Reclamações públicas

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D. L.
19/05/2025

Cobrança Indevida de Comissão de Estudo, Não Devolução de Prestação Campanha MGM

Exmo(s). Senhores(as) do Bankinter, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a duas situações distintas e lamentáveis que tenho enfrentado com a minha agência do Bankinter em Coimbra, Solum. Adicionalmente, pretendo reportar a recorrente falta de qualidade no serviço prestado por esta agência. A primeira situação prende-se com a cobrança indevida de uma comissão de estudo, no valor de €270,04, que ocorreu por lapso no dia 8 de Novembro de 2024. Esta cobrança indevida resultou de um entendimento incorreto do gestor relativamente à nossa intenção de avançar com um Crédito Habitação, que acabou por ser cancelado. Apesar da promessa de ressarcimento, 5 meses depois, o valor continua por ser devolvido. Desde então, tenho contactado repetidamente a agência e, por diversas vezes, fui informado de que a situação estava resolvida e que o valor seria devolvido. No entanto, passados já cinco meses desde a cobrança indevida, a devolução ainda não foi efetuada. A segunda situação diz respeito à não devolução de 750€ referente à campanha Member Get Member. Em Fevereiro de 2025, decidimos por fim avançar com o Crédito Habitação no Bankinter e aderimos à campanha Member Get Member. O código da campanha foi inserido no início do meu Crédito Habitação nesta instituição bancária, o que me confere o direito à oferta da primeira prestação até ao valor de 750€. Segundo informações prestadas pelo meu gestor, o prazo máximo para esta devolução seria de 30 dias após o pagamento da 1ª prestação completa, que ocorreu a 1 de Abril de 2025. Tal como na situação anterior, nas minhas várias visitas ao balcão fui informado de que a resolução era iminente e que seria contactado nos dias seguintes. Contudo, a situação permanece por resolver e não recebi qualquer contacto. Tenho mais prestações que deveriam ser abrangidas por esta campanha — uma que deveria ter sido aplicada também à prestação de 1 de Maio — mas receio que tal não venha a acontecer. Para além destas duas situações específicas, devo também referir a constante incapacidade da agência em prestar um serviço eficiente. É recorrente que os assuntos discutidos não tenham qualquer resolução dentro dos prazos comunicados — por exemplo, o pedido de aumento do plafond do meu cartão de crédito, que permanece inalterado E sem qualquer comunicação, ao fim de mais de 1 mês do pedido. Adicionalmente, enfrento imensas dificuldades em contactar o meu gestor, seja por telefone ou por email, sendo necessário recorrer presencialmente ao balcão, sem que, contudo, os problemas sejam resolvidos. Considerando a demora excessiva na resolução destas questões, o incumprimento das informações prestadas e a persistente falta de qualidade no serviço, sinto-me profundamente prejudicado e desconfiado da atuação da instituição. Neste sentido, solicito a vossa urgente intervenção para que estas situações sejam devidamente apuradas e resolvidas com a maior brevidade possível, nomeadamente através: - Da devolução imediata do valor da comissão de estudo cobrada indevidamente (€270,04). - Da regularização da situação relativa à campanha MGM, incluindo a devolução da primeira prestação (€750,00) e a garantia de que as restantes prestações serão devidamente consideradas no âmbito da campanha. - Sobre o ponto 1º: Em anexo, seguem o comprovativo da cobrança da comissão de estudo e a captura de ecrã do email que enviei na data, a reclamar sobre a sua cobrança indevida. A confirmação verbal do meu gestor Hélder Correia de que seria ressarcido ocorreu posteriormente, por múltiplas vezes, em balcão — qualquer comunicação por email ou telefone por parte deste foi sempre evitada. - Sobre o ponto 2º: O Código da campanha MGM foi inserido ao balcão quando do inicio do processo de Crédito Habitação. Mas se necessário tenho comunicações relativas a outro tópico, onde isso é mencionado, e que poderei facultar. Para quaisquer informações adicionais ou documentos que considerem necessários, coloco-me à vossa inteira disposição. Agência em questão: Coimbra Solum Rua Dr. Francisco Lucas Pires, Lt. 18, 3030-489 Coimbra

