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Acesso Negado a Fundos Pessoais e Cobranças Indevidas – Bankinter
Exmos. Senhores do Bankinter Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação grave e prolongada que me tem causado significativos prejuízos financeiros e emocionais. A minha conta bancária encontra-se bloqueada há mais de dois meses, apesar de ter fornecido todos os documentos solicitados. Durante este período, foram depositados dois meses de salário na conta, mas estou completamente impedido de aceder aos meus próprios fundos. Considero inaceitável que o banco permita depósitos numa conta bloqueada, negando simultaneamente ao titular qualquer acesso ao seu dinheiro. Além disso, o Bankinter continua a cobrar-me por um cartão de crédito associado à conta bloqueada, o qual não posso utilizar. Fui contactado telefonicamente pelo Bankinter, sendo-me indicado que, caso me dirigisse a uma agência e pagasse 48 euros, teria novamente acesso à minha conta. No entanto, ao comparecer na agência, fui recusado pela funcionária, que afirmou não ter qualquer informação sobre esse pagamento ou instrução. Esta situação foi frustrante e demonstrou uma total falta de coordenação interna. O banco também se comprometeu a contactar-me com um representante que falasse inglês. Contudo, sempre que recebo essas chamadas, desligam imediatamente após eu atender. Esta prática repetida é profundamente desrespeitosa. O atendimento ao cliente, tanto na agência como por telefone, tem sido completamente ineficaz. Frequentemente, interrompem-me a meio das frases, não demonstram interesse em ouvir as minhas preocupações e não fornecem qualquer cronograma ou esclarecimento sobre o estado da minha situação. Além disso, o Bankinter não responde aos meus e-mails, deixando-me totalmente ignorado e sem qualquer suporte. Perante esta situação, solicito que o Bankinter: 1. Desbloqueie imediatamente a minha conta ou forneça uma explicação formal e escrita para a sua manutenção bloqueada. 2. Conceda-me acesso total aos meus fundos, incluindo os salários depositados. 3. Reembolse quaisquer encargos indevidos, como as taxas do cartão de crédito. 4. Melhore os seus processos de atendimento ao cliente e comunicação interna. 5. Emita um pedido de desculpas formal pelo tratamento inadequado, pela falta de comunicação e pelo impacto negativo causado na minha vida pessoal e profissional. Esta situação tem sido extremamente desgastante e prejudicial. Aguardo uma resolução urgente e adequada. Com os melhores cumprimentos, Edvin Ulfsparre
Acesso Negado a Fundos Pessoais e Cobranças Indevidas – Bankinter
Exmos. Senhores do Bankinter Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação grave e prolongada que me tem causado significativos prejuízos financeiros e emocionais. A minha conta bancária encontra-se bloqueada há mais de dois meses, apesar de ter fornecido todos os documentos solicitados. Durante este período, foram depositados dois meses de salário na conta, mas estou completamente impedido de aceder aos meus próprios fundos. Considero inaceitável que o banco permita depósitos numa conta bloqueada, negando simultaneamente ao titular qualquer acesso ao seu dinheiro. Além disso, o Bankinter continua a cobrar-me por um cartão de crédito associado à conta bloqueada, o qual não posso utilizar. Fui contactado telefonicamente pelo Bankinter, sendo-me indicado que, caso me dirigisse a uma agência e pagasse 48 euros, teria novamente acesso à minha conta. No entanto, ao comparecer na agência, fui recusado pela funcionária, que afirmou não ter qualquer informação sobre esse pagamento ou instrução. Esta situação foi frustrante e demonstrou uma total falta de coordenação interna. O banco também se comprometeu a contactar-me com um representante que falasse inglês. Contudo, sempre que recebo essas chamadas, desligam imediatamente após eu atender. Esta prática repetida é profundamente desrespeitosa. O atendimento ao cliente, tanto na agência como por telefone, tem sido completamente ineficaz. Frequentemente, interrompem-me a meio das frases, não demonstram interesse em ouvir as minhas preocupações e não fornecem qualquer cronograma ou esclarecimento sobre o estado da minha situação. Além disso, o Bankinter não responde aos meus e-mails, deixando-me totalmente ignorado e sem qualquer suporte. Perante esta situação, solicito que o Bankinter: 1. Desbloqueie imediatamente a minha conta ou forneça uma explicação formal e escrita para a sua manutenção bloqueada. 2. Conceda-me acesso total aos meus fundos, incluindo os salários depositados. 3. Reembolse quaisquer encargos indevidos, como as taxas do cartão de crédito. 4. Melhore os seus processos de atendimento ao cliente e comunicação interna. 5. Emita um pedido de desculpas formal pelo tratamento inadequado, pela falta de comunicação e pelo impacto negativo causado na minha vida pessoal e profissional. Esta situação tem sido extremamente desgastante e prejudicial. Aguardo uma resolução urgente e adequada. Com os melhores cumprimentos, Edvin Ulfsparre
Detalhes da apolice do seguro de vida nunca foi enviado por email
Exmos. Senhores, Fiz credito habitacao com o banco Bankiter acerca de 1 ano e meio (Junho 2023). A minha reclamacao e sobre o facto de o seguro de vida do credito habitacao feito no proprio banco, nunca foi enviado por email para o meu conhecimento. No passado dia 13 de Janeiro, eu pedi a apolice, e o banco apenas enviou me a documentacao em anexo no dia 05/02/2023. Como pode ver no anexo,a informacao e muito basica e nem aparece a informacao se o seguro tem cobertura IAD ou ITP.. Procuro a vossa ajuda, porque estou na duvida se o meu credito habitacao tem mesmo um seguro de vida ou nao.. digo isto pela falta de documentacao.. Cumprimentos, Marco Gomes
