluindo a averiguação técnica dos danos nos faróis e a reparação ou indemnização dos prejuízos sofridos. Caso esta situação continue sem resolução, reservarei o direito de recorrer às vias judiciais competentes para defesa dos meus direitos. Anexo toda a documentação e provas de que disponho, incluindo fotografias, emails e restantes elementos relevantes.

Resolvida
D. R.
14/07/2026

Processo 009583765 sem resposta

E.mos Senhores: Lamentavelmente,o acidente reportado em 07/06/2026: (infiltração de água no quadro elétrico ),continua sem solução à vista! Hoje estive mais de meia hora ao telefone -231816780- sem que ninguém atendesse,escutando a mensagem “ a sua chamada será atendida dentro de momentos”! … Já anteriormente tentei contactar-vos ,por e-mail , mas também não recebi qualquer feedback, mantendo-se este impasse,sem perspectivas de solução. Assim ,vejo-me obrigado a apresentar uma reclamação formal, pelo mau serviço e falta de informação . Respeitosos cumprimentos Domingos Rodrigues

Encerrada
M. A.
10/07/2026

reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Zurich Seguros face à recusa injustificada de reembolso das despesas relativas à substituição de um pneu rebentado, sinistro este que se encontra expressamente coberto pela minha apólice (Garantia 021.7 - Assistência em viagem). Os Factos: No passado dia 26 de junho de 2026, a minha viatura sofreu um dano num pneu, tendo a ocorrência sido imediatamente comunicada por email à Zurich no próprio dia, acompanhada de fotografias e do respetivo orçamento para validação e indicações de como proceder. O veículo encontrava-se imobilizado muito próximo de uma oficina de pneus. Por razões de manifesta eficiência e menor sobrecarga de custos para a própria seguradora, não foi necessário solicitar o envio de um reboque para deslocar a viatura por escassos metros. Em resposta, a Zurich limitou-se a invocar as exclusões contratuais (ponto 021.4), alegando que o serviço devia ter sido solicitado e autorizado previamente por telefone e executado pelos seus serviços, recusando o reembolso. Fundamentos da Reclamação: Transparência e Boa-Fé: A comunicação à seguradora foi feita previamente à reparação (email enviado a 26 de junho com o orçamento; a fatura final só foi submetida após a insistência burocrática). O cliente agiu de total boa-fé, aguardando instruções que tardaram em chegar. Mitigação de Danos e Eficiência: O facto de a oficina se situar junto ao local da imobilização tornou a ativação do reboque um ato redundante, dispendioso e desprovido de sentido prático. O processo interno da companhia ou a exigência rígida de um reboque "validador" não pode sobrepor-se ao objetivo principal do contrato de seguro: resolver o problema do segurado. Exceção de Impossibilidade Material/Força Maior: As próprias condições gerais transcritas pela Zurich preveem que "ficam garantidas as prestações que emerjam de casos de força maior ou de impossibilidade material demonstrada". Ter o carro imobilizado à porta de uma oficina constitui uma clara evidência prática que justifica a imediata reparação, sem necessidade de criar custos acrescidos de reboques à Zurich. Considero a posição da Zurich profundamente injusta e desproporcional. Os processos internos da companhia não devem servir de barreira para privar o cliente do usufruto de uma cobertura contratada e devidamente paga. Face ao exposto, solicito a reapreciação imediata do processo n.º 100103818 e o subsequente reembolso do valor da fatura já enviada aos vossos serviços. Com os meus melhores cumprimentos, Miguel Apolinário