Encerrada
D. L.
19/05/2025

Cobrança Indevida de Comissão de Estudo, Não Devolução de Prestação Campanha MGM

Exmo(s). Senhores(as) do Bankinter, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a duas situações distintas e lamentáveis que tenho enfrentado com a minha agência do Bankinter em Coimbra, Solum. Adicionalmente, pretendo reportar a recorrente falta de qualidade no serviço prestado por esta agência. A primeira situação prende-se com a cobrança indevida de uma comissão de estudo, no valor de €270,04, que ocorreu por lapso no dia 8 de Novembro de 2024. Esta cobrança indevida resultou de um entendimento incorreto do gestor relativamente à nossa intenção de avançar com um Crédito Habitação, que acabou por ser cancelado. Apesar da promessa de ressarcimento, 5 meses depois, o valor continua por ser devolvido. Desde então, tenho contactado repetidamente a agência e, por diversas vezes, fui informado de que a situação estava resolvida e que o valor seria devolvido. No entanto, passados já cinco meses desde a cobrança indevida, a devolução ainda não foi efetuada. A segunda situação diz respeito à não devolução de 750€ referente à campanha Member Get Member. Em Fevereiro de 2025, decidimos por fim avançar com o Crédito Habitação no Bankinter e aderimos à campanha Member Get Member. O código da campanha foi inserido no início do meu Crédito Habitação nesta instituição bancária, o que me confere o direito à oferta da primeira prestação até ao valor de 750€. Segundo informações prestadas pelo meu gestor, o prazo máximo para esta devolução seria de 30 dias após o pagamento da 1ª prestação completa, que ocorreu a 1 de Abril de 2025. Tal como na situação anterior, nas minhas várias visitas ao balcão fui informado de que a resolução era iminente e que seria contactado nos dias seguintes. Contudo, a situação permanece por resolver e não recebi qualquer contacto. Tenho mais prestações que deveriam ser abrangidas por esta campanha — uma que deveria ter sido aplicada também à prestação de 1 de Maio — mas receio que tal não venha a acontecer. Para além destas duas situações específicas, devo também referir a constante incapacidade da agência em prestar um serviço eficiente. É recorrente que os assuntos discutidos não tenham qualquer resolução dentro dos prazos comunicados — por exemplo, o pedido de aumento do plafond do meu cartão de crédito, que permanece inalterado E sem qualquer comunicação, ao fim de mais de 1 mês do pedido. Adicionalmente, enfrento imensas dificuldades em contactar o meu gestor, seja por telefone ou por email, sendo necessário recorrer presencialmente ao balcão, sem que, contudo, os problemas sejam resolvidos. Considerando a demora excessiva na resolução destas questões, o incumprimento das informações prestadas e a persistente falta de qualidade no serviço, sinto-me profundamente prejudicado e desconfiado da atuação da instituição. Neste sentido, solicito a vossa urgente intervenção para que estas situações sejam devidamente apuradas e resolvidas com a maior brevidade possível, nomeadamente através: - Da devolução imediata do valor da comissão de estudo cobrada indevidamente (€270,04). - Da regularização da situação relativa à campanha MGM, incluindo a devolução da primeira prestação (€750,00) e a garantia de que as restantes prestações serão devidamente consideradas no âmbito da campanha. - Sobre o ponto 1º: Em anexo, seguem o comprovativo da cobrança da comissão de estudo e a captura de ecrã do email que enviei na data, a reclamar sobre a sua cobrança indevida. A confirmação verbal do meu gestor Hélder Correia de que seria ressarcido ocorreu posteriormente, por múltiplas vezes, em balcão — qualquer comunicação por email ou telefone por parte deste foi sempre evitada. - Sobre o ponto 2º: O Código da campanha MGM foi inserido ao balcão quando do inicio do processo de Crédito Habitação. Mas se necessário tenho comunicações relativas a outro tópico, onde isso é mencionado, e que poderei facultar. Para quaisquer informações adicionais ou documentos que considerem necessários, coloco-me à vossa inteira disposição. Agência em questão: Coimbra Solum Rua Dr. Francisco Lucas Pires, Lt. 18, 3030-489 Coimbra

