Exmos Srs,Dado que a nossa empresa actua no mercado há mais de 25 anos, importa, antes de mais, esclarecer um infeliz mal entendido, que estamos a crer ocorreu na comunicação entre a cliente e os nossos serviços.Em primeiro lugar, consideramos importante e relevante efectuar um enquadramento das trocas e devoluções, bem como da postura da empresa face às mesmas.Por força da lei nada obriga as empresas nacionais a efectuar devoluções em dinheiro de bens ou serviços adquiridos pelos seus clientes, com excepção das situações de ' falta de conformidade do bem', que implica a resolução do contrato e a consequente devolução do montante despendido na sua aquisição.Assim sendo, o simples facto de um consumidor não gostar de um determinado artigo de ourivesaria ou preferir outro não se enquadra na definição da lei para obrigar a empresa a ressarcir monetariamente o seu cliente.As trocas/devoluções que praticamos em toda a nossa rede de loja transformam-se assim num beneficio para o nosso cliente, fazem parte da nossa politica comercial, são uma cortesia, cujo objectivo é garantir a satisfação e fidelização dos nossos clientes.Quando um cliente efectua uma troca nas nossas lojas é emitida uma Nota de Crédito, documento que legal e contabilisticamente anula a factura correspondente ( com a qual deve estar obrigatória e informaticamente relacionada).Este documento legal funciona como um vale e tem o mesmo valor prático do dinheiro, daí que tenhamos o cuidado de informar os clientes da importância de o manterem em local seguro e de não o perderem.Regra geral, se o cliente não fornecer a sua identificação no momento da compra, estes vales não são nominativos, pois as facturas que lhe dão origem também não o são.Em nenhum diploma legal, para este tipo de transacções efectuadas pelas nossas lojas, a lei nos obriga a emitir faturas com a identificação do cliente ( dado que o mesmo até pode preferir que a sua aquisição não fique registada, faculdade que se encontra expressa na lei desde que o mesmo seja consumidor final, salvo se a venda for superior a 1.000 Eur ).Aliás a maior parte dos nossos clientes, lamentavelmente, recusa-se a fornecer-nos quaisquer dados, forçando-nos a emitir a maior parte dos documentos ao Consumidor Final.Este comportamento dos consumidores nacionais dificulta a identificação de uma nota de crédito específica, pois 90% das Notas de Crédito são emitidas ao Consumidor Final.Obviamente, não só não é verdade que não guardamos registo das nossas notas de crédito, como tal afirmação é, em si, absurda e nunca poderia ser veiculada por nenhum elemento da empresa, dado que a lei a isso nos obriga e mensalmente as comunicamos à Autoridade Tributária através do nosso SaF-T, produzido por programa certificado.Mais irreal ainda é afirmar que se trata de um esquema para nos apropriarmos do dinheiro dos nossos clientes, dado que nós não temos interesse em fazer uma venda a um cliente, mas sim várias vendas a esse mesmo cliente, fidelizando-o.Compreendemos, no entanto, que a cliente esteja perturbada, face às circunstâncias em que perdeu o acesso à sua nota de crédito. No entanto, há que ter a capacidade de se tentar chegar a uma solução porque com boa vontade tudo se resolve, sem necessidade de acusações e de divulgação pública ( pelo nosso facebook ) de uma situação que pode e deve ser resolvida de outra forma.Neste contexto, para a resolução da situação com a cliente, necessitamos de saber com exactidão a data, o valor e a peça que a cliente trocou para procedermos a uma busca exaustiva física de todas as notas de crédito da loja desse período, ou, que nos seja facultada cópia da fatura original da aquisição do bem em causa, alvo da troca.Ficamos a aguardar feedback com os dados necessários e prometemos fazer tudo ao nosso alcance para satisfazer a cliente, como é nosso costume e politica nas nossas relações comerciais, dado que pretendemos fidelizar e não hostilizar o nosso mercado, do qual dependemos.Melhores Cumprimentos,Sónia Melo DiasNevolin SAEm 2016-02-10 12:06, escreveu: [3] Links: ------ [1] www.deco.proteste.pt [2] www.deco.proteste.pt/reclamar/reclamacoes-publicas [3] www.deco.proteste.pt/reclamar/condicoes-de-utilizacao-- Com os melhores cumprimentos,Joana NorinhoLinha de apoio ao cliente grátis 800 209 510