Encerrada
F. R.
01/07/2026

Resolução de sinsitro

Assunto: Reclamação – Gestão do Sinistro n.º 009509710 – Zurich Seguros Exmos. Senhores, Venho apresentar a presente reclamação contra a Zurich Seguros, relativamente à gestão do Processo de Sinistro n.º 009509710, associado à Apólice n.º 009342797, referente ao sinistro ocorrido em 28 de janeiro de 2026. Os danos comunicados à seguradora ascendem a: • 42.630,00 €, sem IVA, relativos às partes comuns do edifício, valor sobre o qual incide a permilagem de 129, referente à minha fração; • 4.036,20 €, sem IVA, relativos à minha fração. Apesar da gravidade dos prejuízos, a Zurich apenas promoveu a realização da peritagem em 15 de abril de 2026, quase três meses após a participação do sinistro. A alegada peritagem revelou-se manifestamente insuficiente e incompatível com a complexidade e dimensão dos danos reclamados. A visita do perito não terá durado mais de 10 minutos, não tendo sido efetuada qualquer explicação sobre os danos observados, os critérios de avaliação utilizados ou os valores considerados. Uma avaliação desta natureza dificilmente pode ser considerada rigorosa, completa ou tecnicamente credível. Posteriormente, em 17 de maio de 2026, fui informado do encerramento do processo, tendo a Zurich procedido ao pagamento de uma indemnização global de apenas 5.549,90 €. Esta decisão é absolutamente incompreensível e carece de qualquer fundamentação. A seguradora limitou-se a efetuar um pagamento sem apresentar: • o relatório pericial; • a discriminação dos danos considerados; • a identificação dos danos excluídos; • a fundamentação técnica das exclusões ou reduções; • a indicação do valor atribuído às partes comuns do edifício; • a indicação do valor atribuído à fração. Ou seja, foi comunicada uma decisão com impacto patrimonial muito significativo, sem qualquer explicação que permita ao segurado compreender como foi calculada a indemnização ou exercer o seu direito de contestação de forma informada. Acresce que o meu Mediador de Seguros solicitou, por diversas ocasiões, esclarecimentos e documentação à Zurich, não tendo obtido qualquer resposta até à presente data. Esta ausência total de resposta demonstra uma falta de respeito pelos direitos do segurado e pelo próprio mediador, constituindo um comportamento incompatível com os deveres de diligência, transparência, boa-fé e informação que devem pautar a atividade seguradora. É igualmente preocupante que uma seguradora encerre um processo desta natureza sem prestar qualquer justificação técnica para uma diferença elevadíssima entre os prejuízos reclamados e a indemnização atribuída. Esta forma de atuação compromete seriamente a confiança que os consumidores devem poder depositar numa companhia de seguros. Assim, solicito a intervenção dessa entidade para que a Zurich Seguros seja instada a: • disponibilizar integralmente o relatório de peritagem; • identificar todos os danos considerados e respetiva valorização; • discriminar os montantes atribuídos às partes comuns do edifício e à fração; • fundamentar técnica e contratualmente todas as exclusões e reduções efetuadas; • justificar os critérios utilizados para fixar uma indemnização de apenas 5.549,90 €, quando os prejuízos reclamados ascendem a 46.666,20 €, sem IVA; • proceder à reapreciação do processo por um perito independente, caso se conclua que a avaliação inicialmente efetuada não observou os padrões mínimos de rigor técnico exigíveis. Na ausência destes esclarecimentos, considero que a atuação da Zurich viola os direitos do segurado ao impedir qualquer controlo efetivo sobre a decisão tomada, comprometendo a transparência e a equidade que devem caracterizar a regularização de sinistros. Caso a situação não seja resolvida, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), bem como aos meios judiciais adequados para defesa dos meus direitos e para obtenção da reparação integral dos prejuízos sofridos. Solicito que esta reclamação seja analisada com a maior brevidade, promovendo as diligências necessárias para que a Zurich apresente uma fundamentação completa da sua decisão e proceda à revisão do processo. Com os melhores cumprimentos, FL

Encerrada
A. S.
11/06/2026

Processo de sinistro sem resposta

Exmos. Senhores Foi comunicado a Vexas, a existência de um sinistro com infiltrações em três fracções do Condomínio sito no nº9 da Av. Dr. Aresta Branco -2825-296 Costa da Caparica ; com a abertura do Processo nº:009465604 referente à Apólice nº009129414, tendo sido nomeado Suellen Bastos como gestor responsável. Foi sendo enviada por email, toda a documentação pedida. A saber: Fotos de Sinistro Relatório técnico Orçamento Recibo de video de inspeção IBAN do Condomínio Identificação do Contribuinte Caderneta Predial Urbana com a descrição do prédio em Propriedade Horizontal Passados vários meses e envio de múltiplos emails,não obtivemos até hoje qualquer resposta por parte da Zurich Portugal. Cumprimentos A Administração Alexandre Sanfins Pedro Pina

Resolvida
F. R.
13/03/2026

Danos causados durante assistência em viagem e recusa de responsabilidade pela seguradora

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à atuação da Zurich Insurance Europe AG – Sucursal em Portugal no âmbito de um pedido de assistência em viagem associado ao meu veículo Audi A3 (matrícula 00-HA-81). No dia 13 de novembro de 2025 solicitei assistência em viagem devido ao veículo estar com a bateria descarregada (canhão manual não funciona). Durante a intervenção do prestador de assistência enviado pela seguradora foram realizadas manobras técnicas no veículo sem autorização prévia, incluindo tentativa de abertura da porta e posteriormente um carregamento elétrico ("boost") efetuado por baixo da viatura de forma irresponsavel. Os tecnicos não quiseram utilizar os "dollies" (por dar mais trabalho visto estar a chover nesse dia) e quiseram desbloquear o carro com metodos não apropriados. Após diversas tentativas de arranque realizadas pelo técnico, surgiu um cheiro intenso a cablagem queimada e o veículo deixou de funcionar corretamente, apresentando sinais claros de dano elétrico grave. A viatura foi posteriormente transportada para oficina, onde foi confirmado que existia um problema elétrico grave que impedia o funcionamento do veículo. Foi igualmente realizada peritagem técnica na qual foi identificado nexo causal entre a intervenção realizada durante a assistência em viagem e os danos elétricos verificados na viatura. Apesar destes elementos técnicos, a seguradora tem recusado assumir a responsabilidade e repor os danos causados, mantendo o processo sem resolução adequada e com sucessivos atrasos, obrigando-me a suportar os prejuízos decorrentes da imobilização da viatura. Considero que a atuação do prestador de assistência contratado pela seguradora configura uma prestação defeituosa do serviço e gera responsabilidade civil pelos danos provocados, nos termos do artigo 483.º e do artigo 798.º do Código Civil, sendo ainda aplicável o disposto no artigo 500.º relativamente à responsabilidade da entidade pelos atos dos seus representantes ou prestadores de serviços. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de promover a resolução do conflito e a reposição integral dos danos causados. Mais informações e elementos comprovativos encontram-se disponíveis nos documentos anexos, incluindo comunicações trocadas com a seguradora, relatório de peritagem e documentação técnica da oficina (Reclamação contra ZURICH assistencia em viagem - Responsabilidade Civil.pdf) Os melhores cumprimentos, Francisco Ramalhosa

Encerrada

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