Encerrada
F. P.
15/05/2025

Falta de resposta e demora do processo de pedido de crédito pessoal

Exmos. Senhores, Sou cliente do Bankinter há 7 anos e em 9 de abril deste ano (2025) fiz um pedido pela aplicação de um crédito pessoal (crédito ao consumo). No dia 10/04/2025 depois de eu entrar em contacto com o banco, o gestor de conta Bernardo Rosa solicitei por email documentos, enviado prontamente na mesma data. Permaneci sim resposta, depois de muitos pedidos de contacto, até o dia 23/04/2025, quando foram solicitados outros documentos, enviados no dia 24/04/2025. Fiquei sem retorno novamente e decidi em 30/04/2025 dirigi-me à agência de Marquês de Pombal/Lisboa, onde fui atendida pelo gestor Luís Pereira que reforçou o meu pedido de contato ao gestor Bernardo Rosa. No dia 02/05/2025, após entrar em contacto pelo telefone que o gestor Luís Pereira forneceu a mim na ia à agência, o mesmo fez contacto com o gestor Bernardo Rosa que minutos depois enviou-me os documentos de Solvabilidade e Simulação para que fossem assinados por mim e e pelo meu marido, o que foi feito na mesma data (02/05/2025), assim como o envio por email dos documentos devidamente assinados. Desde então o processo está em validação e eu não tenho transparência do prazo. Peço contacto por telefone quase que diariamente sem sucesso. Quando muito o gestor Bernardo Rosa responde raramente aos meus emails a dizer que está ocupado, mas que já me dá um feedback, o que não acontece. O pedido de crédito ao consumo feito pela aplicação é vendido pelo banco como um processo digital e rápido. Mas até quando esperar? Eu fiz um planeamento para solicitar o crédito, e estou completamente frustrada. Cumprimentos, Fabiana Pacheco.

Encerrada
F. P.
15/05/2025

Falta de resposta e demora do processo de pedido de crédito pessoal

Exmos. Senhores, Sou cliente do Bankinter há 7 anos e em 9 de abril deste ano (2025) fiz um pedido pela aplicação de um crédito pessoal (crédito ao consumo). No dia 10/04/2025 depois de eu entrar em contacto com o banco, o gestor de conta Bernardo Rosa solicitei por email documentos, enviado prontamente na mesma data. Permaneci sim resposta, depois de muitos pedidos de contacto, até o dia 23/04/2025, quando foram solicitados outros documentos, enviados no dia 24/04/2025. Fiquei sem retorno novamente e decidi em 30/04/2025 dirigi-me à agência de Marquês de Pombal/Lisboa, onde fui atendida pelo gestor Luís Pereira que reforçou o meu pedido de contato ao gestor Bernardo Rosa. No dia 02/05/2025, após entrar em contacto pelo telefone que o gestor Luís Pereira forneceu a mim na ia à agência, o mesmo fez contacto com o gestor Bernardo Rosa que minutos depois enviou-me os documentos de Solvabilidade e Simulação para que fossem assinados por mim e e pelo meu marido, o que foi feito na mesma data (02/05/2025), assim como o envio por email dos documentos devidamente assinados. Desde então o processo está em validação e eu não tenho transparência do prazo. Peço contacto por telefone quase que diariamente sem sucesso. Quando muito o gestor Bernardo Rosa responde raramente aos meus emails a dizer que está ocupado, mas que já me dá um feedback, o que não acontece. O pedido de crédito ao consumo feito pela aplicação é vendido pelo banco como um processo digital e rápido. Mas até quando esperar? Eu fiz um planeamento para solicitar o crédito, e estou completamente frustrada. Cumprimentos, Fabiana Pacheco.