Detalhes da apolice do seguro de vida nunca foi enviado por email
Exmos. Senhores, Fiz credito habitacao com o banco Bankiter acerca de 1 ano e meio (Junho 2023). A minha reclamacao e sobre o facto de o seguro de vida do credito habitacao feito no proprio banco, nunca foi enviado por email para o meu conhecimento. No passado dia 13 de Janeiro, eu pedi a apolice, e o banco apenas enviou me a documentacao em anexo no dia 05/02/2023. Como pode ver no anexo,a informacao e muito basica e nem aparece a informacao se o seguro tem cobertura IAD ou ITP.. Procuro a vossa ajuda, porque estou na duvida se o meu credito habitacao tem mesmo um seguro de vida ou nao.. digo isto pela falta de documentacao.. Cumprimentos, Marco Gomes
Valor não creditado por parte do banco
No passado dia 28 de Novembro, por proposta de iniciativa do banco, fracionei 2 movimentos (cartão terminado em 7926) no valor total de 325,00 €. Esse valor deveria, naturalmente ser creditado no saldo do cartão ou na correspondente conta à ordem, tal não aconteceu, apesar de estar descriminado, o seu lançamento com data valor de 30 de Novembro, o mesmo nunca se refletiu o saldo disponível do referido cartão ou de qualquer outra forma!... No dia 31 de Dezembro a consulta de movimentos do referido cartão apresenta os movimentos referentes ao pagamento das prestações inerentes ao valor em causa, sem que o mesmo tenha sido disponibilizado!!... Desde de 30 de Novembro que fiz várias tentativas telefónicas junto do banco para tentar resolver esta situação, as mesmas resultaram apenas: - perda de tempo com a assistente virtual: BIA; - após aturar a BIA: perda de tempo com 3 (em 3 ocasiões) assistentes, cada um com uma diferente panaceia cujo resultado, até hoje, não se verificou. No dia 26 de Dezembro, enviei um email a pedir explicações, daí resultou: - um email de resposta da provedoria do cliente; - uma chamada telefónica dum funcionário da agência de Vila Real (onde a conta está domiciliada) a dizer que, no mesmo dia me seria dada uma satisfação; - uma posterior chamada do responsável da agência e Vila Real a dizer que um responsável (sede) me contactaria; - de facto, fui contactado (3x) por um responsável (sede) que repetidamente reiterou que em breve me seria dada uma explicação; - no dia 31 de Dezembro o banco cobrou (no cartão) as mensalidades, respetivos juros e impostos de selo referentes aos valores que não creditou!!!!... Espero portanto, uma satisfação do BANKINTER. e aproveito para deixar claro: - esta é uma das primeiras de várias ações possíveis para, neste caso, pedir contas à entidade bancária em causa; - a restituição do valor que me é devido já não me ressarce minimamente; - o Banco de Portugal deveria proibir que em questões tão sensíveis: -- a BIA pudesse atender o telefone; -- a BIA pudesse passar a chamada para assistentes que, provavelmente em call center de outsorcing, não estão capacitados para responder/resolver.
Valor não creditado por parte do banco
No passado dia 28 de Novembro, por proposta de iniciativa do banco, fracionei 2 movimentos (cartão terminado em 7926) no valor total de 325,00 €. Esse valor deveria, naturalmente ser creditado no saldo do cartão ou na correspondente conta à ordem, tal não aconteceu, apesar de estar descriminado, o seu lançamento com data valor de 30 de Novembro, o mesmo nunca se refletiu o saldo disponível do referido cartão ou de qualquer outra forma!... No dia 31 de Dezembro a consulta de movimentos do referido cartão apresenta os movimentos referentes ao pagamento das prestações inerentes ao valor em causa, sem que o mesmo tenha sido disponibilizado!!... Desde de 30 de Novembro que fiz várias tentativas telefónicas junto do banco para tentar resolver esta situação, as mesmas resultaram apenas: - perda de tempo com a assistente virtual: BIA; - após aturar a BIA: perda de tempo com 3 (em 3 ocasiões) assistentes, cada um com uma diferente panaceia cujo resultado, até hoje, não se verificou. No dia 26 de Dezembro, enviei um email a pedir explicações, daí resultou: - um email de resposta da provedoria do cliente; - uma chamada telefónica dum funcionário da agência de Vila Real (onde a conta está domiciliada) a dizer que, no mesmo dia me seria dada uma satisfação; - uma posterior chamada do responsável da agência e Vila Real a dizer que um responsável (sede) me contactaria; - de facto, fui contactado (3x) por um responsável (sede) que repetidamente reiterou que em breve me seria dada uma explicação; - no dia 31 de Dezembro o banco cobrou (no cartão) as mensalidades, respetivos juros e impostos de selo referentes aos valores que não creditou!!!!... Espero portanto, uma satisfação do BANKINTER. e aproveito para deixar claro: - esta é uma das primeiras de várias ações possíveis para, neste caso, pedir contas à entidade bancária em causa; - a restituição do valor que me é devido já não me ressarce minimamente; - o Banco de Portugal deveria proibir que em questões tão sensíveis: -- a BIA pudesse atender o telefone; -- a BIA pudesse passar a chamada para assistentes que, provavelmente em call center de outsorcing, não estão capacitados para responder/resolver.
