Nos passados dias 1, 2 e 3 de abril de 2026 estive hospedada na pousada da juventude de Foz Côa no quarto 0.06.
Ao longo dos primeiros dias fui picada sem me aperceber da origem. Na manhã do check-out, no dia 4 de abril, acordei repleta de picadas de percevejos e dirigi-me à secretaria a dizer que suspeitava da sua presença na minha cama. A senhora assegurou-me de que nunca tinha acontecido antes, agradeceu o aviso e disse que iam fazer uma vistoria.
Enquanto aguardava por transporte no exterior da pousada, a senhora abordou-me dizendo que não havia manchas de sangue nem percevejos detetáveis na cama onde dormi, parecendo já ter algum conhecimento devido a historial prévio do mesmo problema. Já depois de sair da pousada verifiquei que há uma crítica negativa deixada por uma cliente da pousada, feita dois anos antes, a queixar-se do mesmo problema e mostrando fotos a comprovar a presença dos percevejos.
Já em casa, lavei todos os meus pertences a altas temperaturas e usei um spray de desinfestação. Porém, encontrei percevejos e fui picada novamente. Já passou praticamente uma semana e continuo coberta de picadas, o que tem afetado a minha rotina e bem-estar.
Exporem os clientes a este tipo de problema é um risco que afeta a saúde dos mesmos. Há claramente falta de manutenção e atualização do mobiliário, equipamentos e estado geral da pousada, notável pela degradação visível, porém este aspeto não deve ser comprometido.