Encerrada
E. U.
06/05/2025

Acesso Negado a Fundos Pessoais e Cobranças Indevidas – Bankinter

Exmos. Senhores do Bankinter Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação grave e prolongada que me tem causado significativos prejuízos financeiros e emocionais. A minha conta bancária encontra-se bloqueada há mais de dois meses, apesar de ter fornecido todos os documentos solicitados. Durante este período, foram depositados dois meses de salário na conta, mas estou completamente impedido de aceder aos meus próprios fundos. Considero inaceitável que o banco permita depósitos numa conta bloqueada, negando simultaneamente ao titular qualquer acesso ao seu dinheiro. Além disso, o Bankinter continua a cobrar-me por um cartão de crédito associado à conta bloqueada, o qual não posso utilizar. Fui contactado telefonicamente pelo Bankinter, sendo-me indicado que, caso me dirigisse a uma agência e pagasse 48 euros, teria novamente acesso à minha conta. No entanto, ao comparecer na agência, fui recusado pela funcionária, que afirmou não ter qualquer informação sobre esse pagamento ou instrução. Esta situação foi frustrante e demonstrou uma total falta de coordenação interna. O banco também se comprometeu a contactar-me com um representante que falasse inglês. Contudo, sempre que recebo essas chamadas, desligam imediatamente após eu atender. Esta prática repetida é profundamente desrespeitosa. O atendimento ao cliente, tanto na agência como por telefone, tem sido completamente ineficaz. Frequentemente, interrompem-me a meio das frases, não demonstram interesse em ouvir as minhas preocupações e não fornecem qualquer cronograma ou esclarecimento sobre o estado da minha situação. Além disso, o Bankinter não responde aos meus e-mails, deixando-me totalmente ignorado e sem qualquer suporte. Perante esta situação, solicito que o Bankinter: 1. Desbloqueie imediatamente a minha conta ou forneça uma explicação formal e escrita para a sua manutenção bloqueada. 2. Conceda-me acesso total aos meus fundos, incluindo os salários depositados. 3. Reembolse quaisquer encargos indevidos, como as taxas do cartão de crédito. 4. Melhore os seus processos de atendimento ao cliente e comunicação interna. 5. Emita um pedido de desculpas formal pelo tratamento inadequado, pela falta de comunicação e pelo impacto negativo causado na minha vida pessoal e profissional. Esta situação tem sido extremamente desgastante e prejudicial. Aguardo uma resolução urgente e adequada. Com os melhores cumprimentos, Edvin Ulfsparre