Cartões
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Venho por esse meio pq estou passando por uma situação junto ao Banco Bankinter tenho um cartão de crédito no valor de 1.000.00 e que agora estou a dever 1.464.00 euros sendo que o limite e mil , a ultima compra ao cartão de crédito foi um sofá 600 euros feita em setembro, em outro fui ao banco pagar a fatura lá não deixaram pagar falam que iam descontar na minha conta ordem isso dia 20/10 , no dia 21/10 o cartão fez um reembolso para minha conta ordem de 452.00 euros fui ao banco liguei ao apoio e falaram que era reembolso de tanto fazer pagamento pontual . Semana passada fui ao banco poder esclarecer esse débito no cartão de crédito não souberam me explicar hoje novamente voltei ao banco e falam que os 452 euros e limite do cartão que entrou na minha conta ordem e não me comunicaram nada não sabem nada só estão descontar valores da minha conta descontaram 34 euros ,90 euros falando que era juros de incumprimento paguei 424 euros e ainda estou a dever 54 euros ,não entra nem limite só comem dinheiro e ninguém tem uma explicação para me dar . Cumprimentos.
Cartões
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Venho por esse meio pq estou passando por uma situação junto ao Banco Bankinter tenho um cartão de crédito no valor de 1.000.00 e que agora estou a dever 1.464.00 euros sendo que o limite e mil , a ultima compra ao cartão de crédito foi um sofá 600 euros feita em setembro, em outro fui ao banco pagar a fatura lá não deixaram pagar falam que iam descontar na minha conta ordem isso dia 20/10 , no dia 21/10 o cartão fez um reembolso para minha conta ordem de 452.00 euros fui ao banco liguei ao apoio e falaram que era reembolso de tanto fazer pagamento pontual . Semana passada fui ao banco poder esclarecer esse débito no cartão de crédito não souberam me explicar hoje novamente voltei ao banco e falam que os 452 euros e limite do cartão que entrou na minha conta ordem e não me comunicaram nada não sabem nada só estão descontar valores da minha conta descontaram 34 euros ,90 euros falando que era juros de incumprimento paguei 424 euros e ainda estou a dever 54 euros ,não entra nem limite só comem dinheiro e ninguém tem uma explicação para me dar . Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, No passado dia 01 de Agosto de 2024 foi pedido o reembolso antecipado do crédito de habitação para emissão do distrate para efeitos de escritura a ocorrer dia 19 do mesmo mês. Por regra e ditado pelo Banco de Portugal e inclusive o que consta na lei, o distrate deve ser pedido com uma antecipação de 10 dias úteis. Ora, pelas datas que constam nos documentos, o distrate devia estar disponível dia 16 de Agosto. Tal facto não aconteceu, porque foi indicado pelo Bankinter que não seria possível, a não ser que pagasse 20€, por forma a garantir a obtenção da chave de acesso ao distrate eletrônico em tempo útil para o dia 19-08-2024, data da escritura. Assim, venho pelo presente apresentar reclamação e exigir o estorno do valor indevidamente cobrado. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, No passado dia 01 de Agosto de 2024 foi pedido o reembolso antecipado do crédito de habitação para emissão do distrate para efeitos de escritura a ocorrer dia 19 do mesmo mês. Por regra e ditado pelo Banco de Portugal e inclusive o que consta na lei, o distrate deve ser pedido com uma antecipação de 10 dias úteis. Ora, pelas datas que constam nos documentos, o distrate devia estar disponível dia 16 de Agosto. Tal facto não aconteceu, porque foi indicado pelo Bankinter que não seria possível, a não ser que pagasse 20€, por forma a garantir a obtenção da chave de acesso ao distrate eletrônico em tempo útil para o dia 19-08-2024, data da escritura. Assim, venho pelo presente apresentar reclamação e exigir o estorno do valor indevidamente cobrado. Cumprimentos.
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