Encerrada
E. U.
06/05/2025

Acesso Negado a Fundos Pessoais e Cobranças Indevidas – Bankinter

Exmos. Senhores do Bankinter Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação grave e prolongada que me tem causado significativos prejuízos financeiros e emocionais. A minha conta bancária encontra-se bloqueada há mais de dois meses, apesar de ter fornecido todos os documentos solicitados. Durante este período, foram depositados dois meses de salário na conta, mas estou completamente impedido de aceder aos meus próprios fundos. Considero inaceitável que o banco permita depósitos numa conta bloqueada, negando simultaneamente ao titular qualquer acesso ao seu dinheiro. Além disso, o Bankinter continua a cobrar-me por um cartão de crédito associado à conta bloqueada, o qual não posso utilizar. Fui contactado telefonicamente pelo Bankinter, sendo-me indicado que, caso me dirigisse a uma agência e pagasse 48 euros, teria novamente acesso à minha conta. No entanto, ao comparecer na agência, fui recusado pela funcionária, que afirmou não ter qualquer informação sobre esse pagamento ou instrução. Esta situação foi frustrante e demonstrou uma total falta de coordenação interna. O banco também se comprometeu a contactar-me com um representante que falasse inglês. Contudo, sempre que recebo essas chamadas, desligam imediatamente após eu atender. Esta prática repetida é profundamente desrespeitosa. O atendimento ao cliente, tanto na agência como por telefone, tem sido completamente ineficaz. Frequentemente, interrompem-me a meio das frases, não demonstram interesse em ouvir as minhas preocupações e não fornecem qualquer cronograma ou esclarecimento sobre o estado da minha situação. Além disso, o Bankinter não responde aos meus e-mails, deixando-me totalmente ignorado e sem qualquer suporte. Perante esta situação, solicito que o Bankinter: 1. Desbloqueie imediatamente a minha conta ou forneça uma explicação formal e escrita para a sua manutenção bloqueada. 2. Conceda-me acesso total aos meus fundos, incluindo os salários depositados. 3. Reembolse quaisquer encargos indevidos, como as taxas do cartão de crédito. 4. Melhore os seus processos de atendimento ao cliente e comunicação interna. 5. Emita um pedido de desculpas formal pelo tratamento inadequado, pela falta de comunicação e pelo impacto negativo causado na minha vida pessoal e profissional. Esta situação tem sido extremamente desgastante e prejudicial. Aguardo uma resolução urgente e adequada. Com os melhores cumprimentos, Edvin Ulfsparre

Encerrada
M. G.
05/02/2025

Detalhes da apolice do seguro de vida nunca foi enviado por email

Exmos. Senhores, Fiz credito habitacao com o banco Bankiter acerca de 1 ano e meio (Junho 2023). A minha reclamacao e sobre o facto de o seguro de vida do credito habitacao feito no proprio banco, nunca foi enviado por email para o meu conhecimento. No passado dia 13 de Janeiro, eu pedi a apolice, e o banco apenas enviou me a documentacao em anexo no dia 05/02/2023. Como pode ver no anexo,a informacao e muito basica e nem aparece a informacao se o seguro tem cobertura IAD ou ITP.. Procuro a vossa ajuda, porque estou na duvida se o meu credito habitacao tem mesmo um seguro de vida ou nao.. digo isto pela falta de documentacao.. Cumprimentos, Marco Gomes

Encerrada
M. G.
05/02/2025

Detalhes da apolice do seguro de vida nunca foi enviado por email

Exmos. Senhores, Fiz credito habitacao com o banco Bankiter acerca de 1 ano e meio (Junho 2023). A minha reclamacao e sobre o facto de o seguro de vida do credito habitacao feito no proprio banco, nunca foi enviado por email para o meu conhecimento. No passado dia 13 de Janeiro, eu pedi a apolice, e o banco apenas enviou me a documentacao em anexo no dia 05/02/2023. Como pode ver no anexo,a informacao e muito basica e nem aparece a informacao se o seguro tem cobertura IAD ou ITP.. Procuro a vossa ajuda, porque estou na duvida se o meu credito habitacao tem mesmo um seguro de vida ou nao.. digo isto pela falta de documentacao.. Cumprimentos, Marco Gomes

Encerrada
L. C.
07/01/2025

Valor não creditado por parte do banco

No passado dia 28 de Novembro, por proposta de iniciativa do banco, fracionei 2 movimentos (cartão terminado em 7926) no valor total de 325,00 €. Esse valor deveria, naturalmente ser creditado no saldo do cartão ou na correspondente conta à ordem, tal não aconteceu, apesar de estar descriminado, o seu lançamento com data valor de 30 de Novembro, o mesmo nunca se refletiu o saldo disponível do referido cartão ou de qualquer outra forma!... No dia 31 de Dezembro a consulta de movimentos do referido cartão apresenta os movimentos referentes ao pagamento das prestações inerentes ao valor em causa, sem que o mesmo tenha sido disponibilizado!!... Desde de 30 de Novembro que fiz várias tentativas telefónicas junto do banco para tentar resolver esta situação, as mesmas resultaram apenas: - perda de tempo com a assistente virtual: BIA; - após aturar a BIA: perda de tempo com 3 (em 3 ocasiões) assistentes, cada um com uma diferente panaceia cujo resultado, até hoje, não se verificou. No dia 26 de Dezembro, enviei um email a pedir explicações, daí resultou: - um email de resposta da provedoria do cliente; - uma chamada telefónica dum funcionário da agência de Vila Real (onde a conta está domiciliada) a dizer que, no mesmo dia me seria dada uma satisfação; - uma posterior chamada do responsável da agência e Vila Real a dizer que um responsável (sede) me contactaria; - de facto, fui contactado (3x) por um responsável (sede) que repetidamente reiterou que em breve me seria dada uma explicação; - no dia 31 de Dezembro o banco cobrou (no cartão) as mensalidades, respetivos juros e impostos de selo referentes aos valores que não creditou!!!!... Espero portanto, uma satisfação do BANKINTER. e aproveito para deixar claro: - esta é uma das primeiras de várias ações possíveis para, neste caso, pedir contas à entidade bancária em causa; - a restituição do valor que me é devido já não me ressarce minimamente; - o Banco de Portugal deveria proibir que em questões tão sensíveis: -- a BIA pudesse atender o telefone; -- a BIA pudesse passar a chamada para assistentes que, provavelmente em call center de outsorcing, não estão capacitados para responder/resolver.

Encerrada
L. C.
07/01/2025

Valor não creditado por parte do banco

No passado dia 28 de Novembro, por proposta de iniciativa do banco, fracionei 2 movimentos (cartão terminado em 7926) no valor total de 325,00 €. Esse valor deveria, naturalmente ser creditado no saldo do cartão ou na correspondente conta à ordem, tal não aconteceu, apesar de estar descriminado, o seu lançamento com data valor de 30 de Novembro, o mesmo nunca se refletiu o saldo disponível do referido cartão ou de qualquer outra forma!... No dia 31 de Dezembro a consulta de movimentos do referido cartão apresenta os movimentos referentes ao pagamento das prestações inerentes ao valor em causa, sem que o mesmo tenha sido disponibilizado!!... Desde de 30 de Novembro que fiz várias tentativas telefónicas junto do banco para tentar resolver esta situação, as mesmas resultaram apenas: - perda de tempo com a assistente virtual: BIA; - após aturar a BIA: perda de tempo com 3 (em 3 ocasiões) assistentes, cada um com uma diferente panaceia cujo resultado, até hoje, não se verificou. No dia 26 de Dezembro, enviei um email a pedir explicações, daí resultou: - um email de resposta da provedoria do cliente; - uma chamada telefónica dum funcionário da agência de Vila Real (onde a conta está domiciliada) a dizer que, no mesmo dia me seria dada uma satisfação; - uma posterior chamada do responsável da agência e Vila Real a dizer que um responsável (sede) me contactaria; - de facto, fui contactado (3x) por um responsável (sede) que repetidamente reiterou que em breve me seria dada uma explicação; - no dia 31 de Dezembro o banco cobrou (no cartão) as mensalidades, respetivos juros e impostos de selo referentes aos valores que não creditou!!!!... Espero portanto, uma satisfação do BANKINTER. e aproveito para deixar claro: - esta é uma das primeiras de várias ações possíveis para, neste caso, pedir contas à entidade bancária em causa; - a restituição do valor que me é devido já não me ressarce minimamente; - o Banco de Portugal deveria proibir que em questões tão sensíveis: -- a BIA pudesse atender o telefone; -- a BIA pudesse passar a chamada para assistentes que, provavelmente em call center de outsorcing, não estão capacitados para responder/resolver.

Encerrada

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